Fenômeno do prog metal, Vola traz turnê de novo disco ao Hangar 110

Os dinamarqueses do Vola desembarcam em São Paulo nesta quarta-feira (11) para uma apresentação única no Hangar 110. Organizado pela produtora Overload, o show promete ser um prato cheio para os fãs que acompanham a ascensão meteórica do grupo no cenário do metal moderno. O público brasileiro encontrará uma banda no auge de sua forma, que soube sair do nicho estrito do prog metal para combinar rigor de composição, refrãos colossais e uma identidade eletrônica inconfundível. Muito além do virtuosismo Formado em Copenhague, o Vola desenvolveu uma linguagem fascinante que cruza o metal progressivo, o peso fragmentado do djent, o rock alternativo e a música eletrônica. Ao contrário de muitos nomes do estilo, o grupo não depende do virtuosismo como um fim em si mesmo. O peso extremo convive em harmonia com sintetizadores e dinâmicas voltadas à canção. A trajetória ganhou força com Inmazes (2016) e Applause of a Distant Crowd (2018), que os levou a excursionar com gigantes como Dream Theater e Katatonia. Mas o grande ponto de virada comercial veio com Witness (2021), que invadiu as paradas de sucesso do Reino Unido e colocou o VOLA em outro patamar de circulação global. Peso de “Friend of a Phantom” A banda chega ao Brasil promovendo o seu quarto álbum de estúdio, o elogiado Friend of a Phantom (lançado no final de 2024). A nova fase reafirma a abertura do grupo para criar formas diretas de construção melódica, destaque absoluto para a pesadíssima parceria Cannibal, que conta com os vocais de Anders Fridén, do In Flames. Com mais de 70 milhões de streams no currículo, turnês esgotadas pelos EUA e passagens por festivais como Copenhell e Graspop, o show em São Paulo acontece no momento mais maduro do grupo. 🎫 Serviço: Vola em São Paulo
Show do Booze & Glory tem celebração de suor, ska e street punk no Hangar 110

Após um hiato de nove anos, o solo paulistano voltou a sentir o peso do Booze & Glory. No último sábado, a ND Productions transformou o mítico Hangar 110 no epicentro da cultura skinhead e punk, entregando uma noite onde a nostalgia e o vigor se encontraram no mosh pit. Aquecimento de respeito: Faca Preta e 88 Não! Com mais de dez anos de carreira, o Faca Preta que lançou recentemente o EP Fogo no Sistema (Repetente Records) apresentou um show energético e com boa parte do público presente cantando junto canções como São Paulo e Cães de Rua. Mostrando muita garra, entrosamento e uma ótima presença de palco, brindaram o público com We’re Coming Back, do Cock Sparrer, e encerraram com a já clássica Lutando de Braços Cruzados, que contou com a participação do Breno, filho do vocalista Fabiano, nos vocais. Sem deixar o ritmo cair, os mauaenses do 88 Não! assumiram o palco atacando com a clássica Bairro Pobre. A grande surpresa da noite ficou por conta de um naipe de metais que elevou o som da banda em um bloco de ska de tirar o fôlego. Entre covers certeiros de Garotos Podres (Rock de Subúrbio) e Attaque 77 (Espadas e Serpentes), a banda preparou o terreno com maestria, encerrando com Beber diante de uma casa já completamente lotada e fervente. É revigorante ver curadorias que respeitam o público: Faca Preta e 88 Não! não foram apenas “bandas de abertura”, mas a prova viva de que o street punk nacional respira com pulmões de aço. Booze & Glory Quando as notas épicas de The Ecstasy of Gold, de Ennio Morricone, ecoaram pelos PAs, o clima de “final de campeonato” tomou conta. O Booze & Glory subiu ao palco e, de cara, soltou The Day I’m in My Grave. O resultado? O Hangar 110 veio abaixo. Mesmo com uma formação renovada em relação à segunda visita ao país, a banda mostrou um entrosamento cirúrgico. O repertório foi um presente aos fãs, equilibrando hinos antigos como Leave the Kids Alone e Raising the Roof com faixas recentes, a exemplo de Boys Will Be Boys, recebida com o mesmo entusiasmo dos clássicos. O ápice da catarse aconteceu em London Skinhead Crew. O que se viu foi o puro espírito do punk: uma invasão de palco pacífica, onde banda e público se tornaram um só, entoando o refrão com a força de uma arquibancada de estádio. Para fechar a conta, ainda sobrou fôlego para a debochada Only Fools Get Caught. Ao final, o cenário era o melhor possível: público e banda exaustos, sorridentes e devidamente batizados em cerveja e suor. Mais do que um show, foi uma celebração de uma cultura que nasceu em 1969 e que, contra todas as previsões, segue pulsante, barulhenta e mais unida do que nunca.
The Red Jumpsuit Apparatus terá after party com Talon Reid no Hangar 110

A estreia do The Red Jumpsuit Apparatus no Brasil acaba de ficar ainda maior. O show inédito da banda, que acontece no dia 28 de março (sábado) no lendário Hangar 110, em São Paulo, ganhou um after party oficial para estender a noite dos fãs de rock alternativo. Quem assume as picapes após o show é o DJ, produtor e ator norte-americano Talon Reid. Com passagens por mais de 60 países e créditos em Hollywood (como no filme Fred 2: Night of the Living Fred), Reid promete embalar o público com suas mixagens que viajam pelo hip-hop, club e afro house. 20 anos de um clássico emo A turnê internacional do The Red Jumpsuit Apparatus é uma grande celebração das duas décadas do álbum Don’t You Fake It (2006). O disco é um marco inquestionável da explosão do emo e do rock alternativo dos anos 2000, dividindo espaço nas playlists da época com gigantes como My Chemical Romance e Fall Out Boy. Formada em Jacksonville, na Flórida, a banda furou a bolha do underground com o mega hit Face Down. A música não foi apenas um sucesso comercial e figurinha carimbada na antiga MTV, mas também uma denúncia corajosa e explícita contra a violência doméstica. O tema, tratado de forma direta, transformou a faixa em um hino de conscientização sobre relações tóxicas e abuso. O repertório da noite será focado neste álbum icônico, entregando clássicos nostálgicos como False Pretense e a balada imortal Your Guardian Angel. Som atualizado Apesar do forte apelo nostálgico, a banda segue na ativa e em constante movimento. Em 2025, o grupo lançou os singles Perfection e Slipping Through, além de participar de um álbum tributo ao Twenty One Pilots, provando que o DNA emocional da banda dialoga perfeitamente com as novas gerações. 🎫 Serviço: The Red Jumpsuit Apparatus + After Party Ingressos (Pixel Ticket) Nota: Para o Ingresso Promocional Solidário, é obrigatória a doação de 1kg de alimento não perecível (exceto sal e açúcar) ou um pacote de absorvente feminino no dia do show. Venda Online: Compre aqui pela Pixel Ticket
Skarnaval 2026 toma conta de São Paulo na próxima semana

No dia 7 de fevereiro (sábado) acontece a 24ª edição do Skarnaval, o festival mais tradicional da cena alternativa brasileira quando o assunto é a mistura de ska, punk e reggae. O evento acontece no Hangar 110, em São Paulo. Criado no início dos anos 2000, o evento se consolidou como um bastião de resistência, mantendo viva a cultura underground em meio à festa mais popular do país. E para 2026, o lineup está pesado. Lineup do Skarnaval Como de costume, o Skarnaval traz uma mistura de lendas consagradas e nomes que agitam a cena atual. As atrações confirmadas para esta edição histórica são: 24 anos de história Chegar à 24ª edição não é para qualquer um. O Skarnaval construiu um legado ao abrir espaço tanto para bandas internacionais quanto para a renovação da cena local. “Em 2026, o Skarnaval chega à sua 24ª edição, reafirmando sua história, resistência e conexão direta com o público”, destaca a produção. O evento conta com o apoio de selos e coletivos importantes como Triângulo das Bermudas, Skataplá e Semper Adversus. Garanta seu ingresso Os ingressos já estão à venda pelo site Pixel Ticket. Como o Hangar 110 tem capacidade limitada e o lineup traz nomes de peso como Garotos Podres, a recomendação é não deixar para a última hora. Serviço Skarnaval 2026
Orchid, lenda do screamo, faz show único no Brasil neste sábado no Hangar 110

A espera de décadas para os fãs de screamo e emoviolence termina neste fim de semana. A banda norte-americana Orchid, referência máxima do gênero, desembarca no Brasil pela primeira vez para um show único. A apresentação histórica acontece neste sábado (24), no lendário Hangar 110, em São Paulo. Se você ainda não garantiu sua entrada, é bom correr: segundo a produtora ND Productions, restam os últimos ingressos disponíveis na plataforma Fastix. Caos e melodia O Orchid não é apenas uma banda; é um marco. No final dos anos 90, o grupo ajudou a cristalizar o som da costa leste dos EUA ao misturar dissonância, blast-beats e vocais rasgados com uma abordagem emotiva e politizada. Álbuns como Chaos Is Me (1999) e Dance Tonight! Revolution Tomorrow (2000) são leituras obrigatórias para entender o pós-hardcore. A influência deles ecoa até hoje em bandas como Silverstein, Pg.99 e Touché Amoré. “Dissonância, melodias angulosas… uma abordagem que soa ao mesmo tempo caótica e cuidadosamente trabalhada”, define o release. Abertura de peso: Uniform e magnólia A noite promete ser intensa do início ao fim. Além dos headliners, o evento conta com a banda nova-iorquina Uniform. Eles trazem uma mistura abrasiva de música industrial, punk e metal. Para representar a cena nacional, a abertura fica por conta da banda brasileira de screamo magnólia. Esta turnê inédita pela América do Sul também passará por Chile e Argentina, mas no Brasil, a única chance de ver essa aula de violência sonora é neste sábado, no Bom Retiro. Serviço – Orchid (EUA) + Uniform (EUA) + magnólia (BRA)
The Red Jumpsuit Apparatus estreia no Brasil com turnê de 20 anos

A espera de duas décadas finalmente acabou para os fãs brasileiros do emo e do rock alternativo. A banda norte-americana The Red Jumpsuit Apparatus confirmou sua primeira apresentação no Brasil. O show acontece no dia 28 de março de 2026, no Hangar 110, em São Paulo. A venda de ingressos já está aberta. A apresentação integra uma turnê internacional muito especial. O grupo celebra os 20 anos de lançamento de Don’t You Fake It (2006). Este álbum de estreia se tornou um marco da explosão do gênero nos anos 2000, figurando ao lado de clássicos de bandas como My Chemical Romance e Fall Out Boy. “Face Down” e o impacto cultural Formada em Jacksonville, na Flórida, a banda rompeu a bolha do underground rapidamente com o single “Face Down”. A música dominou as paradas da Billboard e a programação da MTV, tornando-se um hino da época. Mas o sucesso da faixa foi além das melodias cativantes. A letra chamou a atenção por denunciar explicitamente a violência doméstica, narrando a história de uma mulher vítima de agressões. Esse posicionamento transformou a banda em uma voz ativa em campanhas e debates sobre relacionamentos tóxicos. Até hoje, a canção permanece central nos shows e na identidade do grupo. Hits nostálgicos do The Red Jumpsuit Apparatus e fôlego novo Além da mensagem poderosa de “Face Down”, o público do Hangar 110 poderá cantar outros sucessos. O repertório promete incluir o hit do Warped Tour, “False Pretense”, e a balada onipresente “Your Guardian Angel”. No entanto, o The Red Jumpsuit Apparatus não vive apenas do passado. Em 2025, a banda lançou os singles “Perfection” e “Slipping Through”, mostrando uma sonoridade atualizada. Eles também participaram recentemente de um tributo ao Twenty One Pilots, provando que dialogam bem com as novas gerações. Portanto, se você viveu a era de ouro do emo ou descobriu o som deles agora, esta é uma oportunidade única. Confira o serviço completo abaixo e garanta seu lugar. 📅 Serviço The Red Jumpsuit Apparatus em São Paulo
Cena Contra Fome 2026: bandas e produtoras se unem em evento de caráter social no Hangar 110

O Hangar 110 será palco de uma maratona de hardcore e rock alternativo no sábado de Carnaval, dia 14 de fevereiro de 2026. O festival Cena Contra Fome reunirá dez bandas da cena independente com um objetivo central: arrecadar três toneladas de alimentos. A programação mescla nomes veteranos e novas promessas do gênero. Estão confirmados shows de Zander, Garage Fuzz, Sugar Kane, Bayside Kings, Deb and the Mentals, Swave, Wasted Kidds, Under Influence, Contra o Céu e Karma Chord. A iniciativa é uma realização conjunta de diversas produtoras do meio, incluindo Solid Music, Caveira Velha e Desgosto Discos. Como participar do Cena Contra Fome O evento trabalha com ingresso popular em lote único no valor de R$ 10, condicionado à entrega obrigatória de 5 kg de alimentos não perecíveis na porta do evento. Serviço: Cena Contra a Fome 2026 Data: 14 de fevereiro de 2026 (sábado) Local: Hangar 110 (Rua Rodolfo Miranda, 110 – Bom Retiro) Horário: Abertura da casa às 13h Line-up: Zander, Garage Fuzz, Bayside Kings, Sugar Kane, Deb and the Mentals, Swave, Wasted Kidds, Under Influence, Contra o Céu e Karma Chord Ingressos: R$ 10 + doação de 5 kg de alimento (vendas no site 101 Tickets)
Booze & Glory confirma retorno ao Brasil em 2026 com show no Hangar 110

Ícone do street punk contemporâneo, o Booze & Glory retorna ao Brasil em fevereiro de 2026 para uma apresentação única em São Paulo. A banda britânica sobe ao palco do Hangar 110 no dia 28 de fevereiro, em show que integra a turnê de divulgação do álbum Whiskey, Tango & Foxtrot. A realização é da ND Productions em parceria com a Fastix. Formado em Londres, o Booze & Glory se consolidou como um dos principais nomes do punk Oi! das últimas décadas, com uma trajetória marcada por letras diretas, refrões fortes e uma estética fortemente conectada à cultura urbana e operária britânica. Liderado pelo vocalista Mark RSK, o grupo construiu uma identidade própria desde o álbum de estreia Always On The Wrong Side, lançado em 2010. Ao longo da carreira, a banda lançou trabalhos como As Bold As Brass, Mad World, Hurricane e Chapter IV, além de manter uma intensa agenda de turnês internacionais. O Booze & Glory já passou por grandes festivais europeus, como Rebellion Festival, Punk Rock Holiday e Mighty Sounds, e realizou apresentações pela Europa, América do Norte, América Latina e Japão. Um dos elementos centrais da identidade do grupo é a relação direta com a cultura do futebol, presente tanto nas letras quanto no imaginário visual da banda. A associação com as arquibancadas inglesas, os cânticos de torcida e o espírito coletivo aproxima o punk Oi! do universo futebolístico, reforçando a conexão com o cotidiano das ruas. Gravado na Itália, Polônia e México, Whiskey, Tango & Foxtrot reafirma o compromisso do Booze & Glory com um som cru e direto, sustentado por guitarras incisivas e batidas aceleradas. Os primeiros singles, como “Boys Will Be Boys”, “Brace Up” e “Mad World”, apontam para um disco pensado para o coro do público, mantendo viva a tradição do punk britânico de transformar shows em experiências coletivas. Booze & Glory em São Paulo Data: 28 de fevereiro de 2026 (sábado) Local: Hangar 110 Horário: 18h (abertura da casa) Endereço: rua Rodolfo Miranda, 110 – Bom Retiro, São Paulo/SP Ingressos: fastix.com.br/events/booze-glory-uk-em-sao-paulo
Hardcore eletrônico do Machine Girl é a pedida no Hangar 110

Machine Girl surgiu em 2012 como um projeto nascido das hiperfixações de seu criador, Matthew Stephenson. Inspirado pelo caráter do footwork de Chicago e por uma proteção de referências culturais móveis e amplas — originadas das culturas digitais — o Machine Girl tornou-se sinônimo da cultura DIY (faça você mesmo) e de uma visão cultural maximalista em alta fidelidade. Suas faixas falam diretamente a uma geração sedentária por estímulos, com influências que vão desde o som frenético do metal e do hardcore punk até uma verdadeira carta de amor ao hardcore eletrônico. Neste sábado (26), Machine Girl se apresenta no Hangar 110, em São Paulo. Os ingressos estão à venda. Machine Girl une gêneros eletrônicos pouco reconhecidos da web 1.0 com filhos emergentes do início dos anos 1980, num ato vertiginoso que se revela com ainda mais intensidade em suas apresentações ao vivo. Os meios — pelos mais diversos que sejam — são a mensagem. Ao contrário das tradições tradicionais entre artista e público, Machine Girl alcançou uma popularidade popular (ainda que subdesenvolvida) evitando os caminhos da visibilidade convencional, mantendo-se próximo das cenas e do ethos das comunidades onde nasceu. Machine Girl e seu público existem em um ciclo de retroalimentação cultural, sustentado pela desconstrução das barreiras de entrada e pela facilidade de acesso à criação coletiva global.