King Gizzard And The Lizard Wizard lança single Grow Wings And Fly

As músicas do álbum Phantom Island, do King Gizzard And The Lizard Wizard, continuam a vibe leve do álbum anterior, Flight b741, mas são melodicamente e estruturalmente mais sofisticadas, puxando para um power-pop e soft-rock dos anos 1970. Grow Wings And Fly é a última faixa do novo álbum da banda e teve sua parte instrumental comandada por Chad Kelly, colega dos integrantes, tecladista, maestro e arranjador. Isso fez o álbum ser encerrado com o hino mais extasiante e inspirador de todo o repertório do Gizzard. Phantom Island é o 27° álbum da discografia de Gizzard, e será lançado no dia 13 de junho. Nele, a banda adiciona uma nova dimensão à sua arte musical em constante evolução, abraçando o sinfônico e bordando seus emaranhados de riffs e melodias com cordas, metais e instrumentos de sopro.
The Town anuncia shows de Jason Derulo, CeeLo Green e Natasha Bedingfield

O festival The Town anunciou novas adições à programação da edição de 2025. Quem se junta às apresentações do palco Skyline é o cantor Jason Derulo, que sobe ao palco na noite do dia 12. O show do músico será antecipado pela apresentação de CeeLo Green, vencedor de cinco Grammys. Natasha Bedingfield canta no dia 13. Na mesma data, uma das novidades no palco The One é a presença de Luísa Sonza, grande nome do pop brasileiro contemporâneo. Quem se apresenta antes dela é o DJ e cantor Pedro Sampaio. Ainda no The One e no dia 12, também foi revelada a participação da cantora do pop nacional Duda Beat, que se apresentará com sucessos de seu novo álbum Tara e Tal e outros hits da carreira. Quem abre o show da artista é o músico Di Ferrero, que promete introduzir o projeto The Hard Pop Party com a ajuda de uma banda inédita e homenagens a nomes importantes do pop nacional e internacional. A novidade anunciada para o dia 13 é que a cantora britânica Natasha Bedingfield irá abrir os shows do Skyline. Ela é reconhecida mundialmente pelo hit Unwritten. O The Town acontecerá nos dias 6, 7, 12, 13 e 14 de setembro. A venda geral de ingressos tem início no próximo dia 27 de maio, a partir do 12h.
Entrevista | Sami Chohfi – “Fazer música independente é uma luta”

Neste sábado (17), o palco do Brazilian Bacon Day, em Uberlândia, será tomado por uma descarga de rock alternativo vindo direto de Seattle. O cantor e compositor Sami Chohfi faz sua estreia na cidade com um show intenso, emocional e cheio de personalidade, ao lado do baterista Marco Bicca e do baixista Anderson Formaggini. Com raízes brasileiras (é filho de pai brasileiro e casado com uma brasileira), Sami Chohfi traz na bagagem uma trajetória que passou por Estados Unidos, Costa Rica, Sudeste Asiático e Índia, reunindo influências que vão do grunge dos anos 90 ao rock melódico dos anos 2000. O show promete mesclar novos singles, favoritas dos fãs e releituras impactantes de clássicos do rock. “Não é só mais um show em festival. É daqueles momentos que ficam na memória”, diz o artista. Sami é o nome internacional da edição 2025 do evento, que também contará com apresentações de nomes consagrados do rock nacional, como Charlie Brown Jr., Biquíni e Ira!. Além da apresentação, Sami vem divulgando seu novo clipe, Enemy, uma produção familiar que emocionou até o diretor. O vídeo conta com a participação de seu sobrinho Logan, de apenas 10 anos, que surpreendeu ao entregar uma performance intensa em todas as cenas logo na primeira tomada. “Ele é natural. Interpretou um lado sombrio de si mesmo com uma entrega que nem adultos conseguiriam”, comenta Sami. A metáfora visual do clipe de Enemy aborda temas como saúde mental, autoconhecimento e superação. “Mostramos crianças enfrentando seus próprios ‘eus’ negativos. Todos nós temos esse lado sombrio. A mensagem é que podemos nos curar”, explica. Com um toque de simbolismo e emoção, o vídeo ainda traz a participação de sua irmã Tiffany — musicista como ele — e de uma de suas alunas de canto, Piper, que também surpreendeu como atriz. A composição da música que dá origem ao clipe também carrega peso emocional. Escrita no violão acústico, como todas as suas canções, a faixa surgiu em um momento de dúvidas pessoais e profissionais. “Fazer música independente é uma luta. Às vezes, você se pergunta se é bom o bastante. Essa música é sobre calar essas vozes internas”, revela Sami Chohfi. ServiçoBrazilian Bacon DayData: 17 de maio de 2025 (sábado)Local: Camaru – Av. Juracy Junqueira de Rezende, 100 – Uberlândia, MG Abertura dos portões: 14hClassificação: 18 anos Ingressos• R$ 150 – Área Premium Open Bar (4º lote – individual)• R$ 270 – Área Premium Open Bar (4º lote – combo 2 pessoas) Vendas online: Showpass
The Lemonheads libera single duplo Deep End / Sad Cinderella; ouça!

The Lemonheads está de volta com seu primeiro álbum inédito em quase duas décadas. Previsto para o outono no hemisfério norte, Love Chant marca um retorno ao pop quase perfeito que consagrou a banda, trazendo luz e sombra em igual medida. Antecipando o novo trabalho, o grupo lançou o single duplo Deep End / Sad Cinderella, acompanhado de um videoclipe produzido pela Surreal Hotel Arts. A faixa também ganhará uma edição limitada em vinil 12”, com apenas 500 cópias, disponível a partir de 13 de junho. Deep End é um turbilhão de riffs, com solos incendiários de J Mascis (Dinosaur Jr), em uma peça de punk pop atemporal que parece feita sob medida para pedir um cigarro emprestado. Coescrita com o parceiro australiano Tom Morgan (Smudge) e com participação de Juliana Hatfield, a música antecipa a volta dos Lemonheads à Austrália, com shows marcados ainda este mês. >> CONFIRA ENTREVISTA COM EVAN DANDO “Estou empolgado demais para voltar à Austrália, justo no momento do lançamento de músicas novas que venho preparando, incluindo um single escrito com o talentoso Tom Morgan. A Austrália sempre foi uma grande fonte de inspiração pra mim, e poder lançar novas faixas enquanto encerramos a celebração dos 30 anos de It’s a Shame About Ray e Come On Feel The Lemonheads parece um sonho. Encerrar esse ciclo em um lugar que considero como uma segunda casa é como ser abençoado para iniciar um novo momento”, comenta Evan Dando em comunicado enviado à imprensa. No lado B do single, uma releitura comovente de Sad Cinderella, do saudoso Townes Van Zandt, evoca a atmosfera dos duetos de Gram Parsons e Emmylou Harris. Com ecos de Harvest, de Neil Young, e do lirismo de George Jones, a faixa é um dueto frágil e dolorido entre Evan e a cantora Erin Rae — um tributo aos românticos incuráveis. Deep End e Sad Cinderella apresentam duas faces dos Lemonheads renascidos — um retorno maduro e comovente de uma banda lendária que ficou tempo demais longe dos holofotes.
Atração do Popload Festival, Laufey anuncia álbum com o single Tough Luck

Laufey, um dos fenômenos da música contemporânea, anunciou o aguardado álbum A Matter of Time com o intenso single Tough Luck. A artista, que será uma das principais atrações do Popload Festival em São Paulo neste mês, lançará o disco em 22 de agosto. “Cada novo álbum é como um caderno em branco para eu escrever novas histórias”, conta ela. “Tough Luck é uma música intensa sobre um amor que deu errado. Quis mostrar um lado mais raivoso — um lado que esse relacionamento infeliz despertou em mim”. Esse lado pessoal sempre foi um marco de Laufey. Ela fez de Everything I Know About Love (2022) um diário sobre o amadurecimento e o começo da vida adulta. Já no premiado Bewitched (2023), mergulhou profundamente nos amores da juventude. Agora, em A Matter of Time, ela cristaliza ainda mais sua sonoridade única com jazz, tons orquestrais e influência da bossa nova, com espaço para ousar e fugir de regras ou padrões rígidos. “Estou sempre pensando em música clássica e jazz, como preservá-los e prestar homenagem. Mas para este álbum, eu quis apenas deixar meu coração guiar”, diz Laufey. Para isso, ela trabalhou com dois co-produtores: Spencer Stewart, parceiro dos dois primeiros discos, e com o novo colaborador Aaron Dessner (conhecido por seu trabalho com Taylor Swift e The National). Essa liberdade sonora deu espaço para Laufey revelar novos lados de si, explorando temas mais densos. “As pessoas esperam uma fachada bonita, roupas delicadas, histórias fantasiosas e músicas românticas”, diz ela. “Desta vez, quis ver como poderia trazer à tona os lados mais falhos de mim mesma e encará-los de frente.” Incluindo a já lançada Silver Lining, A Matter of Time mostra Laufey em sua fase mais ousada — e também mais divertida — ao retratar amores reais em suas várias formas, e o que significa ser reduzida à sua versão mais vulnerável e ansiosa diante dele.
Entrevista | Tom Speight – “É um álbum pessoal que carrega muita emoção”

O cantor e compositor britânico Tom Speight inicia nesta quinta-feira (15) uma mini tour pelo Brasil. A primeira apresentação será no Blue Note São Paulo, a partir das 22h30. Na bagagem ele traz singles do álbum Perfect Strangers, que será lançado em 26 de setembro. Ainda há ingressos disponíveis para o show. Na sexta-feira (16), Tom Speight se apresenta no Hard Rock Café Curitiba, enquanto no sábado (17) o show será no Blue Note Rio de Janeiro. Em cada apresentação, Tom Speight levará ao palco a delicadeza de seu folk-pop acústico, conhecido por suas melodias cativantes e letras emocionantes. Ao seu lado, estará a renomada vocalista Lydia Clowes, que já trabalhou com artistas como U2, Fred Again e Amber Run, enriquecendo ainda mais a experiência musical com harmonias envolventes e interpretações memoráveis. Tom Speight conversou com o Blog n’ Roll sobre os shows no Brasil, identificação com o público brasileiro, além do álbum novo. Confira a íntegra abaixo. O que mais te empolga nesse reencontro com o público brasileiro? O Brasil é um lugar incrível para se apresentar. A energia é incomparável, e estou ansioso para me reconectar com os fãs daqui mais uma vez. O álbum Perfect Strangers é o foco da turnê. Como você descreveria esse trabalho em comparação com os seus lançamentos anteriores? Perfect Strangers provavelmente é o mais próximo de Collide no sentido acústico e nas vibrações cruas e honestas. É um álbum pessoal que carrega muita emoção. A faixa-título é um dueto com Lydia Clowes, que também estará na turnê. Como surgiu essa parceria e o que ela trouxe de novo para a sua música? Lydia e eu cantamos juntos há mais de dez anos, e ela é como uma irmã de canto para mim. A voz dela traz uma profundidade única à música, e cantar com ela é algo que acontece de forma muito natural. Quais músicas do novo álbum você está mais ansioso para tocar ao vivo nessa turnê pela América do Sul? Estou especialmente empolgado para tocar Perfect Strangers e Higher ao vivo pela primeira vez. Tem algo de muito especial em apresentar músicas novas — sempre parece fresco e empolgante. Seus shows no Blue Note (São Paulo e Rio de Janeiro) terão uma atmosfera mais intimista. Quais mudanças você costuma fazer quando o ambiente é mais acústico e próximo do público? Tudo gira em torno da conexão. Em um ambiente intimista, consigo me conectar melhor com o público, e realmente foco na emoção pura da apresentação. Suas letras costumam abordar emoções profundas e conexões humanas. Como foi o processo de composição de Perfect Strangers nesse sentido? O fio condutor do álbum é a conexão humana — seja em um término ou em uma história de amor, trata-se dessa ligação emocional com outra pessoa. É um álbum muito pessoal para mim. Você costuma lançar EPs e álbuns com bastante frequência. De onde vem essa consistência criativa? Existe alguma rotina ou hábito que te ajuda a manter a inspiração? Eu simplesmente amo compor. É tão simples quanto isso. Quanto mais eu escrevo, mais me inspiro — e isso vira um ciclo criativo. Para quem vai te ver ao vivo pela primeira vez no Brasil, o que você gostaria que levassem dessa experiência? Quero que sintam essa conexão. É isso que eu mais valorizo — criar um espaço onde todos possamos compartilhar juntos a música e a energia. Quais três álbuns mais influenciaram sua carreira? E por quê? (What’s the Story) Morning Glory?, do Oasis, teve uma enorme influência. Abbey Road, dos Beatles, pela sua atemporalidade. E O, do Damien Rice, pela emoção crua e composição das músicas.
Entrevista | Toby Morrell (Emery) – “Eu sou o maior fã do Emery e realmente sou”

Após cerca de 17 anos, o Emery retorna ao Brasil para uma série de quatro shows no Festival “Emo Vive”. O evento é uma verdadeira máquina do tempo e que faz algo disruptivo aqui no Brasil. De maneira corajosa, o lineup terá também Anberlin e Mae tocando seus álbuns mais icônicos, além do Fresno revivendo os 3 primeiros discos da banda e o Hateen que vai ter sets especiais em português e inglês. O Festival “Emo Vive” é uma realização da Polifonia e será realizado em junho em Porto Alegre (04), Rio de Janeiro (06) e São Paulo (07 e 08). Os ingressos estão à venda no site https://www.festivalpolifonia.com.br/ Confira a entrevista completa com Toby Morrell abaixo. Tenho que iniciar com essa pergunta, como vocês enxergam o meme “Come to Brazil” ai nos Estados Unidos? Bem, é empolgante. Às vezes a gente posta um vídeo nosso em show aqui em Seattle e as pessoas já vão logo comentando “Come To Brazil”. Então, estamos bem felizes em voltar e atender os fãs. Vocês vieram ao Brasil em 2008, também para um festival (ABC Pro HC). Quais são as suas memórias dessa turnê e se teve alguma história curiosa? Parecia que a gente estava tocando em casa. Os fãs brasileiros realmente são apaixonados e cantam todas as músicas e isso foi muito gratificante. Me recordo muito do momento que chegamos perto do aeroporto e vimos São Paulo, não lembro de ter visto uma cidade tão grande quanto essa. O mais curioso foi ver que é uma cidade que não dorme nunca. Não importa o horário, haviam comércios abertos, pessoas na rua se divertindo. Isso foi muito curioso para nós. É a primeira vez de vocês no Rio de Janeiro e Porto Alegre. Vocês já tem planos ou algum lugar que queiram conhecer? Tenho muita saudade da comida do Brasil, que é deliciosa. Bem, sobre os passeios, temos que ver como estará nossa agenda, quanto tempo teremos, se estaremos cansados e tudo mais. Mas um lugar que temos curiosidade de visitar é o Jesus Cristo, sempre vemos fotos na Internet e gostaríamos de ver isso ao vivo. Gostaríamos de voltar mais vezes, nosso grande problema é a distância. Tanto Brasil quanto Austrália leva quase um dia inteiro de viagem e isso dificulta um pouco para todos. Party Song é a minha música favorita do Emery e vi que vocês tocaram recentemente a pedido de um fã. Os últimos shows da banda são comemorativos do The Question, então gostaria de saber se vão tocar Party Song ou algo especial aqui no Brasil. Spoiler da Setlist? Não posso dar spoiler, mas vou falar com os caras da banda para ver se incluímos Party Song ai também. Bom, a setlist atual está em torno da comemoração de 20 anos do The Question, porém vamos tocar os clássicos que os fãs querem ouvir como Walls e The Ponytail Parades. Aproveitando que falamos do The Question, qual a sua relação com esse álbum hoje em dia? Onde a gente toca e alguém fala que é o maior fã do Emery eu interrompo e falo: “Eu sou o maior fã de Emery”. E realmente sou. Muitos artistas passam a não gostar tanto dos seus primeiros trabalhos, mas eu gosto bastante, coloco no carro para ouvir, ouço em casa e isso me faz conectar com o momento, lembrar de algumas coisas da composição. Por isso para mim continua sendo gratificante tocar todas essas músicas 20 anos depois. Vocês são uma banda com três vocalistas e multi instrumentistas. Como é o processo de composição e como vocês definem quem vai cantar? É algo muito natural para nós. Geralmente quem escreve a letra, não necessariamente a música, mas a letra em si é quem canta. Então para mim é bem natural assumir o baixo e deixar o Devin cantar. O mais curioso é que muita gente não sabe que temos mais de um vocalista e fica surpresa nos shows. Eu não acho nossas vozes parecidas, mas é engraçado que muita gente ache que é uma pessoa só. Emeryland é um projeto fascinante de comunidade. Como tem sido criar músicas com os fãs envolvidos em todo processo? O Emeryland é algo muito importante para nós porque conseguimos enxergar coisas que não vemos nas nossas músicas ou composições. Bem, nós gravamos um álbum com a ajuda do financiamento deles. Então essa comunidade nos traz um olhar verdadeiro sobre como os fãs veem o Emery de uma maneira individual. Isso nos dá confiança também para experimentar e criar coisas novas. Para finalizar, separei duas perguntas de fãs do Emery. A primeira delas vem da Viviane Moreira e ela gostaria de saber mais sobre a inspiração e letras do “Rub Some Dirt On It” Bacana, sobre o “Rub Some Dirt On It”. É um álbum mais experimental. As músicas falam bastante sobre momentos difíceis e como isso de alguma forma molda nosso caráter. As letras abordam a força de enfrentar adversidades e sobre como sempre nós somos mais fortes do que pensamos. E não nos podamos na hora de criar, falamos sobre traição, dor, decepção com líderes religiosos, abusos dentro da igreja… Foi tudo resultado de lutas internas e percepções dos integrantes da banda. E a segunda pergunta vem do Pablo Sarmento. É sobre a conexão cristã da banda e como vocês enxergam outras bandas falando sobre sua religiosidade como Underoath, The Devil Wears Prada e Paramore? Acho que a espiritualidade individual é também uma questão de amadurecimento. Quando ficamos mais velhos, nós carregamos mais bagagens como divórcio, brigas, momentos bons, ruins e cada um se agarra na sua fé nessas horas. Então, independentemente de religião, falar sobre fé é algo que acredito que conecta as pessoas. As letras pode oferecer tantas coisas às pessoas, como experiências, ajudas. Então, no fim, tudo tem a ver com fé.
Testament, ícone do thrash metal, retorna ao Brasil em agosto com seis shows

Titã do thrash metal mundial e uma das bandas mais importantes da história da música pesada, o Testament retorna à América Latina em agosto, com seis datas no Brasil: Limeira (16/08), Curitiba (17/08), Belo Horizonte (19/08), Brasília (21/08), Rio de Janeiro (23/08) e São Paulo (24/08). A realização é da Liberation Music Company. Os ingressos começam a ser vendidos às 12h de quarta-feira (14). A turnê deste ano será a primeira da banda como headliner desde a sua passagem no Brasil em 2017, em que promoveu o álbum Brotherhood of The Snake. Além de ser um pioneiros e definidores do gênero thrash metal, com uma série de discos clássicos, o Testament se consolidou ao longo de décadas e de inúmeros clássicos como uma verdadeira instituição do heavy metal. Eles nunca vacilaram criativamente, lançando um álbum aclamado após o outro ao longo de quatro décadas. Os quase 3 milhões de ouvintes mensais da banda no Spotify são uma clara demonstração da força duradoura das legiões do Testament. E como uma instituição do heavy metal reconhecida internacionalmente, o Testament frequentemente aparece como atração principal em festivais importantes. Ao longo dos anos, eles fizeram turnês ao lado de Black Sabbath, Iron Maiden, Judas Priest, Korn, Slayer, Megadeth, Anthrax, Lamb Of God, entre outros. Hinos antigos como Over the Wall, Into the Pit, Down for Life, assim como pedradas mais modernas – For the Glory of…, Brotherhood of the Snake, entre outras – seguem incendiando gerações de fãs e plateias dos maiores festivais ao redor do planeta, com os inconfundíveis vocais do carismático frontman Chuck Billy e uma poderosa base musical, incrivelmente rica em texturas compostas por músicos extraordinários: Eric Peterson e Alex Skolnick nas guitarras, Steve Di Giorgio (ex-Death, Obituary) no baixo. A banda se apresentará em todos os grandes mercados da América Central e do Sul, incluindo seis cidades brasileiras, uma das quais, Limeira, marcará o primeiro show da história da banda no interior de São Paulo. Esta turnê também será a estreia na América Latina do novo baterista, Chris Dovas. TESTAMENT LATIN AMERICAN TOUR 2025 6 de agosto: San José, Costa Rica @ Pepper Club www.specialticket.net 8 de agosto: Bogotá, Colômbia @ Auditorio Mayor CUN www.eventrid.com.co 10 de agosto: Lima, Peru @ CC Teatro Leguía www.ticketmaster.pe 12 de agosto: Santiago, Chile @ Teatro Coliseo www.puntoticket.com 14 de agosto: Buenos Aires, Argentina @ Teatro Flores www.passline.com 16 de agosto: Limeira, Brasil @ Studio Mirage www.fastix.com.br 17 de agosto: Curitiba, Brasil @ Tork ’n’ Roll www.fastix.com.br 19 de agosto: Belo Horizonte, Brasil @ Mister Rock BH www.fastix.com.br 21 de agosto: Brasília, Brasil @ Toinha www.fastix.com.br 23 de agosto: Rio de Janeiro, Brasil @ Circo Voador www.eventim.com.br 24 de agosto: São Paulo, Brasil @ Carioca Club www.fastix.com.br
Dave Fenley, sensação do soul country norte-americano, virá ao Brasil em 2026

O Brasil receberá em março de 2026 a inédita turnê do cantor norte-americano Dave Fenley, conhecido por sua voz rouca e estilo musical que mistura country, soul e rhythm and blues. Ele ganhou destaque nacional nos Estados Unidos ao participar de competições musicais na televisão America’s Got Talent e The Voice. A realização é da Sellout Tours. Dave Fenley fará três shows no país. Dia 5 de março em Belo Horizonte, no Grande Theatro Unimed, dia 6 em Curitiba, no Tork n’ Roll e dia 7 em São Paulo, no Carioca Club. Antes e depois dos realities, Dave Fenley já era conhecido na cena country por suas apresentações ao vivo, especialmente no Texas, e por suas versões acústicas de canções populares. Ele também escreve músicas originais e lançou álbuns e singles independentes. Está mais do que pronto para provar que seu som sincero não é apenas um momento passageiro, é um movimento. Seu estilo é frequentemente comparado ao de artistas como Chris Stapleton, graças à sua voz marcante e interpretações cheias de emoção. Dave construiu uma base fiel de fãs com versões acústicas de músicas famosas, muitas das quais se tornaram virais no YouTube e Facebook. Entre os covers mais populares estão: Tennessee Whiskey (Chris Stapleton/George Jones), Make You Feel My Love (Bob Dylan/Adele), Amazing Grace (em versão gospel/country) e Stand By Me, clássico de Ben E. King. Ele também lançou músicas autorais e álbuns independentes, como o álbum “The Spread Love Sessions”, com interpretações intimistas e cheias de emoção. No The Voice Estados Unidos, Dave participou da edição de 2018, a 15ª temporada do programa, e entrou para o time do Blake Shelton, um dos técnicos mais queridos do reality. SERVIÇO Dave Fenley em Belo Horizonte (MG) Data: Quinta-feira, 5 março 2026, às 19h Local: Grande Theatro Unimed (Rua dos Carijós 258, Belo Horizonte, MG) Ingresso * Dave Fenley em Curitiba (PR) Data: Sexta-feira, 6 março 2026, às 19h Local: Tork n’ Roll (Av. Mal. Floriano Peixoto 1695, Curitiba, PR) Ingresso * Dave Fenley em São Paulo (SP) Data: Sábado, 7 março 2026, às 17h Local: Carioca Club (Rua Cardeal Arcoverde 2899, São Paulo, SP) Ingresso