Chet Faker lança “Over You”, último single antes de seu novo álbum

A contagem regressiva para o novo disco de Chet Faker entrou na reta final. Na última sexta-feira (23), o projeto liderado pelo australiano Nick Murphy lançou Over You, o último single antes da chegada oficial do álbum A Love For Strangers. A nova faixa, que já vem acompanhada de videoclipe, mergulha na temática do fim de um relacionamento que não foi feito para durar. Musicalmente, Murphy entrega aquela assinatura que o consagrou: um equilíbrio fino entre melancolia vocal e impulsos eletrônicos, criando uma atmosfera imersiva. >> LEIA ENTREVISTA COM CHET FAKER Álbum de Chet Faker chega em fevereiro O novo disco, A Love For Strangers, tem lançamento digital marcado para o dia 13 de fevereiro (com edição física prevista para abril), via BMG. Sucessor de Hotel Surrender (2021), o trabalho nasce de um momento de redescoberta pessoal do artista, intensificado após as celebrações de 10 anos de seu clássico Built On Glass. É um capítulo onde Nick Murphy parece confortável em expandir a linguagem musical do alter ego Chet Faker. Conexão com o Brasil O lançamento chega em um momento em que a relação do artista com o público brasileiro está mais quente do que nunca. Em novembro de 2025, ele foi uma das atrações principais do festival Rock the Mountain, no Rio de Janeiro, onde mostrou sua força no palco. Além de Over You, ele também divulgou recentemente uma live session de Far Side of the Moon, reforçando essa fase de conexão direta e vulnerável com a audiência. Assista ao clipe de Over You abaixo.
Entrevista | Chet Faker – “Assisti vários shows no Rock The Mountain e fiquei impressionado com a música brasileira”

O cantor e compositor australiano Chet Faker, também conhecido por seu nome de batismo Nick Murphy, está no Brasil para duas datas no festival Rock The Mountain e vive uma nova fase criativa. Após o elogiado Hotel Surrender (2021), o artista prepara o lançamento de A Love for Strangers, que chega em 13 de fevereiro de 2026 pela BMG. O disco promete marcar um retorno às composições mais diretas e orgânicas, com menos dependência da produção eletrônica. Em faixas como This Time for Real, Inefficient Love e Far Side of the Moon, Faker resgata a autenticidade que o consagrou, ao mesmo tempo em que explora novas sonoridades inspiradas nos anos 1990 e 2000. Após um show hipnótico no último fim de semana no festival Rock the Mountain, em Petrópolis, Chet Faker retorna ao palco neste sábado para sua segunda apresentação no evento. Em entrevista ao Blog N’ Roll, o artista falou sobre o novo álbum, a relação com o Brasil e a fusão entre suas identidades artísticas. Seu novo álbum, A Love for Strangers, marca uma nova fase na sua carreira. O que mudou no seu processo criativo desde Hotel Surrender até esse novo projeto? Acho que muita coisa mudou. Mas a principal foi me afastar da produção mais complexa, com loops e camadas no computador, e focar mais na escrita tradicional das músicas. Muitas faixas desse disco foram gravadas com apenas um instrumento, do começo ao fim. Quase todas eu posso tocar no piano ou no violão, sem depender de samples ou elementos eletrônicos que dificultam a execução ao vivo. Então foi uma volta ao básico, à composição pura, deixando isso guiar o processo. O novo single, This Time for Real, fala sobre esperança e autenticidade. Essa música veio de uma experiência pessoal recente? Com certeza. Tudo o que eu escrevo vem de experiências pessoais. É curioso, porque quase tirei essa faixa do álbum, já que o estilo dela é um pouco diferente do resto. Ela foi escrita na época do Hotel Surrender, então tem essa transição. A canção fala sobre lidar com o fato de que algumas músicas chegam a públicos maiores e o que isso significa na indústria. Tem um pouco de ironia também, especialmente no videoclipe, que me mostra dirigindo carros esportivos e andando de jet ski. No fundo, é uma música sobre aprender a lidar com o sucesso. E isso é como aprender a andar de bicicleta pela primeira vez no meio de um furacão. Sua música sempre flutua entre eletrônica, soul, pop e até elementos de rock. Nesse momento, há algum som ou gênero que esteja te inspirando mais? A Love for Strangers é provavelmente o primeiro álbum em que tentei recriar o sentimento de quando eu era criança ouvindo música nos anos 1990 e 2000. Eu jogava Playstation 1 com meu irmão, e muitos dos jogos japoneses tinham trilhas com batidas de jungle e rave. Ao mesmo tempo, eu ouvia pop no carro da minha mãe, como David Gray, e também grunge e música de guitarra. Essa mistura me marcou muito. Então esse disco tenta capturar essa sensação de ser uma criança cercada por sons completamente diferentes vindo de todos os lados. Sobre o Rock the Mountain, como foi a experiência do show neste último semana e o que achou do festival, que apresenta tantas sonoridades diferentes? Foi um show ótimo. O público estava incrível, cheio de energia. E o lugar é lindo, cercado pela natureza. Antes da minha apresentação, fui dar uma caminhada e acabei assistindo a várias bandas brasileiras. Foi uma experiência muito boa, porque é tudo música ao vivo, com muita gente tocando instrumentos de verdade. Fiquei impressionado com a força da música brasileira. É uma das mais ricas do mundo. Você vai se apresentar novamente neste fim de semana. Podemos esperar algo diferente no setlist? Ainda não decidi. Costumo definir o repertório de acordo com o que estou sentindo no dia, você acredita? Mas estou muito animado. Você alternou os nomes Nick Murphy e Chet Faker ao longo da carreira. Hoje, como vê a diferença entre essas duas identidades? Para mim, é mais uma sensação do que uma definição clara. No começo, o Chet Faker tinha muitas limitações, era um projeto mais específico. Mas com o tempo, tudo começou a se misturar. Acho que o Chet Faker se tornou uma espécie de marca, e há músicas que simplesmente não se encaixam nele, mesmo que façam parte de mim. É algo intuitivo. Hoje eu sinto quando uma canção pertence a esse universo, e quando não pertence. Se você pudesse escolher, quais cinco músicas tocaria para sempre em seus shows? Essa é boa. Eu iria de Talk Is Cheap, Gold, Inefficient Love, 1998 e Far Side of the Moon. Essas são as que eu mais gosto de tocar.
Chet Faker lança “Inefficient Love” e se prepara para show no Rock The Mountain

O cantor e compositor australiano Chet Faker, uma das principais atrações do Rock The Mountain, acaba de lançar a faixa Inefficient Love. Intimista e delicada, a canção reflete sobre vulnerabilidade e conexão, trazendo a voz suave de Nick Murphy, nome por trás do projeto, acompanhada por um violão minimalista. Sobre o processo de criação, Murphy contou que a música surgiu de forma espontânea. Inefficient Love foi uma daquelas canções que simplesmente aparecem. Eu estava no sofá, peguei o violão e toquei tudo em uns cinco minutos. Parece antiga, e eu amo isso”, explicou. Chet Faker ganhou projeção mundial em 2011 com o EP Thinking in Textures e consolidou sua carreira com o álbum Built on Glass (2014), que estreou em primeiro lugar na Austrália e rendeu sucessos como Gold e Talk Is Cheap, vencedor de cinco prêmios ARIA. Sua colaboração com Flume em Drop the Game também ampliou sua base de fãs. Após lançar discos sob o próprio nome e retomar a persona Chet Faker em Hotel Surrender (2021), Murphy voltou em julho com o single Far Side of the Moon. Agora, com Inefficient Love, reafirma a versatilidade e autenticidade que conquistaram ouvintes no mundo todo, incluindo os brasileiros, que poderão vê-lo novamente no Rock The Mountain. O festival acontecerá em dois fins de semana, de 31 de outubro a 2 de novembro e de 7 a 9 de novembro, em Itaipava, na Região Serrana do Rio de Janeiro.
Popload Festival 2022 O que funcionou ou não no evento
Popload Festival revela horários e anuncia show da Fresno com Pitty

Marcado para a próxima quarta-feira (12), no Centro Esportivo Tietê, em São Paulo, o Popload Festival revelou os horários dos shows. Além disso, anunciou uma troca de última hora: sai Years & Years, entra Fresno com Pitty. Vivendo um ótimo momento com o elogiado álbum Vou Ter que Me Virar, o Fresno, formado por Lucas Silveira, Vavo e Guerra, entrou para a programação no lugar do Years & Years, que precisou cancelar a presença no Popload Festival, “por motivos que estão fora do controle da organização do evento”. Ainda há ingressos disponíveis no site da Tickets for Fun (com taxa) e na bilheteria oficial (sem taxa; no Teatro Renault. Av. Brigadeiro Luís Antônio, 411 – República). Confira os horários do POPLOAD FESTIVAL 2022 12 de outubro, quarta-feira11h – abertura de portões12h10 – Jup do Bairro13h20 – Perotá Chingó14h40 – Fresno & Pitty16h – Cat Power17h30 – Chet Faker19h – Jack White20h45 – Pixies
Chet Faker, atração do Popload Festival, divulga It Could Be Nice

Chet Faker – artista que tem bilhões de streams nas plataformas de música, com certificado de platina – lançou no ano passado seu mais novo álbum “Hotel Surrender” que teve uma ótima repercussão no mundo todo. Ele agora lança a faixa It Could Be Nice, atingindo aquele nível icônico groove lo-fi e inconfundível vocal que só o Chet Faker tem. Ideal para as playlists de chill, lofi, alt e mood. O artista encontra-se em turnê mundial e no dia 12 de outubro, ele estará no Popload Festival no Brasil, em São Paulo.