Lolla Parties: King Gizzard & the Lizard Wizard confirma show solo em São Paulo

A banda australiana King Gizzard & the Lizard Wizard é a primeira atração confirmada para as Lolla Parties. No dia 23 de março, o grupo leva o seu rock psicodélico para o palco do Cine Joia, em São Paulo. Os ingressos já estão disponíveis no site da Tickets For Fun. Formada em 2011, em Melbourne, na Austrália, a banda King Gizzard & the Lizard Wizard é conhecida por explorar sonoridades de uma forma sem limites. Não à toa, o grupo é, muitas vezes, comparado aos representantes da música psicodélica dos anos 1960/70. Com experimentações que evocam o rock dos primeiros trabalhos de Frank Zappa, à frente do grupo Mothers of Invention, King Gizzard & the Lizard Wizard mantém uma personalidade própria (e inventiva) que se estende por uma longa discografia. Gravado na casa dos integrantes, durante a pandemia, o álbum “Butterfly 3000” é o mais recente lançamento da banda. Vale lembrar que restam poucos ingressos para o Lollapalooza Brasil, que tem shows confirmados de Foo Fighters, Miley Cyrus, The Strokes, Doja Cat, A$AP Rocky e Martin Garrix, além de Emicida, Alok, Pabllo Vittar, Gloria Groove, Djonga, Fresno, Jup do Bairro, MC Tha, Rashid e muito mais. A compra de tíquetes pode ser feita no site (com taxa) e na bilheteria oficial (sem taxa). Serviço: King Gizzard & the Lizard Wizard @ Cine Joia Data: 23 de março (quarta-feira) Endereço: Praça Carlos Gomes, 82 – Sé, São Paulo Início de vendas: 22 de fevereiro Valor: R$ 360 (meia R$ 180) Link de vendas e informações

Entrevista | Alfie Templeman – “Minha música é muito real time”

A sensação da música britânica Alfie Templeman, de 19 anos, lançará seu álbum de estreia, Mellow Moon, em 27 de maio, pela Chess Club Records/AWAL. O single mais recente da fase de divulgação desse trabalho é Broken, que veio acompanhado de um videoclipe dirigido por Jack Turner. “É um hino para pessoas da minha idade, todas as oscilações de ser adolescente e descobrir a si mesmo. É sobre perceber que analisar a si mesmo é uma parte importante do crescimento”, comentou o músico. Alfie Templeman embarcará em uma turnê no Reino Unido nos próximos meses – com o apoio da colega de gravadora Pixey – que inclui shows esgotados em Manchester, Bristol, Brighton. Em conversa com o Blog n’ Roll, Alfie Templeman conversou sobre a expectativa para o lançamento do álbum, processo de gravação e Brasil. Confira abaixo. Como está a expectativa para o lançamento de Mellow Moon? Eu estou muito animado em ver o quanto as pessoas ficarão surpresas com o álbum porque é tão diferente do que já fiz. Acho que a expectativa das pessoas até agora é que eu faça um álbum pop. Mas acho que eles ficarão totalmente surpresos com os diferentes lados que não tinha explorado antes, diferentes sons. Estou muito animado! Como foi o processo de gravação? Começou em 2020, após a pandemia. Estava fazendo demos instrumentais e músicas das quais eu estava bem animado com o som delas. Aí a pandemia veio e fiquei sem inspiração, não conseguia fazer nada. No final do ano, acabei eventualmente fazendo mais algumas músicas e comecei a escrever as letras… Quando comecei a sair e ver as coisas de novo, no início de 2021, foi quando as letras começaram a casar com as músicas e tudo começou a se juntar. E eu tinha esses diferentes sons que faziam muito sentido para mim de maneiras diferentes. Foi como a tracklist do álbum surgiu. Eu o gravei praticamente todo em casa. Fui em alguns estúdios para gravar algumas coisas com o Will Bloomfield e Justin Young (The Vaccines)… Acho que no total seis pessoas ajudaram, o que não é muita gente para um álbum. A maior parte fiz sozinho, escrevi todas as letras e as produzi, apenas com uma ajuda em algumas partes. Na maior parte do tempo estava fazendo as coisas em casa. O que procurou levar de influência e inspiração para o seu trabalho novo? O melhor é falar por décadas. Dos anos 1960, trouxe influências de Beatles, Zombies e Rolling Stones. Dos anos 1970, as batidas do Led Zepellin e Free, além de músicas do Fleetwood Mac. Dos anos 1980, Michael Jackson, Quincy Jones, Nile Rodgers também. Ele teve uma influência muito forte nisto. Phil Collins e tudo isso, claro. E também muita influência indie como Steve Lacy, até de pessoas como Ambush? Norah Jones, Jamiroquai… Então é uma mistura maciça de diferentes estilos que se juntaram para isso. Você acredita que levar oscilações de Alfie Templeman como jovem para as canções pode ajudar pessoas da mesma idade que sofrem com ansiedade e depressão, por exemplo? Sim, definitivamente acredito. Minha música é muito “real time”… Então se me sinto de um jeito, vou falar como é quando acontecer. Acho que as pessoas realmente gostam disso, dessa honestidade. E pode ajudar as pessoas a lidar com os sentimentos, as oscilações e altos e baixos delas. Acho que o distanciamento ajudou a limpar minha mente. Acho que todo mundo teve tempo de entender os próprios problemas. Isso foi o que me ajudou a escrever as músicas. Você fez uma tour pela América do Norte e agora divulgará seu novo trabalho com uma série de shows na Europa e Reino Unido. Como está sua expectativa? O que os fãs podem esperar desses shows? Shows ao vivo não são mais comuns desde a internet porque muita gente escolhe não fazer.. porque não precisa fazer. Por isso muita gente acha que a música ao vivo é automaticamente a mesma da gravação feita em um estúdio. Mas tem muito trabalho envolvido para fazer justiça a isso. Também é sobre se divertir, as pessoas sabem que… por sorte nós temos aquele tipo de público que sabe que vamos fazer graça. Nós ainda fazemos covers no palco e jams bestas, além de coisas estúpidas. As pessoas sabem que somos este tipo de banda. Também é muito difícil porque tem um certo nível musical que você precisa alcançar toda noite. Realmente curto, mas é um desafio. Tem muita coisa rolando no meu álbum para apenas quatro pessoas no palco, é uma grande tarefa. Mas nós resolvemos como fazer isso, é muito trabalho envolvido, mas vale a pena. Por falar em shows, você pensa em trazer sua turnê ao Brasil também? Você já esteve no Brasil? Sim, com certeza! Ainda estamos planejando isso, mas queremos fazer uma tour adequada pela América Latina. Nunca fui ao Brasil, mas eu quero. O que vem a cabeça quando pensa no País? Com certeza penso em futebol. Futebol todo dia, o que é muito incrível. Eu nem curto tanto futebol assim, mas sei que é outro nível. Também tem praias lindas, a vida selvagem. ***Entrevista e tradução: Isabela Amorim

Fresno lança VTQMV RMXS 01, compilado de remixes do Vou Ter que Me Virar

Músicas remixadas não são novidade na trajetória da Fresno. Lucas Silveira (vocal e guitarra), Gustavo Mantovani (guitarra) e Thiago Guerra (bateria) encontraram nesse formato uma maneira de explorar possibilidades e de ter a liberdade sonora como algo presente em seu trabalho, o que ganhou ainda mais força desde o lançamento da playlist INVentário. O EP VTQMV RMXS 01 é o novo capítulo dessa trajetória. “O remix mostra realmente os limites de onde dá pra chegar com uma música nossa, neles somos mais arriscados”, reflete o vocalista. Depois das muitas versões que o disco Vou Ter Que Me Virar – lançado em novembro de 2021 – teve nas mãos dos próprios integrantes, agora, o álbum recebe novos desdobramentos com o primeiro compilado de remixes. O EP VTQMV RMXS 01, que conta com a faixa-título e Já Faz Tanto Tempo na tracklist, chegou nesta segunda (21), nas plataformas de streaming. Nesse volume, Já Faz Tanto Tempo, canção em parceria com Lulu Santos, mergulha no universo do hyperpop com adieu, produtor que já colaborou com a banda em INV001: 12 WORDS 30000 STONES. “Desde o começo eu queria fazer uma parada que soasse bem divertida, e colocar o Lulu num instrumental no pique do duo estadunidense 100 Gecs e ainda com direito a um sample da vinheta do Ratinho foi uma chance única”, conta adieu. Já Vou Ter Que Me Virar, com produção de Mu540, incorpora batidas de funk misturadas ao psy trance. “Acredito que, hoje em dia, os estilos conversam muito mais e a música eletrônica não é só para pista de dança. Ela também pertence a outros lugares. É tudo música e todo mundo escuta de tudo”, reflete Silveira. Escolhas para VTQMV RMXS 01 Como acompanha as movimentações da cena, a escolha dos nomes para compor o VTQMV RMXS 01 foi algo orgânico para Lucas, mas, um ponto importante para ele, é que os remixes sejam feitos por pessoas que gostam do trio. “Eu só apoio a fazer quem curte a Fresno, porque é um negócio que a galera faz com amor, com um sentimento de ser massa remixar a banda, não vou dar espaço para alguém que não se identifica com a gente”, declara o cantor. “Assim, a gente faz o nosso som chegar em novos lugares e também conseguimos mostrar talentos que curtimos”, finaliza. Turnê A Fresno anunciou, recentemente, o retorno aos palcos com a turnê do disco Vou Ter Que Me Virar. Até o momento, já tem como datas confirmadas: 27 de março, no Lollapalooza Brasil, em São Paulo; 23 de abril, em Porto Alegre; 13 de maio, em Belo Horizonte; 28 de maio, no Rio de Janeiro; 4 de junho, de volta à capital paulista, com ingressos esgotados; e 9 de julho, em Curitiba.

McFly faz seis shows no Brasil em maio; confira preços e locais

A banda britânica McFly está de volta ao Brasil! Após dez anos, Tom, Danny, Dougie e Harry incluíram o Brasil em sua tão esperada turnê de 2022. McFly tocará em seis cidades em maio: no dia 18 no Espaço das Américas (São Paulo); dia 19 no Live Curitiba (Curitiba); 21 de maio no Expominas (Belo Horizonte); dia 22 no Pepsi on Stage (Porto Alegre); dia 24 na Arena Eurobike (Ribeirão Preto) e a turnê brasileira termina no dia 26 de maio no Rio de Janeiro na Qualistage. A venda de ingressos começa na próxima quarta-feira (23), ao meio-dia. Mais detalhes serão divulgados em breve. Em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Porto Alegre os ingressos poderão ser adquiridos no site Tickets For Fun. Para os show de Curitiba, os ingressos estarão disponíveis no site Eventim e para o show de Ribeirão Preto pelo site Alphatickets. Os shows de São Paulo, Belo Horizonte, Porto Alegre e Rio são produzidos pela Time For Fun (T4F). É importante ressaltar que todos os ingressos adquiridos anteriormente para os shows que seriam realizados em 2020 serão honrados na data remarcada, ainda são válidos e nenhuma ação adicional é necessária. Para acomodar todas as novas datas, a data em Uberlândia teve que ser cancelada. Consulte o seu ponto de compra para mais informações. O anúncio do retorno do McFly ao Brasil vem logo após o lançamento de The Lost Songs, um álbum de músicas inéditas e não divulgadas dos arquivos da banda. Como forma de agradecer aos fãs por apoiá-los com tanto entusiasmo ao longo dos anos, a banda lançou essas faixas em todas as principais plataformas de streaming. Cada faixa é acompanhada por um vídeo do YouTube, em que há informações sobre o processo de composição e gravação da música. The Lost Songs é tudo o que os fãs estavam pedindo durante os últimos anos para ouvir. É o clássico McFly que está disponível gratuitamente para todos os milhares de fãs em todo o mundo.

White Lies compartilha seu sexto álbum As I Try Not To Fall Apart

O White Lies lançou seu sexto álbum As I Try Not To Fall Apart, via [PIAS]. Gravado nos estúdios Sleeper e Assault & Battery, no Oeste de Londres, o disco conta com o colaborador de longa data Ed Buller, que trabalhou na maioria dos álbuns da banda, incluindo sua estreia, To Lose My Life… As I Try Not To Fall Apart é o álbum mais expansivo do White Lies até agora, incluindo rock explosivo, sons electro-pop, invenção de inspiração progressiva, grooves com toques de funk e alguns de seus melhores ganchos até agora. Ao longo do álbum, a banda combina seu amor por pop e progressivo – a abertura Am I Really Going To Die apresenta uma letra ruminativa sobre a mortalidade, inspirada no filme Ivans Xtcde 2000, e é uma das coisas mais funk que eles já fizeram, com guitarras chiques e uma construção ágil de baixo sob os vocais rápidos de McVeigh. “Eu e Charles somos grandes fãs de progressão”, diz McVeigh. A faixa-título, por sua vez, é uma joia pop eufórica. “Essa é uma música muito importante para nós”, diz Lawrence-Brown. “Acho que vai definir o que é o próximo capítulo. É a coisa mais pop que já fizemos”. A batida barulhenta de I Don’t Want To Go To Mars foi inspirada por Elon Musk e a corrida espacial bilionária, e Blue Drift combina grooves de acid-house com produção dos anos 80. Há uma mudança de marcha sônica com The End, que soa como uma música atmosférica do The Cure sendo enviada ao espaço, e There Is No Cure For It – liricamente, uma sequência para a abertura – termina o álbum em alta.

Crítica | Melanie C no O2 Shepherd’s Bush, em Londres

Na noite da última quarta-feira (16), na O2 Shepherd’s Bush, em Londres, Melanie C fez uma apresentação calorosa, energética e cheia de paixão. A base do show da ex-Spice Girls foi o álbum homônimo, lançado em setembro passado, o sétimo da carreira solo. Atravessando o palco, a ex-Spice Girl oferece um mix pop de sucessos do passado para uma sua fanbase. Sem delongas, no palco apenas dois músicos (tecladista e baterista) e três telões davam toda a base para Melanie C dançar e cantar sem parar. O ritmo alucinante de Who I Am e Blame it On Me deixaram a abertura digna de um workout. O “team sporty” era imenso, com sorriso estampado no rosto. Aliás, ela disse o quanto estava feliz por aquele momento estar acontecendo e sem pausa. Good Enough fechou a trinca de abertura, todas do último álbum. Logo depois, voltando no tempo, o clássico Never be the Same Again foi revisitado e cantado uníssono pelo público. Goin’ Down, Northern Star e a belíssima versão de When You’re Gone, de Bryan Adams, pontuaram o set basicamente feito em cima do último álbum. No entanto, um dos pontos mais altos do show foi quando ela perguntou se tinha algum fã das Spice Girls na casa… 2 Become 1 e Who Do You Think You Are coroaram a apresentação impecável dela. Por fim, para fechar a noite, o clássico I Turn to You e um emocionado agradecimento a todos que foram e prestigiaram o show.

Lollapalooza inicia o envio de pulseiras e também libera a retirada presencial em SP

O Lollapalooza Brasil está chegando e, a cada ano, o público tem uma experiência mais confortável dentro do evento, marcado para os dias 25, 26 e 27 de março, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo. As pulseiras Lolla Cashless são uma das comodidades que se tornaram queridinhas entre os fãs do festival. De sábado (19) a 24 de março, quem comprou a pulseira com a opção de retirada, poderá garantir a sua no Shopping Cidade São Paulo ou no Shopping D, localizados na capital paulista. As pulseiras também já estão sendo enviadas para aqueles que escolheram recebê-las em casa – estas serão encaminhadas para o endereço selecionado no ato da compra. Com as pulseiras Lolla Cashless em mãos, o público poderá fazer o registro da pulseira a partir da próxima terça-feira (22), pelo site. Ao registrar a pulseira e criar uma conta, o público terá a oportunidade de carregá-la com créditos para consumir itens dentro do Lollapalooza Brasil 2022 com facilidade e segurança. Além disso, a Lolla Cashless fornece outros benefícios, como a verificação dos recibos eletrônicos das compras e o recebimento de informações em tempo real sobre o saldo disponível. Quem recebeu as pulseiras para edição de 2020, poderá utilizá-las normalmente, já que elas seguem válidas para o evento de 2022 (e foram atualizadas pelo sistema automaticamente). Para retirar a Lolla Cashless nos pontos presenciais, será necessário apresentar documento com foto, voucher de compra impresso e o cartão utilizado. Vale lembrar que restam poucos ingressos para o Lollapalooza Brasil, que tem shows confirmados de Foo Fighters, Miley Cyrus, The Strokes, Doja Cat, A$AP Rocky e Martin Garrix, além de Emicida, Alok, Pabllo Vittar, Gloria Groove, Djonga, Fresno, Jup do Bairro, MC Tha, Rashid e muito mais. A compra de tíquetes pode ser feita no site (com taxa) e na bilheteria oficial (sem taxa). Será obrigatório o uso de máscara dentro do Autódromo de Interlagos, sendo que a retirada só será permitida para o consumo de alimentos e de bebidas. Por fim, o Lollapalooza Brasil informa que está em contato constante com os órgãos oficiais de saúde e de segurança pública e seguirá as recomendações vigentes no momento de sua realização. Confira os Pontos de Troca das pulseiras do Lollapalooza Brasil 2022 A trocas ocorrerão do dia 19 de fevereiro a 24 de março nos seguintes locais: Shopping Cidade São PauloAv. Paulista, 1230 – Bela Vista – São Paulo4º andar – Espaço de Eventos em frente ao cinemaHorário de funcionamentoSegunda à sábado – 10h às 22hDomingos e feriados – 14h às 20h Shopping DAv. Cruzeiro do Sul, 1100 – Canindé – São Paulo1º andar – Loja 1060Horário de funcionamentoSegunda à sábado – 10h às 22hDomingos e feriados – 14h às 20h Confira a programação completa do Lollapalooza Brasil 2022 25 de março, sexta-feiraThe Strokes, Doja Cat, Machine Gun Kelly, Alan Walker, Chris Lake, Jack Harlow, Marina, LP, Turnstile, Caribou, The Wombats, Pabllo Vittar, Ashnikko, Matuê, 070 Shake, Jetlag, VINNE, jxdn, Beowülf, Detonautas, Edgar, Meca, Barja 26 de março, sábadoMiley Cyrus, A$AP Rocky, A Day To Remember, Alok, Alexisonfire, Alessia Cara, Deorro, Emicida, King Gizzard & the Lizard Wizard, Remi Wolf, Silva, Jão, Boombox Cartel, Chemical Surf, Terno Rei, DJ Marky, Victor Lou, Clarice Falcão, Jup do Bairro, MC Tha, Lamparina, Ashibah, Fatnotronic, WC no Beat and Kevin o Chris + Haikaiss + PK + Felp 22 + MC TH + Hyperanhas 27 de março, domingoFoo Fighters, Martin Garrix, Alesso, Jane’s Addiction, Black Pumas, Kaytranada, Phoebe Bridgers, IDLES, Kehlani, Goldfish, Gloria Groove, Djonga, Cat Dealers, Rashid, Fresno, Marina Sena, Planta & Raiz, Lagum, Evokings, Fancy Inc, MALIFOO, menores atos, FractaLL x Rocksted Lollapalooza BrasilDias 25, 26 e 27 de março de 2022Local: Autódromo de Interlagos, Av. Sen. Teotônio Vilela, 261 – Interlagos, São PauloInformaçõesSiga nas redes: @lollapaloozabr

Duda Raupp com Nill e Cristal em O Plano é Não Voltar Pra Casa

Duda Raupp já comprovou que entende quando o assunto é ritmo, melodia e harmonia. E mais uma vez, o produtor e beatmaker mostra a sua especialidade com O Plano É Não Voltar Pra Casa, convidando para aprimorar a obra Cristal e Nill. O single começou a ser criado quando Duda Raupp participou da edição do Clube da Costura – evento virtual de produtores e beatmakers – e apresentou o beat onde utilizou um sample. Logo que a ideia em transformá-lo em música veio à tona, Raupp substituiu o sample com uma nova criação usando suas próprias teclas e vozes. “É bem especial para mim que uma produção que veio desse evento se tornou uma música, pois eu ajudei a organizar o Clube do início, e tem sido uma fonte de inspiração e conexão com a música nesses tempos pandêmicos”, conta o produtor. Para a alegria dos fãs de rap nacional, faz um tempo que Duda acompanha e admira os trabalhos de Nill e Cristal. Já imaginava o feat dos rappers em seu trabalho quando converteu o beat em canção e não perdeu a oportunidade da parceria com a Foco na Missão para conseguir o contato dos cantores. “Esse convite foi muito inusitado na verdade, o Rashid me apresentou o trabalho do Duda e me convidou pra colaborar com ele, eu particularmente não faço música com pessoas q não conheço, mas ali foi um convite especial de um cara que eu admiro, e em seguida conheci o Duda que é um moleque 100% e muito talentoso, por isso a musica fluiu facilmente, em seguida já conversamos em colaborar mais vezes, inclusive a ideia de chamar a Cristal foi sensacional também, nós dois não tínhamos musica juntos ainda e casou muito a vibe de nos três!”, relata Nill. “Quem fez a ponte para esse projeto do Duda foi o Rashid, e achei muito massa que o Nill já estava no projeto, um artista que escuto muito e já queria trabalhar junto! O Duda foi demais, a sessão foi tão leve e tão fluída, estávamos na mesma vibe, fomos trocando e acrescentando ideias e ficou um trabalho lindo, uma música linda de se sentir, de relaxar, de fechar os olhos e poder imaginá-la”, completa Cristal. Cristal é referência na cena de Porto Alegre, que é a cidade de Duda, o que possibilitou os dois se conhecerem no estúdio. Já Nill é de São Paulo. A união das regiões Sul e Sudeste resultou no single que mistura Rap, R&B e Neo Soul. As vozes acompanham o som da batida com a leveza instrumental enquanto contam sobre um encontro e desencontro numa noite estrelada com O Plano É Não Voltar Pra Casa.

Jack White antecipa disco com single e clipe Fear Of The Dawn

Prestes a embarcar em longa turnê com quase 60 datas para a América do Norte e Europa, Jack White lançou a enérgica Fear Of The Dawn, que ganhou clipe dirigido pelo próprio artista. A faixa dá título ao álbum que vai ser lançado em 8 de abril e contará com a já revelada Taking Me Back. O artista também se prepara para divulgar outro álbum, Entering Heaven Alive, em 22 de julho, com as já disponíveis Taking Me Back (Gently) e Love is Selfish. Esse é um lançamento da Third Man Records. Um dos artistas mais inquietos dos últimos 25 anos e vencedor de 12 Grammys, Jack White se tornou sinônimo de um novo modelo de rockstar para o século 21 com seu projeto solo, com o The White Stripes, The Dead Weather e The Raconteurs. Guitarrista com sonoridade icônica, White une os tons do rock de garagem com o espírito do começo do blues. Suas melodias são entoadas em coro tanto nos principais festivais de música quanto em estádios esportivos como cantos de torcidas. FEAR OF THE DAWN (Third Man Records)Lançamento: 08/04/2022 Tracklist TAKING ME BACK FEAR OF THE DAWN THE WHITE RAVEN HI-DE-HO (W/ Q-TIP) EOSOPHOBIA INTO THE TWILIGHT DUSK WHAT’S THE TRICK? THAT WAS THEN (THIS IS NOW) EOSOPHOBIA (REPRISE) MORNING, NOON AND NIGHT SHEDDING MY VELVET