Elevarte Music: Ben Charles divulga single Sementes

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Sementes. Esse é o novo single do cantor e compositor Ben Charles. A faixa é inspirada na música regional de Roraima e traz aspectos da MPB dos anos 70. A letra, por sua vez, aborda a relação do homem com a terra, trazendo um paralelo entre a esperança, o conhecimento ancestral e o respeito ao meio ambiente. O lançamento chega nas plataformas através do selo Elevarte Music. A faixa foi gravada no estúdio La Toca Music, em Brasília (DF). Na ocasião, o artista cantou e gravou todos os instrumentos. Tais como guitarra, violão, baixo, percussão e samplers. Ben Charles explica o título de Sementes. “Todo artista é um semeador de amor. Isso acontece tanto na celebração, quanto na luta, apontando novos rumos e vislumbrando um mundo utópico de paz, cura e igualdade para a humanidade. Por isso, escolhi esse nome para a canção. Ainda de acordo com o artista, Sementes nasceu de uma grande mistura de referências. ”Me inspiro em tudo que eu ouvi na rádio quando era criança. Desde Novos Baianos, Tom Zé e os lançamentos que envolviam a Tropicália, à música caribenha e regional de Roraima. Essas raízes foram importantes durante as sessões de gravação da minha música”.

Britânico e agora radicado no RJ, Shipzy lança o single “Steve”

“Um britânico explorando o urbanismo brasileiro”. Nenhuma frase resumiria melhor a saga de Shipzy, pseudônimo e projeto de rock alternativo do músico James Timmins. O artista divulga o single Steve nesta sexta-feira (9), sendo que o lançamento é disponibilizado via Caravela Records e Warner Music Brasil.  A faixa conta com a participação especial do austríaco Hopton e do curitibano Augusto Aguieiras. No âmbito melódico e estético, Steve dialoga com o rock alternativo dos anos 80 e 90, obtendo um videoclipe onde o skate e a cultura underground ganham destaque. A direção é de Jorge Stella, que captou todos os frames em Campinas, no interior de São Paulo.  Vale pontuar que todo o clipe é ilustrado com um único personagem, desempenhado pelo ator e artista visual, Lendia LG. A música, por sua vez, foi gravada na cidade de Stoke-on-Trent, na Inglaterra, e foi produzida por Tom J Bath. A linha de bateria foi desenvolvida por Nick “Cozy” Connell. O instrumentista é principalmente conhecido por ter sido membro da The Quireboys, pioneira mundial do glam e do hard rock.  Shipzy frisa a sentimentalidade da obra. “Essa música tem o sabor do fim de um relacionamento amoroso. Aborda o momento em que precisamos cortar os laços antigos em prol do início de novos ciclos.  Ou seja, remete-se à dualidade de uma dissociação experimental”. Ainda de acordo com o artista, tanto o projeto musical, quanto o single Steve são  metáforas para os relacionamentos no mundo corporativo. “O eu-lírico usa a positividade como uma válvula para lidar com a toxicidade do dia a dia no trabalho convencional – já que ninguém é verdadeiramente feliz  durante o todo o tempo nesse tipo de ambiente”. Live no Facebook No dia 24 deste mês, às 19h30, Shipzy celebra o início da sua trajetória com uma performance ao vivo. O show será transmitido no Facebook. Na ocasião, o músico dividirá o palco com a banda Sayal e tocará uma série de faixas inéditas. Assista gratuitamente pelo link: http://bit.ly/shipzyaovivoaudiorebel.

Nova música da Two Wolves tem referências aos anos 1980

A banda goiana Two Wolves anunciou um álbum com o lançamento da música Sun of Justice, que chegou essa semana ao streaming via Monstro Discos. O novo trabalho está previsto para julho, mas a música antecipa um pouco do conceito do álbum, que deve trazer fortes referências aos anos 1980. Com sintetizadores e uma mixagem lo-fi assinada por Marcelo Borba, Sun of Justice aborda temas mais espirituais e revelam uma nova fase da banda. Segundo o vocalista Lineker Lancellote, autor da música, o “sol da Justiça” evidencia a insignificância dos homens na Terra. Mas, ao mesmo tempo, também traz paz e propósito para a vida dos seres humanos. “É como se esse sol fosse um herói hipotético e que ele vem para libertar de um peso na vida e trazer uma nova realidade, destruindo todos os monstros que tentam atrapalhar os nossos sonhos”. Nova fase Atualmente, a Two Wolves é composta por Lineker (vocais), Rogério Paulo (bateria), Rodrigo Baicochi (baixo) e Dean (guitarra). Aliás, para Lineker, essa nova formação é a responsável por essa sonoridade mais anos 80. Sun of Justice ganhou um videoclipe com uma altíssima produção em computação gráfica. No vídeo, roteirizado por Lineker e dirigido por Rogério Paulo, o vocalista é sugado para dentro de um jogo de fliperama e passa a dirigir rumo ao sol, em meio a várias distrações da vida real que pretendem tirá-lo desse caminho. Portanto, mais uma vez, os anos 80 dão o tom, com as casas de jogos eletrônicos – tão comuns naquela década – e referências a filmes como Blade Runner e Tron. A Two Wolves é atualmente um dos grandes nomes do indie rock goiano e foi formada em 2014, em Senador Canedo, cidade vizinha de Goiânia. Em resumo, o grupo conta com músicas que já superaram a marca de 300 mil plays no Spotify.

Com o melhor videoclipe de sua história, Helloween libera épica “Skyfall”

O Helloween disponibilizou o single Skyfall ao lado de um videoclipe incrível! Em resumo, escrito por Kai Hansen, Skyfall é uma jornada de mais de sete minutos dentro do universo Helloween e além. A faixa épica descreve um alienígena pousando na terra e uma perseguição dramática enquanto Michael Kiske, Andi Deris e Kai Hansen duelam entre si de uma maneira deslumbrante e criam uma grande aventura vocal. Produzido por Martin Häusler, é o videoclipe mais elaborado da história da banda, mostrado com animação 3D e com um visual cinematográfico. “Por favor, continuem juntos!”. Esse foi o pedido ardente de milhares de fãs gritando para Andi Deris, Michael Kiske, Michael Weikath, Kai Hansen, Markus Grosskopf, Sascha Gerstner e Dani Löble durante o Pumpkins United World Tour. Contudo, o pedido foi atendido. Com o próximo álbum, simplesmente intitulado Helloween, a banda abre um novo capítulo após 35 anos de uma carreira gloriosa. Aliás, o futuro de uma das bandas alemãs de metal mais influentes de agora em diante contará com três cantores. Anteriormente, planejado apenas para apresentações ao vivo, foi o nascimento de uma aliança única de metal de sete peças. A pré-venda para o álbum homônimo, que será lançado em 18 de junho, via Nuclear Blast, Tonträger Produktions e Vertriebs GmbH, já está disponível. Tracklisting 01 – Out For The Glory02 – Fear Of The Fallen03 – Best Time04 – Mass Pollution05 – Angels06 – Rise Without Chains07 – Indestructible08 – Robot King09 – Cyanide10 – Down In The Dumps11 – Orbit12 – Skyfall Bonustracks Mediabook & Vinyl:01 – Golden Times02 – Save My Hide Bonustracks Earbook01 – Golden Times02 – Save My Hide03 – Pumpkins United

Impavid Colossus lança “Home Of The Brave”, primeiro single do novo disco

Depois de uma série de lançamentos duplos em 2020, os paulistanos do Impavid Colossus apresentaram nesta sexta-feira (19), Home Of The Brave, single de estreia do primeiro álbum cheio da banda que chega em breve. Em síntese, a faixa surgiu em 2019, quando o guitarrista Marcelo Barchetta conheceu o também guitarrista Felipe Ruiz na casa do vocalista Enrico Minelli. “Mandei para o Enrico, ele curtiu, já fez as melodias e mandou pra nós de volta. Assim que batemos o martelo, ele começou a pensar na letra”, relembra Marcelo. Aliás, o single se torna mais forte ainda com o clipe, dirigido por Felipe Schmidt da Bemloc, e gravado em apenas um dia. Em resumo, Home Of The Brave é apenas a primeira prévia do que a banda irá compartilhar com o mundo no primeiro álbum. “Nós estamos muito felizes com o resultado do álbum de estreia da banda”, conta Felipe. “Espero que todos possam se emocionar como em toda vez que escuto essas músicas que compusemos com muito esmero e amor ao nosso som e ao público que consome nossa música.” Integrantes E de estreia só o primeiro disco do Impavid Colossus mesmo, porque os integrantes, Enrico Minelli (vocais), Marcelo Barchetta (guitarra), Felipe Ruiz (guitarra), Guilherme Malanga (baixo) e Alexandre Iafelice (bateria), têm uma longa carreira musical, e já fizeram parte de bandas renomadas no cenário nacional e internacional, como Cruz, Owl Company, Rancore e Supla, tendo a oportunidade de tocarem em diversos palcos pelo mundo e gravar com produtores de peso como Matt Wallace e Jay Baumgardner.

Ex-NX Zero, Weks apresenta mais uma prévia de trabalho com cantoras

Daniel Weksler, mais conhecido como Weks, e a cantora Day, lançaram recentemente o clipe do single Absurdo. O som faz parte do novo projeto solo de Daniel, que conta com apenas mulheres no vocal. Ele despontou na cena nacional no NX Zero. O artista conta que a aposta nas vozes femininas foi por acreditar que as mulheres têm de dominar o mundo. “Se essa pequena força que eu fizer levar a isso (risos), maravilhoso, fico mais feliz”, pontua. “Que seja cada vez mais um caminho para as mulheres estarem nos lugares, cada vez mais do que já estão. Para mim é uma honra me juntar a todas essas moças”. O single nasceu da paixão em comum, com sonoridades que flutuam do eletrônico ao orgânico. “Compus uma base e pensei na Day para a voz, de primeira mão bateu, mas ela me mostrou uma segunda composição na linha indie meets beats do The Neighbourhood e o resultado foi esse Absurdo”, conta ele. Na première do videoclipe, o lançamento ficou entre os três assuntos mais comentados do Twitter, no Brasil. A carreira de Weks Weks entrou para a cena nacional com o NX Zero, onde alcançou o olimpo roqueiro brasileiro e depois, quando o quinteto anunciou uma pausa, migrou para a banda de Pitty, onde segue nas baquetas. Entre os dois, conviveu e trabalhou tanto como artista quanto em produção no estúdio Midas, do produtor Rick Bonadio. “No estúdio Midas, aprendi que eu conseguia colocar as minhas ideias no papel e todo dia que eu chegava em casa estava cheio de bases e tudo mais”, relata . A partir disso, o músico começou a abrir a cabeça para vertentes musicais e possibilidades que nem imaginava. “Eu sabia que podia ser muito mais que um baterista, podia produzir, ser artista solo e me juntar com outras pessoas.” Depois que começou a compor, gerou canções como Ninguém é de Ninguém, de Matriz, da Pitty, e passou a trabalhar em computador, criando beats. “Eu já tinha a ideia (de escrever), mas o ano que passei no estúdio abriu minha cabeça. Quando sentava para escrever, esse era o som que vinha. Só deixei fluir”, completa. “O processo de gravar na pandemia está sendo uma delícia. Não tem show para fazer, eu tenho estúdio aqui em casa e estou fazendo o que mais gosto que é criar”. O primeiro álbum O primeiro trabalho de Weks foi Feel Free, onde uniu os beats e synth bass (sintetizador de baixo) à guitarra de Lucas Medina, piano e teclado de Degino e outra guitarra de Rafael Mimi. No vocal, o timbre suave de Karen Dio, do Violet Soda. Toda a mescla viaja por influências do hip hop ao soul e r’n’b, passando por neo psicodelia, que é um gênero ácido e ambiental do pós-punk e fortemente influenciado pela música psicodélica e trip hop. As músicas estão disponíveis em todos aplicativos de música e YouTube.

Augusto Pakko canta sobre ter sangue frio para enfrentar racismo

Desde a morte de George Floyd por forças policiais em Mineápolis, nos Estados Unidos, em maio último, a luta contra o racismo ganhou força no mundo todo. Mas o racismo em si ainda está muito longe de ser exterminado. Casos como de Floyd e João Alberto, no Carrefour de Porto Alegre, acontecem diariamente no Brasil. Quase sempre na periferia, onde não há câmeras, muito menos apelo popular nas redes sociais. O rapper Augusto Pakko, de 23 anos, morador do Ilhéu Baixo, na Zona Noroeste, sabe bem o que é ser preto e viver sob esse perigo constante apenas pela cor que tem. Seu novo single, Moncler, em parceria com o Trap da Quebrada, usa a marca de roupa de inverno como analogia para o “sangue frio que é preciso ter para sobreviver nas ruas”. “A Moncler é uma marca de luxo, conhecida pela jaqueta puffer, para quem pratica esqui. E usei o conceito que é preciso ter sangue frio para tudo que estamos à mercê de acontecer para nós que somos pretos e periféricos. É narrando essa vivência com esse conceito que consegui unir moda e vivência”. Videoclipe A faixa veio acompanhada de um videoclipe, que foi gravado na Vila Olímpia, em São Paulo, e no Saboó, em Santos. “Traz todo esse conceito à tona, além de narrar a vivência de um jovem preto periférico”, comenta Pakko sobre a produção audiovisual. Em pouco mais de um ano, Pakko já lançou seis singles, três feats com outros artistas e a recente colaboração com o Trap da Quebrada. Posteriormente, em 2021, ele pretende lançar a primeira mix tape. “Ainda não posso falar sobre os sons”. Os singles #Blacklivesmatter, Jesus Era Preto e 1038 ajudaram a impulsionar a carreira de Pakko, que chegou a ser incluído em uma playlist do ator, cantor e ex-BBB Babu Santana. Em suma, a ideia era apresentar artistas negros em evidência no Brasil. O reconhecimento, no entanto, acontece em São Paulo e outras grandes cidades, não no município de origem do rapper. “Santos não é o lugar onde sou mais escutado. Em São Paulo, por exemplo, tenho muito mais público. Não sei se a galera daqui valoriza os artistas locais”, comenta. Bastante engajado, Pakko teve um cuidado especial na hora de lançar #Blacklivesmatter. O lançamento aconteceu num dia 23, às 20h23. Em resumo, o número carrega uma simbologia triste: a cada 23 minutos um jovem negro é assassinado no Brasil.

Punk rock com boyband? Plebe Rude regrava som famoso com o Dominó

A Plebe Rude divulgou o videoclipe da faixa P da Vida, com a participação de Afonso Nigro, ex-integrante da boy band Dominó. Aliás, a música, lançada originalmente em 1987 pelo grupo, é uma versão do compositor Edgard Poças para Tutta La Vita do italiano Lucio Dalla. Poças revela que quando escreveu a letra, a ideia era fazer algo diferente, que considerasse importante de dizer na época. “Veio a ideia de falar sobre o que tava acontecendo no mundo, mas me deu aquele choque: puxa! será que aqueles meninos vão cantar isso? Porque eles cantariam coreografando e ficaria um choque visual com as palavras que eram de mais peso. Mas fui em frente e cada vez a música foi ficando mais forte, então a chamei de Puto da Vida e naquele tempo isso era um negócio proibitivo, né? Então mudamos para P da Vida“. A faixa em português chamou a atenção dos integrantes da Plebe Rude, que sempre prezaram por temáticas atuais e que reconheceram na letra, forte e impactante, a possibilidade de conciliar apelo comercial e conteúdo. “Eu já gostava da música desde a década de 1980. Achava ousado o fato da banda mais pop da história da música popular brasileira ter conseguido gravar uma letra com cunho social contundente. Como P da vida não envelheceu, muito pelo contrário, a Plebe ficou muito à vontade de fazer a versão”, conta o vocalista Philippe Seabra. Parceria curiosa A parceria inusitada entre a banda de Brasília e o ex-Dominó se deu, de acordo com o grupo, por uma piada recorrente sobre a semelhança física entre Philippe e Afonso. “A similaridade naquela época era gritante. Um era confundido com o outro na rua por pessoas pedindo autógrafos”, conta o baixista André X, que vê a parceria como divertida e bem humorada. Segundo Afonso Nigro, o dueto improvável vai surpreender muita gente e só foi possível, já que a música é atual, política e remete de certo modo ao momento pelo qual estamos passando. “Regravar P da Vida foi o máximo, ainda mais com uma banda que eu sempre admirei. Um amigo em comum nos conectou e a empatia foi imediata. O Philippe é super querido e eu adorei a concepção de arranjo. Tem o Clemente também, meu ídolo de infância. Tô muito feliz com o resultado”, afirma. Lado B P da Vida é um EP digital de duas faixas, com lado A e lado B, assim como nos antigos vinis. Este é o primeiro lançamento da banda após o álbum Evolução, Vol.1, e foi produzido por Philippe Seabra no QG da Plebe Rude, o estúdio Daybreak em Brasília. Aliás, o videoclipe da faixa título é assinado por Seabra e Adriano Pasqua.