Ney Matogrosso anuncia a turnê 85 Anos de Ousadia com fotos de David LaChapelle e shows em estádios

Um dos nomes mais icônicos da música brasileira, Ney Matogrosso celebrará sua trajetória nos palcos com a turnê Ney Matogrosso – 85 Anos de Ousadia. Realizada pela 30e e apresentada por Itaú Live, a série de dez grandes espetáculos pelo país terá sua estreia em janeiro de 2027, na capital paulista, culminando em uma apresentação histórica no Estádio do Maracanã em dezembro. A divulgação do projeto conta com retratos assinados pelo consagrado fotógrafo norte-americano David LaChapelle, em um ensaio inédito realizado em São Paulo. Ney é o primeiro artista brasileiro fotografado pelo artista visual, conhecido por trabalhos emblemáticos com nomes como Madonna, Elton John e Andy Warhol. Celebração em movimento e releitura do acervo Aos 85 anos, Ney Matogrosso afasta qualquer tom de despedida ou nostalgia reativa. A proposta é mostrar um artista no ápice de sua potência cênica e corporal. Para o espetáculo, o cantor prepara a releitura inédita de figurinos clássicos de sua trajetória. “A idade e o tempo de carreira não impactam em nada. Eu continuo na estrada, gosto de ter gente na minha frente e de dançar”, afirma Ney. “Vou recriar figurinos clássicos que remetem à minha trajetória, mas todos com ares inéditos”. Primeiras datas confirmadas da turnê de Ney Matogrosso Venda de ingressos e benefícios Itaú As vendas ocorrem exclusivamente através da plataforma Eventim:

Com a volta da formação clássica e benção de Ney Matogrosso, Barão Vermelho faz show irretocável em SP

Frejat, Ney Matogrosso, Dé Palmeira - Barão Vermelho

A minha primeira tentativa de ver o Barão Vermelho em um estádio foi em 1995, na abertura do terceiro dia do Hollywood Rock, em São Paulo. Frejat e companhia tocariam antes de Rita Lee, Spin Doctors e Rolling Stones, em sua histórica primeira turnê pelo Brasil. No entanto, uma tempestade avassaladora atingiu o Estádio do Pacaembu, e a única lembrança daquela tarde foi Frejat ao microfone avisando que a apresentação seria cancelada pelos riscos de segurança. À época, as bandas de abertura não tinham direito à cobertura do palco e Peninha, o saudoso percussionista, correu contra o tempo para tirar a água dos instrumentos enquanto os músicos lidavam com o risco real de choques elétricos. Trinta e um anos depois, na noite de sábado (23), o Allianz Parque finalmente recebeu o Barão Vermelho com casa cheia. Sob um frio paulistano e a ameaça constante de uma chuva que, felizmente, não deu as caras, o Barão entregou uma apresentação completa de quase 2h30. Desta vez, com um superpalco inteiro à disposição e uma infraestrutura de som e luz de dar inveja a muita atração gringa. A atual turnê, que marca o primeiro reencontro desde 1989 da formação clássica com Roberto Frejat, Dé Palmeira, Maurício Barros e Guto Goffi, é pura nostalgia. O show passeia por toda a discografia do grupo e abre espaço para releituras cirúrgicas de Cazuza, Rita Lee, Raul Seixas, Angela Ro Ro, Legião Urbana, Bezerra da Silva e Eduardo Araújo. Tal como aconteceu na estreia do Rio de Janeiro, mas que não deve se repetir nas próximas praças, Ney Matogrosso foi a grande surpresa da noite. Dono de uma ligação íntima com o início do Barão, o cantor foi ovacionado ao subir ao palco em dois momentos distintos. O reconhecimento veio do próprio Frejat: “Sem ele, acredito que nada teria acontecido”. No primeiro bloco, Ney começou com a emocionante Poema, emendando em sequência Jardins da Babilônia (Rita Lee) e Blues da Piedade (Cazuza). Diferentemente da performance carioca, a banda optou por deixar de fora Ideologia e Exagerado, substituídas por duas faixas sem a participação do convidado. Mesmo sem Ney em cena, os highlights da primeira metade do show mantiveram a arena em alta voltagem com Bete Balanço, Meus Bons Amigos e Down em Mim, anunciada por Frejat como o “hino dos bares”. O clima nostálgico é permanente. A abertura com Maior Abandonado, por exemplo, é executada exclusivamente pelo quarteto original. A partir da segunda faixa, o palco ganha o reforço de um timaço de apoio: o guitarrista Fernando Magalhães (parceiro de estrada desde 1985), Rafael Frejat (filho de Roberto) também na guitarra, e o percussionista Cezinha (irmão de Peninha). Completam o grupo a backing vocal Jhusara e o trio de metais formado por Marlon Sette, Diogo Gomes e José Carlos Bigorna. Era visível a alegria e a emoção de Frejat diante do estádio lotado, celebrando o fato de que, após mais de 40 anos de estrada, o Barão Vermelho continua gigante e relevante. A versatilidade e a fusão de influências, do blues clássico à MPB e ao classic rock, sempre foram marcas registradas da banda, permitindo viradas de chave surpreendentes no roteiro. Após um bloco romântico irretocável com Todo Amor Que Houver Nessa Vida (com direito a um dueto em vídeo com Cazuza), Codinome Beija-Flor, Por Você e o cover de Amor, Meu Grande Amor (Angela Ro Ro), o grupo mudou o clima sem aviso. Na sequência, engataram a dançante Vem Quente Que Eu Estou Fervendo (Eduardo Araújo) e o samba-rock Malandragem Dá um Tempo (Bezerra da Silva), com Maurício Barros assumindo os vocais principais. O fôlego seguiu com Torre de Babel, Declare Guerra, Cuidado e Não Me Acabo, faixa do álbum Carnaval (1988) e uma das novidades no setlist paulista. Quando o Sol Bater na Janela do Teu Quarto (Legião Urbana) e Puro Êxtase fecharam a primeira parte de quase duas horas ininterruptas. O bis trouxe o quarteto original de volta, sozinho, cantando Bilhetinho Azul em uma plataforma elevada ao fundo do palco. Logo após, Frejat prestou um tributo emocionante ao guitar hero Luiz Carlini (líder do Tutti Frutti e parceiro histórico de Rita Lee), falecido recentemente. Além de exaltar o legado de Carlini, o Barão tocou uma versão tocante de Ovelha Negra. Ainda marejado, o vocalista cravou: “Por isso é importante fazer as homenagens em vida”. O Poeta Está Vivo preparou o terreno para o retorno triunfal de Ney Matogrosso ao palco de 84 anos esbanjando vitalidade. A dobradinha final com Por Que A Gente É Assim? e Pro Dia Nascer Feliz (hit do Barão que Ney gravou em 1982 e que catapultou a banda nacionalmente) garantiram um encerramento apoteótico. Em um sábado frio e disputando público com grandes concorrentes na Capital, como a Virada Cultural e o C6 Fest, o Barão Vermelho provou que o Allianz Parque continua sendo o quintal de sua história. Edit this setlist | More Barão Vermelho setlists

Ney Matogrosso anuncia data da turnê “Bloco na Rua” na Vibra São Paulo

Se 2025 foi o ano em que Ney Matogrosso lotou estádios e viu sua vida retratada nas telas de cinema com o filme Homem com H, 2026 segue com o pé no acelerador. Aos 84 anos, o artista confirmou uma nova apresentação da aclamada turnê Bloco na Rua na capital paulista. O show acontece no dia 14 de junho (domingo), na Vibra São Paulo, a partir das 19h. Os ingressos já estão disponíveis na plataforma Uhuu.com e nas bilheterias físicas. Repertório de memórias e descobertas Diferente da turnê anterior (Atento aos Sinais), que focava em sons mais pop e modernos, Bloco na Rua é um mergulho na diversidade da música brasileira, selecionada enquanto Ney excursionava. “Não é um show de sucessos meus, mas quis abrir mais para o meu repertório. Dessa vez eu misturei coisas que já gravei com repertório de outras pessoas”, explica o cantor. O setlist vai de Eu quero é botar meu bloco na rua (Sergio Sampaio) a clássicos do rock nacional como A Maçã (Raul Seixas) e O Beco (Paralamas do Sucesso). Há também resgates históricos, como Mulher Barriguda, do primeiro álbum dos Secos e Molhados (1973), e duas pérolas do compacto gravado com Fagner em 1975: Postal do Amor e Ponta do Lápis. Visual e banda Como é tradição nas produções de Ney, o visual é protagonista. O figurino foi criado sob medida pelo estilista Lino Villaventura. A banda que o acompanha há mais de cinco anos segue afiada, com Sacha Amback (direção musical e teclado), Marcos Suzano e Felipe Roseno (percussão), Dunga (baixo), Mauricio Negão (guitarra), Aquiles Moraes (trompete) e Everson Moraes (trombone). 🎫 Serviço: Ney Matogrosso – Bloco Na Rua Canais de venda Formas de pagamento

Barão Vermelho anuncia turnê Encontro com formação original e participação de Ney Matogrosso

O Barão Vermelho volta a se reunir com sua formação original em uma nova turnê que promete marcar a história do rock brasileiro. Batizada de Barão Vermelho Encontro – Pro Mundo Inteiro Acordar, a série de shows reúne Roberto Frejat, Guto Goffi, Mauricio Barros e Dé Palmeira, além da participação especial do guitarrista Fernando Magalhães. As apresentações já têm datas confirmadas no Rio de Janeiro e em São Paulo e contarão ainda com a presença de Ney Matogrosso como convidado especial nas duas cidades. O reencontro celebra a trajetória de uma das bandas fundamentais do BRock, responsável por traduzir em português a atitude e a urgência do rock nacional nos anos 1980. Surgido da combinação de influências distintas entre seus integrantes, o Barão Vermelho consolidou uma identidade própria ao unir blues, rock e referências da música brasileira, tendo em Cazuza uma voz que ajudou a definir a linguagem do gênero no país. Ao longo das décadas, o repertório do grupo atravessou gerações e se manteve atual pela força de suas letras e melodias. A turnê integra a label Encontro, criada pela 30e, promotora responsável também pelo projeto Titãs Encontro. A proposta é oferecer uma experiência de grande porte, com investimento em cenografia, iluminação e recursos visuais que ampliam a imersão do público no espetáculo. A expectativa é repetir o impacto da reunião dos Titãs, que levou milhares de fãs aos shows e reposicionou a banda no centro do debate cultural. Mesmo em atividade com a turnê Do Tamanho da Vida, Mauricio Barros e Guto Goffi farão uma pausa para se dedicar exclusivamente ao reencontro com Frejat e Dé Palmeira. Após o encerramento do Barão Vermelho Encontro, a banda retoma a agenda com a formação atual e planeja lançar material inédito. Para os músicos, a turnê tem um caráter simbólico ao resgatar a essência do grupo em seus primeiros anos, agora apresentada a novas gerações. O repertório passa por todas as fases da carreira do Barão Vermelho, reunindo clássicos que ajudaram a moldar o rock nacional. Músicas como Todo Amor Que Houver Nessa Vida, Por Você, Bete Balanço, Pro Dia Nascer Feliz, Maior Abandonado, Puro Êxtase e Codinome Beija-Flor estão entre as esperadas. A participação de Ney Matogrosso adiciona um elemento especial ao espetáculo, ampliando o diálogo entre diferentes momentos da música brasileira. Barão Vermelho Encontro se apresenta, assim, como uma celebração do legado de uma banda que ajudou a redefinir o rock feito no Brasil. Mais do que um revival, a turnê propõe revisitar uma história que segue viva no imaginário do público e reafirma a relevância do grupo no cenário cultural do país. ServiçoTurnê Barão Vermelho Encontro – Pro Mundo Inteiro Acordar Rio de JaneiroData: 30 de abril de 2026Local: Farmasi Arena São PauloData: 23 de maio de 2026Local: Allianz Parque Pré-venda clientes Itaú: a partir de 12 de dezembro, às 15hVenda geral: 15 de dezembro, ao meio-diaIngressos à venda pela Eventim e nas bilheterias oficiais.

Ney Matogrosso e banda Hecto anunciam álbum pela Som Livre

Em meio às comemorações de seu aniversário, Ney Matogrosso continua surpreendendo, e apresenta novidade em sua discografia. Após um período de três anos do seu último álbum – Nu com Minha Música – 2021, o cantor se une à banda Hecto e anuncia o lançamento do single Teu Sangue, que chega às plataformas dia 9 de agosto. A música fará parte do disco Canções Para Um Novo Mundo, que será lançado pela Som Livre em novembro. Ney Matogrosso e Guilherme Gê se conheceram em 2017, durante a montagem do musical Puro Ney, no Rio de Janeiro, do qual Guilherme fazia parte. Desde então, Gê fez um mergulho na obra de Ney, e ambos nunca perderam o contato. Em 2023 eles lançaram uma releitura de Nada Será Como Antes, uma versão bilíngue do clássico de Milton Nascimento e Ronaldo Bastos, surpreendendo a todos. Teu Sangue, canção com letra de Guilherme Gê, tem uma melodia que mistura o universo do Rock e da MPB, e carrega o DNA da Hecto pela poética da letra, a ideia de igualdade social e uma crítica muito presente também em outras canções da banda. “Essa música impulsionou todo o projeto do álbum com o Ney”, pontua Gê. E traz um verso que define o pensamento do álbum: “Somos do mesmo céu, mesmo som, mesmo ar/ Somos do mesmo sangue”.

Ney Matogrosso vem a Santos em maio; ingressos estão à venda

Depois do sucesso da turnê Bloco na Rua, Ney Matogrosso vem a Santos, no Blue Med Convention Center, dia 18 de maio, com o show que já percorreu todo o Brasil. Os ingressos já estão à venda no Uhuu. Os preços variam entre R$ 140,00 e R$ 560,00. Foram pouco mais de cinco anos ininterruptos à frente da turnê Atento aos Sinais, projeto que passou pelos mais diferentes palcos e arrebatou plateias no Brasil e no exterior. Uma temporada longa até para os padrões de Ney Matogrosso que, como de costume nos últimos anos, testou e amadureceu o repertório antes de lançar CDs e DVD de Atento Aos Sinais. Aos 82 anos Ney não para. Mais uma vez, o novo projeto começará nos palcos para só depois ganhar outros formatos. O repertório foi selecionado enquanto Ney excursionava com o show anterior e o seu critério não foi o ineditismo. “Não é um show de sucessos meus, mas quis abrir mais para o meu repertório. Dessa vez eu misturei coisas que já gravei com repertório de outras pessoas”, pontua Ney. O set list revela a diversidade do repertório: Eu quero é botar meu bloco na rua (Sergio Sampaio), de onde saiu o título da turnê, A Maçã (Raul Seixas/Paulo Coelho/Marcelo Motta), Álcool (Bolero Filosófico), da trilha original do filme Tatuagem (DJ Dolores), O Beco, gravada por Ney nos final dos anos 80 (Herbert Vianna/Bi Ribeiro) e Mulher Barriguda, do primeiro álbum dos Secos e Molhados, de 1973 (Solano Trindade/João Ricardo), são algumas das músicas escolhidas. Duas canções foram pinçadas do compacto duplo Ney Matogrosso e Fagner, lançado em 1975: Postal do Amor (Fagner/Fausto Nilo/Ricardo Bezerra) e Ponta do Lápis (Clodô/Rodger Rogerio). Outro clássico que Ney nunca havia cantado é Como 2 e 2 (Caetano Veloso), também está no roteiro. O figurino, sempre aguardado com expectativa em se tratando de um show de Ney Matogrosso, foi criado sob medida pelo estilista Lino Villaventura. Luiz Stein assina o cenário, composto por projeções, e Juarez Farinon a luz do espetáculo, com supervisão de Ney. A banda afiada é a mesma que o acompanhou nos últimos cinco anos, reunindo Sacha Amback (direção musical e teclado), Marcos Suzano e Felipe Roseno (percussão), Dunga (baixo), Mauricio Almeida (guitarra), Aquiles Moraes (trompete) e Everson Moraes (trombone). Serviço Ney Matogrosso em Santos Blue Med Convention Center Dia 18 de maio (sábado) Horário: 22h Link de vendas

André Morais lança álbum com feats de Ney Matogrosso e Fabiana Cozza

Em comemoração aos 20 anos de trajetória artística, o multiartista paraibano André Morais lançou seu terceiro álbum autoral, Voragem. Com dez canções inéditas que vibram poeticamente o olhar do artista sobre o mundo, o trabalho conta com as participações especiais de Ney Matogrosso e da cantora paulista Fabiana Cozza. O álbum Voragem chega para consolidar a maturidade do trabalho de Morais como cantor e compositor brasileiro. É um convite ao público para conhecer uma bela obra poética e musical, que se escreve em parceria com nobres nomes da MPB como Chico César, Sueli Costa, Carlos Lyra, Lucina, Ná Ozzetti, Ceumar e Socorro Lira. Com faixas autorais gravadas com Elza Soares, Mônica Salmaso, Naná Vasconcelos e Tetê Espíndola, o artista assina com maestria o seu nome na cena da música brasileira. Com uma carreira pavimentada por três pilares fundamentais: a música, o teatro e o cinema, André Morais é ator, músico e cineasta. Um artista singular, que tem na busca pela união intrínseca entre essas linguagens sua força e expressão artística. Sua música está impregnada de uma dramaticidade teatral e, também da construção de imagens poéticas e audiovisuais.

Criolo e Ney Matogrosso cantam juntos a inédita Algoritmo Íntimo

A admiração mútua e o entendimento artístico que marcam os encontros nos palcos entre Criolo e Ney Matogrosso ganharam um registro inédito nesta quinta-feira (29): o single Algoritmo Íntimo. Com produção assinada pelo Malibu Studios, a canção traz a presença dos artistas como potências de amor e de conexão, e acompanha um videoclipe, já disponível no canal de YouTube do Malibu Studios. Na faixa, que tem composição de Arnaldo Antunes, Criolo, Keviin, Gabrieu e Marcia Xavier, Criolo e Ney intercalam vozes para falar de saudade de forma autêntica em tempos de redes sociais e de comunicação acelerada. É na união sensível entre os dois artistas que a música reverbera a liberdade de amar que faz parte das construções afetivas contemporâneas, ainda que ligadas por algoritmos. “O amor é libertário, sentir amor e entender ser possível amar é uma revolução interna”, explica Criolo. “Para mim, sempre que se fala de amor, em qualquer momento, é muito bom”, acrescenta Ney Matogrosso.