Banda Samba Esquema Russo subverte expectativas com “Cazuza Já Morreu”

Samba Esquema Russo é uma banda que extrapola qualquer noção de gênero musical ou nacionalidade. O projeto nascido no Rio de Janeiro é, na verdade, psicodélico e abre mão de qualquer esquema para transitar na liberdade sonora. O resultado é o single Cazuza Já Morreu, uma faixa provocadora que ganha um clipe com uma viagem sensorial por imagens cotidianas que exploram nossa relação com a memória e a realidade. O lançamento abre os caminhos para uma nova fase do Samba Esquema Russo, agora com formação renovada. Com guitarras distorcidas, o grupo tem como inspiração os contrastes entre as paisagens idílicas da chuvosa Serra dos Órgãos e a ensolarada metrópole carioca. São origens separadas por uma curta distância no espaço, mas que se afastam pela inconformidade no tempo, nas cores, tons, ritmos e sons. O vídeo acompanha essa dissonância. Entre o turbilhão de imagens, acontecimentos brutais e momentos sublimes, habita a vista enevoada e ao mesmo tempo certa do que vê. “Esteja atento: sob neblina use luz baixa”, alerta o duo. Samba Esquema Russo nasceu no atravessamento das diversas trilhas, escutando as reverberações da palavra que nasce. Primeiro veio o novo, depois o noise e agora o russo, tudo amarrado nas personalidades de Vinícius Gusmão (guitarra) e Gabriel Gorini (guitarra). O single Cazuza Já Morreu é um convite a colorir fora das linhas, ultrapassar limites e subverter expectativas. Samba Esquema Russo não se constrói por rótulos, gêneros ou tags. Para além da definição do que é esse som, o duo deixa claro tudo o que não é. “Cazuza já morreu é um rockzin que não é uma crítica social, não é uma homenagem póstuma, não é continuação, não é ruptura, não é tradição e muito menos vanguarda”, declara a banda. Samba Esquema Russo busca sentido nas palavras e nos sons tendo como ponto de partida a travessia. Na Serra dos Órgãos, o marcante trecho entre a Pedra do Açu e a do Sino é um dos mais procurados pela beleza natural. Porém, o deslocamento entre esses dois castelos requer preparo, familiaridade com o terreno, sede de exploração. Foi pensando nesse ínterim, entre um ponto e outro, que o grupo se encontrou: uma constante caminhada até o destino, sem ter medo da jornada. A novidade é a primeira em uma sequência de lançamentos já projetados pelo grupo. Enquanto isso, é possível descobrir o grito de anti-conformismo presente em Cazuza Já Morreu.
Samba Esquema Russo desafia expectativas em “Cazuza Já Morreu”

A estreia da banda carioca Samba Esquema Russo é uma declaração de ironia, não-conformidade e muita personalidade. O single Cazuza Já Morreu é um convite a colorir fora das linhas, ultrapassar limites e subverter expectativas. Entre as guitarras distorcidas, surge a urgência de um desabafo quase gritado. Em resumo, Samba Esquema Russo não se constrói por rótulos, gêneros ou tags. “Cazuza já morreu é um rockzin que não é uma crítica social foda, não é uma homenagem póstuma, não é continuação, não é ruptura, não é tradição e muito menos vanguarda”, declara a banda. O clipe é uma leitura visual dessa declaração de existência do Samba Esquema Russo, uma estreia barulhenta que une as raízes dos integrantes Maria Steinbruck (voz), Vinícius Gusmão (guitarra) e Gabriel Gorini (guitarra), entre o Rio de Janeiro solar e as paisagens idílicas da chuvosa Serra dos Órgãos. “Às fontes que bebemos, a reverência. Entre o turbilhão de imagens, pessoas, acontecimentos brutais e momentos sublimes, habita a vista enevoada e ao mesmo tempo certa do que vê. Esteja atento: sob neblina use luz baixa”, alertam. Embora separados por uma curta distância no espaço, Rio e serra se afastam pela inconformidade no tempo, nas cores, tons, ritmos e sons. Aliás, o “esquema russo” da banda é uma união ou mistura dessas realidades. “Não só pela ambição, mas pela necessidade primeira de sermos o que sempre fomos”, completa o músico. Samba Esquema Russo Samba Esquema Russo busca sentido nas palavras e nos sons tendo como ponto de partida a travessia. Na Serra dos Órgãos, o marcante trecho entre a pedra do Açu e a do Sino é um dos mais procurados pela beleza natural. No entanto, o deslocamento entre esses dois castelos requer preparo, familiaridade com o terreno, sede de exploração. Foi pensando nesse ínterim, entre um ponto e outro, que o grupo se encontrou: uma constante caminhada até o destino, sem ter medo da jornada. “Na sua travessia pelo ar, o som nos dá a experiência de uma relação profunda entre o singular e o plural. Atravessar pode ter o sentido de resistir, mas também de ser afetado. Samba Esquema Russo nasceu no atravessamento dessas diversas trilhas, escutando as reverberações da palavra que nasce. Primeiro veio o novo, depois o noise e agora o russo”, concluem.