Bring Me The Horizon lança o single DArkSide; ouça!

O Bring Me The Horizon lançou o single DArkSide pela Sony/RCA. A banda está em turnê pelo mundo desde sua triunfante apresentação como headliner no festival Download deste ano, além de estar dando os toques finais em seu aguardado novo álbum de estúdio, POST HUMAN: NeX GEn. DArkSide segue os singles LosT, AmEN!, DiE4u e sTraNgeRs, que fazem parte da série globalmente aclamada Post Human, que já foi reproduzida mais de 310 milhões de vezes até o momento. A banda volta à estrada em novembro para uma série de shows na Ásia. A etapa japonesa da turnê inclui o NEX_FEST, um grande festival que eles vão liderar e organizar. Em janeiro de 2024, eles embarcarão em uma turnê esgotada pelo Reino Unido, que inclui duas noites na O2 Arena de Londres nos dias 20 e 21.
Bring Me The Horizon anuncia álbum “POST HUMAN: NeX GEn”

Após uma performance explosiva como headliner do Download Festival deste ano, na última sexta-feira (9), o Bring Me The Horizon anunciou o álbum POST HUMAN: NeX GEn para 15 de setembro pela Sony/RCA. Até o momento, a banda revelou os singles LosT e AmEN! Após o lançamento de POST HUMAN: NeX GEn, o Bring Me The Horizon fará uma turnê por arenas na Irlanda e Reino Unido, a partir do início de 2024. O lançamento do álbum e da turnê foram anunciados através de uma ação em massa com os fãs, nunca antes vista, que a banda organizou em suas redes sociais e no local do festival ao longo do fim de semana. Os fãs foram incentivados a seguir uma série de pistas e enigmas escondidos que os levavam a um prédio secreto, The Church Of Genxsis, que estava no local do Download Festival. Lá dentro, os fãs vivenciaram diversos rituais imersivos do Genxsis, incluindo a marca facial, um sermão e leituras de tarô à medida que completavam sua jornada para se tornarem membros. Bring Me The Horizon – datas da turnê 09/01 – Cardiff, Arena Motorpoint 10/01 – Bournemouth, BIC 12/01 – Birmingham, Arena Utilita 13/01 – Manchester, Arena AO 14/01 – Glasgow, Arena OVO 16/01 – Newcastle, Arena Utilita 17/01 – Liverpool, Arena M&S Bank 19/01 – Sheffield, Arena FlyDSA 20/01 – Londres, Arena 02 23/01 – Dublin, Arena 3
Bring Me The Horizon transforma Anhembi em lata de sardinha

Após surpreender os fãs com uma jam com Pabllo Vittar na sexta-feira (16), no Vibra SP, a banda inglesa Bring Me The Horizon entregou mais um show divertido e empolgante no Sambódromo do Anhembi, em São Paulo. A apresentação do Bring Me The Horizon foi a primeira a realmente transformar a pista do Anhembi em uma lata de sardinha. A cada pedido do vocalista, Oli Sykes, por circle pits, o desespero tomava conta de quem estava na grade. E Oli, que é casado com a modelo brasileira Alissa Salls e tem casa em Taubaté, no interior de São Paulo, diverte o público o tempo todo. Conversa em português em todos os momentos, pede para os fãs avaliarem a pronúncia das palavras e comanda os movimentos dos apaixonados pela banda. O setlist foi feito para entreter do início ao fim. Can You Feel My Heart, Happy Song, Teardrops e MANTRA em sequência, logo no início, incendiou o público, que até então estava bem tranquilo. Antes de tocar Dear Diary, faixa do EP Post Human: Survival Horror, que domina toda a temática do telão do show, a banda fez uma pequena cena, correndo para o backstage, como se tivesse dado uma pane elétrica. Tudo encenação, mas enganou uma parte do público. Sempre atento no que os fãs estão gritando, Oli promoveu uma pequena mudança no repertório. Tirou Follow You, incluiu Sleepwalking. A reta final guardou outra trinca especial para o público: Drown, com Oli indo cantar no meio da galera, Obey, principal som do EP Post Human: Survival Horror, que tem a participação de Yungblud no telão, além do hit Throne. A lamentar apenas a falta de destaque para o álbum amo, que foi sucesso comercial. Mas é compreensível. Quando veio ao Brasil pela última vez, em 2019, amo teve cinco faixas tocadas. Agora, com Post Human ainda fresquinho, foram cinco do novo EP e apenas uma do último disco. Setlist Can You Feel My Heart Happy Song Teardrops MANTRA Dear Diary, Parasite Eve sTraNgeRs Shadow Moses Itch for the Cure (When Will We Be Free?) Kingslayer DiE4u Sleepwalking Drown Obey Throne
Bring Me The Horizon empolga com show redondo e feat com Pabllo Vittar
Bring Me The Horizon libera mais uma prévia de novo EP; ouça sTraNgeRs

O Bring Me The Horizon continua sua jornada de sucesso com o lançamento do single sTraNgeRs. A faixa é a segunda a ser lançada da série POST HUMAN EP. O vocalista Oli Sykes comentou sobre a faixa. “A música passou por um longo período de composição em Los Angeles, e assim que firmamos a letra ‘nós somos apenas uma sala cheia de estranhos’ veio o nome. Ele acabou assumindo um duplo significado tão profundo, que ficamos nos questionando em como seria a sensação de tocá-la ao vivo, ver todos os estranhos se conectando nesse nível louco.. imaginávamos que seria como uma reabilitação. Saindo do confinamento e da pandemia, todo mundo está se recuperando de algo, são tantas pessoas que lutam diariamente com diferentes traumas, a gente só queria enfatizar que eles não estão sozinhos… e que somos uma comunidade para ajudar uns aos outros”. A banda queria compartilhar essas jornadas tão pessoais sobre saúde mental para ajudar e inspirar outras pessoas. Eles perguntaram aos fãs se gostariam de contribuir anonimamente e participar desse processo especial. A resposta foi impressionante e essas histórias formaram a narrativa por trás do vídeo oficial com alguns clipes curtos exclusivos, que foram revelados nas redes sociais da banda na semana passada. Esses curtas formaram o mini-filme assombroso e cinematográfico que acompanha STraNgeRs e dá um vislumbre surreal desse mundo muito pessoal.
Bring Me The Horizon anuncia show com Motionless in White em São Paulo

O Bring Me The Horizon se apresenta em São Paulo, com a participação da norte-americana Motionless in White, no Vibra no dia 16 de dezembro. As bandas fazem parte do lineup do Knotfest, festival que acontece no mesmo mês, e celebra o metal. Donos de hits como Can You Feel My Heart e Parasite Eve, o BMTH é presença constante em festivais pelo mundo por seu público cativo e cada vez mais numeroso. Em São Paulo sua base de fãs cresceu exponencialmente nos últimos anos, que serão presenteados com duas apresentações únicas em diferentes formatos, o primeiro um side show e a segunda data, dentro do Knotfest. O amor pelos fãs brasileiros também é recíproco: o vocalista e frontman Oli Sykes – que é casado com a modelo e musicista brasileira Alissa Salls – declarou, em seu Instagram, que havia comprado uma casa no Brasil, tirado CPF e que era agora “oficialmente brasileiro”. Já a banda Motionless in White é bastante conhecida pelos temas mais densos em suas letras e maquiagens góticas e mostrará músicas de seu mais recente álbum, lançado no início de junho, Scoring The End Of The World, além dos sucessos que os fãs querem ouvir, como Masterpiece e Another Life. Os ingressos para a dobradinha Bring Me The Horizon e Motionless in White já estão disponíveis para venda com pagamento exclusivo com o super app Ame no site da Eventim. A venda estará disponível para público geral com outros meios de pagamento a partir do dia 29 de junho às 15h. Os ingressos custam entre R$ 175,00 e R$ 650,00.
Masked Wolf e Bring Me The Horizon lançam “Fallout”

Masked Wolf compartilhou na sexta-feira (1) um single que desafia qualquer classificação de gênero Fallout, trazendo o feat. da banda Bring Me The Horizon.
Slipknot e Bring Me The Horizon incluem Rio de Janeiro em tour

Headliner de seu festival em São Paulo dia 19 de dezembro, o Slipknot confirmou uma apresentação única no Rio de Janeiro, em 15 de dezembro na Jeunesse Arena, tendo como convidado especial o Bring Me The Horizon. Ingressos para o show estarão à venda a partir desta quinta-feira (3), às 10h, para pagamento com Ame no site Eventim e para o público em geral a partir de 10 de fevereiro às 10h. O Slipknot dispensa qualquer apresentação. Desde seu surgimento em 1999, a banda revolucionou o rock, sempre desafiando todas as expectativas tanto do público como da crítica em suas apresentações ao vivo e gravações, além de ter criado o Knotfest, hoje um dos maiores festivais de música do planeta. Já a banda inglesa Bring Me the Horizon, formada em 2004, atingiu vertiginosamente nos últimos anos uma enorme importância na cena musical internacional, já figurando entre as mais importantes do gênero no mundo. O BMTH leva o público à loucura em suas apresentações, sempre considerada uma das melhores atrações em todos os festivais mundiais dos quais participa. Serviço – Slipknot e Bring Me The Horizon no Rio Data: 15 de dezembro de 2022Local: Jeunesse ArenaEndereço: Avenida Embaixador Abelardo Bueno, 3.401 – Barra da Tijuca – Rio de Janeiro/RJHorário: 20h30 (show BMTH) | 22h (show Slipknot) | 18h (abertura da casa)Classificação etária: 16 anos. De 05 anos a 15 anos somente acompanhados dos pais ou responsáveis legais. Não será permitida a entrada de crianças menores de 5 anos no evento. Setores e preços:Pista Premium: R$ 750,00 (inteira) | R$ 375,00 (meia-entrada legal)Cadeira Nível 1: R$ 600,00 (inteira) | R$ 300,00 (meia-entrada legal)Cadeira Nível 3: R$ 360,00 (inteira) | R$ 180,00 (meia-entrada legal)Camarotes: R$ 570,00 (inteira) | R$ 285,00 (meia-entrada legal)
Entrevista | Tom Morello – “nunca mais toco uma nota musical que não acredito”

Tom Morello está de volta! Nesta sexta-feira (15), o lendário guitarrista lançou o álbum solo, The Atlas Underground Fire. Aliás, o sucessor de The Atlas Underground (2018) conta com um time de peso entre os convidados: Bruce Springsteen, Eddie Vedder, Chris Stapleton, Mike Posner e Damian Marley. Cofundador do Rage Against The Machine, Audioslave e Prophets of Rage, além de graduado em Ciência Política na Universidade Harvard, Tom Morello reuniu Springsteen e Vedder para uma releitura do hino do AC/DC, Highway to Hell. “Nossa versão de Highway To Hell é uma homenagem ao AC/DC, mas com Bruce Springsteen e Eddie Vedder, traz essa lendária música para o futuro. Uma das maiores músicas de rock’n’roll de todos os tempos, cantada por dois dos maiores cantores de rock n’ roll de todos os tempos. E então eu solto um solo de guitarra louco. Obrigado e boa noite”, disse Morello. Tom Morello conversou com a imprensa recentemente e falou mais sobre o novo álbum, planos, política, entre outros assuntos. O Blog n’ Roll participou desse papo e traz alguns dos destaques da conversa. Processo de gravação Este foi um álbum feito no pico da pandemia. É um álbum da praga, realmente. Do tempo que eu tinha 17 anos até março de 2020, vinha escrevendo, gravando e fazendo shows constantemente. E então foi uma abstinência para mim. Eu tenho o meu próprio estúdio como você pode ver, mas não sei como ele funciona. Eles só deixam eu mexer no volume agora. Mas mesmo isso muito raramente. Então em um momento estava olhando e não fazendo música em um futuro próximo. E a inspiração veio de um lugar estranho. Estava lendo uma entrevista do Kanye West, na qual ele disse que estava gravando os vocais para o álbum dele pelo Voice Memo (app do iPhone). Gravei licks de guitarra no meu iPhone e enviei para os engenheiros e produtores. Então, esse álbum se tornou não tanto como “eu vou fazer um disco”, mas foi mesmo uma salvação durante esses dias de ansiedade, depressão e medo. Pensava em como manter a minha avó viva, tentando não deixar as crianças enloquecidas. Foi uma maneira de fugir entre 30 a 45 minutos por dia para ser uma pessoa criativa e, em seguida, perdido quase como uma roleta russa… Eu vinha com alguns riffs e gravava no meu celular. Logo depois, pensava com quem eu poderia fazer uma música, quem poderia ser perfeito para esse disco, com quem seria divertido colaborar comigo… Ou quem iria me jogar para cima e fazer o dia parecer menos desesperador. E essa foi a gênese do álbum The Atlas Underground Fire. Parceria com Chris Stapleton em The War Inside Eu conheci o Chris Stapleton no tributo ao Chris Cornell alguns anos atrás. Ele é uma pessoa adorável e nós trocamos números, e eu queria trabalhar com ele. Queria ver onde isso iria dar. De fato, ele foi um dos primeiros colaboradores que trabalhei neste disco. Nós fizemos uma ligação pelo Zoom com a guitarra nas mãos. A intenção era escrever uma música, mas nós não escrevemos uma música. Ao invés disso, nós desabafamos sobre como eram os dias tentando não enlouquecer, tentando lembrar como era ser um músico e como nossas famílias estavam, o estresse de ser pai, filho, marido etc… Às vezes era como uma sessão de terapia de duas horas, antes mesmo de tocar uma nota da guitarra. E esse bate-papo virou a temática de fundo da música War Inside. Então, mesmo antes de partilhar acordes, licks (frases de guitarra) e outras coisas… nas entrelinhas, o que nós estávamos conversando durante horas virou a base da música. Let’s Get The Party Started, com Bring Me The Horizon Um dos meus fortes é que realmente amo coerência. Não me importa se é um jogo de futebol de crianças ou um álbum com diversos artistas. Olive (vocal do Bring Me The Horizon) está no Brasil, Jordan (guitarrista do BMTH) está no Reino Unido e eu aqui. É um amigo por correspondência do rock. Amigos por correspondência de três países. É um disco solo sob uma visão de arte onde escolhi os colaboradores. Os colaboradores têm a minha guitarra como voz-guia para cada faixa. Mas também é um disco colaborativo. Cada uma das canções depende exclusivamente da química entre eu e o artista com o qual estou colaborando. Em resumo, não é algo ditatorial. É sobre deixar levar esse tipo de personalidade que devo ter muita e fazer uma imersão minha em qualquer situação que surgir. O que me fez chegar no Bring me the Horizon, por exemplo. Eu tinha um monte de riffs que mandei para eles. Eles tinham ideias firmes sobre a estrutura da música… Nós conversamos sobre qual tipo de solo de guitarra deveria ter… Dei vários exemplos. Trocando ideias que iam e voltavam. E permitindo que esse processo tomasse seu curso, que cada canção tivesse liberdade de se tornar o que ela viria a ser. Enquanto ao mesmo tempo, no geral, manter a missão de ser um disco do Tom Morello. Descoberta de novos artistas Alguns dos artistas deste disco são amigos antigos, como Bruce Springsteen e Eddie Vedder. Trabalhei com o Phantogram antes, o Dennis do Refused é um camarada. Mas tinham dias que eu vinha aqui e gravava no meu iPhone alguns licks de guitarra e pensava: Com quem quero fazer um som hoje? Ligo para um amigo que tem um gosto musical mais legal que o meu e pergunto qual foi a última melhor música que ele escutou de um artista que nunca ouvi falar? Foi assim que descobri Phem, sabe? E eu pensei, ela é fantástica. Entrei em contato com ela. Não penso que ela já tivesse nascido quando saiu o último álbum do Rage Against The Machine… e eu apenas falei, o que você acha? Eu sou o Tom Morello, não sei se você já ouviu falar de mim, mas você quer fazer uma música? E ela, sim, claro! Sama’ Abdulhadi é uma jovem