The Lemonheads compartilha single e videoclipe de “The Key of Victory”

No terceiro single do aguardado álbum do The Lemonheads: Love Chant, Evan Dando apresenta uma letra introspectiva que gira em torno da importância de ser honesto consigo mesmo — e do papel exaustivo, porém necessário, que essa honestidade desempenha na comunicação. Contrastando com a energia vibrante dos singles anteriores, Deep End e In The Margin, The Key of Victory é toda feita de sombras suaves e movimentos em câmera lenta — uma faixa meditativa e modal, ancorada pela guitarra sinuosa de Apollo Nove e pelas harmonias espectrais de Erin Rae. Escrita em parceria com David Ashby (Rum Shebeen), a música teve seu vocal gravado nos estúdios Abbey Road. Carregada de leveza e beleza profundas, The Key of Victory indica a diversidade composicional presente em Love Chant. Sobre a faixa, Evan comenta: “É quieta, é foda. É bonita e modal. Eu estava tentando fazer algo na vibe de Street Hassle, sabe?” Após anos escrevendo, vagando e recomeçando, Evan Dando retorna com Love Chant — que será lançado pela Fire Records em 24 de outubro — o primeiro álbum de estúdio dos Lemonheads em quase duas décadas. Um projeto amadurecido ao longo do tempo e moldado por deslocamentos geográficos e uma rede de colaboradores fiéis, o disco representa uma reafirmação ousada e melódica de uma das vozes mais singulares do rock alternativo. Agora morando no Brasil, onde grande parte do álbum foi gravada, Dando passou por uma mudança silenciosa de perspectiva nos últimos anos — uma chance de recomeçar, se reconectar e, finalmente, dar foco a essas canções. O resultado é um álbum que soa ao mesmo tempo novo e familiar: enraizado nas marcas registradas dos Lemonheads, mas expandido por anos de experiência e novos ambientes. The Key Of Victory é toda feita de movimentos em câmera lenta e sombras suaves — uma peça meditativa e modal ancorada pela guitarra sinuosa de Apollo Nove e pelas harmonias espectrais de Erin Rae. Escrita com David Ashby (Rum Shebeen), seu vocal foi registrado no Abbey Road.

Após esgotar show em São Paulo, Mac DeMarco anuncia turnê nacional para 2026

Após esgotar os ingressos para o primeiro show em São Paulo, o fenômeno indie canadense Mac DeMarco anunciou uma série de shows pelo Brasil, incluindo mais uma data na capital paulista. Os shows da turnê pelo Brasil acontecerão de 4 a 16 de abril de 2026, passando por Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, Recife, Belo Horizonte, Curitiba, Florianópolis e Porto Alegre. A abertura de vendas de ingresso terá início amanhã (7), a partir das 12h (meio-dia) no site oficial do artista. Somente para a data extra na Audio em São Paulo, haverá venda presencial – sem taxa de conveniência – no Takkø Café, no bairro Vila Buarque, no centro da capital paulista. Considerado um dos nomes mais relevantes da música indie e alternativa da última década, o músico retorna ao Brasil oito anos após sua última visita, quando se apresentou como uma das principais atrações do festival Lollapalooza Brasil, em 2018. Mac DeMarco vem ao país, acompanhado de sua banda, apresentar o show de seu novo álbum intitulado Guitar, com lançamento previsto para 22 de agosto por sua própria gravadora, Mac’s Record Label. Mac compôs, gravou, produziu e mixou o disco sozinho, recrutando apenas David Ives para a masterização. Ele também filmou todos os videoclipes e a arte da capa do disco em tripés. “Acho que Guitar é o mais próximo de uma representação real, que consigo colocar no papel, de onde estou na minha vida hoje”, disse DeMarco em um comunicado à imprensa. Desse novo trabalho, foi apresentado o single de estreia Home e a faixa inédita Holy, lançada hoje. Conhecido por seu estilo descontraído e lo-fi, que mistura indie rock, dream pop e soft rock, o multi-instrumentista e produtor de 35 anos de idade se tornou um dos nomes mais influentes da cena indie dos anos 2010. Desde seus primeiros lançamentos, Mac ganhou notoriedade por seu som único, com guitarras limpas, vocais suaves e letras pessoais ou humorísticas. Assinado com o selo nova-iorquino Captured Tracks, o canadense soltou seu EP Rock and Roll Night Club (2012), seguido pelo aclamado álbum 2 (2012). Canções como Ode to Viceroy, My Kind of Woman e Freaking Out The Neighborhood são alguns dos sucessos desse período que catapultaram a carreira do músico, e o levaram a extensivas turnês e presença garantida nos principais festivais alternativos ao redor do mundo. O álbum Salad Days (2014) o consolidou mundialmente, com uma sonoridade mais madura e introspectiva. O disco foi um sucesso de crítica e aumentou sua base de fãs globalmente, incluindo seu maior sucesso Chamber of Reflection, que conta com mais de 1 bilhão de plays nas plataformas digitais. Em 2015, lançou o EP Another One, com baladas românticas simples e suaves. A faixa-título e No Other Heart se tornaram muito populares, especialmente entre fãs que buscavam uma abordagem mais emocional. O álbum This Old Dog (2017) marcou uma virada mais íntima em sua carreira. Gravado após sua mudança para Los Angeles, o disco aborda temas como família, envelhecimento e relacionamentos. O uso de sintetizadores e batidas suaves trouxe uma nova textura ao seu som. Em 2019, Mac lançou Here Comes the Cowboy, um trabalho minimalista e introspectivo, com faixas lentas e repetitivas. Em 2023, DeMarco lançou a coletânea de 199 faixas One Wayne G e o LP instrumental Five Easy Hot Dogs. Essa será a quarta passagem do canadense pelo Brasil e a terceira vez em parceria com a Balaclava, que já trouxe o músico para shows no país nos anos de 2014 e 2015, incluindo uma apresentação no Balaclava Fest. 3 de abril – Rio de Janeiro, RJ – Sacadura 154  4 de abril – São Paulo, SP – Audio (esgotado) 5 de abril – São Paulo, SP – Audio 8 de abril  – Brasília, DF – Toinha 10 de abril – Recife, PE – Concha Acústica UFPE 12 de abril – Belo Horizonte, MG – Autêntica 14 de abril – Curitiba, PR – Tork 15 de abril – Florianópolis, SC – John Bull 16 de abril – Porto Alegre, RS – Opinião Ponto de venda físico em São Paulo (sem taxa de conveniência) Takkø Café  R. Maj. Sertório, 553 – Vila Buarque – São Paulo/SP Horários: Terça à Sexta, das 8h às 17h / Sáb, dom e feriados, das 9h às 18h.

Seu Cuca e Julies dividem noite na Jai Club, em São Paulo

A vibração boa vai tomar conta da capital paulista na noite de 16 de agosto, quando a Jai Club recebe um encontro especial entre a banda Seu Cuca, que comemora 25 anos de estrada, e o cantor e compositor Julies, um dos nomes em ascensão na cena reggae. Os ingressos já estão à venda. Com uma trajetória marcada por hits como Já Que Você Não Me Quer Mais, Não Há e Deixa Ser, o Seu Cuca chega ao palco da Jai celebrando um quarto de século de carreira com um show especial. A banda promete um repertório recheado de clássicos que marcaram gerações, além de surpresas para os fãs que acompanham essa jornada desde os anos 2000. Com letras positivas e um som que mistura reggae, pop e rock de forma única, o grupo reforça, mais uma vez, sua relevância na cena musical brasileira. Já o Julies, dono de uma das vozes mais marcantes do novo reggae nacional, leva ao público um show vibrante e atual. Com faixas como Quem Sabe, Fumaça e Nosso Sentimento, o artista mostra por que vem conquistando cada vez mais espaço com seu pop reggae moderno. Além dos sucessos que o público já canta junto, ele prepara algumas novidades inéditas, oferecendo um gostinho do que está por vir em sua nova fase artística. Do clássico ao contemporâneo, o encontro entre Seu Cuca e Julies será uma celebração do pop, do rock e do reggae em diferentes gerações e formas. É o tipo de noite que promete emoção, dança e aquela sensação de que a música, quando feita com verdade, atravessa o tempo e continua a nos conectar. Uma data para marcar no calendário e viver intensamente! Seu Cuca e Julies na Jai Club Data: 16 de agosto de 2025 Local: Jai Club – Rua Vergueiro, 2676 – Vila Mariana – São Paulo-SP Abertura da casa: 18h Ingressos à venda via Hoppin (R$ 50,00 – 2º lote/meia-entrada ou entrada solidária mediante 1kg alimento não perecível) Classificação: Livre

Balaclava traz banda inglesa Bôa ao Brasil em novembro

A banda britânica Bôa, conhecida por seu som alternativo e etéreo, responsáveis pelo mega hit atemporal Duvet, que viralizou no TikTok em 2023 e está vivendo um renascimento artístico e cultural, confirmou show único no Brasil. O trio liderado pela vocalista Jasmine Rodgers, filha do lendário cantor Paul Rodgers (Free, Bad Company, Queen), vem ao país pela primeira vez em 25 de novembro, no Cine Joia, em São Paulo. Os ingressos já estão à venda online no site da Ingresse, e presencial, sem taxa de conveniência, no Takkø Café (confira os horários de funcionamento).  Formada em Londres em 1993, a banda é formada por Jasmine Rodgers (guitarrista e vocalista), Alex Caird (baixista) e Lee Sullivan (baterista). Sua discografia conta com três álbuns lançados, além de um EP e seis singles. Bôa surgiu como uma banda alternativa com fortes influências do trip-hop, indie e post-britpop. O grupo ganhou notoriedade internacional com o lançamento do álbum Twilight de 2001, misturando elementos de rock alternativo, eletrônico e acústico, remetendo a nomes como The Cranberries, Everything But The Girl e Cocteau Twins. Faixas como Duvet, Twilight e Deeply continuam a ser redescobertas por ouvintes em playlists nostálgicas e lo-fi. Após um hiato prolongado e projetos paralelos de seus membros, o Bôa começou a retomar atividades em meados dos anos 2020, inicialmente com reuniões esporádicas e lives acústicas. Em 2023, com o boom nostálgico em torno do anime Serial Experiments Lain e o sucesso renovado de Duvet no TikTok e Spotify, a banda decidiu oficializar seu retorno. A canção viralizou, com sua melodia melancólica e letra introspectiva, trazendo à banda um status cult inesperado e duradouro. A faixa alcançou a marca impressionante de 800 milhões de plays nas plataformas digitais e 24 milhões de visualizações no YouTube. Em 2024, o grupo lançou o single Refractions, uma faixa inédita que preserva o lirismo poético de Jasmine, com produção refinada e atmosferas modernas. A recepção crítica foi calorosa, destacando a evolução sonora do grupo sem perder sua identidade emocional e introspectiva. Atualmente, o Bôa trabalha em um novo EP, previsto para o fim de 2025, e iniciou uma turnê internacional com datas no Reino Unido, Japão, EUA e América Latina. A banda celebra uma nova fase com material inédito, shows e uma conexão intergeracional com seu público — mantendo o espírito independente e sensível que sempre os caracterizou. serviço: Balaclava apresenta: Bôa (UK) em São Paulo  Data: 25 de novembro de 2025, terça-feira Local: Cine Joia Praça Carlos Gomes, 82 – Liberdade Horários: Portas 20h / Show 21h30 Classificação etária: 16+ / menores de 16 anos acompanhados dos pais ou responsável legal Ingressos Ponto de venda físico (sem taxa de conveniência) Takkø Café  R. Maj. Sertório, 553 – Vila Buarque – São Paulo/SP Horários: Terça à Sexta, das 8h às 17h / Sáb, dom e feriados, das 9h às 18h.

Review: BAD LUV lança Nós, um disco intenso, moderno e cheio de identidade

O álbum “NÓS”, da BAD LUV, foi lançado há apenas duas horas pelo selo Rockambole. E ele marca não apenas o lançamento de um novo disco, mas a consolidação de uma super banda que carrega a experiência de anos na estrada em projetos que marcaram a cena emo/hardcore. Com Gee Rocha (ex-NX Zero) na guitarra, João Bonafé (ex-Gloria e integrante da banda de apoio de Di Ferrero) no baixo e Vitor Peracetta (baterista do Matuê), o quinteto ainda conta com Caio Weber nos vocais e Murilo Amancio na outra guitarra. O resultado é um álbum cheio de identidade, peso emocional e amplitude estética, que passeia entre o pop, o emo e o metal moderno sem perder o eixo. Com atmosfera de recomeço, o disco “NÓS” nasce de uma crise interna que quase colocou fim ao grupo. Ao invés disso, serviu como catalisador criativo. Os singles “Cicatrizes” e “Reaprender” deram o tom do que viria, e o novo vocalista Caio rapidamente se encaixou como peça-chave dessa nova fase. Segundo Gee Rocha, a banda optou por não fazer shows até ter um álbum pronto. “A gente queria ter um disco novo para trabalhar e sentir que o show tivesse mais sentido, mais completo”, explica o guitarrista no Instagram. O plano se concretizou com um repertório que revela a maturidade de quem viveu muito na cena. Entre os destaques, a visceral “Autorretrato” traz screams intensos e flerta com o metal moderno, enquanto “Me Faz Tão Bem” e “Nós2” apontam para o pop com sensibilidade. “Tradução de Saudade” aparece como uma balada moderna e cheia de peso emocional. Já “Talvez Não” encerra o álbum com atmosfera que mistura o emo dos anos 2000 e agressividade. João Bonafé destacou recentemente a versatilidade do grupo no perfil da banda: “Temos influências muito diferentes, e estamos felizes com a sonoridade que encontramos juntos.” Entre beats eletrônicos, riffs pesados e vocais que vão do melódico ao gritado com fluidez, o álbum ganha força nos extremos. O trabalho vocal de Caio Weber emociona e surpreende, mas é a bateria precisa e cheia de textura de Vitor Peracetta que amarra a estética e garante energia constante, sendo um dos pontos altos do álbum. Nota: 4/5

Cachorro Grande celebra 25 anos com show histórico da formação clássica em São Paulo

A lendária banda gaúcha Cachorro Grande encerra a turnê de aniversário de 25 anos com um show especial nesta sexta-feira (8/8), no Carioca Club, em São Paulo. A apresentação reúne novamente a formação clássica com Beto Bruno (vocal), Marcelo Gross (guitarra), Gabriel Azambuja (bateria) e Pedro Pelotas (teclado), encerrando a passagem pelo estado paulista em grande estilo. O show marca a celebração de uma trajetória que começou em 2000, quando a banda porto-alegrense começou a construir seu legado com disco homônimo e hits que conectaram rock garage com referências setentistas e atmosferas psicodélicas. Nesses 25 anos, Cachorro Grande consolidou clássicos como Lunático, Sexperienced, De Baixo do Meu Chapéu e Dia Perfeito, além de uma presença consistente em circuitos nacionais independentes e festivais como Planeta Atlântida. Com abertura da banda Hurricanes, influenciada diretamente pela sonoridade da Cachorro Grande, os ingressos para o show estão disponíveis no Clube do Ingresso. Se você mora em São Paulo e ainda não viu essa formação ao vivo, essa é a última chance em 2025 para sentir na pele o vigor e a autenticidade que definiram a banda por mais de duas décadas. ServiçoData: Sexta-feira, 8 de agosto de 2025Local: Carioca Club – R. Cardeal Arcoverde, 2899 – Pinheiros, São Paulo/SPAbertura da casa: 22hAtrações: Hurricanes (abertura) + Cachorro GrandeIngressos: A partir de R$90Vendas online: clubedoingresso.com

Billy Idol anuncia dois shows no Brasil em novembro

O ícone do rock Billy Idol traz a turnê It’s a Nice Day To…Tour Again ao Brasil em novembro. Billy Idol se apresentará na Vibra São Paulo, em São Paulo, no dia 8 de novembro de 2025, e na Arena da Baixada, em Curitiba, no dia 12 de novembro de 2025. Estes serão os primeiros shows de Billy Idol no Brasil desde 2022. Os shows no Brasil são mais uma realização Move Concerts e os ingressos estarão disponíveis para venda a partir de sexta (8), às 10h em Livepass. As apresentações fazem parte da It’s a Nice Day to… Tour Again!, nova turnê mundial iniciada em 30 de abril na cidade de Phoenix, nos Estados Unidos, em suporte ao seu mais recente álbum de estúdio, Dream Into It. Idol lançou seu novo álbum Dream Into It em abril passado pela Dark Horse Records. O álbum inclui o single 77 (feat. Avril Lavigne) e alcançou o Top 10 das paradas de vendas de álbuns em diversos países, incluindo Estados Unidos, Canadá, Reino Unido e Alemanha. Idol também é tema do novo documentário Billy Idol Should Be Dead, que teve sua estreia mundial no Tribeca Film Festival, em Nova York. Dirigido pelo tricampeão do Grammy Jonas Åkerlund, Billy Idol Should Be Dead é um documentário de longa-metragem que traça a vida e carreira do pioneiro do punk que se tornou ícone do rock ‘n’ roll. Por meio de entrevistas inéditas de arquivo e pessoais com Idol, sua família, colegas e colaboradores, o filme mergulha em sua ascensão como um dos primeiros punks, seu sucesso meteórico como superastro global na era da MTV e os inúmeros desafios que Idol precisou superar para não apenas sobreviver, mas permanecer como uma das figuras mais queridas do rock ‘n’ roll, quase cinquenta anos de carreira depois. No ano passado, Idol celebrou os 40 anos de seu icônico álbum Rebel Yell com uma edição especial Deluxe Expanded Edition lançada pela Capitol/UMe. Ele também participou da cerimônia do Rock & Roll Hall of Fame, apresentando Ozzy Osbourne ao lado de Jack Black, Jelly Roll, Maynard James Keenan, vocalista do Tool, entre outros. No próximo dia 15 de agosto, Idol lançará novas prensagens em vinil de três discos clássicos: Charmed Life, Whiplash Smile e o EP Don’t Stop, todos pela Capitol/UMe. * SERVIÇO – BILLY IDOL NO BRASIL SÃO PAULO Data: 8 de novembro de 2025Local: Vibra São PauloEndereço: Av. das Nações Unidas, 17955 – Vila Almeida, São Paulo – SP, 04795-100Abertura dos portões: 19hHorário do show: 21hClassificação etária: 16 anos desacompanhado. Menores de 16 anos apenas acompanhados dos pais ou responsáveis legais. Sujeito a alteração por decisão judicial.Limite de ingressos: 6 ingressos por CPF, limitado a 2 ingressos meia-entrada.Venda geral: 8 de agosto de 2025, às 10h.Bilheteria oficial (sem taxa de serviço): Estádio do Morumbi | Bilheteria – Av. Giovanni Gronchi, 1866 – São Paulo/SPFuncionamento: Terça a sábado – das 10h às 17h (não funciona aos domingos, feriados, vésperas de feriados, dias de jogos ou eventos de outras empresas). Setores e preços:Pista: R$ 790 (inteira) / R$ 395 (meia-entrada)Camarote 1: R$ 960 (inteira) / R$ 480 (meia-entrada)Camarote 2: R$ 890 (inteira) / R$ 445 (meia-entrada)Plateia Superior 1: R$ 520 (inteira) / R$ 260 (meia-entrada)Plateia Superior 2: R$ 470 (inteira) / R$ 235 (meia-entrada)Plateia Superior 3: R$ 400 (inteira) / R$ 200 (meia-entrada)Visão Parcial: R$ 300 (inteira) / R$ 150 (meia-entrada) Parcelamento em até 10x. * CURITIBA Data: 12 de novembro de 2025Local: Arena da BaixadaEndereço: R. Buenos Aires, 1260 – Água Verde, Curitiba – PRAbertura dos portões: 17h30Horário do show: 20h30Classificação etária: 16 anos desacompanhado. Menores de 16 anos apenas acompanhados dos pais ou responsáveis legais. Sujeito a alteração por decisão judicial.Limite de ingressos: 6 ingressos por CPF, limitado a 2 ingressos meia-entrada.Venda geral: 8 de agosto de 2025, às 10h.Bilheteria oficial (sem taxa de serviço): Arena da Baixada – R. Buenos Aires, 1270 – Água Verde, Curitiba – PRFuncionamento: Terça a sábado – das 10h às 17h (não funciona aos domingos, feriados, vésperas de feriados, dias de jogos ou eventos de outras empresas). Setores e preços:Pista: R$ 800 (inteira) / R$ 400 (meia-entrada)Cadeira Inferior: R$ 660 (inteira) / R$ 330 (meia-entrada)VIP: R$ 840 (inteira) / R$ 420 (meia-entrada)Cadeira Superior: R$ 480 (inteira) / R$ 240 (meia-entrada) Parcelamento em até 10x

Limp Bizkit anuncia show único em São Paulo com Yungblud e 311

O Limp Bizkit anunciou um show único no dia 20 de dezembro, no Allianz Parque, em São Paulo. A apresentação faz parte da turnê Loserville Tour 2025, que passou pelos Estados Unidos e pela Europa recentemente. O mini festival também contará com a sensação Yungblud, os veteranos do 311, além de Ecca Vandal, Riff Raff e Slay Squad. A abertura da venda geral de ingressos começa nesta quarta (6), ao meio-dia, no site da Eventim. Já a venda na bilheteria oficial tem início na quinta (7), às 10h. Confira os valores dos ingressos (inteira).

Entrevista | Sergio Britto – “Resolvi explicitar ainda mais a bossa nova neste disco”

Sérgio Britto nunca esteve tão confortável com sua própria sonoridade. Em Mango Dragon Fruit, seu sexto álbum solo, lançado em abril pela Midas Music, o músico mostra um equilíbrio entre a elegância da bossa nova, a leveza do pop e a liberdade do jazz, tudo costurado por letras pessoais e uma estética cada vez mais refinada. O trabalho representa um passo firme em sua trajetória individual, com participações de nomes como Ed Motta, Bebel Gilberto, Fernanda Takai, Brothers of Brazil e Roberto Menescal. O título inusitado, inspirado em uma bebida tropical da Starbucks, reflete o clima sensual e inventivo da faixa homônima. Entre composições próprias e releituras como Eu Sou do Tempo, de Rita Lee e Roberto de Carvalho, Sérgio dá continuidade à busca por uma identidade musical que vem lapidando desde que começou a se afastar do rock direto dos Titãs. “Acho que cheguei em um resultado que me satisfaz muito. Esse disco tem arranjos mais ousados e espaço para improviso”, comentou o cantor. Em bate-papo com o Blog n’ Roll, Sérgio Britto falou sobre o processo de criação do álbum, a colaboração com artistas de diferentes gerações, sua relação com a música brasileira e, claro, relembrou momentos marcantes do Titãs e comentou sobre sua ligação com a cidade de Santos. Confira a íntegra abaixo. Percebi que o disco tem uma sonoridade bem interessante. Gostei da ideia de você misturar bossa nova com um pouquinho de música latina e também um flerte com o jazz, que acho que dá o grande charme do álbum. Como foi esse processo criativo e quais as influências para chegar nessa sonoridade? Sergio Britto – Olha, isso é algo que venho desenvolvendo há algum tempo. Não é só nesse disco, já tenho seis discos solo. Desde que comecei a trilhar esse caminho, estava em busca de uma sonoridade própria. Sempre fui muito ligado à MPB e, mais especificamente, à bossa nova. É uma linguagem com a qual tenho intimidade desde garoto. Quando comecei a pensar no meu trabalho solo, percebi que esse era um caminho que me diferenciava dos Titãs e me distinguia como artista. Então, passei a misturar esses elementos com ingredientes da música pop e outros sons, buscando uma bossa nova com a minha cara. E o título do álbum? Vi que remete a um drink da Starbucks, uma mistura de manga com pitaya. Achei curioso! Como surgiu essa ideia? Você está sempre buscando referências no seu dia a dia? Sergio Britto – Tem coisas que me chamam a atenção e ficam comigo. Esse drink era muito popular entre adolescentes, e isso ficou na minha cabeça. Quando estava compondo a faixa que deu título ao disco, relacionei esse “blend” com a ideia do fruto proibido, do despertar do desejo. A música fala disso: “todos os desejos, até mesmo os que negar, todos os desejos de algum jeito têm lugar”. Achei que o título sintetizava bem a ideia do álbum e da música. Você comentou que esse disco representa um avanço na sua identidade artística, apesar das raízes na bossa nova. O que mudou no seu olhar para a própria música desde seu primeiro álbum solo? Sergio Britto – Esses elementos sempre estiveram presentes, mas de forma sutil. Com o tempo percebi que, por estar tão associado ao rock e ao pop, as pessoas não percebiam esse lado. Resolvi então explicitar isso mais e deixar de lado outros estilos. Neste disco, todas as faixas carregam esse elemento da brasilidade, da bossa, misturado com outros sons. É o álbum mais coeso nesse sentido. Uma das faixas que me chamou atenção foi Eu Sou do Tempo, da Rita Lee. Como foi ter acesso a essa música (nunca foi gravada) e o que representa gravá-la após a perda dela? Sergio Britto – Descobri a música em um documentário, onde ela e o Roberto a tocam de forma bem intimista. Ela me chamou atenção por estar dentro do universo que estou explorando: uma bossa nova pop com bom humor e acidez. Fiz um arranjo, gravei e mandei para o Roberto, que adorou e autorizou. Já tinha uma relação antiga com eles. A Rita, inclusive, participou da minha música Pura Bossa Nova em 2013. Ela sempre foi muito generosa. Uma história curiosa foi que mandei mensagem para o Roberto pelo Facebook e ele só respondeu dois meses depois, dizendo que estavam no Caribe e que ela topava participar. Gravaram no estúdio deles e me mandaram o material. Depois ainda convidei a Rita para o clipe, e ela topou também, foi uma das últimas coisas que ela fez com outro artista. Guardo isso com muito carinho. Falando em participações, o Ed Motta é o mais popular no Spotify, mas o álbum também tem Bebel, Fernanda Takai, Roberto Menescal e Brothers of Brazil (Supla e João Suplicy). Como foi o processo de escolha? Sergio Britto – Foi bem pensado. Escolhi artistas que tivessem afinidade com esse universo da bossa e do jazz. O Menescal nem precisa de explicação. A Fernanda tem uma trajetória que mistura pop e homenagens à Nara Leão. O Supla e o João Suplicy têm esse projeto Brothers of Brazil, que também brinca com bossa. O Ed Motta mergulhou no jazz nos últimos trabalhos. Achei que todos tinham a ver com as músicas e com o conceito do disco. E como foi gravar com o Supla, que é uma figura irreverente? Sergio Britto – Foi divertido. Ele topou, mas ficou meio na dúvida sobre o estilo: “isso é bossa nova tradicional?” Ficamos nesse embate. A música tem uma letra debochada, cheia de excessos. Ele acabou interpretando um personagem, o chato do sexo, drogas e rock’n’roll e eu, o chato quieto. Foi uma brincadeira que funcionou bem. Ele levou a sério, gravou várias vezes até acertar. Foi divertido. Como você equilibra a carreira solo com os Titãs? Sergio Britto – Consigo porque há uma zona de intersecção. Nos meus shows solo, toco metade do repertório dos meus discos e metade de músicas dos Titãs, em versões que