Here’s To The Nights: Ringo Starr divulga primeira prévia de novo EP

Ringo Starr divulgou em suas redes sociais nesta quarta-feira (16), que prepara o lançamento de um novo EP, intitulado Zoom In. Em resumo, o projeto contará com cinco faixas. A canção Here’s to The Nights, que integra o trabalho já foi lançada. Ademais, o músico recebeu nas gravações da música diversos artistas, como Paul McCartney, Jenny Lewis, Dave Grohl, Sheryl Crow, Ben Harper, entre outros. Sobre o single lançado, Ringo contou que a faixa “é o tipo de música que todos queremos cantar juntos”.

Bocarra revela EP Clausura, gravado durante a quarentena

Os paulistanos da Bocarra lançaram o EP Clausura, gravado durante a quarentena e de forma remota, nesta sexta-feira (11). Composto, produzido e gravado pelos membros da banda em suas casas, Clausura é um projeto em que as três músicas do EP se interligam em uma linha do tempo. “O novo EP nasceu durante o período de quarentena de forma despretensiosa. O isolamento social acabou se tornando um momento muito prolífico pra nós, com muitas novas composições surgindo. Quando vimos, tínhamos um material que conversava com esse momento específico e fazia sentido trabalharmos essas músicas juntas”, conta o guitarrista e vocalista Fernando Hound. Palavras Rasas, a música que abre o EP, remete a um passado recente, que teima em se fazer presente. O som aborda a divulgação de notícias falsas e como a desinformação é uma arma perigosa e fatal. Logo depois, Pelos Dias que Virão, lançada anteriormente como um lyric video no Youtube, fala sobre o momento presente e o isolamento social, com o grito de lockdown como uma metáfora para essa necessidade. Por fim, Conversa com a Janela e o Vento é um devaneio com ar de esperança pelo futuro. A expectativa de voltar a viver sensações, antes corriqueiras, que se tornaram escassas por causa da pandemia. Aliás, a banda conta hoje com Fernando Hound, guitarra e vocal, Jota Vê, guitarra e vocal, Gui, baixo, e Rica, bateria.

Foster The People apresenta o EP In The Darkest Of Nights, Let The Birds Sing

A banda Foster The People divulgou nesta sexta-feira (11), o EP In The Darkest Of Nights, Let The Birds Sing, em todas as plataformas de streaming. Ademais, o trabalho é algo inédito para o grupo já que foi produzido e gravado pelos integrantes de forma independente. “Eu acho que esse EP é, na verdade, uma reflexão de tudo que o Foster The People fez sonoramente desde o início. Ele cruza gêneros, é formado por diferentes áreas da música”, contou Mark Foster em entrevista.

Bastille mantém características sonoras no EP Goosebumps

A banda de indie pop Bastille divulgou Goosebumps, faixa que integra o repertório do EP homônimo, lançado na última sexta-feira (4). Em suma, o registro traz os dois lançamentos anteriores, além de versões ao vivo de Goosebumps e survivin’. Anteriormente, o Bastille iniciou uma nova fase com o single What You Gonna Doo???, faixa que traz a colaboração de Graham Coxon. Logo depois, foi a vez de survivin’, que foi disponibilizada em setembro. Ao longo de quase uma década, o Bastille desenvolveu um som único, combinando pop melancólico com texturas 80’s e influências do rock, R&B e dance. Ademais, com letras que refletem realidades sombrias, confessionais e temas políticos, a banda se conectou com o público em todo o mundo como nenhuma outra banda britânica na memória recente, desde o lançamento de seu hit Pompeii.

Do emo-revive ao shoegaze e dream pop, Nenhum Caetano lança Nada. / Nós.

A identidade emo-revive da banda vicentina Nenhum Caetano, com influências de shoegaze e dream pop, é reafirmada com o novo EP Nada. / Nós., lançado na última sexta-feira (4). Em resumo, o EP conta com duas músicas autorais, sendo o segundo registro do grupo no ano, divulgado oito meses após o single Arpoador. Nada ao Seu Redor e O Tempo Não Espera Nós, que compõem o EP, estão disponíveis no Bandcamp e no canal do Nenhum Caetano no Youtube. Posteriormente, o lançamento também poderá ser ouvido por meio do Spotify. O Nenhum Caetano é composto por Luiz Kelevra, que é cantor, compositor e guitarrista, o baterista João Pedro Gonçalves, o guitarrista Luiz Fernando e o baixista Danillo Johnny Freitas, que ingressou na banda este ano, após as gravações do Nada. / Nós.. EP e novidades Luiz Kelevra explica que o EP é uma preparação para o primeiro álbum da banda, com lançamento previsto para janeiro. Aliás, o trabalho contará com 11 faixas, incluindo as duas músicas do Nada. / Nós.. O som foi gravado, mixado e masterizado no estúdio Warzone, em Santos, por Léo Mesquita, da banda Surra, e Willian Gomes. Inegavelmente, Title Fight, Citizen e Balance and Composure são referências para a Nenhum Caetano. “Quem gosta dessas bandas com certeza vai curtir o álbum”, ressalta Kelevra. Além disso, a banda diz que há um toque grunge em suas novas músicas, tendo as bandas Superheaven e Narrow Head como influências. Com relação ao EP, Nada ao Seu Redor é uma música tocada desde o começo da banda, que teve início no final de 2016. No entanto, ainda não havia sido divulgada oficialmente. “Ela traz um sentimento nostálgico para nós”, afirma o vocalista da Nenhum Caetano. Foi com base nisso que a banda escolheu uma foto dos anos 1990, quando todos os integrantes eram crianças, para ilustrar a capa do EP. Já O Tempo Não Espera Nós é uma produção mais recente do quarteto. Ela foi escolhida para compor o EP pois é a música que tocará na sequência de Nada ao Seu Redor no futuro disco da banda. Além do álbum previsto para janeiro, a Nenhum Caetano também está com a produção de um videoclipe em andamento. De acordo com o grupo, o clipe pode ser lançado ainda neste mês ou em janeiro. Para acompanhar as novidades, basta seguir a banda no Instagram. Nada. / Nós. by Nenhum Caetano

Matheus Sorriso: “por causa do meu primeiro EP, meu vulgo será Makiaveliko”

Com o EP Makiaveliko lançado há poucas semanas, o rapper Matheus Sorriso, morador do bairro Topolandia, na região central de São Sebastião, garante que esse é apenas o primeiro trabalho de muitos que ainda virão. Sorriso é membro do super grupo de rap All In, um novo projeto que envolve vários nomes do rap caiçara do Litoral Norte. Além disso, Sorriso ainda é representante e modelo da marca de streetwear Topo Store que representa vários artistas da cultura hip-hop no município. “As referências desse EP são desde Bezerra da Silva que meu pai escutava, até o trap que tocam atualmente. Estou satisfeito e feliz com o alcance e reconhecimento do público por essa primeira produção solo, apesar de ter um love song com participação do Menxr. Por causa desse EP, vou mudar meu vulgo para Makiaveliko”, revelou o MC. Chora Agora, ri depois Com várias participações em trabalhos de outros rappers, Sorriso tinha alguns singles lançados, mas para o rapper tudo começou a fluir de verdade depois do lançamento do videoclipe da canção Chora agora, ri depois. “Foi com esse clipe que tudo foi começando a se encaixar para o projeto virar um EP. A produção foi um trabalho simples em parceria com a produtora audiovisual Maresias TV e o resultado foi incrível. Chegou a ter mais de 10 mil views no Facebook e quase mil no canal do YouTube”, disse o rapper. Posteriormente, Sorriso afirma que irá lançar um álbum com o novo vulgo e acredita que o rap de São Sebastião um dia terá mais reconhecimento. No entanto, neste meio tempo, Makiaveliko seguirá tentando realizar o sonho de ser o novo Makaveli. Instagram: @matheussorriso_FacebookYouTube

Muzz confirma data para o lançamento de EP com covers de Bob Dylan e Mazzy Star

O supergrupo Muzz divulgou por meio de suas redes sociais nesta terça-feira (1º) que lançará um novo EP, intitulado Covers. Em resumo, como o nome já diz, o trabalho trará versões alternativas de canções de grandes nomes da música. Ao todo, o projeto terá quatro faixas. Ademais, o trabalho já chega na próxima semana no streaming. A estreia está prevista para 9 de dezembro. Primeiramente, o Muzz apresenta a faixa Nobody Wants A Lonely Heart de Arthur Russell. Já as outras três canções se tratam de Girl From The North Country (Bob Dylan). Fade Into You (Mazzy Star) e For You (Tracy).

EPs novos: Gaê, Junoplast Cave, Daparte e Hotelo

Gaê – Só – A Dois O artista brasiliense Gaê lançou o EP Só – A Dois, que compila faixas produzidas durante a pandemia em período de isolamento social. Com quatro faixas, o cantor e compositor expressa, em cada uma delas, um sentimento que pode ser despertado ao nos relacionarmos com perdas e mudanças. Como, por exemplo, o espanto, presente em Ao Avesso; rancor em Esquinas; memória em Dava e, por fim, em O Último Dia – único cover do trabalho – canção de Paulinho Moska que ganhou voz e videoclipe estrelado por Gaê, nos movimenta para a ação. Compostas antes da pandemia, as canções tinham um final diferente previsto: seriam guardadas para um segundo álbum, onde o artista falaria sobre a experiência do diagnóstico e de viver com o HIV, descoberto há 10 anos. Então, antecipou este processo para dialogar com o público, em um momento mais do que necessário, enquanto vivemos uma pandemia. Junoplast Cave – How To Stop Bad Thoughts A banda de rock paraense Junoplast Cave lançou o quarto e último single, In my head, do seu EP de estreia, How To Stop Bad Thoughts. Em suma, o EP inteiro está disponível para o público. Ademais, o projeto foi realizado em outubro de 2019, na One Produtora, em São Paulo. O processo de composição, gravação e pós-produção demorou cerca de um ano para ser finalizado. A banda é formada por Matheus Brevis (vocalista e sintetizadores); Ruann Magno (guitarra, sintetizadores e backing vocal); Arthur Cunha (contra baixo, sintetizadores e backing vocal) e Daniel Furtado (bateria). Daparte – Como Não se Lembram Vivendo um momento de liberdade criativa durante os tempos de distanciamento social, Juliano Alvarenga (voz e guitarra), João Ferreira (voz e guitarra), Bernardo Cipriano (voz e teclado), Túlio Lima (voz e baixo) e Daniel Crase (bateria), decidiram adiar o lançamento do novo álbum para 2020 e aproveitaram para lançar Como Não Se Lembram, um EP escrito e gravado na Sonasterio durante a pandemia de Covid-19. O isolamento trouxe um momento intenso e introspectivo para a Daparte. O EP Como Não Se Lembram externaliza esses sentimentos e representa uma ruptura momentânea daquele momento pré-pandemia, de euforia, festas e shows, para o momento pandêmico de reflexão, compreensão, incertezas e esperança. “As músicas não falam explicitamente sobre pandemia, elas falam sobre a gente na pandemia, sobre sentimentos de fuga, lugares diferentes, o tempo passando”, conta João Ferreira, vocalista da Daparte. Hotelo – Início A Hotelo iniciou um projeto junto à Sony Music: Início, Meio e Fim, no qual canta as diferentes fases de um relacionamento. O primeiro EP, Início, vem com três músicas: Sorte, com participação de Di Ferrero; Conto as Horas, que também chega com clipe; e Eu Te …. Como é o costume do grupo formado por Deco Martins (voz), Conrado Banks (baixo/backing vocals), Julinho Pettermann (guitarra/ backing vocals) e Tito Caviglia (guitarra), o álbum foi pensado com um conceito. “A gente gosta bastante de álbum temático. Vimos que deu muito certo com Mapa Astral. Percebemos que para este disco tínhamos um monte de música de amor. Então são quatro pro início do relacionamento amoroso, aquele frio na barriga, quando recebe mensagem e fica sorrindo à toa”, conta o grupo.

Punk rock com boyband? Plebe Rude regrava som famoso com o Dominó

A Plebe Rude divulgou o videoclipe da faixa P da Vida, com a participação de Afonso Nigro, ex-integrante da boy band Dominó. Aliás, a música, lançada originalmente em 1987 pelo grupo, é uma versão do compositor Edgard Poças para Tutta La Vita do italiano Lucio Dalla. Poças revela que quando escreveu a letra, a ideia era fazer algo diferente, que considerasse importante de dizer na época. “Veio a ideia de falar sobre o que tava acontecendo no mundo, mas me deu aquele choque: puxa! será que aqueles meninos vão cantar isso? Porque eles cantariam coreografando e ficaria um choque visual com as palavras que eram de mais peso. Mas fui em frente e cada vez a música foi ficando mais forte, então a chamei de Puto da Vida e naquele tempo isso era um negócio proibitivo, né? Então mudamos para P da Vida“. A faixa em português chamou a atenção dos integrantes da Plebe Rude, que sempre prezaram por temáticas atuais e que reconheceram na letra, forte e impactante, a possibilidade de conciliar apelo comercial e conteúdo. “Eu já gostava da música desde a década de 1980. Achava ousado o fato da banda mais pop da história da música popular brasileira ter conseguido gravar uma letra com cunho social contundente. Como P da vida não envelheceu, muito pelo contrário, a Plebe ficou muito à vontade de fazer a versão”, conta o vocalista Philippe Seabra. Parceria curiosa A parceria inusitada entre a banda de Brasília e o ex-Dominó se deu, de acordo com o grupo, por uma piada recorrente sobre a semelhança física entre Philippe e Afonso. “A similaridade naquela época era gritante. Um era confundido com o outro na rua por pessoas pedindo autógrafos”, conta o baixista André X, que vê a parceria como divertida e bem humorada. Segundo Afonso Nigro, o dueto improvável vai surpreender muita gente e só foi possível, já que a música é atual, política e remete de certo modo ao momento pelo qual estamos passando. “Regravar P da Vida foi o máximo, ainda mais com uma banda que eu sempre admirei. Um amigo em comum nos conectou e a empatia foi imediata. O Philippe é super querido e eu adorei a concepção de arranjo. Tem o Clemente também, meu ídolo de infância. Tô muito feliz com o resultado”, afirma. Lado B P da Vida é um EP digital de duas faixas, com lado A e lado B, assim como nos antigos vinis. Este é o primeiro lançamento da banda após o álbum Evolução, Vol.1, e foi produzido por Philippe Seabra no QG da Plebe Rude, o estúdio Daybreak em Brasília. Aliás, o videoclipe da faixa título é assinado por Seabra e Adriano Pasqua.