Julia Levy lança EP de estreia com releituras de Rita Lee e Billie Eilish

Julia Levy, artista em ascensão no cenário da MPB, lançou seu primeiro EP, LUZ. O trabalho chegou em todas as plataformas digitais nesta quinta-feira (30) pelo selo Alma Music. Júlia traz em LUZ três novas releituras de sucessos nacionais e internacionais. O repertório do EP foi cuidadosamente selecionado por Julia para explorar diferentes aspectos do feminino e da realidade da mulher. O processo de escolha das canções foi orgânico, focado em músicas que refletissem reflexões pessoais da artista. “Cada releitura do EP traduz o meu olhar sobre essas canções” explica a artista paulista. LUZ não é apenas um marco na carreira musical de Julia Levy, mas também um símbolo de sua jornada pessoal. Deixando para trás uma carreira no mercado financeiro para seguir sua verdadeira paixão pela música, este trabalho representa um momento de revelação e transformação. “O nome LUZ, além de ser meu sobrenome materno, representa esse momento de iluminar um lado meu que até então estava escondido”, conta Julia. O EP inclui seis faixas, sendo três já conhecidas pelo público: Banho de Tulipa Ruiz, famosa na voz de Elza Soares; Cabide de Ana Carolina, popularizada por Mart’Nália; e You Don’t Know Me de Caetano Veloso. As inéditas Pagu, clássico de Rita Lee, My Future, releitura do sucesso de Billie Eilish, e Make it Better, de Anderson Paak feat. Smokey Robinson, completam o EP. Com My Future sendo a faixa foco do EP, Julia Levy demonstra sua evolução artística e conexão com as questões contemporâneas do universo feminino. A releitura dessa canção reflete não apenas a identidade musical de Julia, mas também seu olhar para o futuro. Julia espera que LUZ ressoe na alma das pessoas, assim como ressoa na dela. “Quem sabe ele desperte em alguém alguma paixão que também estava escondida?”, espera a artista.

Atração do Primavera Sound, The Blessed Madonna lança EP

Prestes a desembarcar no Brasil como uma das atrações do Primavera Sound no dia 3 de dezembro, a DJ The Blessed Madonna lança nesta sexta-feira seu mais novo EP Carry Me Higher com colaboração de Joy Anonymous e os vocais da cantora soul e multi-instrumentista Danielle Ponder. Composto de duas faixas – Carry Me Higher e Something Doesn’t Feel Right – em 7 e 10 polegadas e em versões demo, o projeto foi gravado em Nova York com Joy Anonymous enquanto The Blessed Madonna estava em sua residência no lendário Chicago’s Smartbar. O lançamento de Carry Me Higher chega para celebrar um ano que reafirma a posição da DJ como uma das artistas mais celebradas e icônicas da música eletrônica mundial. 

Black Pantera revela Griô, EP com músicas em inglês; ouça!

Uma das grandes bandas de rock da geração, o Black Pantera está em turnê desde o lançamento de Ascensão (Deck/2022) tocando pelos quatro cantos do país e também no exterior. Durante a agenda de shows eles foram gravando algumas músicas em inglês que formam o EP Griô. “A gente sempre quis fazer um projeto em inglês, já gravamos algumas músicas durante nossa carreira, mas pela primeira vez fazemos um EP todo em outra língua”, comentou Chaene. “Para nós é muito importante que as pessoas entendam o que estamos cantando e dessa vontade nasceu Griô”. O EP traz cinco faixas inéditas, incluindo Dreadpool, lançada como single recentemente. Burn Out é sobre pedir ajuda quando estamos com problemas, Ukumkami foi inspirada num sonho que Chaene teve com o avô pedindo para que ele continuasse alimentando a fogueira sem deixar o fogo apagar. Rise é uma levada punk com uma parte reggae com o refrão “o que você vê quando você me olha?” Shut Up Fuck Up nasceu dos grandes hinos punks da história, rápida, pesada e com uma letra forte. “Às vezes tudo que precisamos é colocar para fora os sentimentos, e todos nós temos esse direito. É sobre você estar em vários lugares e ser perseguido por olhares e julgamentos e saber que você é maior do que toda a negatividade”, comentou Charles sobre essa faixa que, traz uma guitarra marcante e o baixo e a bateria acelerados. “Unimos muito do punk, hardcore e metal, uma canção perfeita para o mosh pit! Todos nós sabemos bem onde aplicar um simples “shut up fuck up”, finaliza. Griô é uma palavra de origem africana que designa o “guardião da memória oral de um povo”. E é justamente esse o conceito do EP, assim como do próprio Black Pantera. “Griô são contadores de histórias, esses ancestrais que passavam o conhecimento para frente, através de contos, através de músicas, extremamente necessários para difundir a cultura de um povo e impedir que ela desapareça. Então a gente queria isso, acabamos sendo griôs da nossa era, pois falamos de retomada, do movimento negro, dos ativistas, da história do povo preto, dos impérios e tudo mais, declarou Chaene. “Contamos a história do nosso povo, tão apagada, tão sequestrada, mas de uma maneira que a gente possa retomar isso e mostrar que nós somos história para além da escravidão e uma forma também de combater o racismo e elevar os nossos ancestrais, o nosso povo, explica Chaene. O EP Griô foi produzido por Rafael Ramos e masterizado por Chris Hanzsek no Hanzsek Audio em Seattle (EUA).

Lúbrica mostra seu shoegaze com sensibilidade pop no EP Descompasso

Ainda que já some cinco anos de existência, é sempre em tempo dar boas vindas à Lúbrica, banda que nasceu no centro da cidade de São Paulo e uniu músicos de diferentes lugares do país e trajetórias (e referências e…) distintas. Assumindo seu shoegaze com sensibilidade pop, o grupo apresenta seu EP de estreia, Descompasso. Produzido por Henrique Meyer (Supercolisor), Descompasso é a justa junção das vivências de Rafaela Antonelli (bateria), Nath Pollaris (baixo), Diego Lucon (guitarra) e Gabriel Felipe Jacomel (voz) pela cidade e por tudo o que a atravessa. A história do Lúbrica começa ainda antes: em 2023 se comemoram dez anos que Rafaela, baterista na banda Deadman Dance, chamou Gabriel (que até então movimentava a cena catarinense) pra tocar punk em São Paulo. No ano seguinte, Gabriel abordou Diego “no banheiro da empresa de tradução em que todo mundo trabalhava”, pra descobrir em seguida uma torrente de pequenas pérolas do guitarrista – ou sendo lançadas pelo (selo) Plataforma Records com o projeto Last Man On Earth, ou solos. Nath chega um pouco depois, em 2019, vinda da carreira solo à frente do projeto de indie pop Pollar!s. As vidas e trabalhos se misturaram cada vez mais, sendo Nath e Rafaela instrumentistas na banda de Bruna Ryan e Diego e Gabriel parceiros no projeto Freud and The Motherfuckers! Sobre Descompasso, a banda comenta: “Demos início à pré-produção e à gravação do EP propriamente dita em 2021. Em 2022, Henrique Meyer (que trabalhou em diversos projetos com nosso vocalista nos últimos quinze anos), assume a produção musical dos fonogramas em seu home studio. Em doses homeopáticas, e rearranjando cada som com todo o carinho, gravamos cordas e vocais até meados de setembro do ano passado. Todo mundo cantou em todas as músicas, e vai ser um divertido desafio levar essas peripécias pro nosso show”.

andre L. R. mendes celebra a inquietude criativa e as raízes do processo criativo em EP

O cantor, compositor e multi-instrumentista andre L. R. mendes é um criador inquieto. Ele já lançou um álbum esse ano, preparou um novo para o próximo e ainda preparou novas canções, gravadas em take único que exploram sua busca por novos caminhos e conexões com suas raízes e história. É assim OK hippie, que chega com clipes para todas as suas faixas.  andre L. R. mendes é um artista independente com forte veia autoral, um bardo dos tempos atuais que faz de suas canções artesanais um reflexo de suas visões, esperanças e dilemas, e uma tradução dos nossos tempos em forma de poesia. Ele deu início à sua carreira nos anos 90 como membro da banda Maria Bacana, lançada pela renomada gravadora RockIt!, de Dado Villa-Lobos. O grupo recebeu o reconhecimento da crítica e foi considerado uma revelação pela revista Bizz em 1997.  Foi apenas em 2011 que andre decidiu embarcar em sua carreira solo com o lançamento do primeiro álbum, intitulado Bem-Vindo à Navegação. Demonstrando ser um compositor hiperativo, ele estabeleceu a meta de lançar um álbum por ano, o que seguiu fazendo de 2011 a 2016, quando interrompeu essa sequência por um motivo nobre: o lançamento de um novo disco com a banda Maria Bacana. Os álbuns continuaram em 2018 e de 2020 até este ano, quando lançou Imperioso Encantamento. O seu próximo álbum já está gravado e tem lançamento programado para 2024. Em Ok Hippie, ele lança uma parceria com seu pai (Eu me lembro muito bem); celebra o seu amor (Música de Casamento); faz uma homenagem ao baixista Lelê da sua banda Maria Bacana, que faleceu durante a pandemia com uma versão emocionante de uma música do grupo (Por Aí) e se inspira no realismo fantástico da literatura latinoamericana para refletir a luta contra a opressão (Mazé Bassim).

Bayside Kings reflete sobre energias opostas da vida no EP Dualidade

As forças complementares da existência são escancaradas e dilaceradas em quatro novas músicas que a banda Bayside Kings apresenta no EP Dualidade, um lançamento de quatro faixas plurais, em termos sonoros e líricos, que chega às plataformas de streaming pelo selo Repetente Records. É o terceiro fragmento, de quatro partes, que formarão o álbum conceitual #livreparatodos. Todas as faixas de Dualidade, como sugerem o nome do EP, tratam que antíteses, situações e posicionamentos contrários que, inevitavelmente, hora ou outra, colidem e colocam o indivíduo na encruzilhada: é preciso escolher um caminho, uma ideia, uma bandeira. (Des)obedecer, o primeiro single deste EP, é sobre romper limites e crenças que impedem o indivíduo de ser autêntico e seguir a vida por si. É um levante contra as amarras da sociedade e encorajar as pessoas a se posicionarem contra algo que não concordam. Entre a Guerra e a Paz traz em debate o conceito de ‘os fins justificam ou meios’ e incentiva o livre arbítrio, se desprender das amarras do julgamento alheio, mesmo que isso tenha o seu preço. Este foi o segundo e último single. Já a inédita Na Dor/O Amor traz mensagens e reflexões sobre aprendizados de vida ao longo dos anos, alguns que vêm mais prazerosos, pelo amor, outros mais amargos, pela dor. O ponto de inflexão é entender qual caminho buscar a partir deste questionamento. A também inédita, e faixa que fecha o EP, Pare(Ser), critica como a imagem, para o sociedade de consumo, é mais importante do que o indivíduo realmente é. Vale mesmo a pena publicar em redes sociais cada passo ou, ainda, publicar tudo antes mesmo de se ter de fato a experiência? Melodias e agressividade Dualidade mostra como o Bayside Kings amadureceu com precisão cirúrgica ao absorver influências de seus ídolos e transformá-las em músicas com o DNA do quinteto santista. Assim, Dualidade é um dos mais registros mais agressivos da carreira do Bayside Kings, ao mesmo tempo em que traz os refrões mais melódicos e riffs com cargas de hardcore, punk rock e até thrash metal. É, ainda, a consolidação da fase da banda com letras em português. Dualidade reafirma um 2023 de bons resultados e novidades para o Bayside Kings enquanto parte do cast da Repetente Records. Afinal, Badauí foi quem sempre incentivou a banda a começar a compor em português. A visão do vocalista do CPM22 foi certeira. “Temos um grande objetivo para 2024 e o suporte da Repetente Records será fundamental para isso acontecer”, comenta a banda.

Driven By escancara traumas, feridas e abusos no EP Ourselves

As ambientações, melodias, riffs e efeitos, com bases no stoner rock, metal alternativo e post hardcore, amplificam as cinco músicas que a banda paulista Driven By apresenta no EP Ourselves. Neste registro, já disponível nas plataformas digitais, o quinteto escancara traumas, feridas e abusos a partir de questões cotidianas – muitas delas vivenciadas pelos próprios integrantes. São legítimos narradores de histórias densas nas quais muitos se identificam, traduzindo batalhas internas em poderosas composições numa audição de fácil assimilação. A faixa de abertura, a cadenciada Driven apresenta uma latente pegada de Alice in Chains para falar da busca pelo sentido da vida nas pequenas coisas. É, também, sobre adquirir autoconhecimento encarando o vazio. Clona, em seguida, cresce em peso e densidade para falar de medo, revolta e ansiedade, escrita a partir de relatos vivenciados pelo vocalista Marcus Vulgare. A música, com riffs repetitivos e pesados ​​somados a uma linha vocal melancólica, é um grito contra sentimentos de desprezo e violência que ele sofreu. A quebra do ego e a busca frustrada por um deus inexistente é a catarse da próxima faixa, Lights, Shapes & Death. A música, aliás, reforça a gênese da Driven By enquanto uma banda que escreve sobre vida, morte e experiências pessoais. O EP traz também Masks, a música que norteou a nossa identidade como banda. Uma atmosfera dramática com versos e refrões bem definidos e cadenciados e uma letra que expõe a revolta diante de uma fé decrépita. O registro fecha com I’ve Gone, uma experimental jornada rumo ao desconhecido, que explora os cantos mais sombrios da mente humana. Com uma intensidade penetrante, a canção nos conduz através das complexidades do suicídio psicológico, um ato de autotransformação, em que a pessoa escolhe enterrar sua antiga identidade para dar espaço a um novo ser. “Foi um trabalho bem solto com liberdade para todos os cinco músicos criarem de acordo com suas próprias influências e características, o que fez com que a sonoridade soasse de uma forma bem original do nosso ponto de vista”, comenta a banda sobre o resultado atingido em Ourselves. A Driven By tambám fala sobre a parte lírica do EP. “Representa o que nós somos, daí vem o nome do disco. As nossas revoltas, anseios, conquistas, é um momento de falar da gente, de coisas que passamos como indivíduo, como grupo, como sociedade e mostrar para que isso é produto da nossa existência, das ações, das interações. Não adianta correr ou se esconder, a vida vai te encontrar onde você estiver e ela vai exigir que você viva, que experimente o mundo sendo bom ou não”.

Spiritbox revela EP Fear of Fear; ouça!

A banda de metal Spiritbox lançou o EP The Fear of Fear. Este lançamento segue o sucesso estrondoso do álbum de estreia da banda em 2021, Eternal Blue, que liderou as paradas e conquistou posição de destaque nas listas de final de ano dos críticos. O novo EP inclui os singles previamente lançados The Void e Jaded, que conseguiram mais de 1 milhão de streams na primeira semana após o lançamento. Uma característica especial deste lançamento é que cada música do EP será acompanhada por um videoclipe, com lançamentos programados ao longo da semana de lançamento. Atualmente, Spiritbox está em turnê com Shinedown e Papa Roach, consolidando sua posição como uma das bandas mais emocionantes e relevantes do cenário da música pesada.