Blue Mar se inspira na ficção científica em vídeo para remix de Tough Spell

Brasileiro cidadão do mundo, Blue Mar faz de sua música um caldeirão de influências. Guiado por sua guitarra virtuosa e um feeling genuíno que o levaram ao reconhecimento internacional, ele se uniu ao produtor Pat Alvarez em um remix de Tough Spell, um dos destaques de seu álbum OLIVEIRA. A nova versão mostra um artista procurando novas fronteiras, sem perder a sonoridade inspirada no rock alternativo. Agora, essas fronteiras chegam ao espaço com o clipe da música. Criado por Jurassic Smoothie e inspirado por clássicos cult da ficção científica, o vídeo apresenta uma estação espacial de festas movida por uma gigantesca bola de espelhos, até que uma peça desaparece e mergulha tudo no silêncio. Para restaurar a festa, é guiada uma missão à Terra para recuperar o fragmento perdido. Blue Mar iniciou a carreira em 2015, mas se destacou com o EP Hurl, lançado durante a pandemia e aclamado pela autenticidade e pelas letras provocativas, que tratam de problemas globais e resistência. Ele lançou o álbum The March Hare, em 2022 e agora prepara voos mais altos. >> Leia entrevista com Blue Mar Após quase um ano na estrada cruzando os Estados Unidos, Europa e África do Sul, Blue Mar se sentiu compelido a embarcar em algo novo e se reconectar com suas raízes ao mesmo tempo que busca seu próprio espaço na cena alternativa. O que começou como uma brincadeira com samples rapidamente evoluiu para sessões imersivas de gravação em Londres e em São Paulo. Apesar da vibe energética e muitas vezes dançante do álbum, OLIVEIRA é um registro pessoal que mergulha nos altos e baixos da vida, tentações e escolhas que nem sempre trazem felicidade. O nome do álbum tem um valor sentimental e se aproxima da busca por raízes do artista, por ser o sobrenome de solteira de sua mãe. Logo após o lançamento do disco, cuja pré-venda em vinil esteve disponível pelo lendário selo Rough Trade, Blue Mar percorreu várias cidades da Europa Central e Ocidental, com onze concorridos shows na Alemanha, Áustria, República Tcheca e Bélgica, com direito a datas esgotadas. O responsável pelo remix, Pat Alvarez, é um produtor e compositor nascido na Argentina e radicado em Londres, com créditos que abrangem diversos gêneros. Ele é conhecido por seus remixes para artistas como Joy Crookes, The Blessed Madonna, Florence + The Machine e Elton John. Ouça Tough Spell
Josyara e Pitty lançam versão de música de Cátia de França

Ensacado, primeiro single do novo álbum da cantora e compositora Josyara, foi um dos destaques dos lançamentos de sexta-feira (7). Composta por Cátia de França com Sérgio Natureza, a canção ganhou novos arranjos e faz parte do repertório de dez faixas do novo trabalho da artista, que tem produção musical dela própria em parceria com Rafael Ramos. A cantora convidou Pitty, sua conterrânea e uma de suas referências na música, para dividir os vocais e interpretarem juntas a canção. Com destaque para a força de sua voz aliada ao seu inconfundível violão, esta releitura é a primeira música que o público poderá escutar de AVIA, terceiro álbum autoral de Josyara que marca, mais do que nunca, sua identidade enquanto compositora, intérprete e produtora musical, trazendo ainda canções em coautoria com outros artistas da cena contemporânea. Vencedora do Prêmio WME Awards 2024 na categoria Melhor Instrumentista, Josyara é a responsável pelo arranjo e os violões que se revelam em Ensacado, que além da participação especial de Pitty, conta com o músico Federico Puppi no violoncelo. “Cátia de França sempre foi uma referência pra mim. Seu disco 20 Palavras ao Redor do Sol me marcou bastante, sobretudo na minha chegada em São Paulo, em 2014, quando comecei a resgatar memórias de Juazeiro e o desejo de trazer ritmos e influências do sertão, que é de onde eu venho. Esta música em especial acende em mim uma inspiração, um lugar de muita força, de resiliência, de conseguir abandonar o que é preciso para poder resistir”, comenta a artista. Após gravar os discos Mansa Fúria (2018), ÀdeusdarÁ (2022) e o EP Mandinga Multiplicação – Josyara canta Timbalada (2024) e levar seus shows a todas as regiões do país, Josyara se prepara para lançar AVIA, previsto para sair em abril em todas as plataformas digitais.
Tom Speight recria Outkast, Hollow Coves e Fleetwood Mac em EP

O artista londrino Tom Speight está de volta com um novo EP intitulado Covers. Com faixas de Outkast, Hollow Coves, Kodaline e Fleetwood Mac, Covers é uma homenagem às músicas que moldaram Tom Speight como artista e fã de música – um tributo à diversidade sonora que todos amamos. Abrindo o EP, uma releitura de Coastline, um dos sucessos favoritos dos fãs de Hollow Coves, captura todo o espírito aventureiro da original. Com violão dedilhado e os vocais harmoniosos entre Speight e The Mayries, a faixa se torna uma canção bela para todas as estações, trazendo uma suavidade única. “Sou fã de Hollow Coves há muito tempo. Colaborando com The Mayries, buscamos capturar suas belas harmonias enquanto criávamos uma versão etérea e sonhadora, que permite ao ouvinte se perder na música.” Em seguida, Speight apresenta sua versão do icônico hit Hey Ya!, do Outkast, transformando sua energia irresistível em um hino indie alt-folk com toques de Sufjan Stevens. Esse dueto cintilante soa nostálgico e sonhador. Já em Everywhere, ele revisita o clássico atemporal do Fleetwood Mac, resgatando sua delicadeza e sinceridade. “Quis capturar essa magia de forma nova, em um dueto acústico e descontraído. Imagine uma atmosfera praiana e relaxante que realça o calor e a nostalgia da canção em uma abordagem mais intimista,” explica Speight. Encerrando o EP, All I Want traz a participação de sua colaboradora de longa data Lydia Clowes (que já emprestou sua voz para Fred Again e Paris Paloma). Tendo dividido palcos com o Kodaline, Speight adiciona um toque pessoal a essa gravação – minimalista e evocativa, uma canção de amor emocionante para os românticos.
The Hellacopters empolga com nono álbum de estúdio; ouça Overdriver

A banda sueca The Hellacopters lançou Overdriver, o seu nono álbum de estúdio. O sucessor de Eyes of Oblivion (2022) tem 11 músicas distribuídas em 40 minutos. Overdriver está repleto de guitarras estrondosas e grooves arrebatadores, além de refrões marcantes e fáceis de cantar junto. O álbum tem albuns highlights como os singles Leave A Mark, (I Don’t Wanna Be) Just A Memory e Do You Feel Normal. Não menos importante, Wrong Face On e Faraway Looks também facilmente ficam na cabeça. Ouça o álbum abaixo.
Entrevista | Circa Waves – “Conforme você envelhece, se torna sentimental”

Death & Love Pt.1, o sexto álbum de estúdio da banda inglesa Circa Waves, já está disponível nas plataformas de streaming. O primeiro volume conta com nove faixas de guitar pop catártico. De acordo com a banda, o disco é um poderoso mecanismo de enfrentamento para processar a experiência de quase morte do vocalista Kieran Shudall. A segunda parte será lançada ainda este ano. No início de 2023, Kieran recebeu uma ligação dos médicos informando que sua artéria principal estava severamente bloqueada. Dois dias depois, ele estava deitado em uma mesa de cirurgia, assistindo um fio ser inserido em seu coração para corrigir o problema. O que se seguiu foi o cancelamento de vários shows do Circa Waves, o ajuste a uma rotina de medicação e, mais crucialmente, a necessidade de aprender a viver de uma nova maneira. E o resultado é simplesmente impressionante. Autoproduzido por Kieran, com engenharia de som de Matt Wiggins (Adele, Lana Del Rey, Glass Animals), as nove faixas de Death & Love Pt.1 exalam nostalgia e remetem aos sons e temas que fizeram Shudall querer pegar uma guitarra pela primeira vez. Shudall conversou com o Blog n’ Roll, via Zoom, sobre o novo álbum, a recuperação após o problema médico, além da possibilidade do Circa Waves vir ao Brasil. Confira abaixo. Death & Love Pt. 1 parece um álbum profundamente pessoal e intenso sobre uma experiência de quase morte. Trouxe uma nova perspectiva para o trabalho da Circa Waves? Sim, acho que, no final das contas, quando algo louco acontece contigo e você tem emoções intensas, é como se novos tipos de melodias surgissem. Acho que naturalmente temos melodias de amor, medo, ódio ou algo assim como a ideia de desaparecer e ou morrer ou o que quer que seja. Isso criou um novo tipo de melodia que era interessante. O primeiro single que fizemos já transmite uma energia de superação. Qual foi a inspiração por trás de We Made It e como ela se conecta ao tema geral do álbum? Escrevi sobre um amigo que estava passando por um momento difícil e era eu meio que dizendo: “apesar de todos os momentos difíceis que passamos, ainda estamos aqui, nós conseguimos”. Queria que fosse bem aberto e relacionável para qualquer um, então se você estiver no meio da multidão, você pode sentir que é a pessoa que conseguiu, porque acho que todo mundo já passou por algo difícil, seja um término de relacionamento, perda de emprego ou a morte de um membro da família. Todo mundo precisa sentir esse otimismo de que a vida continua e você consegue. Isso é algo que você acha que teria escrito antes ou é por causa da sua experiência que começou a pensar mais sobre esses assuntos? Acho que é como a idade avançada. Conforme você envelhece, se torna sentimental e começa a pensar sobre a vida que você viveu e a mortalidade, além de todos esses tipos de coisas mórbidas. É o processo real de transformar uma experiência tão aterrorizante em um processo de cura através da música, porque você disse que era uma carta para dizer a si mesmo que você sobreviveria. Isso é algo fácil? Como foi a experiência real? Bem, acho que queria me esforçar para escrever músicas que fossem mais pessoais e que fossem sobre o assunto. Poderia escrever músicas que não fossem sobre isso, mas simplesmente saiu naturalmente. Senti a necessidade de escrever sobre isso, quase como quando alguém tem um diário e quer escrever sobre algo que o irritou ou algo triste, simplesmente saiu naturalmente e é meu tipo de catarse. Foi o meu jeito de superar isso. Isso ajuda já que escrevi músicas, sinto que é uma terapia para mim. Quais bandas ou artistas do passado mais inspiraram nessas composições? Consegue identificar? É muito parecido com aquela cena inicial de Nova York, os anos 2000, com o The Walkmen, Yeah Yeah Yeahs, The Strokes, The National e LCD Soundsystem. Essa energia bruta e o tipo de guitarras corajosas com a bateria estridente, os vocais distorcidos e tudo mais. Por algum motivo, sempre fui loucamente apaixonado por esse som, o que realmente não sei por quê. Porque muitas bandas de Liverpool só querem soar como os Beatles, mas sempre fui apaixonado pelos artistas de Nova York. Você pode mencionar dois ou três álbuns que o inspiraram muito na sua vida? Bows + Arrows, do The Walkmen, certamente Is This It, do The Strokes, além do Alligator, do The National, que foi uma grande inspiração para mim. E você e a banda têm um histórico de criar música que ressoa fortemente com o público ao vivo. Como você imagina que faixas como Let’s Leave Together e Like You Did Before impactarão os fãs nos shows? Acho que a letra é um pouco mais direta do que escrevi no passado. Escrevi muito pop ao longo dos anos com vários artistas fora da banda. E há algo sobre a simplicidade de um refrão pop que amo, e a letra é sempre tão direta. O primeiro disco que fizemos, Young Chasers, era melodicamente bastante pop, mas as letras eram meio vagas. E elas eram um pouco mais misteriosas, acho. Os refrões que escrevi neles ainda são bastante pop, mas acho que a letra é um pouco mais direta e sucinta. Então espero que o público sinta a necessidade de gritar de volta para mim agora. O álbum foi mixado por Matt Wiggins, que trabalhou com artistas como Adele e Glass Animals. Como foi essa colaboração? E o que ele trouxe para o som final do Circa Waves? Eu amo Matt, ele é simplesmente incrível, um engenheiro incrível. Ele grava as coisas com extrema proficiência. Ele é uma pessoa tão legal, é ótimo para trocar ideias e me deixa meio que “podemos tentar isso? Podemos tentar isso? Podemos tentar isso? E ele responde sempre positivamente. Ele nunca impede a banda de tentar nada. Ele é muito aberto e nos permite ser quem queremos ser. Como você
The Main Squeeze lança o incrível álbum Panorama

Após estrear uma apresentação ao vivo do novo álbum, a banda The Main Squeeze, conhecida por desafiar gêneros musicais, revelou seu sétimo álbum, Panorama, uma obra infundida com psicodelia e rock. Um trabalho que destaca a química única da banda, Panorama (produzido por Caleb Nelson) é uma impressionante vitrine do motivo pelo qual eles se tornaram um fenômeno de turnês nos EUA e conquistaram uma base de fãs apaixonada. Panorama é o álbum mais ambicioso do grupo até então. Seguindo com suas influências do soul, funk e rock, a banda também explorou novas sonoridades e texturas modernas, e o resultado é o disco mais forte deles até hoje. O álbum ainda é acompanhado de um material audiovisual gravado no deserto de Mojave, na Califórnia, em que a banda gravou uma performance ao vivo que se destaca pelas paisagens deslumbrantes do deserto. Tendo ganhado reconhecimento em veículos como NPR, Rolling Stone e Wonderland, colaborado com 6LACK, Gallant e Felly e regularmente realizado shows com presença de celebridades na cada vez mais famosa Squeeze House, a banda está criando um nicho único para si. The Main Squeeze é uma banda de cinco integrantes cuja história começou há uma década no campus da Universidade de Indiana. O grupo, que já saiu em turnê com nomes como George Clinton & The Parliament Funk, String Cheese Incident e Umphrey’s McGee, é amplamente reconhecido no circuito de música ao vivo da América do Norte.
Elton John e Brandi Carlile anunciam álbum de estúdio, Who Believes In Angels?

Elton John e Brandi Carlile anunciaram os detalhes de seu álbum de estúdio colaborativo Who Believes In Angels?, que será lançado em 4 de abril pela Island EMI Records. A novidade veio acompanhada do primeiro single do trabalho, a faixa-título Who Believes In Angels?. O conceito de Who Believes In Angels? foi desenvolvido por amigos íntimos e colaboradores regulares de Elton John, Brandi Carlile, além do produtor e compositor Andrew Watt. Eles se propuseram a criar um álbum de estúdio genuinamente colaborativo entre Elton e Brandi. O álbum misturaria músicas de Elton e músicas de Brandi, com contribuição de Bernie Taupin (colaborador de longa data de Elton) e Brandi nas letras, e Andrew Watt, produtor e parceiro, atuando como produtor, mediador e condutor criativo. Depois de entrarem no Sunset Sound Studios, em Los Angeles, em outubro de 2023, com uma folha de papel totalmente em branco, eles saíram de suas zonas de conforto para escrever e gravar um álbum totalmente do zero em apenas 20 dias. Foram apoiados por uma banda de músicos de primeira classe composta por Chad Smith (Red Hot Chili Peppers), Pino Palladino (Nine Inch Nails, Gary Numan e David Gilmour) e Josh Klinghoffer (Pearl Jam, Beck). Esta é a primeira vez que Elton permite que câmeras filmem suas sessões de composição e gravação. Câmeras estáticas posicionadas pelo estúdio captaram milhares de horas de imagens brutas e documentaram todo o processo criativo — colapsos, descobertas, lágrimas, folhas de letras rasgadas e tudo mais. As filmagens espontâneas oferecem aos fãs uma visão sem precedentes e extremamente honesta do processo criativo emocionalmente turbulento de Elton, Brandi e o restante da equipe. Os resultados dessa fricção criativa são impressionantes; o escopo caleidoscópico de Who Believes In Angels? gera comparações a alguns dos melhores trabalhos de Elton. As baladas coexistem com o rock and roll cru, as canções pop e a música de raiz americana em tons de country se misturam com a psicodelia de sintetizadores. É um álbum tão inesperado quanto triunfante. Elton parece totalmente revitalizado. Brandi soa como uma cantora e compositora no auge absoluto de seu talento, sua voz se encaixa com a de Elton como uma mão em uma luva. As músicas resultantes conseguem, de alguma forma, ser inequivocamente o trabalho de Elton John e Brandi Carlile, ao mesmo tempo em que soam diferentes de qualquer álbum que ambos tenham feito antes. “Este disco foi um dos mais difíceis que já fiz, mas também foi uma das melhores experiências musicais da minha vida. Ele me deu um lugar onde sei que posso seguir em frente. ‘Who Believes In Angels?’ é como entrar em outra era, estou abrindo a porta para o futuro. Tenho tudo o que fiz por trás de mim e tem sido brilhante, incrível! Mas este é um novo começo para mim. No que me diz respeito, este é o início da fase 2 da minha carreira”, comenta Elton. “Ainda estou me recuperando do fato de ter feito isso. Acho que tudo se eleva com os padrões de composição de Elton John. Foi um ambiente incrivelmente desafiador e inspirador para se trabalhar, todo mundo dando ideias e ouvindo as ideias dos outros. Parecia uma família. O mundo é um lugar selvagem para se viver neste momento. É difícil encontrar paz e triunfo. É um ato radical buscar acontecimentos alegres e eufóricos. E é isso que esse álbum representa para mim”, finaliza Brandi. Lista de faixas de Who Believes In Angels?
Rose Gray lança seu álbum de estreia Louder, Please; ouça!

O álbum de estreia de Rose Gray, Louder, Please, já está disponível no streaming via Play It Again Sam. O disco chegou acompanhado do single principal Everything Changes (But I Won’t), uma canção de amor reflexiva que serve como uma ode à resiliência e ao amor próprio. Um passo confiante para longe do som vibrante pelo qual Rose se tornou conhecida, o single é mais lento e suave, mas sentimental e tocante em sua essência. “Everything Changes (But I Won’t) é, no fundo, uma canção de amor. Acho que estar apaixonado pode parecer como estar no olho de um furacão, mas com força, você pode suportar o caos e transformá-lo em algo muito bonito. O verso I still feel that love é o meu favorito. É simples, mas transmite tudo o que quero expressar. Estou apaixonada pela mesma pessoa há muito tempo, e essa música reflete esse crescimento. Embora o resto do meu álbum tenha uma energia mais intensa, adoro a simplicidade dessa faixa. O sintetizador pulsante parece uma onda rolando, me colocando em um estado de transe e me trazendo de volta ao ponto onde parei.” O álbum Louder, Please foi introduzido com uma série consistente de singles que marcaram a segunda metade de 2024. Mais recentemente, Party People, um verdadeiro hino das pistas de dança — lançado estrategicamente na véspera de Ano Novo e no aniversário de Rose — foi o quinto e último single da campanha. Inspirado pela paixão da artista pela cultura dos clubes e pelas noites despreocupadas, a música foi escrita após uma sessão em Paris com Sega Bodega. Antes disso, Rose já havia entregado sucessos irresistíveis como Free, Angel Of Satisfaction, Switch e Wet & Wild. Além dessas faixas, 2024 foi um ano marcante para a cantora, que colaborou com Ben Hemsley (Tidal), Megra (Elixir) e TSHA (Girls), além de se apresentar no Glastonbury ao lado de Shygirl, lançar sua própria festa club (Rose presents Gray Selects), gravar uma sessão no Maida Vale para a BBC Sounds e anunciar sua primeira turnê como headliner no Reino Unido em março de 2025. Agora, com uma indicação ao prêmio MTV Push Artist de 2025, Rose Gray consolida seu status como uma estrela em ascensão na música e na moda. Desde seu título assertivo até seu som audacioso, Louder, Please apresenta Rose Gray reafirmando sua identidade com confiança — mas com a polidez britânica característica. O álbum é uma declaração de intenções refletida na diversidade de colaboradores, que vão desde os renomados produtores pop Justin Tranter (Lady Gaga, Chappell Roan) e Zhone (Troye Sivan) até nomes do underground eletrônico como Sega Bodega, Uffie e Alex Metric. O álbum combina verdades íntimas com hedonismo das pistas de dança, não apenas evocando uma noite transformadora — com novos rostos, amizades escolhidas, altos e baixos intensos — mas também contando a história de Rose Gray: uma vida vivida através da música club, sempre da maneira mais intensa possível. Essa visão e estética refinada alcançam um novo patamar em Louder, Please, álbum no qual Rose Gray controlou todos os detalhes, dos beats às visuais ensolaradas. “Sempre fui obcecada por música ALTA, desde viagens de carro tarde da noite com meu pai até passar minha adolescência grudada nas caixas de som dos clubes. O título do álbum nasceu espontaneamente no microfone — uma piada recorrente, porque eu sempre pedia para aumentarem o volume (louder, please). Passei dez anos escrevendo para mim e para outros artistas, explorando diferentes cidades e suas festas — mas sempre soube que estava trabalhando para criar um projeto que unisse tudo isso e representasse todas as minhas facetas. Tenho algo na minha personalidade que me leva a buscar novas experiências constantemente. Também tive meu coração partido, me apaixonei novamente e me tornei uma mulher nesse processo. Para mim, Louder, Please captura o rave, o etéreo, meus amigos e nossas histórias. É pop clássico, mas com raízes firmemente fincadas no underground. Seja na praia ou na pista de dança, quero que essas músicas encontrem um lar na vida de outras pessoas. Então aproveitem — mas não se esqueçam de tocar BEM ALTO, por favor”, reflete Rose.
Black Sabbath e Ozzy Osbourne farão show de despedida na Inglaterra

A formação clássica do Black Sabbath -com Ozzy Osbourne, Tony Iommi, Geezer Butler e Bill Ward- vai se reunir para um show beneficente em Birmingham, na Inglaterra. Segundo Sharon Osbourne, esposa de Ozzy, esta será a última apresentação do grupo. Back To The Beginning vai acontecer no dia 5 de julho, a primeira vez em 20 anos que o quarteto toca junto. Ozzy se afastou dos palcos após problemas de saúde, mas anunciou que fará uma performance solo curta antes de tocar com o Black Sabbath. “Ele está ótimo, muito animado para estar com os amigos novamente. É emocionante para todos”, disse Sharon ao site BBC News. Ela afirmou que este seria o último show de Ozzy, para que tenha a oportunidade de se despedir dos fãs. Considerados inventores do heavy metal, o grupo, formado em 1968, é atração principal no festival, que também convidou bandas influenciadas por eles, como Metallica, Pantera, Slayer, Gojira e Anthrax. Os lucros serão revertidos em doações para instituições de caridade. Tom Morello, guitarrista do Rage Against the Machine e diretor do evento, prometeu que será “o maior show de heavy metal de todos os tempos”. Ozzy afastou-se das turnês após sua lesão na coluna, em 2003, e receber seu diagnóstico de Parkinson em 2020. Em 2017, Black Sabbath fez um show de despedida para 16 mil pessoas, também em Birmingham.