Julies convida Pe Lanza, Deko, Viegas e Bressan para show de lançamento de “Uma Parada Diferente”

Destaque da cena do pop reggae nacional, Julies fará um show de lançamento do EP Uma Parada Diferente nesta sexta-feira (21), no Jai Club, em São Paulo. Além de contar com a banda Expressão, ele convidou grandes nomes como Pe Lanza (vocalista da Restart) e Deko. Além deles, o ex-BBB Viegas e o cantor Bressan também participarão em um momento do espetáculo. O EP, lançado no final do ano passado, foi produzido pelos vencedores do Grammy Latino, Los Brasileros – que tem trabalhos de destaque com King Saints e Carol Biazin – além de Zain, produtor de hits de Anitta. A banda Expressão também aproveitará a noite para gravar o clipe do seu novo single: a faixa Transcende – com a produção de Rodrigo Castanho, que já esteve em projetos de bandas como Charlie Brown Jr e NX Zero, além de ser vencedor de seis Grammys e ter mais de 1 bilhão de streams por suas produções. Os artistas definem o show como uma noite de “amor, respeito e música”. “Fazer isto com o Expressão, uma banda que ouvi na minha adolescência e continuo dando play neles é incrível. Posso contar com a amizade deles, fazer uma super festa e em um local que vai prevalecer a música, o respeito e o amor. Vai ser tudo, estou ansioso demais”, afirmou Julies. Julies promete tocar grandes hits e queridinhos dos fãs como Se Deus Quiser, hit cantado ao lado de Planta e Raiz, e Nosso Sentimento, feat com Maneva. “É um show importantíssimo. É um momento especial, consagra o lançamento do meu EP, que produzi com vencedores do Grammy Latino. É a celebração de uma etapa muito incrível e o início de uma nova. Considero o ápice da minha carreira, até aqui, nada mais justo do que celebrar”, revela o cantor. SERVIÇO Julies e Expressão (lançamento do EP “Uma Parada Diferente” e gravação do clipe “Transcende”) Local: Jai Club (Rua Vergueiro, 2676 Vila Mariana, São Paulo–SP) Valores 3º lote: R$45,00 + taxas 4º lote: R$45,00 + taxas Ingresso Promocional: Compre 2 e leve 3 – 90,00 + taxas Ingressos

Odin’s Krieger anuncia festival que antecede a edição oficial de 2025

O tradicional evento de música folk e medieval do Brasil, o Odin’s Krieger Fest realizará no dia 28 de junho em São Paulo um ‘esquenta’ para a edição 2025. É o Odin’s Krieger Party – Littledin 2025, que traz quatro bandas em destaque no cenário nacional, como Taberna Folk e O Bardo e o Banjo, mais dois nomes que a cada dia conquistam mais público e atenção: Throw me to the Wolves e A Lenda Dos Garotos Perdidos. Os ingressos estão à venda no site da Fastix. A Taberna Folk, um dos principais representantes do gênero no Brasil, está na ativa desde 2008 com o intuito de resgatar músicas na sua maioria da velha Europa. Adeptos do estilo folk, com sonoridades e ritmos que abrangem diversas épocas e países, o objetivo do banda é trazer para os tempos de hoje, uma das melhores formas de diversão de seus antepassados com o clima e a alegria das antigas tabernas. O Bardo e o Banjo é uma banda formada no ano de 2012 em São Paulo que tem como principal influência o bluegrass, um estilo musical do Sul dos Estados Unidos (também conhecido como uma vertente da música caipira norte-americana), misturado à música caipira brasileira e o rock. Já passou por diversos programas de TV e grandes festivais como Lollapalooza 2015, Psicodália 2015 e edições passadas do Odin’s Krieger Fest. Outra atração do evento é a Throw Me To the Wolves, banda de melodic death metal de São Paulo. Com influências de Soilwork, Arch Enemy e In Flames, Throw Me to The Wolves traz muita personalidade com vocais brutais, guitarras pesadas e melodias marcantes. Quem abre o Odin’s Krieger Party – Littledin 2025 é a banda A Lenda Dos Garotos Perdidos, que mistura timbres misteriosos com elementos da cultura indígena, dos piratas e até alienígena. Paralelo aos shows, o Odin’s Krieger Party terá exposição e venda de produtos medievais, comercialização de hidromel, encenação de lutas medievais, sorteios e brindes. SERVIÇO Odin’s Krieger Party – Littledin 2025Data: 28 de Junho de 2025 Horário: 14h às 22h Local: Burning House (avenida Santa Marina, 247 – Água Branca. São Paulo/SP) Ingressos em primeiro lote: R$ 50,00 Venda online

Johnny Monster lança o psicodélico e intenso álbum Líquido Inflamável

O cantor e compositor paulista Johnny Monster lançou Líquido Inflamável, seu novo álbum de estúdio. O disco é um trabalho denso e que percorre diferentes atmosferas e dinâmicas. A primeira faixa já indica que esse é o trabalho mais experimental e psicodélico de Johnny até hoje, com uma sonoridade sombria que transitam por várias atmosferas, até explodir com guitarras distorcidas. O álbum tem um peso que contrasta com a sonoridade folk de seu último álbum, A Nova Era Do Só Você, de 2023. O destaque agora são as guitarras intensas e efeitos atmosféricos, mas ainda com o foco na sensibilidade das composições e letras de Johnny. “Esse é de longe meu trabalho mais ousado, denso e arriscado. Não há concessões tanto no álbum todo”, conta Johnny Monster. “Letras abstratas, por vezes surrealistas, paisagens sonoras lisérgicas e longas. Se o artista deve refletir seu tempo, creio que esse disco possui todo o peso, solitude e incerteza do nosso presente”, conclui o músico sobre o novo trabalho. O projeto foi realizado com o produtor Paulo Grassia, que também gravou boa parte dos instrumentos. Líquido Inflamável é um lançamento do selo ForMusic Records. Ouça abaixo o álbum Líquido Inflamável, de Johnny Monster

Tosco empunha o facão afiado em novo e violento álbum ao vivo; ouça!

A banda santista Tosco, um dos principais nomes do crossover paulista, depois da excelente repercussão de seu último álbum de estúdio, Agora É a Sua Vez (2024), lançou seu primeiro registro ao vivo da carreira. Facão Afiado – Ao Vivo em São Paulo, gravado em setembro do ano passado no festival Thrash disConcert II, no RedStar Studios, na capital paulista, junto à banda Faces Of Death, captura toda a fúria do quarteto no palco. O grupo, formado por Oswaldo Fernandez (vocal), Ricardo Lima (guitarra), Carlos Diaz (baixo) e o novo baterista Bruno Conrado (também integrante da seminal banda Vulcano), apresentou um setlist destruidor, reunindo material de quase uma década de carreira e três álbuns matadores no currículo. Com letras contra as mazelas da sociedade em geral e uma sonoridade cheia de revolta contra tudo que há de errado, Facão Afiado – Ao Vivo em São Paulo reforça essa mensagem de forma contundente. O peso das letras e discursos de Oswaldo Fernandez é praticamente expurgado em faixas como O Brasil é o Crime, Dois Psicopatas, Dia de Decisão, Lei do Silêncio e Casa de Nóia (que será lançada como o próximo videoclipe da banda). Destaque também para o arrasa-quarteirão Cala A Boca Globo e o vibrante O Monstro, com suas mensagens contidas e sérias, respectivamente. Todas refletem essa visão crítica, abordando corrupção e podridão política com a força de um rolo compressor. A banda segue entre as bandas que mantêm viva a tradição do thrash/hardcore forjada no Brasil ao longo das últimas quatro décadas, mantendo uma cena nacional não só bem servida, mas também atualizada e relevante.

Capital Inicial se une a School of Rock para promover o rock n’ roll Brasil afora

O Capital Inicial é uma das bandas mais icônicas do rock nacional. Agora, Dinho Ouro Preto, Yves Passarell, Flávio e Fê Lemos se unem à School of Rock para dar oportunidade a artistas de todo o Brasil. Bandas da escola de música abrirão os shows do Capital, na nova turnê Acústico 25 Anos, em Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Curitiba e São Paulo. Foram selecionadas duas bandas para cada praça que terão a oportunidade de apresentar seu trabalho ao vivo nos shows que já estão com ingressos esgotados. Em parceria com a Bonus Track, plataforma de entretenimento da qual o Capital Inicial faz parte, foram selecionadas bandas de rock dos programas “Performance” e “Adulto”. A parceria também centra esforços em dar espaço e visibilidade a músicos carentes, numa tentativa de incluir jovens talentos no circuito mainstream. “Estamos muito felizes com essa parceria com a School of Rock e animados para conhecer esses jovens talentos. Sabemos que alguns já estão na estrada se apresentando e se aprimorando. Outros estão só começando, e outros precisam do nosso empurrão inicial. Bora se divertir e tocar muito rock n´ roll”, afirma Dinho Ouro Preto. As bandas se apresentarão nos dias 4 e 5 de abril, em Belo Horizonte; no dia 31 de maio, no Rio de Janeiro, onde abrirão o Acústico 25 Anos no Qualistage. No dia 14 de junho, será a vez de Curitiba. Para fechar, São Paulo terá apresentações nos dias 14, 15 e 16. “A turnê Acústico 25 Anos do Capital é uma grande comemoração ao emblemático álbum lançado no ano 2000 pela MTV, que mudou para sempre a carreira da banda. Queremos ter ainda mais razões para comemorar. Por isso, estreitamos esse relacionamento com a School of Rock para dar oportunidade a jovens talentos nas principais capitais. Vai ser ótimo”, afirma Luiz Guilherme Niemeyer, sócio da Bonus Track. “Iniciar a parceria com a Bonus Track é icônico para a School of Rock. Proporcionar experiências musicais únicas para os nossos alunos, é o nosso principal propósito. Será inesquecível”, comenta Augusto Carvalho, sócio das unidades da School of Rock no Rio e Brasília. Para Fernando Quesada, sócio-diretor da School of Rock, a parceria reforça a crença de artistas que impulsionam jovens talentos. “Ter novos talentos no mesmo palco do Capital Inicial é um prazer imenso e nós só temos a agradecer à banda por acreditar e dar espaço para novos e novas musicistas”, ressalta. A comemoração de 25 anos do Acústico passará por mais de 25 cidades, levando seus maiores sucessos. Ingressos já disponíveis! * CONFIRA AS CIDADES QUE VÃO RECEBER OS SHOWS MARÇO 14/03 – Sorocaba // SP15/03 – São José dos Campos // SP21/03 – Uberlândia // MG22/03 – Ribeirão Preto // SP28/03 – São José do Rio Preto // SP29/03 – Campinas // SP ABRIL 05/04 – Belo Horizonte // MG06/04 – Belo Horizonte // MG – DATA EXTRA11/04 – Porto Alegre // RS – DATA EXTRA12/04 – Porto Alegre // RS24/04 – Santo André // SP26/04 – Brasília // DF30/04 – João Pessoa // PB MAIO 02/05 – Fortaleza // CE03/05 – Natal // RN10/05 – Recife // PE17/05 – Belém // PA23/05 – Aracaju // SE24/05 – Salvador // BA31/05 – Rio de Janeiro // RJ JUNHO 06/06 – Joinville // SC07/06 – São José (Florianópolis) // SC14/06 – Curitiba // PR21/06 – Campo Grande // MS27/06 – Maringá // PR28/06 – Londrina // PR JULHO 04/07 – Juiz de Fora // MG05/07 – Piracicaba // SP18/07 – Jundiaí // SP19/07 – Divinópolis // MG OUTUBRO 03/10 – Lauro de Freitas // BA25/10 – Vitória // ES NOVEMBRO 01/11 – São Paulo // SP15/11 – São Paulo // SP29/11 – Toledo // PR Informações e ingressos

Alexandre Carlo explora a brasilidade e o afrobeat no single “Sunshine”

O propósito de trazer boas energias e ajudar a sonhar guia as escolhas do cantor, compositor, guitarrista, cofundador e compositor de todos os hits do Natiruts, Alexandre Carlo. Não foi diferente com Sunshine, segundo single da sua carreira solo, lançado pelo selo Carlo Music. O artista uniu a brasilidade baiana com o afrobeat para compor a canção que chega acompanhada de um videoclipe no canal de YouTube do artista. Sunshine retrata um amor romântico que se encontra em meio à beleza da natureza, flertando para algo maior. Durante a canção, é possível perceber que Alexandre brinca com a mistura de dois idiomas como forma de cessar fogo através de uma única palavra: “amor”. “Quando eu componho, é como se eu estivesse pintando um quadro. Meu lugar dentro da música brasileira é esse: buscar o empírico, o sonho”, afirma. A mistura da ancestralidade, negritude, alegria, cores e vibração durante o processo de criação do videoclipe tem o objetivo de posicionar Alexandre Carlo enquanto artista-solo, fazendo uma ligação com o seu “eu do passado”, que explorava o reggae, junto ao seu “eu do agora”, caminhando em direção ao afrofuturismo como forma de se aprofundar em novas sonoridades. Com direção geral de Rafa Costakent e direção de arte de Fábio Setti, o videoclipe carrega muita simbologia que mistura o afrobeat com a brasilidade baiana por meio de uma estética lúdica e surrealista. O registro audiovisual também carrega um toque fashion por trás dos figurinos, a fim de prender o público com as cores. “Nós estamos muito certos do que queremos passar. O Alexandre tem as mensagens muito bem definidas do que ele quer e a minha função enquanto diretor é entender essas demandas e montar um time para concretizar”, afirma Rafa Costakent.

Simply Red disponibiliza ingressos adicionais para show no Allianz Parque

A turnê Simply Red – 40th Anniversary Tour 2025 chega ao Brasil para duas apresentações: no Rio de Janeiro, na Farmasi Arena, no dia 12 de março, com ingressos esgotados; e no dia 15 de março, em São Paulo, no Allianz Parque. Para o show na capital paulista, novos ingressos vão ser disponibilizados e as vendas já começaram, na Eventim ou nas bilheterias oficiais. Simply Red foi formado em 1985, no Reino Unido, pelo vocalista Mick Hucknall. Logo no início, chamou atenção do público. O single Money’s Too Tight to Mention, parte do álbum de estreia Picture Book, virou um hit instantâneo e conquistou uma indicação na respeitada premiação The Brit Awards. Na sequência Stars, de 1991, foi o álbum mais vendido por dois anos consecutivos na Grã-Bretanha e na Europa. Em seus 40 anos de estrada, o Simply Red lançou 13 álbuns, todos eles sempre incluídos entre os melhores do Reino Unido. Inclusive, o último lançamento, Time, de 2023. ServiçoSimply Red 40th Anniversary Tour 2025Produção: 30e RIO DE JANEIRO – ESGOTADOData: 12 de Março de 2025Local: Farmasi Arena – Avenida Embaixador Abelardo Bueno, 3401, Barra da Tijuca, Rio de Janeiro/RJHorário de Abertura da casa: 16hClassificação Etária: Entrada e permanência de crianças/adolescentes de 5 a 15 anos de idade, acompanhados dos pais ou responsáveis, e de 16 a 17 anos, desacompanhados dos pais ou responsáveis legais. SÃO PAULOData: 15 de Março de 2025Local: Allianz Parque – Av. Francisco Matarazzo, 1705 – Água Branca, São Paulo/SPHorário de Abertura da casa: 16hClassificação Etária: Entrada e permanência de crianças/adolescentes de 5 a 15 anos de idade, acompanhados dos pais ou responsáveis, e de 16 a 17 anos, desacompanhados dos pais ou responsáveis legais. IngressosCadeira Superior – 195,00 (meia-entrada legal) | R$ 351,00 (clientes Santander) | R$ 390,00 (inteira)Cadeira Silver – 280,00 (meia-entrada legal) | R$ 504,00 (clientes Santander) | R$ 560,00 (inteira)Cadeira Inferior Sul – 280,00 (meia-entrada legal) | R$ 504,00 (clientes Santander) | R$ 560,00 (inteira)Cadeira Gold – R$ 345,00 (meia-entrada legal) | R$ 621,00 (clientes Santander) | R$ 690,00 (inteira)Cadeira Inferior Leste – 345,00 (meia-entrada legal) | R$ 621,00 (clientes Santander) | R$ 690,00 (inteira)Cadeira Inferior Oeste – 345,00 (meia-entrada legal) | R$ 621,00 (clientes Santander) | R$ 690,00 (inteira)Lateral Leste Cadeira Gold – 345,00 (meia-entrada legal) | R$ 621,00 (clientes Santander) | R$ 690,00 (inteira)Lateral Oeste Cadeira Gold – R$ 345,00 (meia-entrada legal) | R$ 621,00 (clientes Santander) | R$ 690,00 (inteira)Lateral Oeste Cadeira Platinum – R$ 450,00 (meia-entrada legal) | R$ 810,00 (clientes Santander) | R$ 900,00 (inteira)Lateral Leste Cadeira Platinum – R$ 450,00 (meia-entrada legal) | R$ 810,00 (clientes Santander) | R$ 900,00 (inteira)Cadeira Platinum – R$ 550,00 (meia-entrada legal) | R$ 990,00 (clientes Santander) | R$ 1.110,00 (inteira)Cadeira Red – R$ 900,00 (meia-entrada legal) | R$ 1.620,00 (clientes Santander) | R$ 1.800,00 (inteira) Vendas online Bilheteria oficialAllianz Parque – Rua Palestra Itália, 200 – Água Branca, São Paulo/SPFuncionamento: Terça à Sábado das 10h às 17h | Não há funcionamento em feriados e em dia de jogos e eventos

Monsters of Rock anuncia side shows com quatro bandas; confira!

A festa do Monsters of Rock continua. A Mercury Concerts confirmou mais dois shows em São Paulo. Judas Priest e Queensrÿche no dia 20 de abril; e Savatage e Opeth no dia 21 de abril. A venda dos ingressos tem início na sexta-feira (21), na plataforma Eventim. No dia 20 de abril (domingo) Judas Priest e Queensrÿche se apresentam na Vibra São Paulo. Em 21 de abril (segunda-feira) é a vez de Savatage e Opeth subirem ao palco do Espaço Unimed com shows completos. Serviço: Judas Priest & Queensrÿche Data: 20 de abril (domingo) Local: Vibra São Paulo Endereço Av. das Nações Unidas, 17955 – Vila Almeida, São Paulo – 04795-100 Portas: 18h Queensryche: 20h – 21h Judas Priest: 21h30 – 23h15 Classificação Etária: 18 (dezoito) anos desacompanhados. Menores de 18 (dezoito) anos poderão comparecer ao evento desde que acompanhados dos pais e/ou responsáveis legais. Informação sujeita à alteração, conforme decisão judicial. Preços Inteira Meia Pista R$ 680,00 R$ 340,00 Camarote 1 R$ 850,00 R$ 425,00 Camarote 2 R$ 750,00 R$ 375,00 Plateia Superior 1 R$ 400,00 R$ 200,00 Plateia Superior 2 R$ 350,00 R$ 175,00 Plateia Superior 3 R$ 300,00 R$ 150,00 Observação: Os assentos de camarotes e plateia são numerados. Ingressos a venda a partir do dia 21/02/24 (sexta-feira) às 10h Na internet * Serviço: Savatage & Opeth Data: 21 de abril (segunda-feira) Local: Espaço Unimed. Rua Tagipuru, 795 Barra Funda, São Paulo – 01156-000 Portas: 17h Opeth: 19h30 – 21h Savatage: 21h30 – 23h Classificação Etária: 18 (dezoito) anos desacompanhados. Menores de 18 (dezoito) anos poderão comparecer ao evento desde que acompanhados dos pais e/ou responsáveis legais. Informação sujeita à alteração, conforme decisão judicial. Preços Inteira Meia Pista Premium R$ 620,00 R$ 310,00 Pista R$ 350,00 R$ 175,00 Mezanino R$ 650,00 R$ 325,00 Camarote A R$ 750,00 R$ 375,00 Camarote B R$ 700,00 R$ 350,00 Ingressos a venda a partir do dia 21/02/24 (sexta-feira) às 10h Na internet

Diga: O silêncio dito e o grito calado, uma análise em três atos da trilogia da Fresno

Entre versos sussurrados e guitarras que cortam o silêncio, a Fresno construiu uma trajetória marcada pelo peso do tempo e pela arte de transformar sentimentos em som. Surgida em Porto Alegre no final dos anos 90, a banda – formada por Lucas Silveira, Vavo Mantovani e Thiago Guerra – atravessou gerações explorando a melancolia, o caos e a resiliência emocional em letras que funcionam como confissões abertas. Na trilogia Diga – Parte 1, Parte 2 e Parte Final –, lançada no álbum Eu nunca fui embora (2024), a Fresno leva essa narrativa a um novo patamar. O que poderia ser apenas um relato sobre o fim de um relacionamento se desdobra em três atos carregados de luto, aceitação e reconstrução. Uma história que não se encerra em palavras, mas se estende e ocupa o espaço entre o que se diz e o que se cala. A produção instrumental da trilogia é uma narrativa por si só, em que dedilhados suaves ao piano tecem o lamento inicial, enquanto explosões de guitarras distorcidas irrompem como gritos de revolta e desespero. Essa variação sonora é mais do que um pano de fundo: é o reflexo visceral dos altos e baixos emocionais do eu-lírico, um espelho das paisagens internas que ele atravessa. As participações pontuais surgem como vozes externas, ora como apoio, ora como confronto, intensificando o peso narrativo de cada instante. Cada capítulo dessa saga musical é como um fragmento de um espelho estilhaçado, onde as peças se encaixam apenas para mostrar uma visão incompleta, mas profundamente verdadeira, da dor e do luto. É aqui que o trabalho de escuta, tal como delineado por Cristian Dunker em O Palhaço e o Psicanalista, assume o protagonismo: escutar não é apenas um ato voltado ao outro, mas uma tarefa árdua de voltar-se para si, para o que ecoa nas cavernas mais profundas da alma. Essa escuta interna, que fere e transforma, guia o ouvinte por uma jornada intensa, onde súplicas, revoltas e aceitação coexistem como camadas de uma mesma experiência emocional. Tudo isso pulsa em consonância com as teorias freudianas sobre o luto, revelando que elaborar um trauma é um ato tanto de dor quanto de criação. Considerando que o imperativo Diga nomeia todas as partes da trilogia, será que esse que ordena banca esse lugar da escuta? Será que existem ferramentas para elaboração do que será dito? A escuta e a subjetividade: ecos de Dunker e Freud Em O Palhaço e o Psicanalista, Christian Dunker nos convida a perceber a escuta como algo que ultrapassa o simples ato de ouvir, pois implica ser atravessado pelo outro e permitir que palavras e silêncios reverberem na própria subjetividade. Seguindo essa lógica, a trilogia Diga, da Fresno, não apenas explora essa dimensão da escuta, mas também a ressignifica ao transformá-la em uma experiência musical que exige atenção plena e imersão emocional. Se a psicanálise selvagem desafia os limites da escuta analítica, poderíamos considerar essa uma forma de escuta selvagem, na qual som e significado se entrelaçam de maneira visceral? Aqui, escutar não se resume a acolher o outro, mas também exige um confronto direto com as próprias camadas, que se revelam fragmentadas, contraditórias e, por vezes, dolorosas. Freud, em Luto e Melancolia, argumenta que o luto não se encerra na mera aceitação da perda, pois demanda um trabalho ativo de desapego, no qual as pulsões, antes concentradas no objeto perdido, precisam ser deslocadas para que o sujeito possa reconstruir-se. Da mesma forma, Dunker, ao ampliar essa perspectiva, aponta que o luto também é atravessado pela escuta das vozes internas — aquelas que carregam as dores indizíveis e as verdades mais difíceis de encarar. Diga propõe uma jornada que oscila entre a dor da ausência e a necessidade de reorganizar os próprios afetos, criando, assim, um espaço onde a escuta se torna tão essencial quanto a própria enunciação. Em Diga Parte 1, essa escuta aparece como um apelo dilacerante, um grito contido que oscila entre súplica e resignação. O eu-lírico ainda está preso ao sonho, ao desejo de reconexão. Esse momento é marcado pela melancolia que Freud descreve como a fase inicial do luto: a negação da perda e a tentativa de preservar o objeto ausente no campo das memórias. Os dedilhados suaves e o piano que chora ao fundo intensificam a sensação de vazio, enquanto a voz fragilizada de Lucas ecoa como um lamento que encontra alento apenas no onírico. Diga Parte 2 já é outro cenário. A melancolia dá lugar à raiva, e o eu-lírico, que antes pedia, agora confronta. As memórias, que outrora traziam um certo consolo, tornam-se espinhos. É a fase da revolta, em que o objeto perdido não é mais idealizado, mas encarado com rancor. A música acompanha essa mudança com guitarras distorcidas e vocais incisivos, criando uma atmosfera de confronto e desgaste. Dunker diria que é aqui que a escuta se torna mais turbulenta, pois ouvir a si mesmo nesse momento é como olhar um espelho rachado — nada parece inteiro, tudo provoca. Já Diga Parte Final apresenta um ponto de ruptura definitivo. A voz feminina que surge é incisiva, cortante, quase um julgamento. Não há mais espaço para pedidos ou reconciliações. A negação, que antes era do luto, agora é do retorno. A voz feminina, ao dizer “você não vai mudar”, é o eco de um eu-lírico que finalmente se despede — não com a paz serena que se espera da aceitação, mas com o grito de uma liberdade que se conquista com dor. Aqui, Freud e Dunker se encontram: o que não é dito, o silêncio carregado, fala mais alto que qualquer palavra. A trilogia Diga não apenas narra um término; ela vive o luto. Cada etapa, cada acorde, cada pausa, reflete as nuances de um processo que é tão universal quanto íntimo. A escuta, como sugere Dunker, é o fio condutor: escutar o outro, escutar as memórias, escutar os silêncios. É um trabalho que dilacera, mas que também transforma. E assim, como em Freud, a dor da perda