Tal pai, tal filho: Billie Joe e Jakob Armstrong lançam cover de “Heroes”

Billie Joe Armstrong, líder do Green Day, uniu forças com seu filho caçula, Jakob Armstrong, para gravar uma versão emocionante do clássico Heroes, de David Bowie. A colaboração, no entanto, tem um propósito inusitado: ela foi gravada para comemorar a histórica 50ª temporada do reality show Survivor, que estreia em fevereiro nos Estados Unidos. Primeira vez nos vocais juntos Embora a música corra no sangue da família (o filho mais velho, Joey, toca no SWMRS), esta gravação marca a primeira vez que Billie Joe e Jakob registram vocais juntos em uma faixa oficial. Billie assume a liderança vocal, enquanto Jakob harmoniza e toca ao lado do pai. Mas o talento do filho vai além do microfone: Jakob também assina a produção e engenharia de som da faixa. “É uma música difícil de fazer justiça. Sou grato pela oportunidade de tentar”, escreveu Jakob em seu Instagram. Vale lembrar que Jakob tem trilhado seu próprio caminho na música à frente da banda Ultra Q (e anteriormente no projeto Danger!). O “renascimento” de Heroes com Billie Joe A escolha da música não poderia ser mais oportuna. O clássico de 1977 de Bowie vive um novo pico de popularidade na cultura pop. Em dezembro passado, a faixa foi destaque no final da temporada de Stranger Things, o que gerou um aumento de quase 500% nos streamings da canção original. Agora, na voz dos Armstrong, o hino ganha uma roupagem fiel e rock n’ roll para embalar os competidores de Survivor.
Bowling For Soup e Able Machines lançam cover de “Connection”, do Elastica

A banda Bowling For Soup uniu forças com a dupla Able Machines para lançar um inusitado cover de Connection. A faixa original, gravada pelo Elastica, é um dos maiores hinos do Britpop dos anos 90. Uma longa amizade motivou essa parceria. O vocalista Jaret Reddick mantém uma relação próxima com Linus Of Hollywood, integrante do Able Machines e produtor de longa data do Bowling For Soup. Juntos, eles decidiram transformar a música. Uma nova roupagem eletrônica do Bowling For Soup Enquanto a versão original do Elastica focava em guitarras distorcidas e energia crua, o novo cover segue outro caminho. A banda apostou em uma pegada mais eletrônica, respeitando a sonoridade do Able Machines. Jaret Reddick explicou como a ideia surgiu. Segundo ele, a música sempre fez parte da trilha sonora da banda na estrada. “Eu sempre amei essa música! A gente tocava ela sem parar na van! Um dia eu estava ouvindo uma música nova do Able Machines e pensei… Meu melhor amigo, o produtor do Bowling For Soup, Linus of Hollywood, está numa banda de música eletrônica! A gente devia fazer uma Connection juntos!”, contou o vocalista. Felizmente, Linus e Tay (a outra metade do Able Machines) toparam o desafio imediatamente. O resultado agradou a todos e gerou também um videoclipe divertido. A produção visual presta uma homenagem à ficção científica retrô e você pode conferir o resultado abaixo. Turnê e grandes palcos O Bowling For Soup vive um momento grandioso. No mês passado, o grupo liderou um show histórico na Wembley Arena, em Londres. Agora, eles já planejam o retorno ao Reino Unido para o verão. A banda fará uma turnê conjunta com Frank Turner, batizada de Bowl My Bones. A série de shows começará em 25 de junho no Dreamland, em Margate. Ao todo, eles farão nove apresentações, encerrando a jornada no icônico Eden Project, em Cornwall.
Rancid revela versão de Sex and Death para tributo ao Motörhead

O Rancid lançou seu cover de Sex and Death do Motörhead , uma prévia final de Killed By Deaf – A Punk Tribute to Motörhead antes do lançamento do álbum em 31 de outubro. A escolha do cover é acertada, já que Sex and Death — do álbum Sacrifice, de 1995 — soa como se tivesse sido escrita por uma banda punk como o Rancid. “É tipo, é a música perfeita do Motörhead para mim”, disse Frederiksen sobre Sex and Death, por meio de um comunicado à imprensa. “Você sabe tão bem quanto eu o quanto o Lemmy era fã dos Ramones. E me parece a versão dele, o Motörhead tocando Ramones. Mas tem aquele solozinho de guitarra ali. E foi a música mais no estilo Rancid que o Motörhead fez, que eu achei que chega perto o suficiente de uma música que escreveríamos.” São dois covers que já ouvimos do álbum tributo, sendo o outro a versão de Pennywise para Ace of Spades.O restante da coletânea tributo inclui covers de The Bronx, Lagwagon, FEAR, GBH e outros. A faixa de encerramento, uma colaboração inédita entre Lemmy e The Damned tocando Neat Neat Neat deste último, foi lançada quando o álbum foi anunciado em setembro.
Bring Me The Horizon lança versão pesada de clássico do Oasis; ouça!

Responsável por um dos melhores shows internacionais no Brasil em 2024, a banda inglesa Bring Me The Horizon revelou um cover inusitado do mega hit Wonderwall, do Oasis. A faixa foi lançada nesta quarta-feira (29) no Spotify Singles e mostra uma roupagem mais pesada do sucesso dos irmãos Gallagher. Aliás, Liam Gallagher disse, no X, que amou a versão. Além de Wonderwall, o Spotify Singles do Bring Me The Horizon também trouxe uma versão de EarthcOre Remix de YOUtopia, canção do álbum Post Human: Nex Gen (2024).
mgk revela performance íntima de Sun To Me, de Zach Bryan

mgk convidou os fãs de volta à sua sala de estar, no Cheshire Cottage, para mais uma performance íntima de sua versão de Sun To Me, do cantor e compositor de música country Zach Bryan. Na semana passada, ele lançou uma versão ao vivo de BMXXing com o baterista do blink-182, Travis Barker. Lançada no início deste mês, BMXXing destaca o amor de mgk pelo BMX enquanto presta homenagem à comunidade de skatistas. Em março, o cantor fez uma parceria com seu conterrâneo de Ohio, Trippie Redd, para seu projeto conjunto, genre: sadboy, um trabalho carregado da energia emo que apresenta singles como beauty e lost boys. Após o lançamento de genre: sadboy, mgk e Trippie fizeram apresentações consecutivas em Nova Iorque e Ohio para celebrar o projeto, provando que eles estão facilmente entre as melhores duplas da música.
BNegão antecipa novo álbum com single Canto da Sereia

Rapper, cantor, compositor e força criativa polivalente, BNegão propõe um caldeirão de ritmos em Canto da Sereia, primeiro single de seu próximo álbum, Metamorfoses Riddims e Afins. A faixa dançante é um convite a se deixar levar pelos encantos rítmicos e abre as portas para uma sonoridade cheia de surpresas e transformações – como o próprio título do disco indica. O primeiro single resume a proposta: a recriação radical; ora das próprias obras de BNegão, ora das que fazem parte da sua trajetória de vida, do seu DNA sonoro. Este último é o caso de Canto da Sereia, originalmente lançada em 1969. Na sua primeira gravação, o cantor e compositor Osvaldo Nunes aparece acompanhado pelo lendário grupo The Pops. Este clássico obscuro foi resgatado pela Orquestra Contemporânea de Olinda em 2008, cuja gravação fez Canto da Sereia entrar com tudo na vida de BNegão. Não por acaso, foi exatamente nos anos 60 que os riddims ganharam notoriedade. O termo faz uma referência à pronúncia, em patoá jamaicano, da palavra inglesa “rhythm”. Na linguagem do reggae, dancehall, calipso, soca e reggaeton, riddim refere-se ao acompanhamento instrumental de uma canção – mas naquela época, a figura do DJ também ganhava proeminência. Décadas depois, a evolução nesses ritmos e técnicas criou uma verdadeira ponte da Jamaica ao Brasil. Esta nova versão foi produzida pela dupla BN e Gilber T, entre o final de 2023 e o início de 2024. Na releitura de BNegão, a música ganha uma batida completamente diferente, urbana, ao mesmo tempo em que o trompete de Pedro Selector alça voo e plana dentro da paisagem sonora. A percussão múltipla e marcante de Sandro Lustosa completa os destaques, trazendo a energia ancestral necessária para que o encanto da sereia faça seu efeito. Na voz, BNegão surpreende e se aventura por mares nunca antes navegados dentro da sua discografia. Para além da trajetória incomparável com o Planet Hemp, o rapper traz uma carreira solo elogiada como BNegão & Seletores de Frequência, tendo lançado álbuns como o marcante Enxugando Gelo (2004), Sintoniza Lá (2013) e TransmutAção (2015). Nove anos depois, o artista está pronto para expandir sua sonoridade para novos caminhos, com o Canto da Sereia abrindo as águas.
No Brasil para abrir shows de Slash, Velvet Chains lança cover de Elvis

Prestes a iniciar a turnê pelo Brasil, abrindo os shows de Slash, a banda de hard rock de Las Vegas Velvet Chains mergulha nas luzes cintilantes de sua cidade natal, respirando o legado de uma lenda. O grupo fez uma releitura ousada do clássico Suspicious Minds com uma energia fervilhante que só poderia nascer na cidade que nunca dorme. Este single, marcado pela assinatura inconfundível de Elvis Presley, ganha uma nova vida através do estilo hard rock, injetado com a paixão e a visão moderna da banda. Nils Goldschmidt , o baixista e um dos fundadores do Velvet Chains, expressa esse ímpeto renovador com reverência à herança do Rei do Rock. “Suspicious Minds é emblemático de Las Vegas, e vivendo aqui, estamos imersos na história que Elvis deixou. rock que é maior que a vida”, afirma Nils.
Will Magalhães traz música brasileira e jazz para clássico dos Beatles

Existem faixas na cultura pop que parecem um objeto sagrado, que se tornam parte da história de modo tão forte que não se toca, ou mexe nelas, só se tem devoção. O renomado guitarrista, compositor e produtor musical Will Magalhães traz ao mesmo tempo um olhar respeitoso e uma rebeldia de querer mudar tudo para um dos maiores clássicos dos Beatles e consequentemente para música do século 20: Blackbird. Nesta nova versão instrumental, Magalhães combina elementos da mpb, do jazz contemporâneo e do rock para criar uma experiência sonora nova para todos que conhecem a versão original. O lançamento chega junto de um vídeo especial no canal do artista. A música carrega uma mensagem poderosa de esperança e superação. Inspirada pelo contexto de opressão vivido nos Estados Unidos durante o movimento pelos direitos civis nas décadas de 1950 e 1960, a composição original de Paul McCartney ressoa a importância de manter a fé mesmo em meio às adversidades e é uma mensagem importante para se renovar constantemente. A faixa foi meticulosamente recriada no estúdio, contando com a magistral contribuição de músicos talentosos: André Fróes na bateria, Marco Brito no piano, Max Dias no baixo, e o próprio Will Magalhães na guitarra. A produção musical ficou a cargo de Nema Antunes, enquanto a mixagem e masterização foram realizadas por Fabrício Mattos, um profissional laureado com dois prêmios Latin Grammy e sete indicações. Will Magalhães, que também integra o renomado Sexteto Sucupira, inclui em sua carreira colaborações com diversos artistas e grupos, desde ícones da MPB e do jazz até nomes proeminentes do universo do samba e do pop. Ele já compartilhou o palco com artistas como Jane Duboc, Ney Matogrosso, João Donato, Fernanda Abreu e muitos outros. Atualmente, ele está se preparando para o lançamento de seu primeiro álbum autoral e instrumental intitulado Impressões, produzido por Nema Antunes.
Marília Duarte anuncia disco com Infinito Particular, de Marisa Monte

A cantora e compositora Marília Duarte começa a mostrar os tons de seu primeiro e aguardado álbum solo, Lado D / Lado A, Dois Lados do Amor, um projeto ousado realizado por meio de uma campanha de financiamento coletivo em sua reta final. A jornada pessoal do álbum se inicia com o single Infinito Particular, recriando de forma intensa uma canção marcante de Marisa Monte. A faixa ganha um clipe no canal da artista. Infinito Particular faz um inegável tributo à sua intérprete original, mas serve de prelúdio para um álbum intensamente pessoal. Tanto que o disco de Marília Duarte trará 11 faixas, sendo 9 delas autorais e duas regravações. Nesta releitura de Infinito Particular, os arranjos, elaborados por Marília Duarte em colaboração com o talentoso multi-instrumentista e produtor Rubens Allan, fazem um mergulho na música afropop, celebrando a rica cultura afro-brasileira. Combinando um arranjo orquestral que explora a junção da música erudita com a MPB-pop, Infinito Particular apresenta uma atmosfera que transporta o ouvinte para um universo de sonhos, ancestralidade e realidade. Entre tambores, cordas, melodias, ritmos e harmonias, somos levados a uma jornada musical autêntica e poderosa. O lançamento do single marca um capítulo intenso na carreira de Marília Duarte, demonstrando sua maturidade musical e versatilidade como cantora e compositora. O novo álbum explorará esse caminho de reencontro consigo mesma – após a artista passar por um diagnóstico de alopecia, condição que leva à perda de todos os pelos corporais. Com o trabalho, Marília mostra que o amor tem vários lados, inclusive o amor próprio. “Não é só sobre o amor romântico e seus paradigmas, dores, prazeres, amarguras, paixões, ciladas, encontros e despedidas. Mas também sobre a descoberta do AMOR dentro e fora de nós, como um ponto de conexão consigo mesmo na libertação das amarras, e culpas do ego, e na descoberta de uma transcendência real do AMOR como encontro com a própria essência e sabedoria”, ela resume.