Curta Santos 2020 divulga selecionados para Mostra de Videoclipe Caiçara

A direção do Curta Santos – Festival de Cinema de Santos anunciou a lista dos dezselecionados da mostra Videoclipe Caiçara para a 18ª edição do festival. Aliás, vale lembrar que o Curta Santos acontece entre os dias 14 e 20 de dezembro, pela primeira vez em formato online. Ainda nesta semana serão também divulgadas as obras selecionadas para as mostras Olhar Caiçara e Olhar Brasilis. Vale destacar a boa presença de artistas de rap na lista. Anteriormente, o rock dominava a relação. Todavia, perdeu espaço para outros gêneros.

Augusto Pakko canta sobre ter sangue frio para enfrentar racismo

Desde a morte de George Floyd por forças policiais em Mineápolis, nos Estados Unidos, em maio último, a luta contra o racismo ganhou força no mundo todo. Mas o racismo em si ainda está muito longe de ser exterminado. Casos como de Floyd e João Alberto, no Carrefour de Porto Alegre, acontecem diariamente no Brasil. Quase sempre na periferia, onde não há câmeras, muito menos apelo popular nas redes sociais. O rapper Augusto Pakko, de 23 anos, morador do Ilhéu Baixo, na Zona Noroeste, sabe bem o que é ser preto e viver sob esse perigo constante apenas pela cor que tem. Seu novo single, Moncler, em parceria com o Trap da Quebrada, usa a marca de roupa de inverno como analogia para o “sangue frio que é preciso ter para sobreviver nas ruas”. “A Moncler é uma marca de luxo, conhecida pela jaqueta puffer, para quem pratica esqui. E usei o conceito que é preciso ter sangue frio para tudo que estamos à mercê de acontecer para nós que somos pretos e periféricos. É narrando essa vivência com esse conceito que consegui unir moda e vivência”. Videoclipe A faixa veio acompanhada de um videoclipe, que foi gravado na Vila Olímpia, em São Paulo, e no Saboó, em Santos. “Traz todo esse conceito à tona, além de narrar a vivência de um jovem preto periférico”, comenta Pakko sobre a produção audiovisual. Em pouco mais de um ano, Pakko já lançou seis singles, três feats com outros artistas e a recente colaboração com o Trap da Quebrada. Posteriormente, em 2021, ele pretende lançar a primeira mix tape. “Ainda não posso falar sobre os sons”. Os singles #Blacklivesmatter, Jesus Era Preto e 1038 ajudaram a impulsionar a carreira de Pakko, que chegou a ser incluído em uma playlist do ator, cantor e ex-BBB Babu Santana. Em suma, a ideia era apresentar artistas negros em evidência no Brasil. O reconhecimento, no entanto, acontece em São Paulo e outras grandes cidades, não no município de origem do rapper. “Santos não é o lugar onde sou mais escutado. Em São Paulo, por exemplo, tenho muito mais público. Não sei se a galera daqui valoriza os artistas locais”, comenta. Bastante engajado, Pakko teve um cuidado especial na hora de lançar #Blacklivesmatter. O lançamento aconteceu num dia 23, às 20h23. Em resumo, o número carrega uma simbologia triste: a cada 23 minutos um jovem negro é assassinado no Brasil.

Gal Costa brinda fãs com duetos com Seu Jorge e Zé Ibarra

Na última sexta-feira (27), mais dois singles do novo álbum de Gal Costa ganharam as plataformas digitais. Em resumo, eles dão sequência ao projeto de lançá-los aos pares até a edição dos formatos físicos, em fevereiro de 2021, pela gravadora Biscoito Fino. Depois de Rodrigo Amarante e Zeca Veloso, as novidades trazem colaborações de Seu Jorge e Zé Ibarra, em canções de Caetano Veloso e Luiz Melodia. O projeto, que tem o título provisório de Gal 75, traz dez artistas relendo clássicos gravados por Gal ao longo dos 55 anos de carreira. Em ordem alfabética, são eles Criolo, Rubel, Rodrigo Amarante, Seu Jorge, Silva, Tim Bernardes, Zé Ibarra e Zeca Veloso; o português António Zambujo e o uruguaio Jorge Drexler completam a lista. Todavia, Juventude Transviada, clássico do repertório de Luiz Melodia lançado no álbum Gal Tropical (1979), ganha dueto com Seu Jorge. “No momento em que decidimos ter essa canção no projeto, pensamos que seria fundamental convidar um artista que tivesse um entendimento profundo não apenas da obra, mas também da persona de Luiz Melodia. A imagem de Seu Jorge surgiu imediatamente em nossas cabeças. Mesmo antes de lembrarmos dos dois em Casa de Areia, o filme de Andrucha Waddington, em que Seu Jorge e Melodia interpretaram o mesmo personagem, em idades diferentes. Tudo fez mais sentido”, conta Marcus Preto, idealizador do projeto. Meu Bem Meu Mal Com Zé Ibarra, Gal regravou Meu Bem Meu Mal, de Caetano, originalmente incluída em Fantasia (1981). Filho de mãe chilena e pai carioca de origem baiana, Ibarra é vocalista, tecladista e um dos compositores da banda Dônica. Pela voz de Zé Ibarra, Gal se apaixonou quando o ouviu ao lado de Milton Nascimento no show da turnê Clube da Esquina (2019), no qual cantava com Bituca em boa parte das canções. Ademais, Ibarra assume o piano da gravação que co-produziu com Felipe Pacheco Ventura e Marcus Preto. Sobre Gal, Zé Ibarra escreveu: “Me lembro como se fosse hoje eu conhecendo pela primeira vez a terra da minha avó. Pra mim, menino do Rio, chegar naquela ilha, naquele lugar tão pé na terra, cajueiro no quintal, já seria por si só um acontecimento memorável. Mas me lembro, acima de tudo, do meu pai tirando da mala e colocando no aparelho de som um vinil que ele tinha levado do Rio para que ouvíssemos juntos. O vinil era Gal canta Caymmi e foram naqueles cinco dias de muita praia, muita moqueca e muita rede, que conheci a Gal. Agora, 20 anos depois dos dias em que talvez eu tenha vivido o maior êxtase estético da minha vida, estamos eu e ela, a grande protagonista da minha vida musical, gravando um fonograma juntos”.

Bad Religion comemora 40 anos com shows para cada década

Os 40 anos do Bad Religion serão comemorados com uma série de eventos online transmitidos via streaming e divididos em quatro episódios filmados no lendário The Roxy, em Los Angeles, Califórnia. É um para cada década. Anteriormente, por conta do distanciamento social causado pela pandemia do covid-19, o Bad Religion não pôde realizar a turnê que marcaria suas quatro décadas de dedicação ao punk rock. Surgiu então Decades, onde cada um dos quatro capítulos incluirá performances ao vivo, entrevistas exclusivas e a cobertura dos bastidores da gravação. “Posso falar por toda a banda quando digo que ficamos muito desapontados por não podermos fazer uma turnê este ano… Decades permitirá que novos fãs, bem como aqueles que estavam lá no início, tenham uma visão rica de toda a nossa carreira e testemunhem as mudanças na composição em cada estágio de nossa evolução”, contou Greg Graffin, vocalista da banda. O Bad Religion também participará de um chat ao vivo a cada início de episódio. E tem mais! Se você quiser mergulhar fundo na história da banda e saber ainda mais sobre esses 40 anos, Do What You Want – A História do Bad Religion é a biografia lançada em português, que traz tudo o que você sempre quis saber sobre um dos nomes mais importantes do punk/ hardcore americano. Programação por décadas Década de 1980 No episódio de estreia a banda tocará músicas de discos clássicos como How Could Hell Be Any Worse, Suffer e No Control, além de participar de uma conversa sobre como era ser punk em um mundo dominado pelo Pacman, o presidente Reagan e pelos pastores evangélicos na TV. Década de 1990 Neste episódio o Bad Religion conversará sobre as dores do crescimento e as lições aprendidas durante uma década de discos importantíssimos como Against The Grain, Generator, Recipe For Hate, Stranger Than Fiction, The Grey Race e No Substance, que transformaram a banda em uma das mais influentes do nosso tempo. Década de 2000 No setlist, sucessos do The New America, The Process of Belief, The Empire Strikes First, New Maps of Hell. Posteriormente, rolará conversa sobre a chegada do novo milênio. Década de 2010 No episódio final, o Bad Religion tocará músicas de discos mais recentes, como The Dissent of Man, True North e Age Of Unreason, que não ganhou turnê por conta da pandemia, mas que agora ganhará versões ao vivo. Nesse capítulo a banda também falará sobre todo o legado acumulado durante esses 40 anos. Ingressos Decades será um especial contendo quatro episódios individuais com ingressos vendidos no valor de US$ 40. No entanto, cada capítulo também pode ser comprado e assistido separadamente pelo valor de US$ 15 cada um. Ademais, os ingressos já estão à venda. Todavia, os episódios permanecerão à venda até o final da série e disponíveis até 17h (horário de Brasília) do dia 5 de janeiro. Cada um dos episódios estreará sempre às 19h (horário de Brasília)– 12 de dezembro: Bad Religion, os anos 1980;– 19 de dezembro: Bad Religion, os anos 1990;– 26 de dezembro: Bad Religion, os anos 2000;– 2 de janeiro: Bad Religion, os anos 2010;

Muzz confirma data para o lançamento de EP com covers de Bob Dylan e Mazzy Star

O supergrupo Muzz divulgou por meio de suas redes sociais nesta terça-feira (1º) que lançará um novo EP, intitulado Covers. Em resumo, como o nome já diz, o trabalho trará versões alternativas de canções de grandes nomes da música. Ao todo, o projeto terá quatro faixas. Ademais, o trabalho já chega na próxima semana no streaming. A estreia está prevista para 9 de dezembro. Primeiramente, o Muzz apresenta a faixa Nobody Wants A Lonely Heart de Arthur Russell. Já as outras três canções se tratam de Girl From The North Country (Bob Dylan). Fade Into You (Mazzy Star) e For You (Tracy).

Strokes lança clipe para The Adults Are Talking, single de The New Abnormal; confira

coronavírus

Quem está de clipe novo nesta terça-feira (1º) é o Strokes. A banda começou dezembrou divulgando um vídeo para The Adults Are Talking. Em resumo, a faixa compõe o disco The New Abnormal, lançado este ano pelos novaiorquinos. Ademais, o trabalho foi indicado ao Grammy como melhor disco de rock. Sobre o clipe, o Strokes trouxe a competição em diversos esportes com humanos contra robôs. No vídeo, Julian Casablancas e cia jogam beisebol contra as máquinas.

Álbuns novos: Vedoví, Pedro Mann, Siso e Velhas Virgens

Vedoví – Vedoví Após revelar os singles Mamãe me explicou, Maiores rivais e Dia de Dentista como capítulos de uma mesma história, Vedoví apresentou o conceito do projeto como um todo em seu álbum de estreia. Em resumo, o trabalho autointitulado faz uma mescla de referências de hip hop e rock, beats e guitarras, unidos a um vocal rasgado que destila problemas sociais e raciais que ressoam no Brasil. Embora esta não seja sua estreia solo – Vedoví lançou dois álbuns sob o nome de Lucas Rangel: Penoso (2017) e Músicas Infantis Seríssimas (2018) -, o artista surge com o frescor de um olhar renovado. Pedro Mann – Salineiras Pedro Mann faz um retorno às suas origens ao mesmo tempo que dá um passo adiante no seu mais novo disco, Salineiras. O cantor e compositor carioca remonta às canções pessoais de sua estreia, O Mundo Mora Logo Ali (2013), e constrói sobre a maturidade sonora de Cidade Copacabana (2016) para criar um trabalho onde as letras intimistas, de grande entrega e vulnerabilidade, são embaladas por instrumentos acústicos em arranjos sofisiticados. “Salineiras é um disco muito íntimo e autoral, oito canções muito pessoais que foram registradas do jeitinho que sempre quis – com cordas, sopros e uma banda maravilhosa. Nunca consegui separar minhas vivências pessoais da minha arte e Salineiras vem curando algumas feridas antigas, tem alguma coisa que descansa, que decanta. É também sobre delicadeza, sobre um processo de amadurecimento importante pra mim, uma jornada interna de navegar além pra depois voltar para casa”. Siso – Siso Com um senso agudo para melodias pop, Siso ressurgiu novamente inventivo e ainda mais atrevido em seu novo álbum, homônimo. Em Siso, todavia, o convite é para a pista de dança para expurgar demônios, celebrar amores possíveis e provocar tiranos. A gente sempre tá voltando de algum lugar/ E na volta o caminho mostra onde é pra chegar. Siso O trecho de Depois do Fim da Guerra dá o tom do álbum, que passeia por atmosferas sonoras de David Bowie, La Roux e St. Vincent. Uma mistura intuitiva de synthpop, new wave, technopop, electro, freestyle, funk melody, reggaeton e afropop que resulta no afeto vibrante que Siso quer trazer. Velhas Virgens – O Bar me Chama Atração do primeiro Juntos Pela Vila Gilda, a banda Velhas Virgens lançou, recentemente, o álbum O Bar Me Chama. São dez músicas que remetem ao rock dos anos 1970, mas sem perder as características conhecidas da banda. O álbum abre com Mazzaroppi Blues, primeira música instrumental da banda, com riff e melodia composta para gaita. Em suma, é um arranjo entre a surf music misturada ao rock’a’billy com pegada bem dançante. Em seguida vem O Bar Me Chama, tocada no Juntos Pela Vila Gilda, típico blues das Velhas Virgens, bem-humorada, chamando todos para a festa, com refrão grudento. Ademais, para os apaixonados por classic rock, é possível perceber claras influências de Rolling Stones, Cream, Lynyrd Skynyrd nas demais faixas.

Singles novos: Nort Moscow, NoPorn, The Tropical Riders e Sandyalê

Nort Moscow – A Onda A banda de rock alternativo paranaense Nort Moscow lançou o terceiro single do ano, A Onda, com uma mensagem pertinente e metafórica nos tempos atuais: não deixe a onda te levar. O som passa uma mensagem positiva e cheia de esperança pra combater a frustração de não ter conseguido realizar algo planejado, seja devido à ansiedade ou autosabotagem. O refrão é um grito e ao mesmo tempo um respiro, dizendo que tudo vai ficar bem. Uma mensagem de não desistir no caminho, que está tudo bem termos dias ruins, mas que não devemos nos abalar e continuar a caminhada. A Nort Moscow está na ativa desde 2014 e trabalha com referências de Foo Fighters e de nomes nacionais, como menores atos e Zander, mas tudo embalado em uma forte marca autoral. NoPorn – Circuit Break “Seu mundo vai acabar”. A frase que Liana Padilha canta em Circuit Break, novo single do NoPorn, parece profética, no entanto, faz todo o sentido no momento atual que o mundo atravessa. E toda essa atmosfera está no clipe da faixa, que tem a direção da dupla de artistas audiovisuais cariocas, Duda Casoni e Anthonio Andreazza, nomes por trás do estúdio DUTO. The Tropical Riders – Vagabondo Ciclos precisam ser fechados para seguirmos em frente. E é pensando nisso que a The Tropical Riders (SP) lançou o single Vagabondo, finalizando a divulgação do EP Desert Love (2019). Última faixa do compacto, é nesta melodia que o duo torna explícita a sua identidade musical. Em uma letra que fala sobre a auto idolatria, a música hoje é a mais popular dos músicos nos streamings. “O EP todo possui uma temática visual oitentista, pois é algo que achamos que combina com a banda no geral. A ideia inicial era fazer um clipe tradicional, porém, com a pandemia, foi necessário readequar essa ideia para que pudéssemos lançar algo que marcasse esse encerramento de ciclo, mas de forma segura”, explica o vocalista e guitarrista, Gale Fernandez. A The Tropical Riders é formada por Leo Possani (bateria) e Gale Fernandez (voz e guitarra). Além do EP Desert Love, a banda traz na sua discografia o debute Tapes from the Deep Sea (2018) e Miami Sin (2019). Entre as influências do duo estão Jack White, Royal Blood e Death from Above. E ainda, Ty Segall, Thee Oh Sees, Ron Gallo, entre outros. Sandyalê – Sua “É uma canção que exalta o amor, a paixão, a descoberta, é uma declaração”, revela a cantora sergipana Sandyalê sobre a nova música Sua. Numa atmosfera pop psicodélica, a letra retrata todas as formas de amor, mas também sobre receio. “Fala também do medo de se entregar, de aceitar um novo romance”, completa a artista, hoje um dos nomes em ascensão do pop contemporâneo. De acordo com Sandyalê, Sua saiu como um poema, escrito de uma vez só, que acabou virando música. “Foi uma daquelas coisas que vêm na mente e você sente vontade de escrever sem parar. Tudo muito recente, dava para sentir o cheiro e o sabor das coisas, acabou virando um registro para reviver o momento”, relata. A cantora revela que teve dificuldades para finalizar a música, mas com a contribuição de Dudu Prudente, Pedro Lião e Marcelo de Lamare sob a produção musical de Felipe Rodarte, a letra ficou mais delicada, envolvente e sensual, com direito a sussurros no pé do ouvido. “É pra ouvir juntinho do seu amado ou da sua amada. Ou de ambos”, brinca Sandyalê.

EPs novos: Gaê, Junoplast Cave, Daparte e Hotelo

Gaê – Só – A Dois O artista brasiliense Gaê lançou o EP Só – A Dois, que compila faixas produzidas durante a pandemia em período de isolamento social. Com quatro faixas, o cantor e compositor expressa, em cada uma delas, um sentimento que pode ser despertado ao nos relacionarmos com perdas e mudanças. Como, por exemplo, o espanto, presente em Ao Avesso; rancor em Esquinas; memória em Dava e, por fim, em O Último Dia – único cover do trabalho – canção de Paulinho Moska que ganhou voz e videoclipe estrelado por Gaê, nos movimenta para a ação. Compostas antes da pandemia, as canções tinham um final diferente previsto: seriam guardadas para um segundo álbum, onde o artista falaria sobre a experiência do diagnóstico e de viver com o HIV, descoberto há 10 anos. Então, antecipou este processo para dialogar com o público, em um momento mais do que necessário, enquanto vivemos uma pandemia. Junoplast Cave – How To Stop Bad Thoughts A banda de rock paraense Junoplast Cave lançou o quarto e último single, In my head, do seu EP de estreia, How To Stop Bad Thoughts. Em suma, o EP inteiro está disponível para o público. Ademais, o projeto foi realizado em outubro de 2019, na One Produtora, em São Paulo. O processo de composição, gravação e pós-produção demorou cerca de um ano para ser finalizado. A banda é formada por Matheus Brevis (vocalista e sintetizadores); Ruann Magno (guitarra, sintetizadores e backing vocal); Arthur Cunha (contra baixo, sintetizadores e backing vocal) e Daniel Furtado (bateria). Daparte – Como Não se Lembram Vivendo um momento de liberdade criativa durante os tempos de distanciamento social, Juliano Alvarenga (voz e guitarra), João Ferreira (voz e guitarra), Bernardo Cipriano (voz e teclado), Túlio Lima (voz e baixo) e Daniel Crase (bateria), decidiram adiar o lançamento do novo álbum para 2020 e aproveitaram para lançar Como Não Se Lembram, um EP escrito e gravado na Sonasterio durante a pandemia de Covid-19. O isolamento trouxe um momento intenso e introspectivo para a Daparte. O EP Como Não Se Lembram externaliza esses sentimentos e representa uma ruptura momentânea daquele momento pré-pandemia, de euforia, festas e shows, para o momento pandêmico de reflexão, compreensão, incertezas e esperança. “As músicas não falam explicitamente sobre pandemia, elas falam sobre a gente na pandemia, sobre sentimentos de fuga, lugares diferentes, o tempo passando”, conta João Ferreira, vocalista da Daparte. Hotelo – Início A Hotelo iniciou um projeto junto à Sony Music: Início, Meio e Fim, no qual canta as diferentes fases de um relacionamento. O primeiro EP, Início, vem com três músicas: Sorte, com participação de Di Ferrero; Conto as Horas, que também chega com clipe; e Eu Te …. Como é o costume do grupo formado por Deco Martins (voz), Conrado Banks (baixo/backing vocals), Julinho Pettermann (guitarra/ backing vocals) e Tito Caviglia (guitarra), o álbum foi pensado com um conceito. “A gente gosta bastante de álbum temático. Vimos que deu muito certo com Mapa Astral. Percebemos que para este disco tínhamos um monte de música de amor. Então são quatro pro início do relacionamento amoroso, aquele frio na barriga, quando recebe mensagem e fica sorrindo à toa”, conta o grupo.