Rock in Rio anuncia Migos, Offspring e CPM 22

Faltando um mês para o início da venda de ingressos, o Rock in Rio anunciou mais três atrações: Migos, The Offspring e CPM 22. No dia 4, os rappers do Migos, grupo composto pelos renomados Quavo, Offset e Takeoff, faz a estreia no Brasil e no Palco Mundo com seus hits Bad and Boujee, Walk It Talk It e Slippery. Já no dia 8 de setembro é a vez da californiana The Offspring apresentar os clássicos The Kids Aren’t Alright e Self Esteem. Por fim, o CPM22 que vai abrir a noite. A organização do Rock in Rio anunciou o início de venda de ingressos para 5 de abril, às 19h. Em resumo, nesta data, o público poderá entrar no site oficial para comprar seus ingressos. Membros do Rock in Rio Club e cliente Itaú terão pré-venda em 17 de março. Após três anos longe dos fãs, a Cidade do Rock abre seus portões dia 2 de setembro e segue sua programação pelos dias 3, 4, 8, 9, 10 e 11. Junto a estes anúncios, o festival também apresenta uma nova cenografia para o Palco Mundo, feita com aço 100% reciclado. Aliás, a estrutura será ainda maior, com mais de 100 metros de largura e altura equivalente a um prédio de 10 andares. Além de toda cenografia renovada, ele também terá efeitos especiais por meio de uma programação de luzes.
Entrevista | Spoon – “A pandemia me fez confrontar questões sombrias”

Veterana do rock alternativo dos EUA, a banda Spoon lançou recentemente o seu décimo álbum de estúdio, Lucifer On The Sofa. O disco é o primeiro desde Hot Thoughts, de 2017. Com gravações no Texas e Califórnia, Lucifer On The Sofa traz nove faixas autorais e uma releitura de Held, do Smog, que abre o álbum. Um dos membros originais do Spoon, ao lado do vocalista e guitarrista Britt Daniel, o baterista Jim Eno conversou com o Blog n’ Roll sobre o novo álbum, lembranças do Brasil, pandemia e influências na carreira. Como surgiu o título deste álbum? Qual foi a inspiração para este nome curioso? Britt escreveu a música e decidimos dar esse nome ao álbum. Não é como se eu e ele falássemos muito sobre os significados por trás das coisas. Para mim, é como se a pandemia me fez confrontar questões sombrias como mais importantes ou que vieram à tona. Sou um workaholic, consigo sempre me distrair e não ter que lidar com essas coisas, mas não tem para onde correr quando você está nesse lockdown há dois anos. Você meio que tem que olhar o que está escondido. Olho para isso como algo que você vai ter que lidar em algum momento e ele está lá sentado no sofá, te observando. Como foi o processo de gravação do álbum? Teve alguma dificuldade por causa da pandemia? Precisou adaptar algo? Sim, foi bem no meio da nossa gravação. Nós tivemos que fazer várias mudanças no cronograma. Nós tínhamos talvez três quartos do álbum finalizados, estávamos muito perto de terminar e prontos para mixar e então veio a pandemia. O que aconteceu foi que nós não conseguimos mais nos encontrar, obviamente porque era uma sala pequena e essa é uma doença transmitida pelo ar, não era seguro ficarmos juntos. Então o Britt usou seu tempo para escrever mais músicas. Então tem músicas como, obviamente, Lucifer on The Sofa, acho que Wild e Devil and Mr. Jones que não estariam no disco, sabe? Mas acho que tiveram duas vezes em que todos voariam para Austin (Texas) e tivemos que cancelar porque os números (da covid) estavam tão altos. Tivemos que pensar muito rápido, cortando coisas no último momento… Felizmente, Britt estava em Austin e ele aparecia e fazíamos algumas coisas, mas a pandemia nos afetou muito. No entanto, nós conseguimos superar! O Spoon carrega uma forte influência do rock clássico e do art rock em seus trabalhos. É algo que predomina em suas influências? Você consegue pensar em alguma influência de sua terra natal também (Texas)? Sim, eu sinto que esse disco teve muita influência do rock clássico, do começo do ZZ Top, Cheap Trick, John Lennon, Plastic Ono Band… o som de um bando de caras apenas tocando em uma sala. Esses são os discos que amamos, que crescemos ouvindo. Para nós esse é o disco que mais tentamos chegar próximo disso. Como é sua expectativa de viajar e divulgar Lucifer on the Sofa em outros países? O que significa para você fazer uma turnê com o Spoon? Nós adoramos ir para o Brasil… Nós queremos tocar para todos, sabe? E o público brasileiro é incrível, nós não vemos a hora de ir para o Brasil. Você tem alguma previsão do Spoon vir para o Brasil? Um mês ou ano? Nós definitivamente não temos um mês. Vocês terão Lollapalooza no mês que vem. Será que vai ter ou não? Tem muita incerteza ainda e acho que não conseguimos planejar se vocês ainda não sabem se os shows irão acontecer ou não, entende? Talvez no final do ano. Se tivermos o ok e estiver tudo bem, nós podemos ir e fazer funcionar. Você se lembra de alguma história curiosa da passagem de vocês pelo Brasil, em 2018? Eu lembro de uma história, mas não é muito engraçada. Nosso último show foi em São Paulo e nós terminamos muito cedo, então eu e o Gerardo, guitarrista, pensamos, vamos mudar nossos voos e voar essa noite. Então trocamos os voos, entramos na van para o aeroporto e colocamos no Google e apareceu que iríamos demorar quatro horas para fazer 24Km… Isso não pode ser verdade, eu pensei. Nós ficamos sentados na van por 4 horas, perdemos nosso voo e tivemos que ficar em um hotel de merda. E acabamos pegando exatamente o mesmo voo que iríamos pegar no dia seguinte, que havíamos cancelado. O tráfego nos ferrou (risos). Chegou a assistir algum show no momento que as regras ficaram mais brandas? Teve uma janela no ano passado, quando as pessoas começaram a se vacinar e antes da chegada da Ômicron, foram os nossos “Loucos Anos 20”, aquele período entre a Primeira e Segunda Guerra Mundial, quando todos estavam dançando, muito felizes. Em resumo, acho que essa pequena janela foi como yeah, legal… nós fizemos alguns shows, foi muito legal, todos estavam curtindo… até que veio a Ômicron e tudo voltou a fechar. Consegui ver alguns shows nesse período. Você se sente seguro para viajar com seus colegas de banda? Acho que sim… nós vamos fazer tudo que for possível na tour para tentar minimizar e não ficarmos doentes. Porque se um de nós testar positivo, temos que encerrar tudo. Então agora nós estamos comendo todos juntos, nós não permitimos ninguém nos bastidores, estamos fechando tudo para tentar ser mais seguro. É um novo modelo de fazer tour, todos estão fazendo. Não levamos a família, somos só nós mesmos. A primeira música de um álbum costuma ser o cartão de visitas de muitos artistas. O que motivou a escolher um cover do Smog (banda) para abrir? O que procuramos em uma música de abertura é aquela que vai estabelecer um tom para o álbum. Então sentimos que aquela definitivamente conseguiu isso. Tem muita conversa de estúdio antes da música começar, o que é legal e divertido. É como se te desse a sensação que estávamos na mesma sala quando gravamos, o que foi mesmo… mas também é um ritmo mais lento
Jack White lança “Hi-De-Ho”, parceria com Q-Tip (A Tribe Called Quest)

Prestes a realizar seus primeiros shows em quatro anos e embarcar em uma longa turnê com quase 60 datas pela América do Norte e Europa, intitulada Supply Chain Issues Tour, Jack White revelou uma faixa de cada um dos seus dois discos anunciados para 2022: Hi-De-Ho e Queen of the Bees. O single duplo é capitaneado pela potente Hi-De-Ho, uma canção que une rock e hip hop com participação do aclamado artista e produtor Q-Tip, do A Tribe Called Quest, junto da intimista Queen of the Bees. Enquanto a primeira faixa estará em Fear Of The Dawn, a última estará presente no disco Entering Heaven Alive. Um dos artistas mais inquietos dos últimos 25 anos e vencedor de 12 Grammys, Jack White se tornou sinônimo de um novo modelo de rockstar para o século 21 com seu projeto solo, com o The White Stripes, The Dead Weather e The Raconteurs. Guitarrista com sonoridade icônica, White une os tons do rock de garagem com o espírito do começo do blues. Suas melodias são entoadas em coro tanto nos principais festivais de música quanto em estádios esportivos como cantos de torcidas. Agora ele explora diversos tons de seu estilo próprio com dois novos trabalhos. Fear Of The Dawn, que vai ser lançado no dia 8 de abril, traz um clima mais pesado e elétrico, enquanto Entering Heaven Alive, previsto para o dia 22 de julho, trará uma atmosfera mais acústica. Fundada por White em 2001 e baseada em Detroit, a Third Man Records se consolidou como um sinônimo de inovação e bom gosto ao buscar alternativas para experiências exclusivas e analógicas em um meio digital. Os novos lançamentos de Jack White podem ser garantidos em múltiplos formatos físicos e digitais pelo selo.
A Day To Remember e Alexisonfire dividem noite na Audio, em SP; confira preços

Após confirmar apresentação da banda australiana King Gizzard & the Lizard Wizard, no dia 23 de março, no Cine Joia, o Lolla anuncia uma noite dividida pelos grupos A Day To Remember e Alexisonfire, no dia 24 de março, na Audio. Os ingressos para as Lolla Parties já estão disponíveis no site da Tickets for Fun. Eles custam entre R$ 180,00 e R$ 576,00. Criada no começo dos anos 2000, em Ocala, na Flórida, a banda americana A Day To Remember traçou uma trajetória que iniciou com uma forte cena local para, em seguida, se tornar um fenômeno global – não foram poucas as vezes que alcançou as primeiras posições das paradas com a sua mistura de metalcore com pop punk. Na passagem pelas Lolla Parties e pelo Lollapalooza Brasil, o público pode esperar por show com músicas que marcaram a carreira do grupo, além de faixas do seu trabalho mais recente, You’re Welcome (2021). Também cria dos anos 2000, embalada pela onda emo e post-hardcore, a banda canadense Alexisonfire teve os seus momentos de idas e vindas. O grupo veio ao Brasil, pela primeira vez, em 2012, em uma turnê de despedida. Restabelecido, o grupo retorna ao país com um show que contempla músicas de todos os seus discos e também dos singles mais recentes. Vale lembrar que restam poucos ingressos para o Lollapalooza Brasil, que tem shows confirmados de Foo Fighters, Miley Cyrus, The Strokes, Doja Cat, A$AP Rocky e Martin Garrix, além de Emicida, Alok, Pabllo Vittar, Gloria Groove, Djonga, Fresno, Jup do Bairro, MC Tha, Rashid e muito mais. A compra de tíquetes pode ser feita no site (com taxa) e na bilheteria oficial (sem taxa). Serviço das Lolla Parties – King Gizzard & the Lizard Wizard / A Day to Remember + Alexisonfire King Gizzard & the Lizard Wizard @ Cine JoiaData: 23 de março (quarta-feira)Endereço: Praça Carlos Gomes, 82 – Sé, São Paulo A Day To Remember e Alexisonfire @ AudioData: 24 de março (quinta-feira)Endereço: Av. Francisco Matarazzo, 694 – Barra Funda, São PauloLink de vendas e informações Confira a programação completa do Lollapalooza Brasil 2022 25 de março, sexta-feiraThe Strokes, Doja Cat, Machine Gun Kelly, Alan Walker, Chris Lake, Jack Harlow, Marina, LP, Turnstile, Caribou, The Wombats, Pabllo Vittar, Ashnikko, Matuê, 070 Shake, Jetlag, VINNE, jxdn, Beowülf, Detonautas, Edgar, Meca, Barja 26 de março, sábadoMiley Cyrus, A$AP Rocky, A Day To Remember, Alok, Alexisonfire, Alessia Cara, Deorro, Emicida, King Gizzard & the Lizard Wizard, Remi Wolf, Silva, Jão, Boombox Cartel, Chemical Surf, Terno Rei, DJ Marky, Victor Lou, Clarice Falcão, Jup do Bairro, MC Tha, Lamparina, Ashibah, Fatnotronic, WC no Beat and Kevin o Chris + Haikaiss + PK + Felp 22 + MC TH + Hyperanhas 27 de março, domingoFoo Fighters, Martin Garrix, Alesso, Jane’s Addiction, Black Pumas, Kaytranada, IDLES, Kehlani, Goldfish, Gloria Groove, Djonga, Cat Dealers, Rashid, Fresno, Marina Sena, Planta & Raiz, Lagum, Evokings, Fancy Inc, MALIFOO, menores atos, FractaLL x Rocksted Lollapalooza BrasilDias 25, 26 e 27 de março de 2022Local: Autódromo de Interlagos, Av. Sen. Teotônio Vilela, 261 – Interlagos, São PauloInformações: https://www.lollapaloozabr.com/Siga nas redes: @lollapaloozabr
Pixies divulga primeiro som inédito em dois anos; ouça Human Crime

O Pixies voltou com sua primeira música inédita desde 2020. Human Crime já está disponível nas plataformas de streaming. A faixa sucede o single de Hear Me Out (2020) e seu último álbum de estúdio, Beneath The Eyrie (2019). No novo single, o vocalista Black Francis reflete sobre um relacionamento antigo: “Passou pela sua casa/ Não havia ninguém lá/ No salão de coquetéis/ Alguém estava na sua cadeira”. A canção vem acompanhada por um videoclipe dirigido pela baixista do Pixies, Paz Lenchantin, que foi filmado nos bunkers abandonados de San Pedro e no Gold Diggers Bar de Santa Monica, em Los Angeles. “O enredo é vagamente baseado em uma ‘piada interna’ entre Charles e eu sobre sair em turnê”, explicou Lenchantin em um comunicado. “Como passamos por uma porta do nosso estado de realidade para o estado alterado de se tornar e ser um Pixie.” Em breve, o Pixies deve lançar o box Live In Brixton, uma coleção de oito discos que documenta os quatro shows de reunião esgotados do grupo que ocorreram na O2 Academy Brixton, em Londres, em junho de 2004. Antes do retorno, a banda não tocava ao vivo desde sua separação inicial em 1993. Confira o videoclipe de Human Crime
Crítica | Maere – Harakiri For The Sky

Que o mundo anda mudando muito ultimamente, não há a menor sombra de dúvida. Afinal, a cada semana que se encerra, podemos dizer que as coisas já não estão mais a mesma de sete ou oito dias atrás. Sim, é uma velocidade estonteante. No mundo do metal, não seria diferente. Novos estilos, rótulos e bandas surgem a cada momento, sempre desafiando fãs e críticos a encaixar determinado artista em algum rótulo já existente. Entre essa enxurrada de novos talentos, quem dá as caras por aqui hoje são os austríacos do Harakiri For The Sky. Trata-se de um duo formado por Matthias Solak (todos os instrumentos) e Michael Wahntraum (voz) que pratica post-black metal. Misturando influências do black metal noventista com o de bandas como Alcest, Arcturus e Wolves in The Throne Room, e mais um pouco de shoegaze, a música da dupla é densa, cheia, introspectiva, dramática, depressiva, capaz de tocar o ouvinte no fundo da alma. Mas não significa que Maere seja um álbum moroso, não é. A velocidade até que dá as caras em diversos momentos em músicas bastante longas. Para você ter uma idéia, são dez faixas em mais de uma hora e vinte de audição, e apenas uma delas possui duração inferior a seis minutos. Com letras tratando de diversos conflitos humanos, como tristeza, isolamento e suicídio, Maere é o álbum mais bem acabado do Harakiri For The Sky. Méritos para Solak, que é responsável pelas letras e composições de todo o material, sem dúvida o novo gêniozinho do metal atual. Esteja preparado para uma viagem musical que inclui dedilhados suaves, teclados, berros desesperados que soam como se fosse o último suspiro de vida de alguém isolado, baterias pesadas e uma aura de melancolia que persiste em todo o álbum. Mas, estranhamente, é uma melancolia que nos move para frente. Coisas inexplicáveis que também já aconteceram em álbuns de bandas antigas. Os destaques vão para as belíssimas And Oceans Between Us, Time is a Ghost, I, Pallbearer, Us Against December Skies (linda) e Three Empty Words, capazes de fazer qualquer um se render a essa belíssima banda. E, a ótima notícia, nós brasileiros vamos poder conferir tudo isso de perto em setembro, quando os austríacos desembarcam aqui para o festival Setembro Negro. Até lá, aproveite para conferir Maere e toda a discografia da banda. Harakiri For The Sky – Maere Ano de Lançamento: 2021Gravadora: AOP RecordsGênero: Post-Black Metal Faixas:1-I, Pallbearer2-Sing For The Damage We´ve Done3-Us Against December Skies4-I´m All About The Dusk5-Three Empty Words6-Once Upon a Winter7-And Oceans Between Us8-Silver Needle // Golden Dawn9-Time is a Ghost10-Song to Say Goodbye
Atração do Lolla, Terno Rei libera terceira prévia do álbum Gêmeos

A banda paulistana Terno Rei compartilhou Aviões, o terceiro single de seu quarto álbum Gêmeos, previsto para 9 de março pela Balaclava Records. A faixa mostra um lado mais calmo e minimalista do trabalho, em uma canção sutil de poucos elementos. A letra de Aviões, composta pelo vocalista Ale Sater, traz uma melancolia madura e se conecta com o período de isolamento vivido nos últimos dois anos, destacada em versos como “no ano mais triste de nossas vidas” ou “passaram-se os meses e tantas fitas”, numa simplicidade cheia de força na mensagem. O novo álbum do grupo, Gêmeos, sucede o aclamado Violeta de 2019 e foi gravado em Curitiba no Nico’s Studio, com mixagem e masterização por Nico Braganholo, produzido por Amadeus De Marchi, Gustavo Schirmer e Janluska. Anteriormente, a banda revelou outros dois singles: Difícil e Dias de Juventude, lançadas em janeiro e fevereiro, respectivamente. Ambas as canções estarão no novo álbum do Terno Rei, Gêmeos. Terno Rei é formada por Ale Sater, Bruno Paschoal, Greg Maya e Luis Cardoso. O grupo prepara sua turnê de lançamento do novo trabalho e é atração confirmada em 25 de março na programação do festival Lollapalooza Brasil. Ouça abaixo o single Aviões
Fresno retorna a Santos com turnê ‘Vou Ter Que Me Virar’

Uma das turnês nacionais mais aguardadas do ano virá a Santos. A Vou Ter Que Me Virar, da Fresno, chega ao Arena Club, em 9 de abril. Os ingressos já estão à venda e custam entre R$ 40,00 (pista/meia) e R$ 160,00 (mezanino/inteira). Atração do Lollapalooza, no fim deste mês, a Fresno anunciou, até o momento, datas em Porto Alegre (23 de abril), Belo Horizonte (13 de maio), Rio de Janeiro (28 de maio), São Paulo (4 e 5 de junho) e Curitiba (9 de julho). Com uma linguagem totalmente diferente da já conhecida pelos fãs, a Fresno surgiu recentemente com o lançamento do nono álbum de carreira. Chamado de Vou Ter Que Me Virar, o disco conta com 11 canções e três participações especiais. O novo projeto mescla letras que são um verdadeiro desabafo, a uma sonoridade mais eletrônica e pop. E não somente as músicas tiveram alterações. É perceptível uma mudança na linguagem visual da Fresno também. A capa do álbum e os videoclipes de Vou Ter Que Me Virar e Já Faz Tanto Tempo feat. Lulu Santos, têm o intuito de trazer esperança para o público e uma roupagem menos datada para o projeto. Sobre Vou Ter Que Me Virar Em entrevista recente ao Blog n’ Roll, o vocalista Lucas Silveira comentou as mudanças na banda. “Apesar de sermos velhos (risos), somos muito modernos no sentido de saber produzir à distância e embora sejamos uma banda, tratamos cada música e cada disco como uma criação musical diferente, que nós, enquanto um grupo de pessoas que decide por fazer um novo trabalho, fazemos a obra em conjunto”. Aliás, após o lançamento do álbum, a Fresno também revelou um compilado de remixes de Vou Ter Que Me Virar. “O remix mostra realmente os limites de onde dá pra chegar com uma música nossa, neles somos mais arriscados”, reflete o vocalista. Depois das muitas versões que o disco Vou Ter Que Me Virar – lançado em novembro de 2021 – teve nas mãos dos próprios integrantes, agora, o álbum recebe novos desdobramentos com o primeiro compilado de remixes.
Phoebe Bridgers cancela show no Lollapalooza Brasil

O Lollapalooza Brasil anunciou nesta quarta-feira (2) o cancelamento do show de Phoebe Bridgers, três semanas antes do festival. “Pessoal, devido a um imprevisto de última hora, a cantora Phoebe Bridgers precisou cancelar todas as suas apresentações na América do Sul, incluindo o seu show no domingo, dia 27/03, no Lollapalooza Brasil”, diz publicação da produção. “Estamos muito tristes, mas esperamos por ela em uma próxima edição.” Por enquanto, o substituto ainda não foi anunciado. Na edição argentina, que acontece entre os dias 18 e 20 de março, a espanhola Lola Índigo foi anunciada no lugar de de Phoebe Bridgers. O Lollapalooza Brasil vai acontecer nos dias 25, 26 e 27 deste mês no Autódromo de Interlagos, em São Paulo. Nomes como Miley Cyrus, The Strokes, Foo Fighters e Machine Gun Kelly estão confirmados no festival.