Volbeat anuncia novo álbum e solta terceira faixa: Shotgun Blues

A espera finalmente acabou! A banda dinamarquesa Volbeat acaba de anunciar o lançamento de seu oitavo álbum de estúdio, Servant Of The Mind, pela Universal Music, em 3 de dezembro. Junto com o anúncio, a banda lançou Shotgun Blues, faixa em que Poulsen explora os eventos fantasmagóricos que experimentou ao se mudar para nova casa. O disco traz a banda em sua formação atual, com Michael Poulsen (guitarra/voz), Jon Larsen (bateria), Rob Caggiano (guitarra) e Kaspar Boye Larsen (baixo), que tomam de assalto seus fãs com seu metal pesado característico, psychobillyandpunk ‘n’ roll. As músicas soam bem ao mesmo tempo que mostram a grande habilidade de Poulsen para escrever canções e contar histórias. “Escrevi o álbum inteiro em três meses. Eu estava em um bom lugar, bem-humorado enquanto estava em casa e tinha uma audiência cativa para mim… Há muitas das características da banda nesse trabalho. Se você voltar ao primeiro álbum e compará-lo com o que temos agora, você pode ouvir como a banda desenvolveu seu estilo, mas mantendo o som característico”, relembra Poulsen. Em resumo, Shotgun Blues é a terceira faixa revelada do novo álbum. Anteriormente, os dinamarqueses divulgaram Wait A Minute My Girl e Dagen For.

Elton John e Charlie Puth cantam juntos em última prévia de “The Lockdown Sessions”

Elton John e Charlie Puth acabaram de revelar After All, a última música apresentada antes do lançamento do novo álbum de Elton, The Lockdown Sessions. After All mostra um lado muito diferente deste multifacetado álbum, pois a canção foi feita em torno de um piano elétrico que embala suavemente junto com instrumentos de corda e os vocais de Elton e Charlie, que se combinam com sutileza e poder. Esta clássica e comovente balada se destaca como uma adição valiosa ao cânone de grandes canções de Elton. O disco The Lockdown Sessions é uma coleção de colaborações gravadas remotamente nos últimos 18 meses, um conjunto incrivelmente diversificado de 16 faixas que celebram a união, no qual Elton colabora com uma gama incomparável de artistas que só ele poderia reunir. Aliás, o disco já está disponível para pré-venda e chega às plataformas digitais em 22 de outubro. Anteriormente, o astro disponibilizou Cold Heart with Dua Lipa (PNAU Remix).

Allen Key estreia com o álbum The Last Rhino

O quinteto hard n’ heavy Allen Key lançou nesta sexta-feira (24) o tão aguardado disco de estreia, The Last Rhino. O álbum chega às plataformas de streaming pelo selo Canil Records. Produzido, mixado e masterizado por Wagner Meirinho no estúdio Loudfactory, na capital paulista, The Last Rhino contém oito músicas com peso e melodias versáteis e cativantes, além do vocal potente e de timbre único de Karina Menascé. A vocalista é quem escreveu todas as músicas. “São a minha realidade. Basta ler as letras da Allen Key para entender um pouco da minha vida. É meu diário”, revela Karina. As faixas de The Last Rhino foram compostas em diversos momentos da Allen Key, algumas desde quando eram apenas Karina e o guitarrista Victor Anselmo da atual formação, além de outras que ganharam novos contornos com a entrada de Pedro Fornari (guitarra) Felipe Bonomo (bateria) e William Moura (baixo). As músicas se conectam e são repletas de texturas e elementos que potencializam a audição como um todo, da primeira à última faixa. Tem muito peso, são densas, mas também tem faixas que apostam em melodias e arranjos acessíveis, que beiram o pop, com piano e até orquestrações. Mas é nas guitarras distorcidas e na bateria bem trabalhada, além do baixo preciso, enfim, com um instrumental cheio, que a Allen Key mostra porque é uma das bandas sensações da música pesada nacional. “Nossa música tem muita coisa acontecendo ao mesmo tempo, mas tudo com lógica, que dá precisão e pontualidade à composição. Queremos que todos os públicos escutem a Allen Key”, explica Karina.

The Darkness libera Jussy’s Girl, single de Motorheart

A banda The Darkness lançou o single Jussy’s Girl, música mais recente de seu próximo álbum Motorheart, previsto para 19 de novembro. Jussy’s Girl é sensível como uma pedra caindo. Ela exala extravagância do rock n’ roll com enormes riffs influenciados pelos anos 1980. O clipe apresenta Justin Hawkins como um motoqueiro vestido de couro, viajando através de uma máquina do tempo de cabine telefônica para os velhos e bons tempos dos filmes mudos em preto e branco, para um mistério de assassinato nefasto, estrelado por seus companheiros musicais em um estilo nunca antes visto. Sobre o single, Justin diz: “Jussy’s Girl é uma música sobre os desejos não correspondidos da carne e do coração. Embora alguém possa argumentar que os corações são feitos da mesma matéria que a carne. Você sabe o que quero dizer. É sobre um desejo indescritível, mas soa como um cara andando em seus 501s em um dia ensolarado. Triste, mas também despreocupado. Sonoramente, estávamos buscando algo entre Def Leppard e Billy Ocean. Bem, eu estava. Há um helicóptero nele e um solo de guitarra incrível. O que mais você poderia pedir?” Lançado em uma ampla variedade de formatos, incluindo versões padrão e deluxe, Motorheart ficará disponível tanto digitalmente quanto fisicamente. Há um álbum de vinil preto pesado, LPs coloridos de edição limitada, e uma versão em cassete à moda antiga. TracklistWelcome Tae GlasgaeIt’s Love, JimMotorheartThe Power And The Glory Of LoveJussy’s GirlSticky SituationsNobody Can See Me CryEastboundSpeed Of The Nite TimeYou Don’t Have To Be Crazy About Me… But It Helps*It’s A Love Thang (You Wouldn’t Understand)*So Long* *Faixas bônus deluxe Datas da turnê Motorheart 2021/2022 Novembro 17 – Brighton Dome, Brighton19 – Winter Gardens, Margate20 – O2 Academy, Bournemouth21 – Cliffs Pavillion, Southend23 – UEA, Norwich24 – Corn Exchange, Cambridge26 – The Hexagon, Reading27 – The Great Hall, Cardiff29 – The Great Hall, Exeter30 – G Live, Guilford Dezembro 2 – O2 Academy, Liverpool3 – Academy, Manchester4 – Bonus Arena, Hull6 – The Victoria, Stoke-on-Trent7 – O2 Academy, Bristol9 – Barrowlands, Glasgow10 – O2 Academy, Newcastle11 – O2 Academy, Leeds13 – Rock City, Nottingham14 – O2 Academy, Birmingham16 – O2 Shepherds Bush Empire, London17 – O2 Shepherds Bush Empire, London Janeiro 13 – Belgium, Antwerp Trix14 – France, Paris, Trianon15 – France, Toulouse, Metronum17 – Spain, Zaragoza, Teatro Esquinas18 – Spain, Bilbao, Santana Z720 – Portugal, Lisbon, Capitol21 – Spain, Madrid, Riviera22 – Spain, Barcelona, Apollo24 – France, Lyon, Ninkasi25 – Switzerland, Solothurn, Kofmehl27 – Italy, Milan, Alcatraz28 – Italy, Bologna, Estragon29 – Italy, Padova, Padova Hall31 – Austria, Vienna, Simm City Fevereiro 1 – Germany, Munich, BackstageWerk2 – Germany, Berlin, Huxleys4 – Denmark, Copenhagen, Amager Bio5 – Sweden Stockholm, Vasateatern6 – Sweden, Gothenburg, Tyrol9 – Germany, Hamburg, Markhalle10 – Germany, Cologne, LMH11 – Holland, Amsterdam, Paradiso12 – Germany, Frankfurt, Batschkapp

Guns N’ Roses revela segundo single inédito em dois meses: Hard Skool

O Guns N’ Roses segue disposto a mostrar que a produção está a todo vapor. Depois de divulgar Absuяd, a banda lançou Hard Skool nesta sexta-feira (24). Em resumo, é o segundo single de Axl, Slash e Duff em dois meses. Aliás, Hard Skool foi gravada originalmente durante a turnê do álbum Chinese Democracy (2001). No entanto, originalmente ela se chamava Jackie Chan. Tão pesada como Absuяd, ela tem um refrão mais marcante, característica da banda desde os anos 1980. Nas redes sociais há um rumor que o Guns N’ Roses lançará um novo EP, com seis músicas, no dia 1 de outubro. Inclusive já há até tracklist rolando por aí. Contudo, o grupo não confirma essa informação. Por fim, o rumor indica que além de Hard Skool e Absuяd, o EP trará as seguintes faixas: Wichita Lineman, Black Hole Sun, The Seeker e Bennie & The Jets.

Criolo lança música manifesto em homenagem à irmã, em nova parceria com Tropkillaz

O cantor Criolo lançou nesta quinta-feira (23), Cleane, parceria com Tropkillaz e uma homenagem à irmã, que faleceu em decorrência da covid-19 esse ano. Com direção de Helder Fruteira, o clipe foi concebido em forma de manifesto, com alguns importantes e representativos signos para as sequências. Em resumo, as críticas, menções e homenagens estão muito contidas no elenco, nas performances, na cenografia e na fotografia. Toda a equipe estava alinhada no propósito comum desse projeto: construir um filme que fosse potente e trouxesse a revolta e indignação pelo momento caótico que o Brasil passa, mas que também trouxesse poesia e esperança, uma das formas que temos para atravessar esse momento tão denso. Todas as gravações seguiram os protocolos de segurança para o combate à covid-19. As performances dos bailarinos entram como representações dos sentimentos e imaginário de Criolo. Os movimentos se conectam com a ideia de abordar expressividades diversas, mas no final há uma busca de equilíbrio entre tudo que sentimos. A junção de diferentes e excepcionais vertentes de dança, como por exemplo o Krump, que dentre outras coisas, traz muita intensidade aos sentimentos pois são movimentos mais indignados foram a liga de movimento do visual. Criolo comenta lançamento Criolo comentou o significante lançamento: “Um diretor cheio de sensibilidade e amor pela arte e meus pais comigo nesse processo (sozinho não conseguiria). O desejo de levar ao mundo toda a nossa indignação, mas com respeito e amor a todas as pessoas no Brasil. Não acabou e nunca vai acabar a pandemia, sobretudo pra quem perdeu um ente querido. A arte, mais uma vez, ajuda a ressignificar e emanar boa energia, mesmo no meio de um caos tão complexo e profundo, que vai pra além dos últimos anos, mas que agora reencontra num limite nunca visitado. Que o amor possa de algum jeito, forma e milagre visitar o coração de todos sem estrutura, por escolha de um país que decide quem vive e quem morre.” Em mais uma parceria, Tropkillaz falou sobre a parceria. “Trabalhar com o Criolo é sempre um privilégio sem igual, sempre fomos amigos e parceiros. Agora depois que começamos a compor e produzir juntos, nossa conexão musical ficou muito forte. Ele incorpora e interpreta as músicas e as letras como ninguém. Esperamos que nossa sintonia renda muitos frutos ainda”. Diretor exalta responsabilidade Helder Fruteira, diretor do clipe, explicou sobre a concepção: “O tema exige muita responsabilidade, todo o processo foi pensado com muito respeito e carinho pelo nosso time. A música por si só já tem uma força incrível e perpassa por muitos assuntos que precisam receber nossa atenção. Cada assunto trazido por Criolo nessa composição é urgente e necessário, por isso, de forma cuidadosa, fomos construindo esse elo entre os sentimentos cantados por ele e o visual. Esse projeto faz parte de uma engrenagem maior, de uma articulação de pessoas que estão lutando para colocar nosso país de volta no caminho certo. Tudo vibra sobre sentimentos! Gratidão a todes que tornaram isso possível. CLEANE, PRESENTE!” Aliás, neste sábado (25), Criolo participa do evento mundial Global Citizen Live, uma live beneficente de 24h alertando sobre mudanças climáticas e vulnerabilidade social. Transmitida de diversas cidades, contará com nomes como Billie Eilish, BTS, The Weeknd, Doja Cat, Elton John, entre outros. Por fim, vale destacar que ao lado do Tropkillaz, o cantor apresentará Cleane pela primeira vez ao vivo. Assista aqui.

Rita Lee ganha exposição incrível no MIS, em São Paulo

Uma explosão de cores, de música e de alegria. Assim pode ser descrita a exposição Samsung Rock Exhibition Rita Lee. A mostra sobre a maior roqueira do Brasil abriu nesta quinta-feira (23) no MIS (Museu de Imagem e do Som), em São Paulo. “Sou dessas acumuladoras que não jogam fora nem papel de embrulho e barbante. Vou adorar abrir meu baú e dividir as histórias que as traquitanas contam com quem for visitar. Tenho recebido ajuda de uma turma da pesada: o grand maestro da cenografia é do meu querido Chico Spinosa, meu figurinista e carnavalesco da Vai-Vai; a direção é do meu multitalentoso Guilherme Samora e a curadoria é do meu filho João”, conta Rita. “É muito emocionante. Tem uma parte dessa história que vivi com ela e tem outra que não estava aqui ainda. Então, ver essas roupas, esses momentos tomarem vida, é muito emocionante. São personagens, também, de meus sonhos e imaginação. É a história de vida da minha mãe. Isso mexe diretamente com minha emoção”, avalia João Lee, o curador. E essa mistura deu à exposição um jeito muito próprio, como conta Guilherme Samora, o diretor artístico. “Acredito que as pessoas vão se surpreender. Existe tanto acervo da Rita que o que enfrentamos nessa exposição foi justamente a edição do que ficaria de fora. Artigos preciosos e raridades não faltam. Por isso, ela foge do estilo de exposições com muitas reproduções ou essencialmente virtuais. Durante a montagem, fiquei arrepiado em diversos momentos, só de sentir o valor de cada peça, de cada sala. Tudo lá tem um motivo. E uma das grandes preciosidades é justamente ter o Chico Spinosa, que trabalhou com a Rita pela primeira vez em 1982, nessa viagem com a gente.” Cuidado com a montagem da exposição sobre Rita Lee Spinosa é um artista. Ao visitar a exposição, nada ali é fruto de um padrão, de uma forma ou de escala industrial. Tudo foi pensado, feito e readaptado para uma realidade colorida, seguindo o roteiro da direção: uma roqueira cheia de cor que chega à Terra em um disco voador. Detalhes, como uma aura de Aparecida ou das estrelas feitas à mão, assim como a recriação do palco giratório da tour 1982/1983 (ou O Circo, como ficou conhecida), tudo é feito para a mostra. Artesanal, no melhor sentido da palavra. A equipe colocou o trabalho em cada letra pintada na parede, em cada figurino que precisou ser restaurado ou em cada peruca: todas, com cores e cortes estudados. Spinosa fala da emoção desse momento: “Eu conheci o pop, fiquei encantado com a energia, com o colorido e com a estética que essa mulher tem. Nos encontramos outras vezes, em outros trabalhos: no manto de Nossa Senhora Aparecida para o Hollywood Rock de 1995, na Marca da Zorra, nas cabeças de Santa Rita de Sampa, na Erva Venenosa… hoje, com esse convite para a cenografia e o restauro dos figurinos para a exposição, tenho certeza de que Rita sempre foi o melhor do pop e o melhor de mim. Revendo toda a sua obra, me coloco de quatro a essa poetisa. A quem respeito muito. Nesse encontro, aos meus 70 anos, ela me dá energia e me faz mais criativo”. Manequins Um dos destaques? As manequins, com estudos de Spinosa e Samora, e feitas uma a uma por Clívia Cohen, em posições de Rita, com o rosto da artista em todas elas, com uma precisão surreal e excelente interpretação artística. A divisão das salas é temática e, em tantos casos, afetiva. E Rita Lee tem suas preferências: “Todas as peças contam uma história diferente e engraçada. Mas o vestido de noiva que Leila Diniz usou e a bota prateada da Biba eu dou valor. E ambos são produtos de roubo”, diverte-se Rita, ao lembrar que nunca devolveu o vestido depois de usar numa apresentação dos Mutantes e da famosa história das botas, com as quais saiu andando da butique Biba, de Londres, em 1973. Ela não só foi perdoada pela estilista Barbara Hulanicki, a criadora das botas, como ganhou dela os figurinos da tour Babilônia (1978) que também estão expostos. Assim como o piano de mais de 100 anos que era da mãe de Rita, Chesa, que foi o instrumento com o qual ela teve seu primeiro contato com a música. O encontro e o amor de Rita Lee e Roberto de Carvalho; a repressão da ditadura (Rita é a compositora mais proibida, segundo dados da época) e a prisão; a família; a causa animal e obras de arte da Rita têm destaque. Assim como estruturas criadas especialmente para a mostra, como o palco giratório, a manequim que levita, o Peter Pan que sobrevoa a entrada… Estúdio com áudio imersivo O estúdio é um caso à parte: terá uma experiência de áudio imersivo que utiliza a tecnologia Dolby Atmos, com projeto desenvolvido pela ANZ Immersive Audio, trazendo uma experiência sonora imersiva para a sala da exposição baseada em um estúdio. Ultrapassando a reprodução de som da maneira convencional, o áudio imersivo proporciona uma escuta similar à vida real, com sons acima, abaixo, aos lados, na diagonal, em toda sua volta. A ANZ espacializou músicas da rainha do rock em 3D, e preparou uma instalação na qual as caixas de som, de altíssima qualidade, foram perfeitamente posicionadas para o público escutar algumas de suas obras como nunca: vindas de todas as direções. “É uma tecnologia que permite que a gente consiga ouvir vários detalhes da música que antigamente a gente não conseguiria. Vai dar claridade aos elementos e muito mais profundidade. E vai ser superinteressante: ao invés de a música te pegar só na direita e esquerda, ela te pega em 360°”, explica João. Um detalhe especial – e que vai levar a exposição a outro nível – é a visita guiada pela própria Rita. Através de QRCodes, os visitantes poderão ouvi-la contando sobre alas, peças, histórias… “Achamos que ia ficar simpático ter minha voz narrando as histórias das peças, me sinto mais íntima

Gravadora de Santos junta rappers de estados diferentes em “Além”

A gravadora de Santos HomiesProd. juntou três DDD na faixa colaborativa Além, lançada recentemente. Em resumo, o pessoal da gravadora, em 2020, foi para São Paulo “resolver umas metas”. No entanto, voltaram com essa faixa produzida em apenas dois dias. Os representantes da gravadora Primeiramente, do DDD 013, representando a Baixada Santista, participa o rapper Iram Bernardo, morador do bairro Saboó, em Santos. “Eu já estava na linha desse projeto com a HomiesProd, a parada fluiu e tô animado pra muito mais que está por vir”, afirma. Já o Sistema Cruel, veio de Sergipe, representando o DDD 079, mas foi buscar seu sonho em São Paulo. Ele foi passar uma semana em São Paulo para finalizar um trabalho e acabou conhecendo os “moleques da Baixada Santista”, como diz.  “Tudo fluiu e fechamos esse trabalho que eu levo para o resto da minha vida”, comenta o artista.  Por fim, o terceiro participante da faixa Além foi Narciso, representando Macaé, Rio de Janeiro, com o DDD 022. “Me encontrei com o Arthurzinho (Sistema Cruel), estávamos procurando um estúdio para captar voz, conhecemos a rapaziada da HomiesProd e fluímos mais um trampo”.

Resenha | Richie Sambora no Bush Hall, em Londres

Sem nenhuma postagem em seu perfil no Instagram desde 2018, pouquíssimas postagens no Facebook e com uma conta de Twitter um pouco mais movimentada, Richie Sambora pegou todos de surpresa quando anunciou um show intimista no Bush Hall, em Londres, na última segunda-feira (20). Como ele mesmo disse: “um show surpresa como nós costumávamos fazer as coisas”. O show foi organizado pela We Are Family Foundation (WAFF), organização sem fins lucrativos fundada pelo icônico Nile Rodgers. Aliás, a WAFF faz um lindo trabalho criando e apoiando programas que promovem a diversidade cultural. Após todo o buzz em torno dessa apresentação, Sambora apresentou algumas surpresas, como a audição de cinco faixas que vão compor o seu novo álbum, previsto para 2022. Elas foram tocadas antes mesmo do show. Aliás, a pedido do próprio Sambora. Em resumo, podemos dizer que são músicas que remetem bastante ao início da carreira dele com o Bon Jovi. Outra curiosidade é que Sambora veio sem a banda. No palco, os músicos que deram apoio foram os mesmos que acompanham Nile Rodgers em seus shows. Tal atitude deixou a apresentação ainda mais intimista, com uma atmosfera de jam session. Logo depois, as mesmas faixas tocadas antes do show, voltaram a dar as caras na apresentação. Porém, com a adição de canções da carreira solo e clássicos da época do Bon Jovi. Entre as que mais empolgaram estiveram uma versão à capela de Stranger in This Town, a belíssima All That Really Matters, além de versões acústicas de It’s My Life, Livin’ on a Prayer e Dead or Alive, que fechou o set list de um show quase exclusivo.