Stick Figure, sensação do reggae/dub, anuncia show em São Paulo

No ápice da carreira, com shows esgotados nos Estados Unidos e recentes colaborações com estrelas da música mundial como Jack Johnson e Sublime, a banda norte-americana de reggae dub Stick Figure vem pela primeira vez ao Brasil no dia 25 de maio de 2025, em São Paulo. O show, o único no país, será no Terra SP. Os ingressos já estão à venda. A realização é da conjunta entre Powerline Music & Books e Sellout Tours, que no ano passado foram responsáveis pelas vitoriosas e concorridas turnês do The White Buffalo e Shawn James na América do Sul. SERVIÇOStick Figure em São Paulo Data: 25 de maio de 2025 (domingo) Horário: 19h (abertura da casa) Local: Terra SP Venda online Ingressos Pista, 1º lote: R$ 230, 00 (meia solidária para todos, mediante doação de 1 kg de alimento não perecível), R$ 220,00 (meia estudante), R$ 440,00 (inteira) Camarote, 1º lote: R$ 470, 00 (meia solidária para todos, mediante doação de 1 kg de alimento não perecível), R$ 460,00 (meia estudante), R$ 920,00 (inteira)
Jack Johnson revela terceiro single de projeto que recria seus hits em versão dub

O cantor Jack Johnson está se preparando para o lançamento do álbum In Between Dub, que traz alguns de seus maiores sucessos reimaginados por Dennis Bovell. A terceira faixa do novo trabalho, Calm Down, já está disponível no streaming. Originalmente lançada no disco Meet The Moonlight, de 2022, Calm Down é uma composição autoral que teve sua produção assinada por Blake Mills. Jack e o produtor do disco, Black Mills, tocaram as guitarras e ficaram responsáveis pelos vocais, enquanto Dennis Bovell adicionou bateria, baixo e teclado. In Between Dub chegará aos aplicativos de música no próximo dia 2 de junho. O álbum está em produção há três anos, Johnson procurou Lee “Scratch” Perry pela primeira vez no início de 2020, na esperança de que ele produzisse o ambicioso projeto. Após uma pausa pandêmica de um ano, Perry começou a desenvolver várias das faixas em seu estúdio, na Jamaica. Também participam do projeto: Scientist, Dennis Bovell, Nightmares On Wax, Mad Professor, Yaascore e Monk.
Tom Zé revisitado em dub e ska 48 anos depois por Joey Altruda

Chegou nas plataformas digitais um Tom Zé como você nunca ouviu! Joey Altruda, músico e compositor norte-americano, lançou A Babá em duas versões inéditas, heavy dub reggae e ska pelo selo Avocaudo Records. “Escolhi A Babá por vários motivos, um deles porque foi a primeira música do Tom Zé que ouvi, depois de encontrar o compacto original”, revela Joey. Composta originalmente em 1972, A Babá nasceu da união das lembranças de cantigas de roda, a ideia da dinamite na cabeça do século e a figura do capitalista famoso Rockfeller. Ingredientes que só fazem sentido depois de processados na mente criativa de Tom Zé. “Igualmente importante para mim é o conteúdo da letra dessa música e como ela é relevante para o estado atual do mundo. A versão original foi lançada durante a era da ditadura do Brasil e acho isso bastante profético. É importante para mim ter essas letras revividas em uma versão recém-gravada, como uma observação cultural e uma declaração sobre a atualidade”, explica Joey. Na melodia original, um misto de quase choro com samba paulistano. Trazer a canção para o universo dos sons da Jamaica foi um caminho natural para Joey Altruda. “Adorei toda a vibração da música e vi o potencial óbvio de fazer uma versão ska disso por causa de sua melodia, progressão de acordes e andamento”. “Joey Altruda me consultou, a respeito de aplicar à música um ritmo jamaicano e fiquei surpreso, de modo positivo, pelo interesse de ele, lá tão longe, no exterior querer gravá-la”, disse Tom Zé sobre a proposta inesperada de trazer A Babá de volta à vida. Apoio de Tom Zé Para realizar essa repaginada, Joey se cercou dos melhores. Uniu um time de peso com Marlon Sette, Dadi Carvalho, Kassin e Daniel Maia, no lado brasileiro da produção. Joey é enfático ao falar de Tom Zé. “Sua música nos faz pensar. Seu intelecto combinado com humor irreverente nas letras são declarações sociais profundas, e a arquitetura musical que ele cria é enigmática e exclusivamente sua. Cada música é uma impressão digital musical. ” Sobre o resultado final, Tom Zé declara: “Não me ocorre dar palpites a respeito. “Quem gaba o toco é a coruja. Fiquei muito satisfeito”.
Mauren McGee traz dub em música com o rapper SóCiro
Morre Marcelo Yuka, fundador d’O Rappa, aos 53 anos
The Slits: quebrando todas as regras
Sonata Sonido#07 – Lollapalooza, um pequeno cardápio