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Popload Festival 2025 anuncia lineup completo; veja as atrações

O Popload Festival 2025, que acontecerá em 31 de maio no Parque Ibirapuera, em São Paulo, revelou o aguardado line-up completo de sua nona edição, que conta com cinco mulheres dentre os sete artistas confirmados. Além de Norah Jones e St. Vincent, já anunciadas, o evento contará com apresentações exclusivas de Laufey, Kim Gordon, The Lemon Twigs, Terno Rei & Samuel Rosa, Tássia Reis e Exclusive Os Cabides. A venda geral de ingressos está disponível a partir de hoje (3). Os preços variam entre R$ 650,00 (inteira) e R$ 325,00 (meia). Ainda há a modalidade “ingresso solidário”, que custa R$ 390,00. “Como musicista, meu objetivo é levar o jazz e a música clássica à minha geração por meio de um caminho mais acessível”, declara a compositora, cantora, produtora e multi-instrumentista Laufey, uma das principais atrações que estarão no Popload Festival 2025. Natural de Reykjavik, com raízes chinesas e atualmente vivendo em Los Angeles, Laufey é um talento excepcional que combina modernidade e nostalgia. Sua abordagem inovadora já lhe rendeu um Grammy e a consolidou como uma das artistas de jazz mais ouvidas do mundo, com mais de 7 milhões de seguidores nas redes sociais. Famosa por encantar plateias, Laufey conecta sua geração à música clássica ao misturar sons nostálgicos do jazz dos anos 50 com uma perspectiva contemporânea sobre o amor. Ícone indie e considerada uma das baixistas mais influentes da história do rock, muito por ter sido uma das fundadoras e vocalista do mítico grupo nova-iorquino Sonic Youth, a lenda viva Kim Gordon vem ao Popload Festival apresentar um dos shows mais aguardados e especiais do evento. É a primeira vez que Kim toca e canta no país em carreira solo, na esteira de dois álbuns aclamados, ambos lançados pela gravadora Matador. The Collective, o mais recente, foi indicado em duas categorias do Grammy, é considerado um dos melhores álbuns de 2024 pela crítica especializada e renovou a sua parceria com o produtor Justin Raisen (Charli XCX). “Neste álbum, eu queria expressar a loucura absoluta que sinto ao meu redor agora”, diz Gordon. “Este é um momento em que ninguém realmente sabe qual é a verdade, onde os fatos não necessariamente influenciam as pessoas, onde todos têm seu próprio lado, criando uma sensação geral de paranoia. Para acalmar, para sonhar, escapar com drogas, programas de TV, compras, a internet, tudo é fácil, suave, conveniente, marcado. Isso me fez querer romper, seguir algo desconhecido, talvez até falhar.” Pela primeira vez no Brasil, a peculiar dupla americana The Lemon Twigs é mais um nome confirmado para o festival. E que dupla! Formada pelos irmãos Brian e Michael D’Addario, que parecem viver em outra era musical, começaram o projeto enquanto ainda estavam na adolescência, tocando vários instrumentos, incluindo guitarra, teclados, bateria, metais e cordas. Com influências iniciais como The Beatles, The Beach Boys, David Bowie, Queen e outras figuras do glam rock dos anos 60 e 70 moldando fortemente o som da banda, criou-se logo de cara uma significativa repercussão em torno do grupo, construindo a fama que eles carregam até hoje. Os irmãos têm a energia de jovens de 24 e 26 anos, além da experiência e habilidade na composição de músicos experientes, já tendo gravado seu primeiro álbum, Do Hollywood, há quase uma década, aos 15 e 17 anos. Nos últimos anos, dois lançamentos colocaram o Lemon Twigs de volta à estrada: Everything Harmony, de 2023, e A Dream Is All We Know, lançado neste ano. O público pode esperar um show teatral, sexy e vibrante – uma viagem sonora única entre o clássico de uma banda que acha que está nos anos 60 e a ousadia da nova geração. O Popload Festival 2025 também reunirá em um show inédito e exclusivo a banda Terno Rei e o músico Samuel Rosa, replicando a força de uma apresentação realizada em 2021 dentro do projeto Conexão Balaclava e que deu origem a uma session e um EP, ambos disponíveis nas plataformas digitais. O material conquistou o público com novas versões de grandes canções dos trabalhos individuais de cada artista: Balada do Amor Inabalável e Resposta, composições de Samuel eternizadas em seu trabalho com Skank, e Medo, do aclamado álbum Violeta de Terno Rei. Juntos pela primeira vez em um palco, a parceria deve mais uma vez surpreender o público com novas versões e um show memorável. E para fechar este line-up de peso, a banda catarinense Exclusive Os Cabides, nome em ascensão da cena independente brasileira, mescla influências da MPB e do rock, com uma identidade autêntica e alternativa. Cercados de referências setentistas brasileiras e internacionais, o álbum Coisas Estranhas (2024) é o seu mais recente lançamento, com ótima recepção pelo público e pela mídia nacional. * POPLOAD FESTIVAL 2025 Data: 31 de maio, sábado Local: Parque Ibirapuera, São Paulo Horário: 11h Capacidade: 15 mil pessoas Ingressos venda geral PISTA Meia: R$ 325,00 Ingresso Solidário: R$ 390,00 Inteira: R$ 650,00
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St. Vincent é a segunda atração confirmada no Popload Festival 2025
Dave Matthews Band é a primeira atração confirmada no Best Of Blues and Rock

Dave Matthews Band é a primeira atração confirmada para o Best of Blues and Rock, que acontece nos dias 7 e 8 de junho, no Parque Ibirapuera, em São Paulo. O anúncio foi feito nas redes sociais do festival. Será a sétima vez que o grupo se apresenta no Brasil. A primeira foi em 1998, enquanto a última rolou em 2019, quando tocou no Rock in Rio e no Ginásio do Ibirapuera, em São Paulo. A boa notícia para os fãs é que serão dois shows diferentes do Dave Matthews Band no festival, um em cada noite. Os ingressos para o Best of Blues and Rock estarão disponíveis no site da Eventim a partir de segunda-feira (2), no sistema de pré-venda. E a partir de terça-feira (3) para venda geral.
Norah Jones é o primeiro nome confirmado para o Popload Festival

A irreverente cantora, compositora e pianista Norah Jones é a primeira atração confirmada do Popload Festival, que acontece em 31 de maio no Parque Ibirapuera, em São Paulo. É a primeira vez de Norah Jones no Brasil em seis anos. Em breve, as demais atrações do Popload Festival 2025 serão anunciadas, mas quem acompanha a tradição de line-ups surpreendentes do Popload, cuja curadoria potente e atenta sempre une o clássico com o contemporâneo, já pode adquirir os ingressos do lote promocional a partir de hoje (26), às 12h, no site da Tickets For Fun. Além disso, o festival, em parceria com a ONG GRAD Brasil, oferece o ingresso solidário. Ao fazer uma doação de R$10,00 durante sua compra para a instituição, o cliente terá desconto de 40% no valor do ingresso inteiro. Os ingressos são limitados e estarão sujeitos à disponibilidade. “O Popload Festival é um evento diferenciado, que preza muito pela curadoria e eu acho muito legal a identificação que a galera tem, não só pelo fato do line-up ser pensado considerando artistas em ascensão, consagrados e, muitas vezes, nichados, mas por toda a atmosfera que o festival propõe em questões de público, marcas e parcerias”, afirma Lúcio Ribeiro, idealizador da plataforma Popload, que, para além do festival, tem outras frentes de atuação, como a Popload Radio, o podcast Popcast, o Popload Social e o Popload Gig. POPLOAD FESTIVAL 2025 Realização: Time For Fun Data: 31 de maio, sábado Local: Parque Ibirapuera, São Paulo Horário: 11h00 Capacidade: 15.000 pessoas Ingressos lote promocional PISTA Meia-entrada: R$ 250,00 Ingresso solidário: R$ 300,00 Inteira: R$ 500,00 Início das vendas dos ingressos do lote promocional no dia 26 de novembro, 12h Site de vendas: Tickets For Fun
Entrevista | Adi Oasis – “Minha criatividade vem da falta de recursos”

A cantora franco-caribenha Adi Oasis retornou ao Brasil após sete meses de sua estreia no país. Fez uma série de shows no início do mês nas unidades de São Paulo e Rio de Janeiro do Blue Note. Depois, Adi Oasis esticou a programação com alguns shows surpresas pelo país, além de uma visita com sua filha de um ano pela Bahia. Um pouco antes de uma das apresentações no Blue Note do Rio de Janeiro, Adi Oasis conversou com o Blog n’ Roll sobre suas influências, raízes, importância do baixo, entre outros assuntos. Confira abaixo a entrevista com Adi Oasis A primeira coisa que realmente me deixa curioso é sobre sua rica formação cultural. Como suas raízes influenciam sua arte, não apenas a música, mas seu figurino também? Não faço roupas, mas as monto. É engraçado porque você acabou de dizer sobre minha rica formação cultural, e ia fazer uma piada, uma piada ruim, acho que sou uma comediante. Minha formação é pobre, porque meus pais vêm de origens muito pobres, com muitos irmãos e irmãs. Mas acho que aprendi que a criatividade vem disso, da falta de recursos. Essa é a mãe da criatividade, certo? E acho que muito do que sou vem disso, como não ter a escolha a não ser fazer com o que você tem. Especialmente quando se trata de moda. Comecei a montar figurino quando não tinha dinheiro, não tinha dinheiro para grandes marcas. Eu não tinha na época, especialmente. E isso te força a ser mais criativo. Quando você fala sobre essa formação pobre, você está falando de Toulouse ou da formação caribenha? Então, minha mãe não é de Toulouse, mas é perto. Toulouse seria a cidade mais próxima de onde ela é, mas nós viemos de uma longa linhagem de fazendeiros. Meus avós e todos os meus tios eram muito pobres. Eles negociavam uma vaca por qualquer coisa. Costumava ir com minha avó para a fazenda ao lado e nós levávamos ovos para eles, enquanto eles nos davam leite. Meu pai é da Martinica. Então, minha mãe é uma de 11, meu pai é um de dez filhos. Meu pai cresceu escalando. Meu pai subia a colina carregando baldes de água sem sapatos. Não cresci assim, mas meus pais cresceram dessa forma. Lotus Glow foi muito bem recebido pelo público e crítica. Você sente alguma pressão agora para lançar algo tão incrível quanto esse álbum? Quero fazer algo melhor, acho que posso facilmente fazer melhor. Acho que Lotus Glow é a razão pela qual este álbum chegou em um momento em que senti que realmente encontrei meu estilo, encontrei minha personalidade como artista, o pacote está totalmente lá, e agora só pode melhorar. Estou animada para o resto. Só tenho que descobrir que a parte desafiadora é criar com um novo bebê. Quando você descobriu o baixo e como ele influenciou seu processo criativo? O baixo realmente chegou até mim. O universo simplesmente o colocou em minhas mãos. Comecei a tocar violão quando era adolescente, tinha 15, 16 anos, para compor minhas músicas. Só que nunca me conectei ao violão acústico porque sempre quis me mover no palco e ficar parado e não ter isso, ser capaz de ter uma atitude desagradável não combinava muito com violão clássico, certo? Isso não era minha praia. Isso é mais country. Há pessoas que fazem isso de forma incrível, mas para mim, não é onde me sinto mais confortável. E montei um grupo quando me mudei para Nova York e nós tínhamos um show agendado. O baixista que contratamos teve que cancelar a participação no último minuto. E os caras ficaram: ‘ei, você toca violão, por que você não toca baixo?’ Foi assim que comecei a tocar baixo. E me apaixonei completamente. Minha vida mudou. Quero fazer um jogo rápido contigo. Topa, Adi? Eu falo alguns artistas e você os define em uma palavra. Erykah Badu – Eu a conheci no Afropunk Bahia. Ela é uma grande influência. Recorro a ela para aprender a realmente confiar em mim mesma. Ela tem um alinhamento total com o universo. Ela está 100% sintonizada. É assim que parece estar totalmente em sintonia consigo mesma. Prince – Prince é meu artista favorito de todos os tempos. Favorito, número um. Ele incorpora tudo o que amo na música. Álbum favorito do Prince? É impossível escolher, porque depende do meu humor. Tenho um álbum do Prince para tudo, mas vou dizer que meu ritual pré-show é Dirty Mind. Coloquei Dirty Mind quando comecei minha maquiagem hoje. Tracy Chapman – Acho que ela é subestimada. Alguém fez um cover da música dela e estou feliz que ela esteja ganhando dinheiro. Espero que você seja rica, Tracy Chapman. Sentada em uma ilha em algum lugar, tomando margaritas e vivendo sua melhor vida. Aretha Franklin – Minha voz favorita, minhas duas cantoras favoritas são Chaka Khan e Aretha Franklin. Eu ainda a ouço todos os dias. Em termos de como posicionar minha voz, aprendi com Aretha. Como você vê o impacto da música francesa na cena internacional? Você sabe, algo está acontecendo. Aya Nakamura é uma das maiores estrelas do afrobeats, pop R&B. Ela é francesa. E amo essa representação porque tem ela, Izzard, que é uma nova artista também, que está realmente bombando agora, que é da França. Fico feliz que essas sejam mulheres negras de pele escura. Adoro que agora o que está acontecendo é que essas grandes artistas francesas são essas mulheres negras. É ótimo que a França tenha que lidar com o fato de que somos a representação do país. Também é interessante para a América ver isso porque muitos supremacistas brancos, pessoas de mente fechada na América, adoram se declarar europeias. E eu fico tipo, não, você não é. Sou europeia, e sou negra. E é assim que uma europeia se parece. Por que é tão importante saber sua identidade, saber sua herança? Cresci com duas culturas muito diferentes entre meu pai do Caribe e minha mãe, uma francesa
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