Rio das Ostras Jazz & Blues Festival 2026 traz Larkin Poe e Stanley Jordan; confira lineup

Entre os dias 4 e 7 de junho de 2026, Rio das Ostras (RJ) se consolida novamente como o epicentro da música instrumental no Brasil. A 22ª edição do Rio das Ostras Jazz & Blues Festival promete um feriadão de Corpus Christi intenso, com mais de 30 atrações distribuídas em cinco palcos espalhados pela cidade. Com uma expectativa de público entre 100 e 130 mil pessoas, o evento mantém sua marca registrada: ser um dos maiores festivais de jazz e blues do mundo com acesso totalmente gratuito. Line-up A curadoria deste ano reforça a diversidade estética, equilibrando nomes consagrados do jazz fusion e blues com novos expoentes. Entre os destaques internacionais, teremos: A cena nacional não fica atrás, com encontros potentes como Guinga & Marcel Powell (tributo a Baden Powell), Dudu Lima & Wagner Tiso, Afrojazz e Bixiga 70. Por que ir? Além da excelência artística, o festival transforma Rio das Ostras em um grande palco a céu aberto. O impacto vai além da música: o evento injeta cerca de R$ 9 milhões na economia local, movimentando toda a rede de hospitalidade e serviços do município. Destaques da programação Serviço

Bloom, novo álbum do Larkin Poe, já está entre nós

Vencedoras do Grammy de Melhor Álbum de Blues Contemporâneo com Blood Harmony, as irmãs Rebecca e Megan Lovell, do duo Larkin Poe, lançaram o álbum Bloom. Em entrevista recente ao Blog n’ Roll, a dupla compartilhou um pouco sobre o novo álbum. De acordo com Rebecca, o tema de autoaceitação do disco foi espontâneo. “Foi engraçado ouvir o álbum completo, depois que escrevemos e gravamos todas as músicas e percebemos que havia um tema de autoaceitação. Porque não tínhamos a intenção original de criar esse tema. Ele definitivamente surgiu. Mas sinto que isso provavelmente é uma função de estarmos na casa dos 30 anos. Essas são as conversas que temos o tempo todo sobre como fazer as pazes com nossa experiência, como nos sentir mais autênticos, como fazer com que nossa arte, nossos relacionamentos e nossa maneira de estar no mundo representem quem sentimos que somos no fundo, o que acho que é realmente uma coisa muito desafiadora de se fazer como humano”. Para Megan, o grande diferencial de Bloom para os outros discos está na evolução sonora da dupla. “Acho que sempre queremos nos editar. E cada vez mais, tentamos deixar as coisas mais cruas. Acho que me senti mais confortável tocando neste disco do que no processo de gravação. Acho que meus solos acabaram sendo algo mais improvisado, menos planejado e sem edição também. E tenho orgulho disso”. >> Confira a entrevista com Larkin Poe na íntegra