Com mais um grande show, entenda a história do teatro do My Chemical Romance

Após 18 anos de espera, o My Chemical Romance encerrou a passagem por São Paulo com um segundo show no Allianz Parque nesta sexta, dia 6, entregando uma apresentação que foi além do formato tradicional. A banda apostou em uma experiência grandiosa para tocar The Black Parade na íntegra, dividida entre impacto musical e narrativa cênica, transformando o palco em um espaço teatral carregado de simbolismos. A abertura ficou novamente por conta do The Hives, que aqueceu o público antes de o MCR assumir o controle da noite com uma produção visual marcada por fogo, projeções e personagens que conduzem a história do espetáculo. O setlist passou por ajustes em relação ao dia anterior (confira aqui), com menos músicas de seu debut álbum. Mesmo com a entrega intensa e a resposta imediata do público, algumas ausências chamaram atenção. A banda não tocou The Ghost Of You, apesar dos pedidos vindos das arquibancadas, e também não apresentou nenhuma música inédita ou estreia ao longo da turnê. De surpresa mesmo, apenas o fato de Helena não ser o encerramento da noite. Musicalmente, o grupo mostrou coesão e força, com Gerard Way conduzindo o espetáculo em clima dramático, alternando momentos de entrega emocional com ironia e interação pontual com o público. A segunda parte do show reuniu faixas de diferentes fases da carreira, garantindo um encerramento catártico e reafirmando a conexão do My Chemical Romance com sua base de fãs brasileira. Com menos falas e interações com o público, Gerard Way falou “obrigado” em português e disse que era a única palavra que ele sabia. Já Frank Iero, de maneira tímida, mudou “Trust Me” para “Confie em Mim” nos backing vocals de I’m Not Okay. Entenda o Teatro para a execução de The Black Parade Antes mesmo da primeira música, o espetáculo estabelece uma narrativa própria. A história apresentada se passa na chamada Era do Concreto, um período fictício de prosperidade governado por um ditador imortal. Dentro desse universo, o Black Parade, dado como morto em 2007, retorna após anos encarcerado em uma instituição chamada M.O.A.T., uma mistura de prisão, hospital psiquiátrico e centro de recondicionamento. Essa ambientação é reforçada por regras exibidas no telão em um idioma inventado e pela presença constante de vigilância no palco. A encenação ganha corpo com personagens recorrentes, como o homem que varre o palco, a enfermeira que divide os vocais de Mama com Gerard Way e o clerk, figura central que interage com a banda e conduz parte da narrativa. Os músicos entram escoltados, usam uniformes antigos e deteriorados do Black Parade e são tratados como pacientes ou prisioneiros, enquanto personagens como a The Secretary observam tudo em silêncio, reforçando a sensação de controle e hierarquia. Ao longo do show, o conceito se aprofunda em temas como obediência, perda de identidade e recondicionamento psicológico. Elementos visuais como um grande olho que desce sobre o palco, cenas de procedimentos médicos e projeções perturbadoras acompanham músicas como Sleep e Mama, transformando o concerto em uma espécie de ópera distópica. O resultado é um espetáculo que mistura música, teatro e crítica simbólica, deixando mais perguntas do que respostas e reforçando a ideia de que o My Chemical Romance não voltou apenas para tocar um disco clássico, mas para expandir sua própria mitologia diante do público. Setlist da noite The Black Parade – Parte 1The End.Dead!This Is How I DisappearThe Sharpest Lives Welcome to the Black ParadeI Don’t Love YouHouse of WolvesCancerMamaSleepTeenagersDisenchantedFamous Last Words (com trechos de The Welcome Parade)The End/Blood Hits – Parte 2 Our Lady of SorrowsBury Me in BlackNa Na Na (Na Na Na Na Na Na Na Na Na)SINGHelenaPlanetary (GO!)To the EndDESTROYAI’m Not Okay (I Promise)The Foundations of Decay (primeira vez na história como fechamento de show)
The Hives faz novamente um show gostoso como abertura para o My Chemical Romance em São Paulo

Assim como na noite de quinta, o The Hives subiu ao palco novamente nesta sexta-feira, dia 6, para fazer a abertura do aguardado show do My Chemical Romance no Allianz Parque. Vestidos com seus tradicionais ternos que brilhavam no escuro, os suecos mostraram desde os primeiros minutos por que são considerados uma das bandas mais explosivas do garage rock. Carismático e incansável, o vocalista Pelle Almqvist comandou o público durante cerca de 50 minutos, sem parar um segundo, transformando a função de banda de abertura em um verdadeiro evento à parte. Clássicos como Hate to Say I Told You So e até os quatro hits do novo álbum fizeram o estádio pular, algo raro para uma atração que antecede o headliner. O The Hives não sabe se portar como banda coadjuvante, eles suam sangue, atuando sempre como prato principal e deixando a sobremesa para quem vem depois. O repertório foi diferente da noite anterior, porém também destacou o álbum mais recente, The Hives Forever Forever The Hives, com suas principais faixas abrindo e fechando o show, antes da chegada do My Chemical Romance. >> LEIA ENTREVISTA SOBRE AS INFLUÊNCIAS DO THE HIVES Sempre em sintonia com a plateia, Pelle Almqvist arriscou o português durante a apresentação e arrancou risos e aplausos ao responder um “eu gostoso?” após ser chamado assim pelo público. Entre idas à plateia e palminhas comandadas com precisão, o The Hives não apenas aqueceu o público, como elevou a energia do estádio a um nível alto logo no início da noite. É impressionante a facilidade com que a banda conquista novos fãs e se adapta a qualquer ambiente, se mostrando como uma verdadeira banda de rock e que se comunica com qualquer público. Setlist do showEnough Is EnoughWalk Idiot WalkRigor Mortis RadioPaint a PictureBogus OperandiHate to Say I Told You SoCountdown to ShutdownLegalize LivingCome On!Tick Tick BoomThe Hives Forever Forever The Hives
My Chemical Romance transforma Allianz Parque em manicômio gótico para celebrar The Black Parade

Esqueça o conceito tradicional de show de estádio. O que se viu na noite desta quinta-feira (5) no Allianz Parque, em São Paulo, foi uma peça de teatro macabra musicada por uma das bandas mais importantes do século 21. Para celebrar os 20 anos de The Black Parade, o My Chemical Romance não se limitou a tocar o disco, eles construíram um universo. Ao entrarem no palco, transformado em uma espécie de sanatório/prisão distópico sob a vigilância de um olho digital gigante, Gerard Way e companhia deixaram claro que a noite seria dividida entre a ficção do “Mundo de Draag” e a realidade crua dos hits. Teatro de The Black Parade Quando o MCR assumiu o palco, o clima pesou. A execução na íntegra do álbum de 2006 foi marcada pela teatralidade. Cada integrante parecia um paciente tomando sua medicação ao entrar em cena. Musicalmente, a sequência é imbatível. De Dead! a Mama, o público cantou cada verso como se fosse uma oração. Mas o destaque foi a narrativa visual. A presença dos personagens “O Cavalheiro” (o boneco de Gerard) e “O Atendente” criou uma tensão constante. >> SAIBA COMO FOI O SHOW DO THE HIVES O clímax desse primeiro ato foi chocante e inverteu a lógica da turnê de 2025. Durante a reprise de The End, numa versão melancólica de piano e violino, Gerard Way não foi a vítima. Em uma reviravolta sangrenta, o vocalista atacou “O Atendente” em uma cama hospitalar. Enquanto Blood tocava, Way encenou a remoção das entranhas do personagem, com sangue jorrando cenograficamente, um Grand Guignol que deixou a plateia boquiaberta. O público vibrou muito com o plot twist. Hits e a libertação Passada a carnificina teatral, a banda voltou para o “mundo real” no segundo set. Sem o palco B (usado em outras turnês), eles concentraram a energia na estrutura principal para desfilar o legado. A trinca I’m Not Okay (I Promise), Na Na Na e Helena (no encerramento) serviu para lembrar porque eles lotam duas vezes o Allianz Parque em São Paulo. Foi o momento da catarse coletiva, onde a atuação deu lugar à pura energia do rock. A voz de Gerard, exigida ao extremo por mais de duas horas, funcionou bem demais. The World Is Ugly e Cemetery Drive foram as surpresas da segunda parte do show, ambas estrearam na turnê no primeiro show em São Paulo. O My Chemical Romance em 2026 é uma entidade complexa. Eles conseguem satisfazer a nostalgia dos fãs de Three Cheers for Sweet Revenge enquanto entregam uma performance artística digna de grandes produções da Broadway. O show no Allianz foi visualmente denso, musicalmente impecável e, acima de tudo, corajoso. Em uma era de apresentações pasteurizadas, ver uma banda “estripar” um personagem no palco principal de um estádio é a prova de que o rock ainda pode (e deve) ser perigoso. Edit this setlist | More My Chemical Romance setlists
O que esperar do My Chemical Romance em São Paulo? Veja o que pode surgir no setlist

Após quase duas décadas de espera, o My Chemical Romance desembarca em São Paulo para dois shows no Allianz Parque, em uma parceria da 30e com a Move Concerts, trazendo a turnê que celebra o icônico álbum The Black Parade. A passagem da banda por Lima, Santiago e Buenos Aires revelou uma estrutura de show dividida em dois momentos distintos: uma celebração imutável do passado e um bloco final imprevisível, que tem mantido os fãs em constante estado de alerta nas redes sociais. O primeiro ato é uma rocha. Sem variações, Gerard Way e companhia entregam o álbum The Black Parade na íntegra, respeitando a ordem original das faixas e adicionando uma carga teatral que remete à estética de ópera rock da era de 2006. É o momento de catarse coletiva com hinos como Welcome to the Black Parade e a melancolia visceral de Cancer, garantindo que nenhum fã saia órfão da experiência principal da turnê. No entanto, é após o encerramento do bloco conceitual que o quarteto de New Jersey mostra sua face mais mutável. A análise dos setlists sul-americanos aponta que a banda utiliza o “segundo ato” para rotacionar o catálogo, alternando entre hits de rádio, raridades do início da carreira e até B-sides esquecidos. Em Santiago, por exemplo, a segunda noite foi radicalmente diferente da primeira, sugerindo que quem for aos dois dias em São Paulo poderá testemunhar dois espetáculos distintos. Essa estratégia de “músicas rotativas” tem servido para homenagear diferentes fases da banda. Enquanto algumas cidades receberam a energia punk de I Brought You My Bullets, outras foram agraciadas com o brilho eletrônico de Danger Days ou a agressividade de Conventional Weapons. Para o público paulista, a única certeza é que a base do show está sedimentada, mas as surpresas finais serão o termômetro da energia de cada noite. Certeza que vão tocar (presença em 100% dos shows) Músicas que compõem o bloco fixo do The Black Parade e os hits obrigatórios Pode entrar no setlist (músicas rotativas) Faixas que apareceram de forma variada nos shows do Peru, Chile e Argentina Horários Para quem vai ao Allianz Parque, a organização divulgou os horários oficiais para não perder nenhum acorde: Serviço: My Chemical Romance em São Paulo Preços (data extra – 06/02) Vendas
My Chemical Romance inicia maratona de shows em SP nesta quinta; veja horários

Após um hiato de quase duas décadas longe dos palcos brasileiros, o My Chemical Romance finalmente está entre nós. A banda liderada por Gerard Way desembarca em São Paulo nesta semana para duas apresentações históricas no Allianz Parque. Os shows, realizados pela 30e em parceria com a Move Concerts, acontecem nesta quinta-feira (5) e sexta-feira (6). Ingressos para o My Chemical Romance A demanda reprimida de uma geração inteira fez com que a primeira data (dia 5) esgotasse rapidamente. No entanto, para quem deixou para a última hora, ainda há uma chance: restam os últimos ingressos para a apresentação extra de sexta-feira (6). As vendas continuam pelo site da Eventim. Abertura de peso com The Hives Antes de entoar hinos como Helena e Welcome to the Black Parade, o público terá um aquecimento de luxo. A abertura fica por conta dos suecos do The Hives. Conhecidos pelos ternos preto e branco e pela energia caótica do garage rock, o grupo traz a experiência de 30 anos de estrada para o estádio. Relevância contínua O MCR chega ao Brasil surfando na nostalgia, mas também celebrando seu legado técnico. Recentemente, em 2024, o grupo lançou uma edição expandida do clássico Three Cheers For Sweet Revenge (2004), com novas mixagens de Rich Costey e faixas bônus gravadas para a BBC. ⏰ Horários Para quem vai ao Allianz Parque, a organização divulgou os horários oficiais para não perder nenhum acorde: 🎫 Serviço: My Chemical Romance em São Paulo Preços (data extra – 06/02) Vendas
My Chemical Romance inicia turnê na América do Sul com cenário de manicômio e reviravolta sangrenta

A espera acabou e o My Chemical Romance está oficialmente na América do Sul. A banda deu o pontapé inicial na The Black Parade 2026 Stadium Tour na noite deste domingo (25), em Lima, no Peru. E se alguém esperava apenas um show nostálgico, Gerard Way e companhia entregaram um espetáculo teatral, sangrento e com uma narrativa totalmente nova. O mundo de Draag: manicômio e medicação Diferente da turnê de 2025, onde a banda já executava o álbum The Black Parade na íntegra, a encenação de 2026 mudou drasticamente. O cenário agora lembra uma mistura de prisão com manicômio/hospital psiquiátrico. Ao entrarem no palco, cada membro da banda foi visto “tomando sua medicação”, sob a vigilância de um olho digital gigante que pairava sobre o cenário (o que talvez explique o teaser “PHANTOM” e o visual verde neon postado ontem). A reviravolta: o assassino é Gerard O ponto alto da dramaticidade aconteceu na narrativa. Na turnê passada, o personagem conhecido como “O Atendente” costumava assassinar Gerard Way todas as noites. Desta vez, o jogo virou. Durante uma reprise melódica e comovente de The End (apenas com piano e violino), o Atendente foi trazido em uma cadeira de rodas. Mas a trégua durou pouco. Enquanto a música Blood tocava, Gerard subiu na cama hospitalar do personagem e o esfaqueou repetidamente. A performance incluiu sangue cenográfico jorrando e o vocalista removendo “entranhas” do corpo do personagem, em uma cena digna de filmes de terror que chocou e fascinou a plateia peruana. Setlist do My Chemical Romance na América do Sul: Black Parade + Hits Musicalmente, a banda manteve a promessa: o álbum The Black Parade (2006) foi tocado na íntegra no primeiro ato. Para a segunda parte do show, eles abandonaram o “palco B” (usado anteriormente) e concentraram a energia no palco principal para desfilar clássicos de outras eras, como I’m Not Okay (I Promise), Helena e Na Na Na. Próximas paradas do My Chemical Romance na América do Sul A turnê agora segue para Santiago (Chile) e Buenos Aires (Argentina), antes de desembarcar no Brasil para dois shows históricos no Allianz Parque, em São Paulo, nos dias 5 e 6 de fevereiro. Se o show de Lima foi um indicativo, os fãs brasileiros devem se preparar não apenas para um concerto, mas para uma ópera rock visualmente perturbadora. Setlist: Lima, Peru (25/01/2026) Set 1: The Black Parade Set 2: Hits 16. I’m Not Okay (I Promise) 17. Na Na Na (Na Na Na Na Na Na Na Na Na) 18. DESTROYA 19. Planetary (GO!) 20. The Ghost of You 21. Give ‘Em Hell, Kid 22. Headfirst For Halos 23. Boy Division 24. Vampires Will Never Hurt You 25. Helena
My Chemical Romance posta teaser enigmático “PHANTOM” e agita fãs

O domingo (25) dos fãs de My Chemical Romance acaba de se tornar uma sessão de investigação coletiva. Sem qualquer aviso prévio, a banda publicou hoje cedo um vídeo enigmático em suas redes sociais, quebrando a calmaria do fim de semana. A postagem no Instagram traz a legenda em caixa alta: “A GAME YOU’LL PLAY” (“Um jogo que você vai jogar”). No vídeo, sem música ou som, a palavra “PHANTOM” pisca intermitentemente em um verde neon agressivo. O guitarrista Frank Iero também compartilhou a publicação, endossando o mistério. Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por My Chemical Romance (@mychemicalromance) Nova era ou pista para a turnê do My Chemical Romance? O timing da publicação é curioso. O MCR faz seu primeiro show de 2026 hoje à noite, em Lima, no Peru. A apresentação marca o início real da perna sul-americana da turnê, já que o show de abertura em Bogotá, na semana passada, precisou ser cancelado por motivos de força maior. A mesma turnê chega ao Brasil para dois shows no Allianz Parque, em São Paulo, no início de fevereiro. O que intriga os fãs é a estética. A atual turnê celebra o álbum The Black Parade, com visuais monocromáticos e teatrais. O verde neon de “PHANTOM” foge completamente desse padrão, sugerindo que algo novo, e desconectado da nostalgia, pode estar a caminho. A eterna espera pelo 5º álbum A base de fãs do MCR é calejada quando o assunto é expectativa. O último álbum de estúdio, Danger Days, saiu em 2010. Desde o retorno triunfal em 2019, a única música inédita foi o single The Foundations Of Decay (2022). Houve pistas falsas no caminho. Em setembro passado, um relógio cenográfico em contagem regressiva para 12 de dezembro fez a internet parar, mas a data passou em branco. Em 2025, Frank Iero chegou a dizer à NME sobre novas músicas: “Não, desculpe… Quando isso acontecer, nós avisaremos. Avisaremos da maneira que acharmos melhor.” Seria este teaser em neon a “maneira que eles acharam melhor”? Ou apenas mais um jogo mental de Gerard Way?
My Chemical Romance adia show na Colômbia e turnê na América do Sul começará no Peru

Os fãs sul-americanos que contavam os dias para o retorno do My Chemical Romance precisam ficar atentos. A banda anunciou uma mudança importante na logística de sua aguardada turnê. O My Chemical Romance adiou o show que faria em Bogotá, na Colômbia. Originalmente, a apresentação aconteceria no dia 22 de janeiro, no Vive Claro Distrito Cultural. Essa data era simbólica, pois marcaria o início oficial da agenda de shows de 2026 da banda. Agora, o evento ocorrerá na terça-feira, 10 de fevereiro. Motivos e manutenção do line-up Gerard Way e companhia usaram o Instagram para explicar a situação. Segundo o comunicado, a mudança ocorreu por “motivos fora do nosso controle, do promotor ou da casa de shows”. Apesar do imprevisto, eles trouxeram boas notícias. A banda enfatiza que o The Hives continua confirmado como ato de abertura. Além disso, o restante da programação da turnê permanece inalterado. “Pedimos desculpas por qualquer inconveniente que isso possa causar aos nossos fãs e esperamos vê-los em algumas semanas”, escreveu o grupo. O novo pontapé inicial e o Brasil Com essa alteração, o local de estreia da turnê mudou. Agora, o primeiro show da perna latina acontecerá em Lima, no Peru, no Estádio Nacional, no dia 25 de janeiro. Para os fãs brasileiros, a notícia traz alívio, pois as datas no país seguem confirmadas. O Brasil recebe a banda logo no início de fevereiro para duas noites históricas no Allianz Parque, em São Paulo. Confira abaixo a agenda atualizada da turnê pela América do Sul e México. Agenda de shows do My Chemical Romance com data nova na Colômbia Janeiro Fevereiro
My Chemical Romance confirma segundo show em São Paulo; veja detalhes

O My Chemical Romance anunciou um show extra em São Paulo. Após esgotar em poucas horas os ingressos para a primeira apresentação, a banda confirmou a segunda data na Capital. Clientes com cartões do banco têm um período exclusivo de pré-venda com início na terça-feira (1), às 10h, até quinta (3), às 10h, para as categorias Clientes Santander Private e Select; de quarta (2), às 10h, até quinta (3), às 10h, para todos os cartões de crédito Santander, exceto cartões de viagens. Os ingressos estarão disponíveis no site da Eventim; a venda geral terá início na quinta (3), ao meio-dia. O impacto do My Chemical Romance continua a ressoar através de gerações e esta influência não mostra sinais de diminuição. Exemplo disto é a série de sold-outs da turnê de 2025, Long Live: The Black Parade, que começa em julho. No início de junho, o grupo lançou uma edição expandida de seu segundo álbum, Three Cheers For Sweet Revenge (2004), certificado com três discos de platina. Rich Costey, produtor vencedor do GRAMMY, criou novas mixagens para a edição deluxe, que inclui quatro faixas bônus gravadas para a BBC: I’m Not Okay (I Promise), Helena e The Ghost Of You, além de uma versão ao vivo de You Know What They Do to Guys Like Us in Prison. O quinteto sueco The Hives fará o show de abertura da turnê na América do Sul. Com milhões de álbuns vendidos ao longo de seus trinta anos de carreira, a banda se consolidou como uma força a ser reconhecida por meio de seu som de garage rock, performances excêntricas ao vivo e smokings característicos. A formação atual conta com Howlin’ Pelle (voz), Nicholaus Arson (guitarra), Vigilante Carlstroem (guitarra), Chris Dangerous (bateria) e The Johan and Only (baixo). SERVIÇO My Chemical Romance @São Paulo Realização: 30e Data extra: 6 de fevereiro de 2026 (sexta-feira) Local: Allianz Parque – Avenida Francisco Matarazzo, 1705 – Água Branca, São Paulo/SP Classificação Etária: Classificação etária: Entrada e permanência de crianças/adolescentes de 5 a 15 anos de idade, acompanhados dos pais ou responsáveis, e de 16 a 17 anos, desacompanhados dos pais ou responsáveis legais. Setores e preços: Cadeira superior – R$ 197,50 (meia-entrada) | R$ 395,00 (inteira) Pista – R$ 247,50 (meia-entrada) | R$ 495,00 (inteira) Cadeira inferior -R$ 322,50 (meia-entrada) | R$ 645,00 (inteira) Pista Premium – R$ 447,50 (meia-entrada) | R$ 895,00 (inteira)