Rancore anuncia o álbum “Brio” e lança o single “Eu Quero Viver”

Quinze anos. Foi esse o tempo que separou o lançamento do divisor de águas Seiva (2011) do momento que vivemos hoje. Nesta quarta-feira (28), o Rancore anunciou seu aguardado quarto álbum de estúdio, intitulado Brio. O disco chega ainda neste primeiro semestre pela Balaclava Records. E para quem achava que a banda viveria apenas de nostalgia após a reunião, o primeiro single, Eu Quero Viver, chega para provar o contrário com os dois pés na porta. Indie punk, nu gaze e sobrevivência A nova faixa é descrita como uma mescla de indie punk com tons de nu gaze, demonstrando a visceralidade da formação atual: Teco Martins (voz), Alê Iafelice (bateria), Gustavo Teixeira (guitarra), Henrique Uba (guitarra) e Rodrigo Caggegi (baixo). Produzida por Guilherme Chiappetta e Daniel Pampuri, a música explora a dualidade entre vida e morte. Segundo Teco, trata-se de um “grito de sobrevivência”. “A morte se aproxima! / Qual é o convite? / Quem me chama pra sair? / Hoje eu quero viver: o brilho dessa luz que não se apaga” “Não tivemos medo de soar esquisitos” O Rancore viveu um hiato de quase uma década a partir de 2014, retomando as atividades em 2023 com singles pontuais e a turnê Relâmpago, que lotou 33 shows (incluindo aberturas para o Forfun no Allianz Parque e Lollapalooza). Agora, Brio promete ser a consagração dessa nova fase. Teco Martins não economiza nas palavras ao definir a obra. “Por um tempo, tive certeza de que o Rancore nunca mais voltaria, mas ainda bem que eu estava enganado… Esse disco, sem dúvidas, é nosso melhor trabalho em questão de composições e arranjos. A sonoridade evoluiu demais… Não tivemos medo de soar ‘esquisitos’ ou fora dos padrões do mercado, só buscamos ser verdadeiros com nossa essência”, pontua o vocalista.
Cena Contra Fome 2026: bandas e produtoras se unem em evento de caráter social no Hangar 110

O Hangar 110 será palco de uma maratona de hardcore e rock alternativo no sábado de Carnaval, dia 14 de fevereiro de 2026. O festival Cena Contra Fome reunirá dez bandas da cena independente com um objetivo central: arrecadar três toneladas de alimentos. A programação mescla nomes veteranos e novas promessas do gênero. Estão confirmados shows de Zander, Garage Fuzz, Sugar Kane, Bayside Kings, Deb and the Mentals, Swave, Wasted Kidds, Under Influence, Contra o Céu e Karma Chord. A iniciativa é uma realização conjunta de diversas produtoras do meio, incluindo Solid Music, Caveira Velha e Desgosto Discos. Como participar do Cena Contra Fome O evento trabalha com ingresso popular em lote único no valor de R$ 10, condicionado à entrega obrigatória de 5 kg de alimentos não perecíveis na porta do evento. Serviço: Cena Contra a Fome 2026 Data: 14 de fevereiro de 2026 (sábado) Local: Hangar 110 (Rua Rodolfo Miranda, 110 – Bom Retiro) Horário: Abertura da casa às 13h Line-up: Zander, Garage Fuzz, Bayside Kings, Sugar Kane, Deb and the Mentals, Swave, Wasted Kidds, Under Influence, Contra o Céu e Karma Chord Ingressos: R$ 10 + doação de 5 kg de alimento (vendas no site 101 Tickets)
Speed, sensação do hardcore da Austrália, estreia no Brasil em março de 2026

Um dos nomes mais explosivos do hardcore mundial na atualidade, a banda australiana Speed confirmou sua primeira turnê latino-americana e tem passagem pelo Brasil marcada para 15 de março de 2026 no Espaço Usine (antigo Clash Club), em São Paulo, como uma das atrações do 2º NDP Fest, o festival que celebra o segundo aniversário da produtora New Direction Productions. Os ingressos estão à venda no Fastix. A banda suporte do Speed na turnê pela América Latina, consequentemente mais uma atração do 2º NDP Fest, é a norte-americana Clique. O projeto, da Califórnia, faz um hardcore punk com elementos de metal e atualmente divulga o pesadíssimo EP Death Is not out only Option. Path of Resistance, dos Estados Unidos, foi a primeira banda internacional anunciada no fest e mais nomes serão revelados no começo de 2026. Formada em Sydney, em 2019, a Speed rapidamente deixou de ser um fenômeno local para se tornar uma referência global do hardcore contemporâneo. Liderado pelos irmãos Jem e Aaron Siow, o grupo se destaca pela combinação de riffs agressivos, grooves pesados e uma identidade própria que dialoga tanto com o hardcore clássico quanto com o beatdown moderno, sempre acompanhada de um discurso forte sobre comunidade, inclusão e pertencimento. A projeção internacional da banda se consolidou com o EP de estreia Gang Called Speed (2022), que chamou atenção da cena underground na Austrália, Europa e Estados Unidos. O salto definitivo veio com o álbum Only One Mode (2024), trabalho que colocou a Speed no centro do debate global sobre o renascimento do hardcore pesado. O disco foi amplamente elogiado pela imprensa especializada, venceu o NSW Music Prize 2025 e rendeu à banda o ARIA Award de Best Hard Rock/Heavy Metal Release, além de indicações em premiações nacionais australianas. No palco, a Speed reforça porque é destaque em mídias pelo globo. A intensidade de seus shows levou a banda a realizar turnês extensas pela Europa, Reino Unido e América do Norte, além de participações em grandes festivais. Em 2025, a banda entrou para a história ao se tornar a primeira banda australiana de hardcore a se apresentar no Coachella, ampliando ainda mais sua visibilidade fora do circuito estritamente underground. A cobertura da mídia internacional acompanha essa ascensão: veículos como GQ, Kerrang!, Rolling Stone Australia e The Washington Post destacam a Speed como um dos nomes mais relevantes e autênticos da nova geração do hardcore, ressaltando tanto o impacto sonoro quanto a força cultural e social da banda. Path of Resistance, também no 2º NDP Fest O Path of Resistance nasceu na metade da década de 1990 como um projeto paralelo da banda Earth Crisis, o expoente máximo do hardcore/metalcore straight-edge internacional e que se apresentou no 1º NDP Fest. Um dos recursos mais distintos da banda é ter três vocalistas simultâneos/alternados, o que traz uma dinâmica intensa, quase caótica no palco, e reforça o caráter comunitário e combativo da mensagem do Path of Resistance. A banda tem dois expressivos discos, Who Dares Wins, de 1996, considerado um dos álbuns mais clássicos do nicho, e Can’t Stop The Truth, de 2006, que marca o retorno da banda aos shows.
Madball leva o hardcore nova-iorquino pela primeira vez a Goiânia

Nome fundamental do hardcore nova-iorquino, o Madball se apresenta pela primeira vez na região Centro-Oeste do Brasil no dia 5 de março de 2026, em Goiânia. O show acontece no De Leon Music Pub e integra a nova passagem da banda pelo país, que ainda inclui uma apresentação em São Paulo, no dia 6 de março, no Fabrique Club. As bandas nacionais de abertura em Goiânia serão anunciadas em breve. Liderado pelo explosivo vocalista Freddy Cricien, o Madball retorna ao Brasil reafirmando o status de um dos maiores nomes da história do hardcore, com uma trajetória marcada por intensidade, postura direta e conexão absoluta com o público. A sonoridade do Madball é a tradução crua do hardcore nova-iorquino. Guitarras secas, grooves pesados, batidas urgentes e vocais que soam como um grito coletivo definem um estilo nascido nos subúrbios de Nova York, sem adornos e focado na mensagem. Faixas curtas, objetivas e construídas para impacto imediato fizeram da banda uma referência mundial do gênero. Álbuns como Set It Off, Demonstrating My Style, Look My Way, Hold It Down, Legacy e Infiltrate the System pavimentaram a reputação do Madball como os chamados reis do hardcore. A banda surgiu no fim dos anos 1980 e, ao lado do Agnostic Front, ajudou a consolidar a cena nova-iorquina. Freddy Cricien, irmão mais novo de Roger Miret, começou cantando nos shows do Agnostic Front antes de assumir definitivamente o microfone do Madball. Nos anos 1990, o grupo incendiou a cena com apresentações intensas, muitas vezes sem palco, tocando no mesmo nível do público. Desde então, construiu uma base fiel de fãs ao redor do mundo, com destaque para Brasil e Argentina, onde a banda mantém uma relação histórica com o público. O evento marca a estreia da Burning Music Produções, que promete trazer outras atrações internacionais para a capital goiana ao longo de 2026. A estreia em Goiânia amplia esse vínculo e coloca a cidade no mapa das grandes turnês internacionais do hardcore. SERVIÇO Madball em GoiâniaData: 5 de março de 2026, quinta-feiraHorário: 19h, abertura da casaLocal: De Leon Music PubEndereço: Rua Oitenta e Seis, 605, Goiânia, GOIngressos: fastix.com.br/events/madball-eua-em-goiania ValoresR$ 180,00 meia entrada solidária e estudante, 1º loteR$ 360,00 inteira, 1º lote
Infect, banda histórica do hardcore/punk, fará show de reunião em São Paulo

Com um punk/hardcore rápido, furioso, combativo e letras em português, formada apenas por mulheres, a banda Infect fez história em São Paulo nas décadas de 1990 e 2000 e, após 20 anos, se reúne para um show especial que acontece no dia 19 de setembro no Jai Club, em São Paulo. A realização é da Agência Sobcontrole. Os ingressos já estão à venda. Neste show, três integrantes originais estão de volta: Indayara (vocal), Tatiana (baixo), Juliana (guitarra). Na bateria, elas convidam Helena Krausz, da banda Anti-Corpos. O evento com o show de reunião do Infect também terá shows de outras bandas do cenário punk/hardcore: Paura, Deserdados e Agravo. Formada em 1998 em São Paulo, o Infect teve uma trajetória breve, porém intensa, entre 1998 e 2003, e ganhou destaque por ser uma banda inteiramente formada por mulheres tocando hardcore ultra-rápido, algo inexistente na cena hardcore/punk nacional daquela época. Com letras diretas, combativas e feministas, o grupo se tornou símbolo de resistência e inspiração para toda uma geração, tendo registros lançados pelo selo norte-americano 625 Records, 78 Life Records, Cospe-fogo Records, entre outros. Misturando influências de bandas como Los Crudos, Negazione, Manliftingbanner, What Happens Next?, Restos de Nada e Ratos de Porão, o som do Infect é veloz, cru e intenso, características que permanecem vivas nas gravações lançadas por selos internacionais como o holandês Commitment Records e em compilações do underground latino-americano. O álbum Indelével, de 2003, segue como um dos registros mais lembrados do hardcore brasileiro da virada do século. Além do Infect, suas integrantes tocaram em diversas outras bandas. Indayara foi vocalista no Menstruação Anárquica, Juliana tocou na banda norte-americana Replica e atualmente está no Invictus (EUA), e Tatiana passou pelo No Violence, I Shot Cyrus e TPM. “O punk moldou meu caráter, mas foi a experiência de tocar com o Infect me que me fez entender profundamente questões como abuso, política e desigualdades sociais. Em 1998, ter uma banda formada só por mulheres era algo revolucionário — na época, poucas garotas ocupavam esses espaços. Nosso objetivo sempre foi transmitir uma mensagem de transformação e provar que mulheres podem tocar, criar e ocupar qualquer lugar que quiserem. Apesar do machismo escancarado da cena, resistimos e conquistamos respeito. Reerguer esse projeto, mesmo que em um formato de reencontro, não é só um renascimento: é um ato de resistência e uma grande honra. A luta continua, e a música ainda é nossa arma”, comenta a vocalista Indayara. Infect no Jai Club, em São Paulo Data: 19 de setembro de 2025 Local: Jai Club (Rua Vergueiro, 2.676, São Paulo) Valor: R$ 50,00 Ingressos
Lionheart, ícone da nova escola do hardcore mundial, se apresenta em São Paulo

O hardcore furioso do Lionheart (Oakland, EUA) com influências do metal e com elementos de beatdown hardcore e two-step, chega pela primeira vez ao Brasil com show único em São Paulo, na próxima sexta-feira (28), no CityLights. A realização da turnê completa, que contempla mais quatro países da América Latina, é da New Direction Productions, que já iniciou os trabalhos em 2025 com a vitoriosa turnê latina do Glitterer. Em São Paulo, serão duas bandas nacionais na abertura do evento: Sujeira e Worst. O Lionheart está na ativa desde 2004 e é considerada um dos pilares da nova escola do hardcore. Tem oito álbuns de estúdio e uma legião de fãs principalmente na Europa e na América do Sul, em especial no Brasil. A banda faz um hardcore robusto, com muito groove, riffs que beiram o thrash metal e vocais rasgados, a receita ideal para fãs de Merauder, Agnostic Front, Madball, Terror e Cro-Mags. Esta é a turnê do mais recente álbum, Welcome to the West Coast III, de 2022, que encerra a trilogia sobre o estilo de vida da banda, convicções de seus integrantes e ideais que gostam de compartilhar com seu público. É um disco emblemático na carreira do Lionheart, que teve participações de peso como Ice-T (Body Count) e Anthony (Martini, E.Town Concrete), além de Jamey Jasta (Hatebreed) como produtor. Além do show em São Paulo, que abre a turnê, o Lionheart também se apresenta no Chile (Santiago), Colômbia (Bogotá), Guatemala (Cidade da Guatemala) e, por fim, no México (Cidade do México). SERVIÇOLionheart em São Paulo Data: 28 de fevereiro de 2025 Horário: 19h (portas) Local: CityLights SP Endereço: Rua Padre Garcia Velho, 61, São Paulo Ingressos no 3º lote: Meia/Solidária: R$ 160,00 | Inteira: R$ 320,00 Venda online
Show do Maball em São Paulo volta para o Espaço Usine

Madball, a maior banda de hardcore de todos os tempos, vem de Nova Iorque a São Paulo para um único show no país, que acontece dia 9 de dezembro, no Espaço Usine (antigo Clash Club e ao lado do Fabrique). A veterana banda traz o show que celebra 30 anos do clássico álbum Set It Off. A banda convidada é o Paura, autoridade máxima em hardcore no Brasil com quase 30 anos de atividades, sempre requisitada com seus shows enérgicos e conectados ao público. O Paura também será uma das bandas no show do Madball em Santiago, no Chile, no domingo (8). Madball, formada no final dos anos 1980, é ao lado de Agnostic Front uma das bandas pilares do chamado hardcore nova-iorquino. Inclusive são consideradas bandas irmãs – o vocalista Freddy Cricien é o irmão mais novo de Roger Miret, vocalista do Agnostic Front. A banda se desenvolveu depois que Roger deixou Freddy pegar o microfone e fazer os vocais principais durante os shows do Agnostic Front. Após uma rápida dissolução do Agnostic Front em 1992, o Madball se tornou o projeto principal dos membros e muitos que nunca estiveram no Agnostic Front se tornaram parte da banda. “Freddy amou a cena hardcore desde o começo e se apegou a ela”, escreveu Miret em seu livro de memórias, My Riot: Agnostic Front, Grit, Guts & Glory. O Madball incendiou a cena hardcore nos anos 90 com shows intensos, muitos deles sem palco – tocando na mesma altura e em meio aos fãs. Desde então, a banda virou referência mundial do estilo, formando uma legião de fanáticos inclusive no Brasil e Argentina. O hardcore do Madball enfatiza um groove influenciado pelo metal, breakdowns e uso de letras de cunho social, principalmente sobre experiências de vida de Freddy.
Usina lança festival próprio para promover novo álbum

Vem aí o ‘Usina Metal Fest’, festival criado pela banda santista Usina em parceria com a Z1Press, que vai rolar neste domingo (8), a partir das 18 horas, no Studio Rock Café, tradicional bar de rock localizado no Gonzaga, em Santos. Além do grupo anfitrião, o evento contará também com mais duas atrações de peso, as bandas locais Hierarchical Punishment e Sound Of Souls. O ‘Usina Metal Fest’ marcará uma celebração tripla para a Usina, que promove o lançamento de seu primeiro álbum cheio, Veredito, em pleno aniversário de 20 anos do grupo e ainda mais no seu próprio festival. Veredito foi gravado, mixado e masterizado no Electro Sound Studio com produção musical de André Freitas (Charlie Brown Jr.) e da Usina. Com letras polêmicas cheias de críticas sociais, o álbum inclui participação especial do guitarrista Fabiano Carelli (Capital Inicial) e do vocalista André Coelho (Schizophrenia), e já está disponível nas principais plataformas digitais. A Usina surgiu em 2004 e hoje tem em sua formação Rafael Bloodgrinder (vocal), Tadeu Neto (guitarra), Luiz Meles (baixo) e Fábio Minhoca (bateria). A discografia da banda inclui os EPs Vsineirvs Locvs (2011) e Destruição & Morte (2016). Eleita pelo Blog n’Roll entre as “100 Maiores Bandas do Rock Santista” de todos os tempos, a Usina é uma das bandas independentes mais relevantes do cenário underground da Baixada Santista, e já dividiu o palco com Ratos de Porão, Paura, Oitão, Nervosa, Project46, entre outros artistas de destaque da música pesada. Mais informações pelas redes sociais. SERVIÇO ‘Usina Metal Fest’ Data: 8 de dezembro de 2024 (domingo)Atrações: Usina, Hierarchical Punishment, Sound Of SoulsLocal: Studio Rock Café (Av. Mal. Deodoro, 110 – Gonzaga – Santos/SP)Horário: 18h às 23hClassificação: 18 anosEntrada: R$20
Usina lança single “Fé Capitali$ta” com participação do guitarrista do Capital Inicial; ouça!

A banda santista Usina liberou o single Fé Capitali$ta, música de trabalho do primeiro álbum cheio do grupo, Veredito, que será lançado em novembro (pré-venda pelas redes sociais). Com introdução e letra polêmicas, a faixa conta com participação especial do guitarrista Fabiano Carelli (Capital Inicial) e do vocalista André Coelho (Schizophrenia), e já está disponível nas principais plataformas digitais. Fé Capitali$ta foi gravada, mixada e masterizada no Electro Sound Studio com produção de André Freitas (Charlie Brown Jr., A Banca, Bula) e da própria Usina. “Esse primeiro single conta com a participação de dois amigos de longa data, que consideramos como irmãos, e que também tocam há mais de 20 anos” Fábio Minhoca, baterista e fundador da Usina A Usina surgiu em 2004 e hoje tem em sua formação Rafael Bloodgrinder (vocal), Tadeu Neto (guitarra), Luiz Meles (baixo) e Fábio Minhoca (bateria). A discografia da banda inclui os EPs Vsineirvs Locvs (2011) e Destruição & Morte (2016). Considerada entre as “100 Maiores Bandas do Rock Santista” de todos os tempos, a Usina é uma das bandas independentes mais relevantes do cenário underground da Baixada Santista, e já dividiu o palco com Ratos de Porão, Paura, Oitão, Nervosa, Project46, entre outros artistas de destaque da música pesada.