Guns N’ Roses prova no Monsters of Rock que o gigantismo e a história superam qualquer crítica

Se durante as 12 horas de festival diversas bandas tentaram roubar a cena, o encerramento no sábado (4), no Allianz Parque, deixou claro: quando o logo da pistola e das rosas brilha no telão, o posto de “maior do mundo” é indiscutível. Em uma apresentação de cerca de 2h30, ligeiramente mais enxuta que as maratonas de três horas de outrora, mas ideal para um público já exausto, o Guns N’ Roses entregou uma aula de rock de arena. Química inabalável e sustos no palco A abertura com Welcome to the Jungle foi o gatilho necessário para incendiar o estádio e fazer o cansaço ser esquecido. A química entre Axl Rose, Slash e Duff McKagan continua sendo o pilar de sustentação do grupo. Mesmo após anos de reunião, vê-los juntos ainda é o ponto alto da noite. Um momento curioso (e tenso) ocorreu logo no início, durante Slither (sucesso do Velvet Revolver). Em um movimento brusco de Slash, Axl acabou levando uma “braçada” acidental da guitarra no rosto. O susto não abalou o vocalista, que seguiu o show firme, rindo da situação. De “Banda Mais Perigosa” a “Banda Mais Familiar” Nos bastidores e nas laterais do palco, o clima era de reunião de família. A antiga “banda mais perigosa do mundo” deu lugar a um ambiente acolhedor: famílias dos integrantes assistiam ao show, incluindo a família santista de Axl Rose. O vocalista chegou a brincar com um bebê no colo da mãe, enquanto Duff trocou um carinhoso selinho com a esposa após seu momento solo. Voz de Axl e a genialidade de Slash Sobre a voz de Axl Rose, o consenso (ou o que deveria ser) é claro: ele não tem mais o alcance de 1991, e está tudo bem. Adaptado, magro e visivelmente mais feliz, Axl corre, grita e mantém a chama acesa com uma leveza contagiante. Ele até brincou que o setlist estava sendo decidido na hora e que poderiam tocar Macarena. Do outro lado, Slash reafirmou por que é um ícone imortal. Mesmo após um dia repleto de guitarristas virtuosos no palco do Monsters, o homem da cartola mostrou que seu feeling e seus riffs são a alma do Guns. Duff McKagan também brilhou ao assumir os vocais em New Rose (The Damned), resgatando a aula de punk rock do álbum The Spaghetti Incident?. Raridades e homenagens emocionantes no show do Guns n’ Roses Para os fãs casuais, a ausência de baladas como Don’t Cry e Patience foi sentida, mas os “die-hard fans” foram presenteados com raridades como Dead Horse e a surpreendente Bad Apples, que não aparecia em um setlist desde 1991. Aliás, só havia sido tocada duas vezes na história, a primeira no Rock in Rio de 1991. O momento de maior emoção foi a estreia de Junior’s Eyes (cover de Black Sabbath), dedicada a Ozzy Osbourne, falecido no ano passado. O clima de tributo seguiu com a obrigatória Knockin’ on Heaven’s Door. Reta final apoteótica do Guns n’ Roses A celebração atingiu o ápice em Estranged, com o público arremessando golfinhos infláveis em uma referência nostálgica ao videoclipe, e o mar de luzes em Sweet Child O’ Mine. A tríade final com Axl ao piano em November Rain, a explosiva Nightrain e o hino Paradise City encerrou o festival em estado de catarse. O Guns N’ Roses fez jus ao topo do cartaz. Ninguém rouba o posto deles. Agora, a banda segue em turnê pelo Brasil até o fim do mês, provando que o “momento mágico” de um show do Guns ainda é a experiência definitiva do rock. Edit this setlist | More Guns N’ Roses setlists
Melissa Reese está fora da turnê brasileira do Guns N’ Roses

Os fãs que se preparam para o pontapé inicial da nova turnê do Guns N’ Roses foram pegos de surpresa nesta sexta-feira (27). Através de um comunicado direto, a banda anunciou que a tecladista Melissa Reese não participará da turnê mundial de 2026, incluindo os shows no Brasil a partir de 1 de abril. De acordo com o grupo, o afastamento ocorre por “motivos pessoais imprevistos”. A nota foi curta e direta: “Melissa não se juntará à banda na turnê. Esperamos que nossos fãs entendam”. Até o momento, não foram revelados detalhes sobre a natureza do problema ou se haverá uma substituta temporária. Melissa Reese tem dez anos de estrada Melissa Reese entrou para o Guns N’ Roses em 2016, tornando-se a primeira integrante feminina da história da banda. Ela foi peça-chave na sonoridade da turnê Not In This Lifetime, cuidando dos sintetizadores, sub-baixos e sendo uma voz fundamental no apoio aos vocais de Axl Rose. Com a sua saída, a função das teclas recai integralmente sobre o veterano Dizzy Reed, membro mais antigo do grupo depois de Axl, que está na banda desde a era Use Your Illusion (1990). Início da turnê no México O anúncio acontece a menos de 24 horas do primeiro show da perna latino-americana da turnê 2026, marcado para este sábado (28), em Monterrey, no México. Após o giro pelos países latinos, a banda seguirá para grandes festivais nos EUA (como o Welcome to Rockville), além de turnês por arenas e estádios no Reino Unido, Europa e América do Norte até setembro. 🎸 Serviço: Guns N’ Roses – Tour 2026
Guns N’ Roses prepara DOIS lançamentos (uma coleção de “sobras” e um álbum inédito), diz Slash

Parece que a espera de 17 anos por um novo álbum do Guns N’ Roses está prestes a acabar, e em dose dupla. Em uma entrevista recente à rádio KOMP 92.3, de Las Vegas, o guitarrista Slash detalhou o processo de gravação da banda e indicou que há dois lançamentos distintos a caminho. O guitarrista explicou que a banda tem trabalhado em uma coleção de faixas antigas que vêm sendo lançadas gradualmente, além do sucessor do longamente adiado Chinese Democracy (2008). “Limpa de gaveta” é um dos lançamentos, diz Slash Segundo Slash, o primeiro projeto consiste em pegar materiais antigos que o vocalista Axl Rose tinha guardado. A banda, agora com Slash e Duff McKagan de volta, sentou, escolheu as músicas, removeu as guitarras e baixos originais e regravou essas partes. Isso explica os lançamentos recentes. Em dezembro, a banda soltou Atlas e Nothin’, que se juntaram aos singles de 2023, The General e Perhaps. “Basicamente, não há mais desse tipo de ‘material antigo requentado’ para lançar… Mas acho que o que vamos fazer é pegar todas essas músicas, colocá-las em algo e lançar como um pacote”, explicou Slash. Disco inédito A grande notícia, porém, veio na sequência. Slash confirmou que, após limpar esse arquivo de sobras retrabalhadas, o foco mudará para composições novas. “E então o próximo disco que vamos fazer será de material totalmente novo e original, e esse será um álbum de verdade”, afirmou o guitarrista. Turnê mundial Enquanto os discos não saem, os fãs poderão conferir as novidades ao vivo. Slash prometeu que a banda tocará as faixas recém-lançadas (Atlas e Nothin’) na próxima turnê mundial de 2026. Aliás, a tour passa com vários shows pelo Brasil, inclusive como headliner do Monsters of Rock. Apesar da empolgação, Slash mantém a cautela típica de quem conhece o ritmo do GNR: “A questão com o Guns é que, na minha experiência, você nunca pode planejar com antecedência… Toda vez que fizemos isso, as coisas desmoronaram”.
Matt Sorum reflete sobre glória e caos do Velvet Revolver: “Poderia ter sido maior”

O baterista Matt Sorum, peça-chave na história do hard rock, abriu o jogo em uma nova entrevista para o podcast Get On The Bus sobre a montanha-russa que foi o Velvet Revolver. Formada em 2002 ao lado dos ex-companheiros de Guns N’ Roses (Slash e Duff McKagan) e do guitarrista Dave Kushner, a banda foi o último grande suspiro do rock de arena nos anos 2000. Mas, segundo Sorum, a jornada até o topo, e a subsequente queda, foi intensa. A busca por uma voz e o fator Weiland Sorum relembrou que a banda passou quase dois anos procurando um vocalista, até que Scott Weiland (Stone Temple Pilots) entrou em cena. “Scott era simplesmente um dos melhores… Naquele momento, nos tornamos VELVET REVOLVER, e foi só alegria. Foi muito emocionante”, disse o baterista. Ele destaca que, na época, eles estavam na casa dos 40 anos e precisavam se reinventar para competir com bandas que dominavam as paradas, como Linkin Park, Queens of the Stone Age e Foo Fighters. “Não podíamos simplesmente nos acomodar… Tínhamos que ser os melhores que pudermos ser. A fome de vitória naquela época era exatamente a mesma de quando eu era criança.” O sucesso de “Contraband” e o Grammy do Velvet Revolver O esforço valeu a pena. O álbum de estreia, Contraband (2004), vendeu 3 milhões de cópias e trouxe algo que o Guns N’ Roses nunca conseguiu: um Grammy. Sorum relembra com carinho de um momento específico em Nova York, quando um fã o abordou na rua. O fim prematuro do Velvet Revolver e os velhos hábitos Apesar do sucesso, a banda durou pouco, encerrando as atividades com Weiland em 2008 após o álbum Libertad. Sorum admite que os “velhos hábitos” cobraram o preço. “Infelizmente, acabamos caindo nos maus hábitos novamente, na mesma merda de sempre, e tudo desmoronou… [A banda] não era tão grande quanto o GN’R, mas poderia ter sido. Simplesmente não durou o suficiente.” Scott Weiland faleceu tragicamente em 2015, mas Sorum guarda a imagem do colega como um dos maiores: “Na minha opinião, ele foi um dos maiores vocalistas de rock and roll com quem tive a honra de trabalhar, junto com Axl e Ian Astbury.” A mágoa com a reunião do Guns O baterista também tocou em um ponto sensível: sua ausência na reunião do Guns N’ Roses em 2016. Sorum revelou que, na época, Duff McKagan já havia assinado contrato aceitando Frank Ferrer na bateria antes mesmo de discutir a inclusão de Matt. Apesar disso, em 2026, o músico parece ter feito as pazes com o passado: “Aceitei que eles estão seguindo seus próprios caminhos e eu estou seguindo os meus. Ao mesmo tempo, me sinto muito bem com o tempo que passei na banda.”
Guns n’ Roses confirma décimo show no Brasil; veja local e data

O Guns N’ Roses anuncia a décima data no Brasil da turnê Because What You Want and What You Get Are Two Completely Different Things. Headliner do Monsters of Rock, que acontece no dia 4 de abril, no Allianz Parque, em São Paulo, a banda incluiu Campo Grande no giro. O show será em 9 de abril, no Autódromo Orlando Moura. Além dos dois shows, o Guns n’ Roses já havia anunciado apresentações nos dias 1/4, em Porto Alegre, no Jockey Club; 7/4, no Centro Regional de Eventos, em São José do Rio Preto; 10/4, no Estádio Nilton Santos (Engenhão), no Rio de Janeiro, 12/4, no Estádio Estadual Kleber José de Andrade, em Cariacica; 15/4, na Arena Fonte Nova, em Salvador; 18/4, na Arena Castelão, em Fortaleza; 21/4, no Estádio Governador João Castelo (Castelão), em São Luís; e 25/4, no Estádio Olímpico do Pará (Mangueirão), em Belém. O novo giro pelo país é resultado do estrondoso sucesso de público e crítica registrado neste ano, quando a banda lotou estádios, quebrou recordes e mobilizou fãs de todas as regiões do Brasil pedindo novas apresentações. Com Axl Rose, Slash e Duff McKagan em plena forma, o Guns N’ Roses retorna ao Brasil com um repertório repleto de hinos atemporais — como Sweet Child O’ Mine, Welcome to the Jungle, Paradise City e November Rain — em uma performance explosiva que promete repetir — e superar — a energia que conquistou o público brasileiro. * SERVIÇO Data: 09/04/2026 (quinta-feira) Local: Autódromo Orlando Moura – Campo Grande Endereço: Rodovia BR 262, KM 12 Abertura dos portões: 16h Showtime: 20h30 Ticketeira: Bilheteria Digital * Principais datas e vendas 21/12: 8h – pré-venda para fã clube (24h) – 8 ingressos por CPF 22/12: 8h/10h – Pré-venda EXPERIENCE 9h30/10h – Pré-venda GRUPO VIP (todos os setores) 10h – Vendas Gerais (On line + Ponto de venda) *As vendas serão feitas por lote, a quantidade é determinada pela produção. SETORES Arena – a partir de R$ 285,00 Front Stage – a partir de R$ 595,00 Camarotes – área reservada com serviços de banheiros e bares exclusivos – a partir de R$ 890,00 Experience (Frontstage + serviço) – Setor premium do evento, com ingresso para frontstage + serviço de open bar e open food – a partir de R$ 1.500,00
Após anúncio de nove shows no Brasil, Guns n’ Roses lança singles Nothin’ e Atlas; ouça!

O Guns N’ Roses retornou hoje com dois novos singles. Marcando seu primeiro lançamento desde 2023, Nothin’ e Atlas mostram que a banda, que está ativa há décadas, continua no auge, apresentando dois lados diferentes de sua personalidade. Atlas mostra o Guns n’ Roses em seu modo rock clássico cheio de energia, enquanto Nothin’ se torna mais introspectiva, com teclados etéreos e guitarra emocionante. Ambas as músicas estão disponíveis via Interscope Records. Nos últimos anos, o Guns N’ Roses tem lançado material novo de forma constante e feito turnês com shows para plateias lotadas mundo afora. Após The General e Perhaps, lançadas em 2023, Atlas e Nothin’ chegam como adições essenciais ao setlist, que já conta com todos os clássicos e as deep cuts (faixas de sucesso menos evidente) favoritas dos fãs do catálogo inicial do GNR. Mais recentemente, o Guns N’ Roses anunciou que sairá em turnê na primavera e verão (do hemisfério norte) de 2026 em uma excursão mundial que levará a banda ao México e ao Brasil antes de seguir para outros mercados europeus, assim como estádios pelos EUA e Canadá. A turnê incluirá uma performance especial no Rose Bowl, em Los Angeles, marcando um retorno histórico ao local pela primeira vez em mais de 30 anos. Esta turnê de 2026 vem logo após a gigantesca turnê mundial de 2025, que trouxe o tão aguardado retorno da banda à Europa, Oriente Médio, Ásia e América Latina. Ouça Atlas e Nothin’, do Guns n’ Roses, abaixo Quarta, 1 de abril de 2026 – Porto Alegre, Brasil // Estádio Beira-Rio Sábado, 4 de abril de 2026 – São Paulo, Brasil // Monsters Of Rock Terça, 7 de abril de 2026 – São José do Rio Preto, Brasil // Alberto Bertelli Lucatto Sexta, 10 de abril de 2026 – Rio de Janeiro, Brasil // Engenhão Domingo, 12 de abril de 2026 – Cariacica, Brasil // Estádio Estadual Kleber José de Andrade Quarta, 15 de abril de 2026 – Salvador, Brasil // Arena Fonte Nova Sábado, 18 de abril de 2026 – Fortaleza, Brasil // Arena Castelão Terça, 21 de abril de 2026 – São Luís, Brasil // Estádio Governador João Castelo “Castelão” Sábado, 25 de abril de 2026 – Belém do Pará, Brasil // Estádio Olímpico do Pará “Mangueirão”
Junto com anúncio de oito shows extras no Brasil, Guns n’ Roses promete dois singles novos

O Guns n’ Roses lançará duas novas músicas: Nothin’ e Atlas pela Geffen Records no dia 2 de dezembro. Marcando seus primeiros lançamentos desde 2023, essas novas canções se juntam a The General e Perhaps como adições essenciais aos repertórios da nova etapa da turnê mundial. O anúncio chega dias depois do lançamento do box de luxo Live Era ’87-’93 do Guns n’ Roses, uma edição limitada com áudio remasterizado e arte repaginada. Com apresentações já anunciadas em festivais no México, Brasil e Reino Unido, a turnê de 31 datas contará com uma etapa europeia com shows na Polônia, Irlanda, Holanda, Alemanha, Bélgica e França, antes do Guns N’ Roses retornar à América do Norte para uma série de apresentações pelos Estados Unidos e Canadá.
Guns n’ Roses confirma mais oito shows no Brasil; veja datas e locais

O Guns N’ Roses anunciou uma nova etapa da turnê Because What You Want and What You Get Are Two Completely Different Things no Brasil. Além de se apresentar no Monsters of Rock, no dia 4 de abril, no Allianz Parque, o Guns n’ Roses confirmou mais oito shows em abril de 2026: 1/4, no Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre; 7/4, no Centro Regional de Eventos, em São José do Rio Preto; 10/4, no Engenhão, no Rio de Janeiro; 12/4, no Estádio Estadual Kleber José de Andrade, em Vitória; 15/4, na Arena Fonte Nova, em Salvador; 18/4, na Arena Castelão, em Fortaleza; 21/4, no Estádio Governador João Castelo (Castelão), em São Luís; e 25/4, no Estádio Olímpico do Pará (Mangueirão), em Belém. O novo giro pelo país é resultado do estrondoso sucesso de público e crítica registrado neste ano, quando a banda lotou estádios, quebrou recordes e mobilizou fãs de todas as regiões do Brasil pedindo novas apresentações. Com Axl Rose, Slash e Duff McKagan em plena forma, o Guns N’ Roses retorna ao Brasil com um repertório repleto de hinos atemporais — como Sweet Child O’ Mine, Welcome to the Jungle, Paradise City e November Rain — em uma performance explosiva que promete repetir — e superar — a energia que conquistou o público brasileiro. Mais informações sobre vendas de ingressos para os shows do Guns N’ Roses serão divulgadas em breve pelos canais oficiais.
Extreme entra para o lineup do Monsters of Rock 2026

O Monsters of Rock 2026 confirma mais uma atração de peso: Extreme, uma das bandas mais influentes e celebradas do hard rock mundial. O grupo de Boston é conhecido por unir virtuosismo, energia e composições marcantes. A nona edição do festival acontece no dia 4 de abril, no Allianz Parque, em São Paulo, e promete reunir diferentes gerações em uma grande celebração do rock. Os ingressos já estão à venda exclusivamente pelo site Eventim. Após revelar Guns N’ Roses, Lynyrd Skynyrd e Halestorm, o anúncio do Extreme — mais um nome que agrada em cheio aos fãs do hard rock clássico — reforça a diversidade e a força do lineup do Monsters of Rock, que combina ícones consagrados e artistas que representam a renovação do gênero. MONSTERS OF ROCK 2026 Cidade: São Paulo Data: 04 de abril de 2026 Local: Allianz Parque – Avenida Francisco Matarazzo, 1705 – Água Branca – São Paulo Portas: 10h Início dos Shows: a confirmar Atrações confirmadas: Guns N’ Roses, Lynyrd Skynyrd, Extreme e Halestorm *Mais atrações serão confirmadas em breve