Deb and The Mentals volta às origens em novo EP Old News

A banda Deb And The Mentals lançou o EP Old News, que marca um retorno às raízes, mas sem perder a essência do grunge e punk rock. Com letras escritas em inglês – como faziam em 2015, quando tudo começou, eles também celebram a nova formação com Fi, do NX Zero, dentro da banda. O lançamento também marca a bem sucedida parceria deles com o selo da AlgoHits, a music tech que conecta fãs e artistas da melhor forma possível, e da Läjä Records. O projeto ainda inclui a faixa Suck Me e chega com um videoclipe para Together Again. Consolidados na cena alternativa brasileira, após dois anos do Azul Catástrofe, voltam com um EP de 6 faixas cheio de potência e autenticidade e faixas escritas pelos integrantes junto de Alexandre Campilé e Giovanna Zambianchi. “Voltamos com as composições em inglês — como era lá no começo! Mantivemos o nosso som de sempre, com grunge e punk rock que faz parte das nossas influências em comum e lançamos Old News como um resgate daquilo que um dia foi esquecido. É sobre reencontrar sentimentos que, mesmo calados, nunca deixaram de gritar por dentro, uma memória emocional. É sobre voltar pro que é real para si”, dizem os artistas. O motivo da escolha de Together Again para ser a faixa foco do lançamento é simples: alinhar a identidade do novo trabalho aos sentimentos de reencontro com as raízes que o grupo sente. Gravado no Porta, em São Paulo, eles contam que escolheram o local por ter a proposta perfeita: “O lugar tem um clima perfeito para shows intimistas, do jeitinho que a gente gosta. E o dono, Raphael Carapia, topou ceder o espaço para essa gravação. Contamos com uma equipe incrível: Murilo Amancio na direção, Tony Santos como assistente de câmera, Feg Iranço na direção de arte e Lucca Miranda making off e fotos promocionais”, revela o grupo. A chegada do novo membro, o baterista Filipe Fi, também é um ponto especial para o quarteto. Ele entrou para a nova formação em 2024 e, desde lá, os integrantes trabalham juntos para chegar a um resultado cheio de paixão e influências em comum, como Stone Temple Pilots e Turnstile: “Ele é o primeiro que compusemos com o novo guitarrista da banda. Foi um processo cercado de pessoas muito talentosas, como Ítalo Nonato, da Pense, que atuou como técnico de gravação. A produção de voz, mixagem e a masterização ficaram por conta de Alexandre Capilé. Também tivemos parceria em algumas letras da Gi Zambianchi”, finalizam. Ouça Old News, do Deb and The Mentals

Yellowcard revela single “Bedroom Posters”; veja lyric video

O Yellowcard lançou seu quarto single, Bedroom Posters, extraído do aguardado álbum Better Days. Better Days é o primeiro álbum completo da banda em quase dez anos e estará disponível em 10 de outubro. O disco foi coproduzido por Travis Barker, que toca bateria em todas as faixas. Até o momento, Better Days, honestly I e Take What You Want já acumularam mais de 6,4 milhões de streams desde o lançamento. O single Bedroom Posters é dedicado a todos que guardam lembranças carinhosas de sua cidade natal. O vocalista Ryan Key comenta: “Você já voltou para visitar sua cidade natal e se sentiu esmagado por todas as memórias que levaram ao dia em que você partiu? Já sentiu que se estabelecer em algum lugar significava abrir mão do seu sonho? Se sim, Bedroom Posters é para você.” Este novo álbum apresenta o melhor da banda, agora com uma paixão renovada pela música que fazem. O grupo concordou que não valeria a pena criar um novo disco se ele não fosse o melhor de sua carreira. Recusaram-se a apressar o processo e, pela primeira vez, se permitiram pedir ajuda. Ryan Mendez convidou seu amigo de longa data Nick Long para participar das sessões de composição, e foi através de Long que Barker entrou no projeto, assumindo as baterias e a produção de todo o álbum. “Comecei o disco sendo uma versão de mim mesmo e saí do outro lado transformado”, diz Ryan Key, que credita a Barker um impacto significativo em seus avanços pessoais e criativos no estúdio. “Entrei sabendo que precisava de ajuda. Saí compondo como se tivesse 19 anos novamente.” O retorno do Yellowcard aos palcos brasileiros marca um dos momentos mais aguardados desta nova fase da banda. Em agosto, o grupo desembarca no país para uma série de apresentações: no dia 23 em Curitiba, no Estádio Couto Pereira; no dia 27 no Rio de Janeiro, na Jeunesse Arena; e em São Paulo, com duas datas — uma performance no Tokio Marine Hall no dia 29 e outra no Allianz Parque no dia 30. Formado em Jacksonville, Flórida, em 1997, Yellowcard tornou-se uma das bandas mais influentes da cena alt rock dos anos 2000. Conhecida por misturar o pop punk energético com o violino como marca registrada, seu álbum de 2003, Ocean Avenue, foi certificado platina, com a faixa-título alcançando certificado duplo-platina. Com mais de 4 milhões de álbuns vendidos mundialmente e mais de 1 bilhão de streams, a banda está pronta para um sucesso ainda maior nesta nova fase. Após encerrar as atividades em 2017, Yellowcard se reuniu em 2022, iniciando uma nova era criativa com uma turnê global.

Entrevista exclusiva | Supercombo conta todos os detalhes sobre o álbum Caranguejo

O Supercombo lançou ontem (15/08) a primeira parte do álbum Caranguejo. O trabalho demorou cerca de um ano para ficar pronto, porém caiu nas graças dos fãs e ativou a curiosidade de pessoas que haviam perdido contato com a banda (leia o review do álbum aqui). Conversamos de maneira exclusiva com Léo Ramos, Paulo Vaz, Carol Navarro e André Dea que deram todos os detalhes sobre o trabalho, incluindo um faixa a faixa com o significado de cada letra. Vocês fizeram um evento com os fãs mais assíduos para a audição do álbum. Como foi ver, em tempo real, a reação das pessoas durante o evento de audição? Léo Ramos: Pô, foi muito lindo. Passamos tanto tempo na caverna com o disco, só a gente escutando e sem saber como o público reagiria. Ver que as pessoas se emocionaram nas mesmas músicas e sentiram o peso das mais pesadas foi muito gratificante. Parece um sonho ver esse trabalho finalmente no mundo, ainda mais naquele momento da audição. Foi muito massa. Sobre esse disco ter ficado guardado um tempo, quanto tempo ele ficou na “caverna”? Léo Ramos: Com certeza mais de um ano. Tentamos primeiro a fórmula do “Remédios” (último disco, lançado em 2023) , todo mundo tocando ao vivo, fazendo jams no estúdio. Algumas músicas nasceram daí, como “Piseiro Black Sabbath” e outras que vão para a parte dois. Depois pegamos material antigo, fizemos umas novas, reunimos 40, 50 músicas. Com a ajuda do Rafael Ramos (produtor e diretor da DeckDisc), filtramos esse repertório e escolhemos o que faria sentido. Aí resolvemos lançar em duas partes. Foi um processo de mais de um ano de pensar, criar e elaborar. E “Piseiro Black Sabbath”? Como tem sido a recepção ao vivo? Léo Ramos: Nossa primeira apresentação dela foi no metrô, com um palquinho na estação, versão acústica roots com o Pindé (André Dea) na vassourinha, eu no violão, Paulinho com teclado. Foi absurdamente incrível. Quando tocamos num festival grande depois, foi ainda mais. A gente já sabia que daria certo. Ela é quase uma isca e o público canta com a mesma força de clássicos como “Sol da Manhã” e “Piloto Automático”. É impressionante. E como foi a participação do Jotta na produção deste álbum? Léo Ramos: O Jotinha a gente já admirava. Ele tem bom gosto nas produções, pós, timbres, perfumaria, que dá um tchan nas músicas. Convidei ele pra colaborar, ele topou e foi além. Ele esteve presente nas gravações com bateria, baixo, guitarra, dava direcionamento quando eu saía. Foi incrível tê-lo com a gente no Caranguejo. A parte dois chega no ano que vem. Vai ter o mesmo número de músicas? Léo Ramos: Vai ter uma a mais, serão oito no total. O nome Caranguejo veio de uma piada interna, mas caiu muito bem para resumir a banda, que sempre buscou várias direções. Vocês chegaram a adaptar letras ou estética visual depois dessa ideia do nome do álbum? Léo Ramos: Um pouco das duas coisas. É como uma massinha de modelar que vai se ajustando. A parte 1 acabou ganhando considerações de identidade na reta final, mexi em letras, visual, mitologia do caranguejo. A parte 2 está ainda mais conectada ao conceito e vai fazer muito sentido com a primeira parte. No release, o Paulo fala “somos uma banda de rock e gostamos de riff de guitarra”. Mas senti uma faceta mais pesada no disco. O que motivou esse peso maior? Paulo Vaz: Quando começamos a conceber o disco, quisemos retomar uma raiz mais pesada, algo presente em Sal Grosso e Amianto. Com Remédios, gravado ao vivo, começamos a tocar diferente. Trouxemos uma bateria mais pesada e um baixo com muito drive, pensando também no ao vivo, que já soa mais agressivo. A reação na audição foi intensa, muitos se emocionaram… A bateria do Pindé é como locomotiva, corpo e força que carregam o disco. Com produção cuidadosa e o Jottinha ao lado, este é o disco mais bem produzido da nossa carreira. E com essa identidade do álbum, mais pesado, denso e produzido, onde ele se situa na evolução da banda? O que vem depois? Léo Ramos: Caranguejo é o disco que soa melhor, mais pesado, denso e grandioso. A gente sempre manteve nossa identidade, mas esse tem muitas camadas, efeitos, perfumaria, ao contrário dos discos mais secos do passado. Gostei tanto do resultado que ainda não sei o que vem depois. Talvez Lagosta ou um Megazord (risos), mas abriu novas portas que certamente vão influenciar produções futuras. Escolhemos aqui a melhor pergunta enviada pelos nossos seguidores. Ela veio do Ivan Gutisan que gostaria de saber o que vocês querem atingir com esse novo álbum, mais produzido. Paulo Vaz: Acho que são duas coisas. Primeiro, entender e agradar o público que já é nosso, mas também alcançar quem ainda não nos conhece. Quando participamos de festivais com outros estilos, percebemos que a aceitação da nossa música é grande. Hoje não existe mais um mainstream único, mas vários. Queremos ampliar nosso público e fazer com que mais gente conheça não só o novo disco, mas também a nossa discografia. É um processo de se estabelecer cada vez mais no cenário e mostrar que cabemos em diferentes universos musicais. Nosso objetivo é atingir também o público do hip-hop, trap, pop, rock, até do sertanejo. Queremos levar o nosso som para quem quiser ouvir, sem nos limitar a um único espaço. Por isso o disco tem contrastes: músicas pesadas como “A Transmissão”, faixas emocionais como “Testa” e misturas rítmicas como “Piseiro Black Sabbath”. A ideia é continuar cativando quem já caminha com a gente, mas também ampliar o alcance e conquistar novos ouvintes. Ping Pong Descontraído: Paulo Vaz: Pra mim, é Kill Bill, tem o sangue, o visual amarelo. É isso. Léo Ramos: Eu vejo A Chegada, do Denis Villeneuve. Uma coisa meio cósmica, quase Lovecraft. André Dea: Eu imagino um filme de um ser vindo de outro lugar, não precisa ser do espaço, mas de um lugar que

Supercombo lança Caranguejo (Parte 1) indo do piseiro ao metal

O novo álbum da Supercombo, “Caranguejo” está no ar, ou quase isso. A banda decidiu dividir o novo trabalho em duas partes, disponibilizando a primeira metade no dia de hoje (15/08). O nome nasceu de uma piada interna na pré-produção. Um amigo disse que algumas músicas da banda pareciam o próprio bicho, ou seja, algo estranho, indo para um lado e depois para o outro. A banda abraçou a ideia, transformou o crustáceo em símbolo e deu nome ao disco que marca um retorno às raízes, mas sem medo de se aventurar em novos horizontes. Aqui, o rock e o pop continuam sendo a espinha dorsal, mas ganha tempero com ritmos brasileiros e a diversidade que vai do metal até o piseiro. E falando em piseiro, o primeiro single, “Piseiro Black Sabbath”, é a prova da versatilidade que só a Supercombo sabe entregar. Gravada quase de brincadeira, a faixa mistura peso e brasilidade com um groove irresistível e um refrão chiclete. O clipe já soma quase 150 mil visualizações no YouTube, confirmando que essa mistura inusitada caiu no gosto do público. Mas foi “Alento” que pegou em cheio pra mim. É daquelas músicas feitas para serem trilha da nossa vida, principalmente no meu caso que sou pai. Ano que vem minha filha completa 18 anos e vai para a faculdade, e essa letra sobre amor e cuidado mexeu comigo de um jeito que poucas músicas mexem. Veio na hora certa, no desafio de entregar o filho ao mundo. “Testa” é o single mais radiofônico do disco, com potencial para tocar em qualquer playlist pop/rock, novela e ainda assim fazer muita gente chorar, principalmente aqueles que perderam alguém especial. Já “Hoje Eu Tô Zen” tem um refrão bipolar que gruda e pode muito bem virar trend no TikTok e Instagram. Entre as mais pesadas, “A Transmissão” e “Alfaiate” mostram um lado mais metaleiro da Supercombo, mas sem perder a essência, principalmente nas letras afiadas e sarcásticas, recheadas de metafóras. O vocal de Léo Ramos continua sendo a cola que une tudo, mesmo quando a banda decide sair da zona de conforto. Podemos ouvir um metal ou piseiro e saber na hora que é o Supercombo. Com produção cuidadosa de Victor de Souza, o Jotta, e um planejamento para ser lançado em duas partes, “Caranguejo” é para ser ouvido com atenção e calma. Seu final vai ser agridoce, com aquele gosto de quero mais esperando a continuação em 2026. Próximos Shows 04.OUT – Santos/SP – Aurora Sounds12.OUT – Curitiba/PR – Opera de Arame18.OUT – Rio de Janeiro/RJ – Circo Voador02.NOV – Porto Alegre/RS – Teatro da Amrigs06.NOV – Joinville/SC – Teatro da Liga07.NOV – Blumenau/SC – Ahoy!08.NOV – Florianópolis/SC – John Bull23.NOV – Belo Horizonte/MG – Mister Rock14.DEZ – São Paulo/SP – Audio Ingressos em: www.supercomborock.com

The Hives lança faixa-título do novo álbum e crava: “criamos algo que vai durar para sempre”

Faixa-título e declaração de despedida de seu sétimo álbum de longa duração, The Hives Forever Forever The Hives, que será lançado no dia 29 de agosto, o single novo do The Hives sucede os sucessos anteriores Enough Is Enough, Paint A Picture e Legalize Living. “A música é uma celebração de tudo que é The Hives. Queríamos encerrar o disco com uma sensação de liberação e alívio, finalmente percebendo que criamos algo que vai durar para sempre. Uma rara ocasião para nós olharmos rapidamente por cima do ombro antes de seguir em frente. Como um vencedor de maratona vendo quem está chegando em segundo. Nós dizemos ‘The Hives Forever’, você diz ‘Forever The Hives’. É só isso que basta. Isto é a música rock, isto é a música clássica, isto é para sempre”, comenta a banda em comunicado enviado à imprensa. Pela graça da grandeza artística e da nobre visão, aconteceu também que um vídeo, mais uma vez dirigido por Filip Nilsson, que assinou os clipes de Legalize Living e Paint A Picture, foi o primeiro de seu tipo a ser registrado nos sagrados salões do prestigiado Stockholm City Hall, venerável sede de honra e nobre lar do Salão do Prêmio Nobel. E a cena de abertura utilizou um autêntico navio viking, anunciando uma homenagem mais que apropriada a uma banda de estatura tão grandiosa. E que fique registrado que, além de suas já anunciadas visitas de Estado, incluindo uma visita à América do Sul no início do próximo ano como convidados do My Chemical Romance, The Hives também embarcará em uma turnê por cidades do Reino Unido, onde se apresentarão a convite das mais importantes lojas de discos de cada município. Outras lojas também sediarão festas de audição do álbum. Ouça a faixa-título do novo álbum do The Hives

Megadeth anuncia fim da banda com turnê e álbum de despedida

O fim de uma era. Dave Mustaine confirmou que o próximo álbum de estúdio do Megadeth será o capítulo final de uma das bandas mais influentes do thrash metal. Previsto para o início do próximo ano pelo selo Tradecraft, em parceria com a Frontiers Label Group e sua subsidiária BLKIIBLK, o disco virá acompanhado de uma turnê mundial de despedida. Em mensagem aos fãs, o líder do Megadeth disse que muitos músicos chegam ao fim da carreira de forma acidental ou intencional, e que a maioria não consegue se despedir no auge e por conta própria. Ele afirmou que este é o momento certo para encerrar esse ciclo e que este será o último álbum de estúdio do Megadeth. Pediu que o público não fique triste, mas que comemore junto nos próximos anos. “Fizemos muitos amigos ao longo dos anos e espero ver todos vocês em nossa turnê global de despedida. Começamos um estilo musical, começamos um revolução, mudamos o mundo da guitarra e a forma como ela é tocada, e mudamos o mundo. As bandas em que toquei influenciaram o mundo. Amo todos vocês por isso. Obrigado por tudo”, completa. O primeiro single será lançado ainda neste segundo semestre, junto com o início das pré-vendas globais. No próximo ano, o vocalista do Megadeth também lançará um novo livro de memórias, ainda na esteira do fim da banda.

Novo single do Riviera mistura indie-folk e MPB em clima de contemplação

Riviera, projeto musical de Vinícius Coimbra, abre um novo ciclo com “Laços”, faixa que dá início ao EP Passado/Presente, primeira parte do álbum Com o Passar dos Anos. O lançamento chega acompanhado de um videoclipe que também serve como prólogo para o curta-metragem Molduras, previsto para estrear em 2025. A canção mistura piano, synths graves, batidas eletrônicas sutis e camadas vocais que constroem um clima de serenidade e contemplação, em uma estética que conecta indie-folk internacional e MPB contemporânea. Inspirada por um momento simples, a primeira música composta ao piano recém-comprado enquanto a companheira dormia depois do almoço, “Laços” fala sobre o amor em seu estado mais tranquilo: sem excessos, ruídos ou conflitos. O videoclipe segue essa essência, conduzindo o espectador por cenas do cotidiano de um casal, revelando o afeto nos gestos mínimos e nos silêncios compartilhados. Essa abordagem intimista contrasta com as passagens mais oníricas do curta, criando um jogo entre o concreto e o imaginado, entre o presente vivido e o que só existe na lembrança. A nova fase do Riviera marca um distanciamento da energia crua de Aquário (2018) e se aproxima de uma sonoridade mais etérea e detalhista. Passado/Presente ainda reúne as já conhecidas “Futuro” e “A Dor e a Cura”, compondo um retrato poético sobre tempo, memória e afeto. O trabalho é a primeira metade de uma obra maior, que se completará com Presente/Futuro. Juntos, os dois capítulos conversam entre o que já foi, o que é e o que ainda está por vir.

Apnea retorna com o EP Beyond City Limits; ouça!

A banda santista Apnea está de volta com o EP Beyond City Limits, gravado no Dissenso Studio em São Paulo. Para esse disco, os integrantes fizeram questão de trabalhar com uma mulher na produção, convidando Muriel Curi, que produziu e mixou as quatro músicas do EP. Já a masterização foi feita pelo Fernando Sanchez. O baterista Maurício Boka conta como foi o processo de composição e o trabalho com Muriel Curi. “Tínhamos os 4 sons já bem prontos como comentei antes, então quando pensamos em fazer um EP, queríamos gravar em um estúdio diferente e com uma capacidade de recurso mais abrangente. Também procuramos uma produtora. Pensamos que uma mulher teria uma leitura e uma visão diferente do que a gente pensa de música, outra sensibilidade. Quando apareceu o nome da Muriel Curi que comanda o estúdio Dissenso, não tivemos dúvida e o resultado foi maravilhoso”. Beyond City Limits representa um amadurecimento tanto em termos de composição e execução das músicas, como na produção, na qualidade de tudo. “Somos uma banda que ensaia com bastante frequência e compomos constantemente. Com as quatro músicas já bem resolvidas, entendemos que um EP após o álbum de estreia seria uma boa ideia. Em termos de discografia, pensamos que com um compacto, um álbum e um EP lançados ‘completaria’ todos os tipos de formatos convencionais de lançamento dentro da nossa trajetória até o presente momento”, conta Maurício Boka. Este trabalho é o mais pesado da banda, mostrando sua evolução e fincando sua identidade no cenário nacional. Com proposta de apresentar um som influenciado pela música dos anos 70 e 90, mesclando grunge, heavy metal e stoner rock, Apnea construiu seu som com diversas influências. “O som ficou mais pesado e mais ‘rockão’ do que no álbum”, conta Maurício Boka. “E as letras são bastante subjetivas. Elas abordam temas como o meio ambiente, a luta de classes, o cotidiano, a cidade de Santos, etc, porém de uma maneira indireta e meio psicodélica. Acho que somente lendo algumas letras, fica difícil entender a mensagem diretamente, podendo soar como uma ‘viagem’ total. Também queremos que as pessoas conheçam e entendam o som. Gostaríamos de expandir nossa música para o mais longe possível. A qualidade da produção e das composições refletem um novo momento, um degrau acima”. O show de lançamento de Beyond City Limits será no Sesc Santos, no dia 27 de agosto. O show será gratuito com retirada de ingressos 1h antes do espetáculo.

Venda geral do Lollapalooza Brasil 2026 começa nesta quinta

O Lollapalooza Brasil abrirá a venda geral de ingressos nesta quinta (14), às 12h, na plataforma Ticketmaster. O festival acontece nos dias 20, 21 e 22 de março, no autódromo de Interlagos, em São Paulo. As atrações ainda não foram divulgadas. As entradas disponíveis são para o Lolla Pass, que garante acesso aos três dias de evento. A seguir, confira os valores divulgados -sem taxas de serviço para compras online na venda geral do Lollapalooza Brasil 2026. LOLLA PASS