Silk Sonic, de Anderson .Paak e Bruno Mars, revela Smokin Out The Window

Bruno Mars e Anderson .Paak estão com tudo pronto para o álbum de estreia como Silk Sonic. Aliás, nesta sexta-feira (5), eles trazem Smokin Out The Window, terceiro single de An Evening With Silk Sonic, previsto nas plataformas na sexta-feira (12). O álbum, que já tem números fortes com os hits Skate e Leave The Door Open, terá também versão CD físico no Brasil. Smokin Out The Window chega acompanhada de um clipe oficial. Anteriormente, Silk Sonic apresentou Leave The Door Open junto a um vídeo dirigido por Mars e Florent Déchard que ganhou os prêmios de Melhor Vídeo de R&B e melhor edição no MTV Music Video Awards de 2021. Aliás, Leave The Door Open se tornou o primeiro single da dupla na lista Billboard Hot 100, ficando duas semanas não consecutivas no primeiro lugar e dezoito semanas no TOP 10. Logo depois, o duo revelou Skate, que alcançou o segundo TOP 10 da Billboard no chart Hot R&B/Hip-Hop Songs. Por fim, a faixa estreou já em quarto lugar, saindo já como a canção mais vendida logo na estreia.
Ed Sheeran completa sua matemática do amor com o álbum “=”

O cantor Ed Sheeran lançou na última sexta-feira (29) o quarto álbum da carreira, =, marcando uma nova fase de sua trajetória. O projeto chegou às plataformas digitais com o clipe do single, Overpass Graffiti. A nova faixa, composta e produzida por Sheeran, Johnny McDaid e Fred Gibson – o mesmo trio responsável pelo hit Bad Habits – é o terceiro single do novo álbum, vem permeada de referências do pop dos anos 80 e narra um retrato melancólico do fim de um relacionamento. O clipe, dirigido por Jason Koening, explora todo o romantismo do artista, perdido no deserto, em seu traje de noivo, antes de deixar a dor para trás e seguir em frente em uma nova jornada. = (Equals), escrito e gravado em Suffolk, Londres, Suécia e Los Angeles, traz 14 faixas que foram compostas ao longo de quatro anos, e mostram um balanço da vida do artista e das pessoas que fazem parte dela. O projeto revela um novo olhar sobre os diversos tipos de amor, a perda, a paternidade, a vida real, e sua carreira. Musicalmente, = traz a versatilidade de Sheeran, mesclando baladas, guitarras e uma produção com um tom mais eufórico, como já conhecemos no primeiro single do projeto, Bad Habits. O álbum conta ainda com a colaboração do irmão do artista, Matthew Sheeran, nos arranjos de cordas de First Time e The Joker And The Queen. Por fim, Ed Sheeran iniciará sua nova turnê, + – = ÷ x Tour (se pronuncia The Mathematics Tour), em abril de 2022, passando pelo Reino Unido, Irlanda, Escandinávia e Europa Central, além de estrear seu primeiro especial de Natal Ed Sheeran’s Merry Christmas Gathering in aid of Ed Sheeran Suffolk Music Foundation no da 13 de dezembro na igreja St John em Londres. Para adquirir ingressos antecipados para essa apresentação, os fãs deverão comprar o novo álbum do artista em sua loja oficial até o dia 3 de novembro. As vendas gerais começam no dia 12 de novembro.
Tori Amos canta sobre perdas e como lidar com elas; Ouça o álbum Ocean to Ocean

A cantora, compositora e pianista norte-americana Tori Amos lançou seu novo álbum, Ocean to Ocean, na última sexta-feira (31),em todas as plataformas digitais. Tori Amos nunca iria gostar de um bloqueio. Ela toca ao vivo desde os 13 anos. Ela divide sua vida entre a Cornuália, na Europa, a Flórida, nos EUA, e a estrada. Suas canções são escritas com o ato de viajar e observar. Seu último álbum de estúdio, Native Invader, de 2017, reuniu quatro vertentes impossivelmente díspares – uma viagem pelo Tennessee, histórias inspiradas em seus ancestrais, a ascensão de Donald Trump e a perda lenta de sua mãe devido a um derrame – com uma energia e coesão que fez sua pele arrepiar. Mas sem música ao vivo, viagens e muito mais para observar, Amos teve uma pandemia difícil. Escondida na Cornuália, ela atingiu um local de crise pessoal familiar para qualquer um que sofreu durante o terceiro bloqueio no Reino Unido – aquele no inverno, que pareceu durar para sempre. Contra todas as probabilidades, essa crise resultou em Ocean to Ocean, o trabalho mais pessoal de Amos em anos – um álbum repleto de calor e conexão, com raízes profundas em suas primeiras composições. Ela desceu a um estado emocional mais baixo do que há muito tempo – mas as profundezas se tornaram criativas, forçando um retorno ao tipo de introspecção que ela reconheceu em seu álbum de estreia, Little Earthquakes. Tori Amos canta sobre perdas “Este é um registro sobre suas perdas e como você lida com elas. Felizmente, quando você vive o suficiente, pode reconhecer que não está se sentindo a mãe que deseja ser, a esposa que deseja ser, a artista que deseja ser. Percebi que para mudar isso você tem que escrever do lugar onde está. Eu estava no meu próprio inferno particular, então disse a mim mesma, então é de onde você escreve – você já fez isso antes…”, diz Tori. Escrito entre março e o verão deste ano, Ocean to Ocean é uma história universal de como ir ao fundo do poço e se renovar novamente. Na Cornuália, Tori estava cercada por aqueles que amava – seu marido Mark, a filha adulta Tash e seu namorado. Para um disco escrito dentro de um ambiente limitado, duas coisas são notáveis - sua rica variação estilística, do tango ao romance da tela cinematográfica e o grande coração das canções, que correm quase como uma série de cartas de amor para familiares presentes e ausentes. É, em certo sentido, seu registro mais pessoal: a obra de arte diz tudo, com Amos filmada nos penhascos e nas cavernas na costa sudoeste do condado. “Se você processou coisas problemáticas viajando, isso foi retirado da mesa. Meu padrão tem sido pular em um avião e ir para os Estados Unidos. Eu viajaria apenas para ter novas experiências. Tive que encontrar uma cadeira e ‘viajar’ como fazia quando tinha cinco anos – na minha cabeça”, diz a cantora. Deslocamento emocional Uma sensação de deslocamento, tanto geográfico quanto emocional, está presente na faixa-título, cujo drama se passa nas costas do Reino Unido e dos Estados Unidos. É uma canção de parentesco e amor, sobre nos apegarmos uns aos outros em tempos destrutivos com uma urgência melancólica que ouvimos no trabalho de Amos desde o início. “Eu me comprometi a tentar olhar as coisas de uma forma que me levasse ao empoderamento”, diz Tori. “Mas o que é poder? Às vezes, você ainda não está pronto para se levantar – você deve começar sentando-se no chão. Todos nós tivemos momentos que podem nos derrubar. Este registro fica com você onde você está, especialmente se você estiver em um lugar de perda. Fico fascinado quando alguém passou por uma tragédia e como eles lidam com sua dor. É aí que está o ouro. Quando alguém está realmente naquele lugar, pensando ‘terminei’, como você alcança essa pessoa? Não se trata de um comprimido ou uma dose dupla de tequila. É sobre sentarmos juntos na lama. Eu vou te encontrar na lama”, diz Tori. Tori Amos fará uma turnê pelo Reino Unido no início de 2022. A turnê começa em 11 de março, com duas noites no prestigioso London Palladium, seguida pela O2 Academy de Glasgow, no dia 14, e pela O2 Apollo de Manchester, no dia 15. Para mais informações e ingressos, visite o site oficial da cantora.
Biffy Clyro lança The Myth of the Happily Ever After, o “primeiro álbum totalmente escocês”

O Biffy Clyro lançou na sexta-feira (23) o álbum The Myth of the Happily Ever After. Dentre as novidades, o disco traz Errors In The History of God, que foi revelada na quarta no programa Hottest Record da Radio 1. Neste final de semana a banda ainda se apresenta no show Radio 1’s Out Out! Live, na Wembley Arena, que terá passagens transmitidas na BBC One, Radio 1, e na BBC iPlayer. The Myth é um projeto autoproduzido que representa uma reação ao primeiro álbum da carreira, A Celebration of Endings. Ademais, uma resposta rápida e emocional ao turbilhão que foi o último ano. É o ying do yang que A Celebration representou, o outro lado da moeda, o antes e depois em comparação. Em resumo, o otimismo do início de 2020 deu espaço à um retorno à terra. É o produto dos tempos estranhos e cruéis em nossas vidas, mas que também foram especialmente revigorantes para o Biffy Clyro. “Esse álbum é uma jornada real, uma colisão de cada pensamento e emoção que tivemos nos últimos dezoito meses. Havia uma fortaleza real em A Celebration, mas nesse disco nós abraçamos as vulnerabilidades de ser uma banda e sermos humanos nessa era caótica de nossas vidas. Mesmo o título é o exato oposto. É sobre perguntar: nós criamos essas narrativas em nossas próprias cabeças para nos dar alguma segurança quando ao fim do dia ninguém está esperando por nós?”, diz o vocalista e guitarrista Simon Neil. Totalmente escocês Encerrado no lockdown, Biffy Clyro gravou The Myth de uma forma completamente diferente de como chegaram em A Celebration. Em vez de gastar meses em Los Angeles, eles trocaram uma costa pela outra para gravar por apenas seis semanas em sua sala de ensaios (convertida em um estúdio funcional pelos irmãos responsáveis pela sessão rítmica, James and Ben Johnston) em uma fazenda próxima das casas deles. O trio foi com a intenção de completar algumas canções não terminadas de A Celebration mas, em vez disso, The Myth tomou conta de tudo e começou a ganhar forma no final de 2020, com tudo escrito e gravado em um raio de dez milhas. Tradicionalmente, 90% das canções do Biffy foram escritas na Escócia antes que a banda seguisse para Londres ou Los Angeles para gravar, mas esta representou a primeira vez que eles gravaram em suas próprias casas. Como Simon brinca: “nosso primeiro álbum totalmente escocês!”
Com parceiros de peso, Natalie Imbruglia lança o álbum Firebird

O novo álbum da Natalie Imbruglia, Firebird, já entre nós. Em resumo, o trabalho foi escrito em diversos locais diferentes, ao lado de Albert Hammond Jr (The Strokes), Romeo Stodart (The Magic Numbers), KT Tunstall, Eg White (Adele), Luke Fitton (Little Mix), Fiona Bevan (One Direction) e Rachel Furner (Little Mix). Aliás, abordando temas de independência, vulnerabilidade, força e fragilidade, revelando o novo senso de confiança de Natalie. Em contraste, o álbum foi quase todo gravado no período de lockdown. Por fim, produzido remotamente por Natalie e My Riot com produção adicional de Albert Hammond Jr, Gus Oberg e Romeo Stodart.
Billy Idol está de volta! Ouça o EP The Roadside

Produzido por Butch Walker (Green Day e Weezer), The Roadside leva Billy Idol a águas novas, mas familiares, cheias de cor, poder, atmosfera, atitude e mistério. Neste EP, Billy Idol continua com a companhia de seu amigo desde 1981, o guitarrista e co-compositor Steve Stevens. Por 40 anos – 40 anos! – Steve está junto de Billy Idol sendo o mestre em misturar tons e texturas. Aliás, The Roadside conta com quatro faixas. Dentre elas, destaque para Rita Hayworth e Bitter Taste. Por fim, U Don’t Have To Kiss Me Like That e Baby Put Your Clothes Back On encerram o disco.
Baseado em uma história real, No Limite do Mundo chega ao streaming

O drama épico No Limite do Mundo (Edge of the World), inspirado na história verídica do aventureiro britânico Sir James Brooke – que esteve no poder como o Rei de Sarawak na década de 1840 -, acaba de ganhar data de estreia no Brasil. Com o ator Jonathan Rhys Meyers (The Tudors) no papel de Brooke, a produção chega às plataformas digitais em 3 de setembro, com distribuição da Synapse Distribution. No Limite do Mundo estará disponível para compra e aluguel na Claro Now, Vivo Play, Sky Play, iTunes/Apple TV, Google Play e YouTube Filmes. O filme mostra a jornada do explorador Sir James Brooke até se tornar um rei. A trajetória do britânico, que já foi inspiração para grandes clássicos do cinema, como Apocalipse Now, de Francis Ford Coppola, foi filmada no local exato dos acontecimentos (Sarawak, um estado da Malásia – em Bornéu). Brooke precisou desafiar a coroa britânica, em 1840, e lutar contra a colonização, escravidão e o ataque de piratas em suas terras. O longa é dirigido por Michael Haussman (Blind Horizon) e produzido por Rob Allyn (No Man’s Land). O elenco ainda conta com Dominic Monaghan (Star Wars: A Ascensão Skywalker) e Josie Ho (Contágio).
The Killers lança Pressure Machine, o sétimo álbum de estúdio

A banda norte-americana The Killers acaba de lançar Pressure Machine, seu sétimo álbum de estúdio. Contendo 11 faixas, o álbum foi coproduzido pelo próprio grupo, além de Shawn Everret e Jonathan Rado, repetindo a parceria de sucesso do até então último disco, Imploding The Mirage. O novo álbum fala sobre a vivência no Sudoeste americano através de diversas perspectivas. A imagem que ilustra a capa do álbum foi capturada pelo fotógrafo Wes Johnson na rodovia perto de Nephi, cidade natal de Brandon Flowers, vocalista da banda. Pressure Machine nasceu durante a pandemia causada pelo novo coronavírus, que interrompeu a turnê mundial do aclamado disco Imploding The Mirage. O novo álbum trouxe uma visão da realidade cotidiana de uma pequena cidade americana com uma beleza rígida e dura. As histórias de Pressure Machine detalham batalhas pessoais da vida, arrependimentos avassaladores, tragédias locais, escolhas e consequências destas escolhas. Este pode ser considerado um dos álbuns mais contidos, ressonantes e elegantes da banda até o momento. “Tudo parou de funcionar. Foi a primeira vez em muito tempo que me deparei com o silêncio. E desse silêncio, esse disco começou a florescer, cheio de canções que de outra forma seriam muito baixas e abafadas pelo barulho de discos típicos do The Killers”, contou Flowers. Memórias de Flowers em Pressure Machine Nephi, no estado de Utah, foi o lugar onde o vocalista do grupo passou seus anos de formação, uma cidade com pouco mais de cinco mil habitantes. As músicas do novo álbum são baseadas nas memórias e histórias de pessoas que o impactaram enquanto crescia, intercaladas com comentários de moradores atuais de Nephi sobre sua terra natal. “Muitas lembranças de meu tempo em Nephi são ternas. Eu tenho mais compreensão agora do que quando começamos a banda. E espero que eu seja capaz de fazer justiça a essas histórias e vidas nesta pequena cidade em que cresci”, explica. Em agosto de 2020, o The Killers lançou o aclamado álbum Imploding The Mirage, com 12 faixas, um dos discos mais ousados do trio. Adorado pelo público e pela crítica, o compilado trouxe uma sonoridade especial, falando sobre amor eterno, perseverança e a importância das relações entre amigos e familiares. Imploding The Mirage foi o álbum da banda que mais contou com colaborações, como Lindsey Buckingham, kd lang, Weyes Blood, Adam Granduciel (War On Drugs), Blake Mills e Lucius. Recentemente, a banda anunciou em suas redes sociais que voltará aos palcos em 2022 para celebrar tanto Pressure Machine quanto Imploding The Mirage, juntamente com seu tão amado catálogo de hits. As datas do Reino Unido, originalmente previstas para o verão de 2020, agora acontecem em maio/junho de 2022, enquanto os ingressos para os shows estarão à venda a partir de 25 de julho, através do site oficial da banda.
D’Maori lança EP celebrando 10 anos de carreira