Machine Gun Kelly mergulha fundo em sonho americano com álbum “lost americana”

Machine Gun Kelly (mgk) lançou seu sétimo álbum de estúdio, lost americana, pela Interscope Records. O álbum, com 13 faixas, é uma escavação pessoal do sonho americano — uma jornada para reencontrar o que foi perdido. Ao longo do projeto, mgk reafirma sua sonoridade característica do alt-pop rock, com guitarras carregadas de emoção e elementos sonoros cinematográficos, com a ajuda de colaboradores e amigos de longa data como SlimXX, BazeXX, Nick Long, No Love To The Middle Child, Travis Barker, entre outros. Lost americana também chega acompanhado do videoclipe oficial da faixa outlaw overture, dirigido por Sam Cahill e Hunter Simmons.
The Black Keys libera álbum No Rain, No Flowers; ouça!

No Rain, No Flowers, o décimo terceiro álbum de estúdio da dupla The Black Keys, já está disponível em todas as plataformas digitais, via Easy Eye Sound/Warner Records, com distribuição nacional da Warner Music Brasil. Produzido pela própria banda e gravado no Easy Eye Sound Studios, estúdio de Dan Auerbach em Nashville, o álbum conta com um time de colaboradores de peso, incluindo os compositores premiados com Rick Nowels, Daniel Tashian e Desmond Child, além do lendário tecladista e produtor Scott Storch (Dr. Dre, The Roots). Com No Rain, No Flowers, Dan Auerbach e Patrick Carney mostram que, mais de duas décadas depois, continuam inovando, misturando gêneros, confiando em seus instintos criativos e se divertindo no processo. O single principal do álbum, The Night Before, já alcançou o primeiro lugar na parada Alternative e garantiu à banda seu nono topo no ranking Adult Alternative Airplay, consolidando ainda mais seu lugar entre os grandes nomes do rock moderno. “O último ano nos levou a fazer o que sempre fazemos diante da adversidade… fomos para o estúdio, começamos a fazer música e simplesmente criar. Estou muito empolgado com a música que temos feito. Todo esse álbum foi cuidadosamente trabalhado com muito amor. A cada ano que passa, nosso vínculo como banda fica mais forte. E a cada ano percebemos o quanto isso é especial”, comenta Dan. “Já fazemos isso há mais de 20 anos. Hoje temos uma valorização ainda maior do que construímos juntos. Passamos por muita coisa e conseguimos superar muita coisa também. A única coisa que nos restava era fazer mais música e tentar tirar o melhor disso tudo. Entramos nesse álbum com uma ética de trabalho muito forte. Fizemos uma lista de pessoas com quem queríamos colaborar e começamos a ligar — estar no estúdio com o Scott e o Rick foi a primeira vez em que escrevemos com tecladistas. Conseguimos trabalhar com pessoas que realmente admiramos, e esse processo abriu nossos olhos para uma nova forma de criação”, complementa Patrick. O lançamento de No Rain, No Flowers chega na hora certa para o próximo trecho da turnê norte-americana dos The Black Keys, que começou no último fim de semana, em Atlantic City. Após uma bem-sucedida passagem pela Europa e mais de 80 mil ingressos vendidos na primeira parte da turnê nos EUA, a banda está de volta à estrada, apresentando faixas do novo álbum e sucessos do catálogo, entregando o tipo de show eletrizante que os fãs já esperam. Esta etapa inclui ainda uma parada especial em casa, no Blossom Music Center, em Ohio.
Ouça Metal Forth, quarto álbum de estúdio da Babymetal

A Babymetal está de volta com o quarto álbum de estúdio, Metal Forth, que traz os singles de destaque Ratatata, from me to u (ft. Poppy), Song3. (ft. Slaughter to Prevail), entre outros. Atualmente em turnê pela América do Norte, ao lado de Black Veil Brides, Jinjer e Bloodywood, o grupo segue fiel à sua fórmula de sucesso: guitarras pesadas, bumbos acelerados, vocais agressivos e refrãos que convidam para cantar junto. Metal Fourth reafirma o poder único da Babymetal de fundir intensidade sonora com energia cativante.
The Mönic e MC Taya registram versão de “Bitch Eu Sou Incrível”

Bitch Eu Sou Incrível, hit de MC Taya, foi o single que a aproximou da banda The Mönic. Ao assistirem o clipe da MC, as integrantes da banda começaram a acompanhar Taya nas redes sociais e vice-versa. Dali começou uma amizade e parceria que as levariam aos palcos de um dos maiores festivais de metal do mundo: Knotfest. Após grande repercussão ao apresentarem juntas uma versão dessa faixa no Allianz Parque, as artistas resolveram registrar em estúdio Bitch Eu Sou Incrível, indo na contramão da cena musical, unindo o metal, punk/rock e rap na mesma faixa. “Juntas nos encontramos na vontade de derrubar essa cerca invisível que segura o rock de abraçar outros gêneros e furar a bolha. Esse som é sobre isso. Sobre a mistura de referências e estilos musicais não limitantes”, comentou Dani Buarque, vocalista da The Mönic.
Entrevista | Cachorro Grande – “É bacana perceber que esse amor antigo ainda sobrevive”

No ano em que completa 25 anos de fundação, a formação clássica do Cachorro Grande volta a se reunir para uma série de comemorações. A banda, que encerrou oficialmente suas atividades em 2019, está de volta aos palcos com uma turnê especial que passa por diversas capitais brasileiras. Em São Paulo, o quarteto se apresenta nesta sexta-feira (8), no Carioca Club, a partir das 20h. Ainda há ingressos à venda. O guitarrista Marcelo Gross, um dos fundadores e figura central na história do Cachorro Grande, conversou com o Blog n’ Roll sobre o retorno da banda, a química que se mantém intacta após tantos anos e a forma como essa reunião reacendeu não só a relação entre os integrantes, mas também a conexão com o público. Na entrevista, Gross comentou a possibilidade de novas músicas do Cachorro Grande, analisou o atual cenário do rock no Brasil e no mundo e relembrou histórias de bastidores que vão desde improvisos de palco até o dia em que abriram para os Rolling Stones no estádio Beira-Rio, em Porto Alegre. Confira a íntegra da entrevista abaixo. Quando a banda entrou em hiato em 2019, vocês imaginavam que a reunião aconteceria tão cedo? A gente não imaginava que fosse ser tão cedo. Quando a gente anunciou o hiato, baixamos a cabeça e começamos a trabalhar nos nossos projetos individuais, mas veio a pandemia, que exacerbou um pouco a vontade da gente estar no palco de novo, de estar junto, tocar para a galera. Logo depois da pandemia, a gente fez um show de reunião para matar a saudade, depois daqueles dois, três anos de isolamento social. Depois que a gente fez esse show, que foi tão bacana, resolvemos fazer um evento anual de reunião da banda, que aconteceu em 2024 e 2025. A gente decidiu fazer essa turnê por conta que os shows estavam muito bons, tinha uma demanda muito grande de público para assistir a gente, então acho que foi a hora certa para se reunir, comemorar os 25 anos e quem sabe ainda o que vem pela frente, né? Acredito que a gente está no momento em que o rock está voltando, a galera está cansada dessa coisa pré-fabricada e também isso parece ser uma coisa que está rolando no mundo inteiro: essa demanda pelo bom e velho rock and roll desgraçado. Há chances de o Cachorro Grande lançar músicas ou um álbum novo, mesmo com todos focados nos projetos solo? Estamos bastante envolvidos com os nossos projetos solos, e a gente foi vendo até onde a gente podia ir com esse lance da Cachorro Grande. Os shows anuais sempre foram muito legais, tudo ocorreu de uma maneira muito tranquila e agradável. As feridas da banda se cicatrizaram. Durante esse um ano que a gente está fazendo a turnê de 25 anos, fomos mandando músicas novas e tem um material que poderia ser gravado, então existe essa possibilidade. Como a gente está se dando bem, a turnê está indo bem, é provável que no futuro lance alguma coisa, dê uma pausa nas carreiras solo para lançar algo novo. O que mudou na relação entre vocês desde a separação até agora? O problema de quando a gente acabou é que passamos muito tempo juntos, então precisava respirar um do outro, fazer novos projetos, outras coisas, para dar uma arejada na cabeça. Agora está sendo muito bacana, acho que a nossa relação está melhor do que nunca. Os shows têm sido musicalmente muito bons, isso é importante. E é isso, a gente também tem o carinho do público, a galera mais velha que tem essa memória afetiva com a gente, que está levando os filhos, tem uma geração mais nova que não tinha assistido a banda. Tudo isso sensibiliza a gente e faz com que façamos tudo com muito carinho e valorize a presença um do outro. Apesar de termos vivido tanto tempo com muita intensidade juntos, o pessoal está na casa dos 50 anos, a gente já não sabe mais até quando vamos estar por aí, então é bacana perceber que esse amor antigo ainda sobrevive. Na sua opinião, o que torna a formação clássica do Cachorro Grande tão especial para o público? Acho que é uma coisa que a gente mesmo sentiu nos primeiros ensaios lá em 1999, quando reuniu eu, o (Gabriel) Boizinho e o Beto (Bruno). O Boizinho batendo forte na bateria, eu tocando os four chords na guitarra, o Beto com aquela característica da voz dele, depois se juntou o Pedro nos teclados. Como disse antes, não tem como não reconhecer que a química causa na gente e nas pessoas uma fagulha, uma energia que é especial. É a música que a gente faz junto, a característica pessoal de cada um, que cada um tem quando vai tocar, provoca uma mistura que é a Cachorro Grande. Como foi pensado o repertório do show de 25 anos do Cachorro Grande em São Paulo? Como é uma comemoração de 25 anos da banda, ele quase se faz sozinho. Brinco com os guris, o set se faz sozinho porque são quase dez discos, vários hits, clipes que ficaram na memória das pessoas na época da MTV, então se tu botar só as músicas que não poderiam faltar no show, já dá o show. A gente sempre brincou com improvisos no meio do show, a banda se solta ali em vários momentos. Cada show será um show único. O público pode esperar todos os grandes sucessos nesse show? Sim. Não vai faltar nenhuma das favoritas. Os lados B a gente deixa mais para o futuro. Claro que tem uma ou outra coisa, mas é um show essencialmente de hits. Como foi assistir novamente ao documentário A Última Banda de Rock após o retorno da banda? Assisti quando saiu, há um ano, e só fui assistir novamente agora, quando rolou no festival In-Edit, aqui em São Paulo. A gente reuniu a banda para assistir. Lembro a primeira vez que assisti e fiquei meio tenso:
… And Out Comes the Wolf: veja o trailer de filme inspirado em álbum do Rancid

Nas vésperas da celebração de 30 anos de lançamento de … And Out Come The Wolves, lendário álbum do Rancid, um filme inspirado na obra de Tim Armstrong e companhia ganhou seu primeiro trailer. Veja abaixo o trailer de … And Out Comes the Wolf. O filme conta com Ryan Hurst (Walking Dead/Sons of Anarchy) e Giancarlo Esposito (Breaking Bad/The Boys) no elenco, além da direção de Danny Peykoff (Horizon: An American Saga) fazendo sua estreia em um longa-metragem. Ainda não há data de estreia para …And Out Comes the Wolf, mas saindo, você ficará sabendo aqui no Blog n’ Roll.
Good Charlotte renasce com “Motel Du Cap” às vesperas do I Wanna Be Tour

Good Charlotte lança “Motel Du Cap”, novo álbum de estúdio, e confirma retorno ao Brasil para o Festival I Wanna Be Tour. O oitavo trabalho da banda, produzido por Zakk Cervini e Jordan Fish (ex-Bring Me the Horizon), combina a energia do pop-punk com colaborações de artistas como Wiz Khalifa, Zeph, Luke Borchelt e Petti Hendrix. O disco chega após sete anos de hiato e antecede os shows em Curitiba (23) e São Paulo (30), prometendo nostalgia e novas sonoridades para os fãs brasileiros.
The Lemonheads compartilha single e videoclipe de “The Key of Victory”

No terceiro single do aguardado álbum do The Lemonheads: Love Chant, Evan Dando apresenta uma letra introspectiva que gira em torno da importância de ser honesto consigo mesmo — e do papel exaustivo, porém necessário, que essa honestidade desempenha na comunicação. Contrastando com a energia vibrante dos singles anteriores, Deep End e In The Margin, The Key of Victory é toda feita de sombras suaves e movimentos em câmera lenta — uma faixa meditativa e modal, ancorada pela guitarra sinuosa de Apollo Nove e pelas harmonias espectrais de Erin Rae. Escrita em parceria com David Ashby (Rum Shebeen), a música teve seu vocal gravado nos estúdios Abbey Road. Carregada de leveza e beleza profundas, The Key of Victory indica a diversidade composicional presente em Love Chant. Sobre a faixa, Evan comenta: “É quieta, é foda. É bonita e modal. Eu estava tentando fazer algo na vibe de Street Hassle, sabe?” Após anos escrevendo, vagando e recomeçando, Evan Dando retorna com Love Chant — que será lançado pela Fire Records em 24 de outubro — o primeiro álbum de estúdio dos Lemonheads em quase duas décadas. Um projeto amadurecido ao longo do tempo e moldado por deslocamentos geográficos e uma rede de colaboradores fiéis, o disco representa uma reafirmação ousada e melódica de uma das vozes mais singulares do rock alternativo. Agora morando no Brasil, onde grande parte do álbum foi gravada, Dando passou por uma mudança silenciosa de perspectiva nos últimos anos — uma chance de recomeçar, se reconectar e, finalmente, dar foco a essas canções. O resultado é um álbum que soa ao mesmo tempo novo e familiar: enraizado nas marcas registradas dos Lemonheads, mas expandido por anos de experiência e novos ambientes. The Key Of Victory é toda feita de movimentos em câmera lenta e sombras suaves — uma peça meditativa e modal ancorada pela guitarra sinuosa de Apollo Nove e pelas harmonias espectrais de Erin Rae. Escrita com David Ashby (Rum Shebeen), seu vocal foi registrado no Abbey Road.
Após esgotar show em São Paulo, Mac DeMarco anuncia turnê nacional para 2026

Após esgotar os ingressos para o primeiro show em São Paulo, o fenômeno indie canadense Mac DeMarco anunciou uma série de shows pelo Brasil, incluindo mais uma data na capital paulista. Os shows da turnê pelo Brasil acontecerão de 4 a 16 de abril de 2026, passando por Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, Recife, Belo Horizonte, Curitiba, Florianópolis e Porto Alegre. A abertura de vendas de ingresso terá início amanhã (7), a partir das 12h (meio-dia) no site oficial do artista. Somente para a data extra na Audio em São Paulo, haverá venda presencial – sem taxa de conveniência – no Takkø Café, no bairro Vila Buarque, no centro da capital paulista. Considerado um dos nomes mais relevantes da música indie e alternativa da última década, o músico retorna ao Brasil oito anos após sua última visita, quando se apresentou como uma das principais atrações do festival Lollapalooza Brasil, em 2018. Mac DeMarco vem ao país, acompanhado de sua banda, apresentar o show de seu novo álbum intitulado Guitar, com lançamento previsto para 22 de agosto por sua própria gravadora, Mac’s Record Label. Mac compôs, gravou, produziu e mixou o disco sozinho, recrutando apenas David Ives para a masterização. Ele também filmou todos os videoclipes e a arte da capa do disco em tripés. “Acho que Guitar é o mais próximo de uma representação real, que consigo colocar no papel, de onde estou na minha vida hoje”, disse DeMarco em um comunicado à imprensa. Desse novo trabalho, foi apresentado o single de estreia Home e a faixa inédita Holy, lançada hoje. Conhecido por seu estilo descontraído e lo-fi, que mistura indie rock, dream pop e soft rock, o multi-instrumentista e produtor de 35 anos de idade se tornou um dos nomes mais influentes da cena indie dos anos 2010. Desde seus primeiros lançamentos, Mac ganhou notoriedade por seu som único, com guitarras limpas, vocais suaves e letras pessoais ou humorísticas. Assinado com o selo nova-iorquino Captured Tracks, o canadense soltou seu EP Rock and Roll Night Club (2012), seguido pelo aclamado álbum 2 (2012). Canções como Ode to Viceroy, My Kind of Woman e Freaking Out The Neighborhood são alguns dos sucessos desse período que catapultaram a carreira do músico, e o levaram a extensivas turnês e presença garantida nos principais festivais alternativos ao redor do mundo. O álbum Salad Days (2014) o consolidou mundialmente, com uma sonoridade mais madura e introspectiva. O disco foi um sucesso de crítica e aumentou sua base de fãs globalmente, incluindo seu maior sucesso Chamber of Reflection, que conta com mais de 1 bilhão de plays nas plataformas digitais. Em 2015, lançou o EP Another One, com baladas românticas simples e suaves. A faixa-título e No Other Heart se tornaram muito populares, especialmente entre fãs que buscavam uma abordagem mais emocional. O álbum This Old Dog (2017) marcou uma virada mais íntima em sua carreira. Gravado após sua mudança para Los Angeles, o disco aborda temas como família, envelhecimento e relacionamentos. O uso de sintetizadores e batidas suaves trouxe uma nova textura ao seu som. Em 2019, Mac lançou Here Comes the Cowboy, um trabalho minimalista e introspectivo, com faixas lentas e repetitivas. Em 2023, DeMarco lançou a coletânea de 199 faixas One Wayne G e o LP instrumental Five Easy Hot Dogs. Essa será a quarta passagem do canadense pelo Brasil e a terceira vez em parceria com a Balaclava, que já trouxe o músico para shows no país nos anos de 2014 e 2015, incluindo uma apresentação no Balaclava Fest. 3 de abril – Rio de Janeiro, RJ – Sacadura 154 4 de abril – São Paulo, SP – Audio (esgotado) 5 de abril – São Paulo, SP – Audio 8 de abril – Brasília, DF – Toinha 10 de abril – Recife, PE – Concha Acústica UFPE 12 de abril – Belo Horizonte, MG – Autêntica 14 de abril – Curitiba, PR – Tork 15 de abril – Florianópolis, SC – John Bull 16 de abril – Porto Alegre, RS – Opinião Ponto de venda físico em São Paulo (sem taxa de conveniência) Takkø Café R. Maj. Sertório, 553 – Vila Buarque – São Paulo/SP Horários: Terça à Sexta, das 8h às 17h / Sáb, dom e feriados, das 9h às 18h.