Entrevista | Halestorm – “Se dependesse de mim, eu iria para o Brasil todo mês”

A contagem regressiva para a tão esperada volta do Halestorm ao Brasil já começou! Em abril, a banda desembarca no país com a turnê do aclamado álbum *Everest*, prometendo shows inesquecíveis. Arejay Hale, o carismático baterista, compartilha histórias hilárias dos bastidores, sua paixão pela perfumaria e a conexão especial que sente com o Brasil. Ele revela: “Se dependesse de mim, eu iria para o Brasil todo mês!” Prepare-se para uma conversa cheia de energia, música e a expectativa de um festival histórico ao lado de lendas do rock. Não perca!
Jayler entra na programação do show do Lynyrd Skynyrd no Rio

O show do Lynyrd Skynyrd no Rio de Janeiro acaba de ficar ainda mais pesado, e interessante. A produtora Mercury Concerts confirmou que a banda britânica Jayler será a atração especial na noite de 5 de abril, no Qualistage. Eles se juntam ao lineup que já contava com o Dirty Honey, transformando o evento em uma verdadeira celebração da história do rock, reunindo três gerações distintas no mesmo palco: os lendas do southern rock dos anos 70, a renovação do hard rock americano e a nova promessa do rock britânico. Quem é a banda Jayler? Se você ainda não conhece, vale a pena ficar de olho. Formado em 2022 no Reino Unido, o Jayler é aquele tipo de banda que nasceu de um open mic e explodiu rápido. O quarteto traz uma energia setentista visceral, com riffs marcantes que lembram a era de ouro do rock clássico. Com o EP de estreia A Piece in Our Time (2023) e o single recente Riverboat Queen (2025), eles vêm conquistando espaço em festivais europeus e agora desembarcam no Brasil para mostrar a que vieram. Dirty Honey e os veteranos Além dos novatos, a noite conta com o Dirty Honey, banda de Los Angeles que fez história ao topo da Billboard Mainstream Rock de forma independente e já rodou o mundo com Guns N’ Roses e KISS. E, claro, a noite encerra com o Lynyrd Skynyrd. Com mais de 50 anos de estrada, a banda liderada por Johnny Van Zant promete o desfile clássico de hinos como Sweet Home Alabama e, obviamente, aquele solo interminável e maravilhoso de Free Bird. Turnê pelo Brasil Vale lembrar que o Lynyrd Skynyrd tem uma agenda cheia no Brasil em abril de 2026: Serviço: Rio de Janeiro Para o show no Qualistage, os ingressos estão à venda exclusivamente pela Eventim.
Yngwie Malmsteen, Dirty Honey e Jayler completam lineup do Monsters of Rock

O Monsters of Rock confirma as atrações que completam o lineup de sua nona edição: Guns N’ Roses, Lynyrd Skynyrd, Extreme e Halestorm se unem a Yngwie Malmsteen, Dirty Honey e Jayler. Com eles, a edição 2026 se consolida como um dos mais grandiosos lineups da história do mais importante festival de rock do país. O evento acontece em 4 de abril de 2026, no Allianz Parque, em São Paulo, e os ingressos já estão à venda exclusivamente pelo site Eventim. Em 2026, o Monsters of Rock celebra alguns dos maiores guitarristas do rock mundial: Slash, do Guns N’ Roses; Nuno Bettencourt, do Extreme — considerado um dos maiores virtuoses de sua geração; Yngwie Malmsteen, ícone máximo do metal neoclássico; e a lendária trinca de guitarras do Lynyrd Skynyrd – Rickey Medlocke, Mark “Sparky” Matejka e Damon Johnson -, um dos símbolos mais duradouros da história do rock. Um encontro de gerações que transformará o palco do festival em um verdadeiro templo da guitarra. Ao mesmo tempo, o festival celebra o talento, o carisma e a energia da geração que está moldando o futuro do hard rock: Halestorm, uma das bandas mais poderosas da atualidade; Dirty Honey, já consolidada como uma das maiores revelações globais do gênero; e Jayler, o novo fenômeno britânico que promete dominar a cena mundial, representam a renovação e a potência da nova safra do rock.
Extreme entra para o lineup do Monsters of Rock 2026

O Monsters of Rock 2026 confirma mais uma atração de peso: Extreme, uma das bandas mais influentes e celebradas do hard rock mundial. O grupo de Boston é conhecido por unir virtuosismo, energia e composições marcantes. A nona edição do festival acontece no dia 4 de abril, no Allianz Parque, em São Paulo, e promete reunir diferentes gerações em uma grande celebração do rock. Os ingressos já estão à venda exclusivamente pelo site Eventim. Após revelar Guns N’ Roses, Lynyrd Skynyrd e Halestorm, o anúncio do Extreme — mais um nome que agrada em cheio aos fãs do hard rock clássico — reforça a diversidade e a força do lineup do Monsters of Rock, que combina ícones consagrados e artistas que representam a renovação do gênero. MONSTERS OF ROCK 2026 Cidade: São Paulo Data: 04 de abril de 2026 Local: Allianz Parque – Avenida Francisco Matarazzo, 1705 – Água Branca – São Paulo Portas: 10h Início dos Shows: a confirmar Atrações confirmadas: Guns N’ Roses, Lynyrd Skynyrd, Extreme e Halestorm *Mais atrações serão confirmadas em breve
Halestorm entra na programação do Monsters of Rock

O Monsters of Rock 2026 ganhou mais uma atração de peso: Halestorm, uma das bandas mais aclamadas do rock moderno, se junta ao poderoso lineup que já conta com Guns N’ Roses, como headliner, e Lynyrd Skynyrd. A nona edição do festival acontece no dia 4 de abril, no Allianz Parque, em São Paulo, e promete reunir diferentes gerações de fãs em uma verdadeira celebração com o melhor do rock. Os ingressos estarão disponíveis a partir de amanhã (14), às 10h, pelo site Eventim. O que começou como um sonho de infância dos irmãos Lzzy e Arejay Hale se transformou em uma das histórias de sucesso mais inspiradoras do rock das últimas duas décadas. Com sete músicas no topo das paradas e mais de um bilhão de streams no mundo todo, o Halestorm conquistou uma base de fãs global e o reconhecimento da crítica, coroado com duas indicações ao Grammy — e a vitória na categoria Melhor Performance de Hard Rock/Metal, por Love Bites (So Do I), em 2012. Liderado pela carismática e potente Lzzy Hale — defensora ativa dos direitos das mulheres e primeira embaixadora feminina da Gibson Guitar —, ao lado do baterista Arejay Hale, do guitarrista Joe Hottingere do baixista Josh Smith, o Halestorm é conhecido por suas performances incendiárias e energia inigualável nos palcos. Com uma trajetória marcada por turnês com ingressos esgotados e apresentações ao lado de lendas como Heaven & Hell, Alice Cooper e Joan Jett, a banda promete um show explosivo. Além do Halestorm, o Monsters of Rock já conta com Guns n’ Roses e Lynyrd Skynyrd no lineup. A venda de ingressos começa amanhã (14). Confira abaixo os preços. Preços Inteira Meia Pista Premium R$ 1.350,00 R$ 675,00 Pista R$ 750,00 R$ 375,00 Cadeira Inferior R$ 950,00 R$ 475,00 Cadeira Superior R$ 600,00 R$ 300,00 Backstage Mirante R$ 3.090,00 R$ 2.415,00 Fan Zone Pista Premium R$ 2.850,00 R$ 2.175,00 Fan Zone Cadeira Inferior R$ 2.450,00 R$ 1.975,00
Monsters of Rock anuncia Lynyrd Skynyrd e abre venda de ingressos na sexta-feira

Depois de confirmar o Guns N’ Roses como headliner, o Monsters of Rock 2026 anunciou Lynyrd Skynyrd como mais uma das grandes atrações da nona edição do festival, que acontece no dia 4 de abril, no Allianz Parque, em São Paulo. Os ingressos para o Monsters of Rock estarão à venda a partir desta sexta-feira (14), às 10h, exclusivamente pelo site Eventim. Pela primeira vez, o ícone do rock americano Lynyrd Skynyrd vai se apresentar no Monsters of Rock. Formada por Johnny Van Zant (vocal e irmão da lenda Ronnie Van Zant), Rickey Medlocke (guitarrista), Mark “Sparky” Matejka (guitarrista), Michael Cartellone (baterista), Keith Christopher (baixista), Peter Keys (tecladista), Carol Chase (coro) e Stacy Michelle (coro), a banda traz ao festival toda a força e a energia que conquistam gerações. O grupo promete arrebatar o público com hits como Sweet Home Alabama, Free Bird e Simple Man. Também será a estreia do Guns N’ Roses no Monsters of Rock, fechando a noite com um show que promete entrar para a história dos mais de 30 anos do festival. Após quebrar o recorde de público do Allianz Parque – reunindo cerca de 50 mil pessoas em sua apresentação de 25 de outubro -, a banda retornará ao Brasil com um repertório repleto de clássicos — Sweet Child O’ Mine, Welcome to the Jungle, Paradise City e November Rain — prometendo mais uma performance explosiva de Axl Rose, Slash e Duff McKagan. Ingressos para o Monsters of Rock Preços Inteira Meia Pista Premium R$ 1.350,00 R$ 675,00 Pista R$ 750,00 R$ 375,00 Cadeira Inferior R$ 950,00 R$ 475,00 Cadeira Superior R$ 600,00 R$ 300,00 Backstage Mirante R$ 3.090,00 R$ 2.415,00 Fan Zone Pista Premium R$ 2.850,00 R$ 2.175,00 Fan Zone Cadeira Inferior R$ 2.450,00 R$ 1.975,00
Guns n’ Roses será o headliner do Monsters of Rock 2026, em São Paulo

Após quebrarem o recorde de público do Allianz Parque, reunindo cerca de 50 mil pessoas na apresentação de 25 de outubro, o Guns N’ Roses foi escolhido pela Mercury Concerts como headliner da edição 2026 do Monsters of Rock. A nona edição do festival de rock mais desejado do Brasil está confirmada para 4 de abril em São Paulo. Em breve, serão divulgadas mais atrações e informações sobre local e ingressos. Pela primeira vez, o Guns N’ Rosesvai subir ao palco do Monsters of Rock para um show inesquecível, que entrará para a história dos mais de30 anos do festival. Com Axl Rose, Slash e Duff McKagan em plena forma, o grupo retornará ao Brasil com um repertório repleto de hinos atemporais — como Sweet Child O’ Mine, Welcome to the Jungle, Paradise City e November Rain — em uma performance explosiva. O espetáculo promete repetir — e superar — a energia que vem conquistando o público brasileiro em sua atual turnê pelo país.
Monsters of Rock chega aos 30 anos com shows inesquecíveis em São Paulo

30 anos de Monsters Of Rock, um dos festivais mais consagrados do país. Trinta anos não são 30 dias. Basicamente, a história dos shows de rock e metal que aconteceram por aqui, passa diretamente por esse festival. A edição de 2025 rolou em São Paulo, no último sábado (19), reunindo bandas gigantes e consagradas da história do rock’n roll. Scorpions e Judas Priest foram os headliners, mas o evento também contou com os suecos do Europe e do Opeth, os finlandeses do Stratovarius, o Savatage, além do Queensryche, direto de Seattle, nos Estados Unidos. Porém, antes de prosseguir, eu preciso registrar o quanto o Monsters é importante e tem uma relevância bem forte no meu coração. Foi no Monsters Of Rock que vi pela primeira vez a banda da minha vida. O Aerosmith, na edição de 2013. Chorei feito uma criança por realizar o sonho de ver de perto a maior banda desse mundo! Foi no Monsters Of Rock que assisti o maior espetáculo (porque não dá pra chamar aquilo “só” de show) que já presenciei em toda minha vida. O Kiss, na edição de 2023, me fez sair extasiado do Allianz Parque tentando digerir tudo que havia presenciado naquele verdadeiro espetáculo de som e pirotecnia. Foi no Monsters Of Rock que eu vi o show mais surpreendente da minha vida. Aquele show que eu já esperava que seria bom, mas que superou todas as expectativas e me deixou boquiaberto. O Scorpions, também na edição de 2023, me fez chorar, pular, dançar e me fez ainda mais fã dessa banda tão histórica. Dito isso, obviamente eu não poderia ficar de fora dessa edição tão comemorativa e emblemática! O dia começou com os caras do Stratovarius, diretamente da Finlândia. Uma banda bastante relevante no universo do “power metal” desde a sua fundação em 1984, mas principalmente depois do disco Visions, lançado em 1997, que trouxe notoriedade, respeito e sucesso a nível mundial para a banda. O show dos caras pode ser definido com o termo intensidade. Basicamente o Stratovarius é uma potência sonora com músicos extremamente virtuosos. A performance foi impecável com bastante interação com o público brasileiro que chegou cedo para ver o show. Inclusive, em certo momento, o vocalista Timo Kotipelto fez algumas brincadeiras para desafiar os fãs brasileiros a gritarem mais alto em relação aos outros shows da banda na América Latina. >> CONFIRA ENTREVISTA COM STRATOVARIUS Logo em seguida, o Monsters Of Rock recebeu no palco os caras do Opeth, uma banda sueca que está em atividade desde 1990 misturando death metal com rock progressivo. E olha que essa mistura pode definir claramente o principal comentário que ouvi sobre o show dos caras. >> CONFIRA ENTREVISTA COM OPETH É impressionante como eles navegam com maestria entre o peso do death metal com a técnica absurda do rock progressivo. Carregando uma naturalidade que parece ser a coisa mais fácil do mundo. O vocalista e guitarrista, Mikael Åkerfeldt, entrega uma performance incrivelmente potente, além de uma serenidade invejável. O Queensrÿche foi a terceira banda a subir no palco do festival para entregar um show repleto de clássicos que contam a história da banda. Uma banda histórica, muito relevante pro cenário do metal e que declaradamente serviu de inspiração para outras bandas consagradas, como o Dream Theater e o Symphony X. O Queens trouxe um show que navegou entre todos os períodos da carreira da banda, com muito metal pesado, mas também com a excelente balada Silent Lucidity, principal sucesso da banda aqui no Brasil durante muito tempo. >> CONFIRA ENTREVISTA COM QUEENSRYCHE Logo em seguida foi a vez do Savatage. Os caras têm simplesmente 46 anos de heavy metal e uma legião apaixonada de fãs aqui no Brasil. Muita gente com a camiseta da banda e enlouquecida com o show dos caras. Mais uma performance repleta de virtuosismo, entrega, hits e muito peso! Não é à toa que o Savatage é uma das maiores bandas de heavy metal da história, os caras entregam todas as características necessárias de uma banda gigante. >> CONFIRA ENTREVISTA COM SAVATAGE Depois do Savatage, nós chegamos naquele que foi o meu show favorito do dia. Os também suecos do Europe subiram no palco do Monsters Of Rock para entregar um show que pode ser resumido na palavra energia! Do primeiro ao último acorde, o show do Europe foi marcado pelo bom e velho hard rock clássico. Cheio de riffs marcantes e love songs que fizeram o Allianz cantar a plenos pulmões. Com destaque para Carrie, que fez o estádio todo se iluminar, e obviamente The Final Countdown, o maior hit da banda e um dos maiores hits da história do rock. >> CONFIRA ENTREVISTA COM EUROPE Tudo foi impecável no show do Europe, mas vale destacar a excelente performance do vocalista Joey Tempest que soube controlar a multidão com maestria e elegância. E por fim chegamos nos dois headliners do festival. Judas Priest e Scorpions dispensam apresentações. Duas potências, basicamente lendas vivas do rock… O show do Judas Priest foi insano. Uma chuva de hits, uma tempestade performática e uma trovoada de carisma de Mr. Rob Halford e companhia. Os caras são deuses e o Rob faz jus ao apelido de “metal god”. No auge dos seus 73 anos, esbanjando saúde, performance, alcance vocal e maestria em controlar a plateia. Inclusive, o público foi um show à parte durante o Judas. >> CONFIRA ENTREVISTA COM JUDAS PRIEST A galera estava ensandecida, cantando tudo, interagindo muito e se entregando de corpo e alma aos clássicos da banda. Era uma espécie de culto acontecendo sob nossos olhos e ouvidos. O show do Judas Priest foi realmente impressionante. E pra fechar a noite da edição histórica de comemoração dos 30 anos do Monsters Of Rock, o Scorpions entregou mais um espetáculo! Estético, visual, sonoro e performático. Tem que ter um jeito de eternizar esses caras, tem que existir uma forma de trazê-los para sempre. O show do Scorpions é um presente pra todos que gostam de rock
Entrevista | Richie Faulkner (Judas Priest) – “Todos do Europe pareciam mulheres lindas”

Prestes a subir ao palco do Monsters of Rock neste sábado (19), no Allianz Parque, em São Paulo, o guitarrista Richie Faulkner conversou com o Blog n’ Roll sobre a expectativa de mais uma turnê do Judas Priest no Brasil, país que, segundo ele, sempre rende boas histórias e memórias inesquecíveis. “O público brasileiro é apaixonado por música e heavy metal, e adora se divertir. Sempre sabemos que vamos ter uma plateia incrível”, comentou. Além de relembrar passagens marcantes pelo país, como shows ao lado de Kiss e Ozzy Osbourne, Faulkner adiantou o que os fãs podem esperar do show no festival. Segundo ele, a banda vai equilibrar as faixas do novo álbum Invincible Shield com clássicos e músicas mais profundas da carreira. “Tentamos cobrir tudo e, com sorte, deixar todo mundo feliz”, disse. A tour pelo Brasil teve início na última quarta-feira (16), em Brasília. Além do Monsters of Rock, a banda também fará um side show em São Paulo, no domingo (20), no Vibra. Ainda há ingressos para os dois shows na capital paulista. Confira a entrevista completa abaixo. O Judas Priest já veio ao Brasil várias vezes. O que você mais gosta no público brasileiro? O público brasileiro é louco, eles são apaixonados por música e heavy metal, e adoram se divertir, e nós adoramos isso quando viemos ao Brasil. Conhecemos as pessoas, a comida, o país. E quando tocamos no Brasil, seja no Rio, em São Paulo, em Belo Horizonte, em Brasília, onde quer que seja, sabemos que vamos ter uma plateia incrível. Estamos tão animados quanto vocês para esses shows. Você tem boas lembranças do Judas Priest no Brasil? Tenho milhões! Me lembro, acho que foi em 2014 ou 2015, viemos e tocamos duas noites, uma com o Kiss e outra com o Ozzy. E todas as noites havia uma festa no hotel, e era simplesmente fantástico rever alguns amigos, fazer novos amigos. Mas são sempre ótimas lembranças. Sempre que viemos ao Brasil há algo novo para ver ou fazer. É emocionante porque sempre criamos novas memórias. O que você pode nos contar sobre o show no Monsters of Rock? Vocês vão priorizar o álbum mais recente da banda, Invincible Shield, ou vão se concentrar mais nos clássicos do Judas Priest? Nós faremos as duas coisas, na verdade. Obviamente, é a turnê do Invincible Shield, então estamos apresentando algumas músicas do álbum. Mas sabemos que temos muitos fãs que estão na ativa há muito tempo com o Priest. Então, tentamos fazer um pouco de tudo, um pouco de coisas novas, um pouco de coisas antigas, um pouco de clássicos, um pouco de raridades. Tentamos cobrir tudo e, com sorte, deixar todo mundo feliz. Quais são os planos para o resto do ano? Há algum álbum novo sendo preparado ou o foco será em turnê? Nenhum álbum este ano, embora saiba que se lançássemos outro disco, seria o número 20 da banda. É um bom número. Entende o que quero dizer? 20 álbuns parece uma coisa boa, mas não este ano. Este ano estamos nos concentrando em turnê. Depois da América do Sul, voltamos para a Europa no verão para a turnê Shield of Pain, que é tanto o Invincible Shield quanto a celebração do Painkiller, que completa 35 anos em 2025. Depois, talvez mais algumas turnês. Mas talvez em um futuro próximo, façamos outro álbum. Você se juntou ao Judas Priest no lugar de K.K. Doning. Imagino que tenha sido uma grande responsabilidade na época. Você conversa com ele? Vocês são amigos? Foi uma grande responsabilidade e ainda é. Acho que ainda é uma responsabilidade tocar as músicas dele e as minhas para representar o Priest da melhor maneira possível. Ainda acho que é uma responsabilidade por causa do legado que os caras, incluindo o Ken, deixaram. Então, é preciso honrar essa responsabilidade.Daqui para frente também. Conversamos de vez em quando. A última vez que o vi foi há pouco tempo, no Rock & Roll Hall of Fame, em Los Angeles. E nos demos muito bem. Foi ótimo conhecê-lo. De vez em quando, conversamos por e-mail. E está tudo bem. Eu e o Ken não temos problemas, na verdade. Sabemos que houve alguns problemas entre o Ken e a banda. Mas isso não é meu… Isso foi antes de eu chegar. Espero que possamos vê-lo no futuro. Richie, você gostaria de jogar um joguinho rápido sobre as bandas de Monsters of Rock? Claro! Eu digo os nomes do lineup e você os define em uma palavra. Scorpions – Lendário Opeth – Eu ainda não vi o Opeth, mas estou ansioso para ver. A palavra seria animado. Animado para ver o Opeth. Europe – Quando era jovem, ouvi The Final Countdown no single de disquinho. Achava que elas eram lindas. Quer dizer, eles meio que pareciam mulheres na época. John Norum parecia uma mulher bonita, Joey Tempest também. Todos eles parecem mulheres lindas. Ficava um pouco confuso quando era jovem, mas estava focado na The Final Countdown. Quer dizer, The Final Countdown é enorme. Existe uma música de rock maior do que essa? Então resumiria o Europe como enorme. Stratovarius – Ainda não vi o Stratovarius, mas a música é fantástica. Tocar guitarra nessa banda é coisa de outro mundo. Fenomenal cai bem para eles. Queensrÿche – Eles são bons amigos. Fizemos uma turnê com eles por algumas regiões do mundo em 2022. Amigos é uma boa palavra. Você gostaria de nos contar alguma história que tem com uma dessas bandas? Tem algumas que não posso te contar. Se eu te contasse, teria que te matar. (risos) Quais são os três álbuns que mais te influenciaram na carreira? Essa é uma ótima pergunta. Diria que Iron Maiden – Somewhere in Time ou Live After Death pode ser um deles. O Live After Death foi meio que um cruzamento de músicas diferentes de álbuns diferentes, obviamente. Mas Somewhere in Time foi o primeiro álbum que comprei do Maiden. Então, diria Somewhere in Time, do Iron Maiden,