Pennywise entrega show catártico no encerramento da We Are One Tour

Encerrando a noite com o peso de uma instituição do punk rock da Califórnia, o Pennywise transformou a Audio, na terça-feira (31), em um cenário de caos controlado e celebração. Se as bandas anteriores prepararam o espírito, o quarteto de Hermosa Beach veio para cobrar o resto do fôlego que o público ainda guardava. Jim Lindberg comandou o público com sua voz ríspida e presença de palco autoritária, enquanto Fletcher Dragge, com sua guitarra “gigantesca” e atitude desafiadora, mantinha a aura de perigo e rebeldia que é a marca registrada do grupo. O show foi uma sucessão de hinos de resistência e união. Músicas que definiram gerações foram entoadas a plenos pulmões, criando rodas de pogo que ocupavam quase toda a extensão da pista. A cozinha formada por Randy Bradbury e Byron McMackin é, possivelmente, uma das mais sólidas do gênero, garantindo que a velocidade nunca atropele a melodia. O Pennywise não faz apenas um show, eles promovem uma experiência coletiva onde a barreira entre ídolo e fã é quebrada pelo suor e pela ideologia compartilhada. >> LEIA ENTREVISTA COM FLETCHER DRAGGE Peaceful Day e Same Old Story entraram logo no início do set, enquanto Fuck Authority (precedida por um discurso forte contra governantes) e um medley com músicas do NOFX (Bob e Kill All the White Man) e Beastie Boys (Fight For Your Rights) se destacou no meio do repertório. A reta final foi ainda mais apoteótica, com Society, Perfect People e Living for Today. Na sequência, Nikola Sarcevic, vocalista do Millencolin, voltou ao palco para tocar baixo e cantar Stand By Me. Como não poderia deixar de ser, o grand finale veio com Bro Hymn, aqui acompanhada por todos os integrantes do Mute, The Mönic e Millencolin, que fizeram os backing vocals. O coro fúnebre que virou celebração à vida foi um dos momentos mais especiais da We Are One Tour. A boa notícia é que o Pennywise já tem data para voltar a São Paulo: 23 de maio no Hangar 110. Venda de ingressos deve começar ainda hoje, às 19h.
The Mönic celebra mulheres da cena no We Are One Tour 2026

A The Mönic será o único nome nacional a integrar a We Are One Tour 2026, turnê que reúne nomes consagrados da cena como Pennywise, Millencolin e Mute. Mais do que uma participação de destaque no line-up internacional, a série de shows também marca um posicionamento claro da banda de ampliar a presença de mulheres em uma cena que historicamente sofre uma desigualdade no gênero. Os ingressos já estão disponíveis e podem ser adquiridos pelo link. Para a turnê, o grupo preparou um set especial e decidiu transformar o palco em um espaço coletivo. Em todas as cidades, exceto Porto Alegre, uma guitarrista convidada de bandas locais se junta à apresentação para tocar uma música com a banda, além dos feats nos dois shows em São Paulo. Compartilhar o palco com outros artistas não é novidade para a The Mönic, que já incorporou colaborações em festivais e apresentações importantes antes como Rock in Rio, The Town, Knotfest e Se Rasgum. “Esse mês fazemos oito anos de banda, as coisas melhoraram muito em questão de presença das minas nos line-ups nestes últimos anos, mas a conta ainda é muito desigual. Não adianta só se indignar, e aproveitar o espaço só para nós mesmas. Queremos mais minas do nosso lado quando estamos ocupando lugares de destaques”, comenta a vocalista da banda, Dani Buarque. As convidadas confirmadas são Jessi Gonçalves (Dirty Grills) em Florianópolis, Rubia Oliveira (Cigarras) em Curitiba, Camila Araújo (Punho de Mahin) em São Paulo (28), Isabela Lorio (Fake Honey) no Rio de Janeiro (29) e Luisa Phoenix (Swave) na data extra em São Paulo (31). Além dessas participações na guitarra, os shows na capital paulista terão dois feats especiais de Charlotte Matou Um Cara, no dia 28, e MC Taya, no dia 31. A We Are One Tour 2026 passa por seis datas no Brasil, sendo Porto Alegre será a única cidade do roteiro em que a The Mönic ainda não se apresentou: 24/03 – Porto Alegre – URB Stage 25/03 – Florianópolis – Life Club 27/03 – Curitiba – Tork n Roll 28/03 – São Paulo – Terra SP 29/03 – Rio de Janeiro – Sacadura 154 31/03 – São Paulo – Audio (data extra)
Entrevista | Pennywise – “Muitas pessoas usam Bro Hymn em funerais e nem precisa ser punk para se conectar com ela”

A edição de 2026 da We Are One Tour chega à América do Sul com o Pennywise como um de seus grandes protagonistas. Referência absoluta do skate punk e do hardcore melódico desde os anos 1990, a banda californiana lidera a turnê ao lado do Millencolin e Mute em uma sequência de shows que passa por cinco cidades brasileiras após iniciar a rota em Santiago e Buenos Aires. Em São Paulo, a procura foi tão grande que a primeira apresentação esgotou em apenas três dias, levando ao anúncio de uma data extra na Audio, no dia 31 de março. O line-up ainda conta com a banda paulistana The Mönic na abertura. O Pennywise ainda retorna em maio para o Porão do Rock em Brasília. Formado em 1988 em Hermosa Beach, na Califórnia, o Pennywise se consolidou como uma das forças do skate punk nos anos 1990, ao lado de nomes como Bad Religion, NOFX e The Offspring. Com riffs rápidos, refrões feitos para o coro coletivo e letras que misturam atitude positiva e crítica social, o grupo construiu uma carreira de mais de três décadas. A formação atual reúne Jim Lindberg (vocal), Fletcher Dragge (guitarra), Byron McMackin (bateria) e Randy Bradbury (baixo). Antes da passagem pelo país, o guitarrista Fletcher Dragge conversou com o Blog n’ Roll sobre a evolução do Pennywise desde os primeiros shows em festas de quintal na Califórnia, comentou o peso político do clássico “Fuck Authority” no atual cenário dos Estados Unidos e relembrou o impacto de “Bro Hymn”, homenagem ao baixista Jason Thirsk que se transformou em um dos maiores hinos do punk. A entrevista encerra a série especial do Blog n’ Roll com os headliners da We Are One Tour 2026. Anteriormente falamos com o Mute e o Millencolin. Pennywise tem mais de três décadas de história. Como você vê a evolução da banda de Hermosa Beach para palcos ao redor do mundo? Uau! Sim, muita história. Obviamente começamos em Hermosa Beach, uma pequena cidade da Califórnia. Surfávamos, nadávamos e o punk rock chegou por volta de 1979, 1980. Tínhamos bandas como Black Flag, Red Cross, Descendents e Circle Jerks tocando na nossa cidade, muitas vezes em festas de quintal. Crescer vendo essas bandas nos primeiros anos da nossa adolescência foi muito legal. Quando começamos o Pennywise, também tocávamos em festas de quintal. Depois fomos tocar no Arizona, depois em Tijuana. Ai lançamos nosso disco e alguém disse para irmos para a Europa. Então fomos para a Europa, depois para a Austrália e para a América do Sul. Foi tudo muito rápido, né? Foi louco perceber que nossa música estava indo para fora de Los Angeles. Quando começamos a ver fãs em lugares como Brasil, América do Sul, Austrália, Europa e Japão, graças à Epitaph Records e a bandas como Bad Religion abrindo caminho, foi surreal. Pensar que alguém no Brasil estava ouvindo um disco do Pennywise e dizendo “vocês precisam vir tocar aqui”. Demorou muito tempo para chegarmos ao Brasil, e eu nunca fiquei feliz com essa demora. Sempre havia planos, mas a vida acontecia. Quando finalmente fomos, foi incrível. As pessoas sabiam todas as letras, estavam enlouquecidas. Isso mostra o quanto a música é poderosa. É, o Brasil é muito intenso nos shows… Exatamente. E eu sempre falo que às vezes você pergunta a um garoto qual é sua banda favorita e ele responde Slayer. Aí você pergunta quem é o vice-presidente dos Estados Unidos e ele não sabe. Muitas vezes a música é mais importante para os jovens do que política ou escola. As bandas se tornam parte da identidade deles. Então ter influência no mundo todo, inclusive no Brasil, e ouvir pessoas dizendo que a música ajudou em momentos difíceis da vida, é algo enorme. Quando alguém diz que estava passando por um momento muito duro e que um disco do Pennywise ajudou a seguir em frente, isso é uma evolução gigantesca para nós como músicos. É uma honra saber que pessoas em todo o mundo se conectam com o que fazemos. Vocês sempre trouxeram política para a música. Como é ter o hino “Fuck Authority” em um cenário atual de tendências autoritárias nos Estados Unidos? É incrível, porque você pode subir ao palco e dizer “foda-se essa administração, foda-se Trump, foda-se o ICE” e tocar “Fuck Authority”. O público sabe exatamente o que fazer. Essa música foi escrita sobre um sistema policial abusivo em Los Angeles que estava envolvido em corrupção, assassinatos e tráfico de drogas. Quando isso veio à tona, foi a inspiração para a música. Todos ajudaram a escrever, mas a ideia começou ali. No fim das contas, todos têm alguém abusando de autoridade. Pode ser polícia, pais, professores ou governo. Muitas pessoas usam o poder que têm para explorar os outros, e é disso que a música fala. Agora, com o que está acontecendo nos Estados Unidos, a música parece ainda mais relevante. É como “Killing in the Name”, do Rage Against the Machine. Essas músicas continuam importantes porque sempre haverá pessoas lutando contra abuso de poder. Realmente é muito atual, minha irmã também mora na Califórnia e ela está bem preocupada com a atuação do ICE. Olha, eles falam sobre pegar criminosos e estupradores e toda essa merda. Primeiro de tudo, nem todos são criminosos e nem todos são estupradores. É assim que o Trump tenta classificar todo mundo e isso é besteira. Ninguém vai reclamar se você pegar criminosos. Mas quando você pega o cara que trabalha na construção, o cara que trabalha no restaurante, as mulheres que trabalham em hotéis ou os caras que trabalham no campo, aí estamos falando de pessoas muito trabalhadoras. Eu cresci na construção civil e metade dos trabalhadores comigo eram indocumentados. E eles eram as melhores pessoas: ótimos pais de família, pessoas muito honestas. São trabalhadores muito fortes. Atacar essas pessoas na rua é doentio. É simplesmente doentio. É fascista. Se você vier na minha casa, bater na minha porta usando máscara e sem identificação, vai ter
Porão do Rock anuncia as primeiras atrações de 2026 com Pennywise e Angra no line-up

O Porão do Rock 2026 começou a revelar suas primeiras atrações e reforça o peso do festival no calendário nacional. Entre os destaques está o Pennywise, banda fundamental do hardcore punk californiano, conhecida pela relação histórica com o público brasileiro e por shows intensos que marcaram diferentes gerações. Outro nome de peso é o Angra, que sobe ao palco com a participação especial de Kiko Loureiro, guitarrista que fez parte da fase mais internacional da banda e retorna como convidado em uma apresentação que promete caráter especial. A escalação internacional também inclui a japonesa Deviloof, representante da cena extrema do metal moderno, e a canadense Avalon Stone, que amplia o leque sonoro desta primeira leva de anúncios. No time nacional, o festival confirma nomes consagrados e de forte apelo popular como Marcelo Falcão, Rancore e Nação Zumbi, além de representantes da cena independente e alternativa como Bayside Kings, Scalane, Eskröta, Galinha Preta e Autoramas, mantendo o perfil diverso que caracteriza o Porão do Rock. A edição de 2026 acontece nos dias 22 e 23 de maio, em Brasília, e já conta com pré-venda na ticketmaster de passaportes em três etapas. Primeiro, o acesso é exclusivo para clientes BB Seguros, que garantem 65% de desconto. Em seguida, a venda é liberada para cadastrados da edição 2025 e, por fim, para o público geral. A estratégia antecipa a movimentação do público antes mesmo do anúncio completo do line-up.
Porão do Rock 2026: Pré-venda começa nesta sexta

A pré-venda de passaportes para o Porão do Rock 2026 já tem data para começar e promete movimentar os fãs do festival em três etapas distintas. O evento, marcado para os dias 22 e 23 de maio, em Brasília, aposta em um modelo escalonado de vendas que beneficia públicos específicos antes da abertura geral, mantendo a tradição de antecipação e alta procura pelos ingressos. A primeira fase será nesta sexta (16/01) e exclusiva para clientes BB Seguros, que terão acesso antecipado e ainda contam com um desconto de 65% sobre o valor do passaporte. No domingo (18), a pré-venda será liberada para quem se cadastrou na edição de 2025 do festival. Por fim, os ingressos chegam ao público geral na segunda-feira (19). A estratégia reforça o vínculo do Porão do Rock com seu público mais fiel e parceiros, além de criar um clima de expectativa em torno de uma das rodas punk mais aguardadas do ano. Mesmo sem anunciar atrações até o momento, a abertura antecipada das vendas segue o padrão já adotado em edições anteriores, quando o histórico do festival pesa na decisão do público. Mesmo assim, a organização promete divulgar algumas atrações do line-up. Ao longo dos anos, o Porão do Rock se consolidou por reunir nomes relevantes do rock, punk e metal, além de abrir espaço para bandas independentes, mantendo um perfil curatorial que dialoga com diferentes gerações. Ano passado, a equipe do Blog N’Roll esteve em Brasília e acompanhou in loco os dois dias de festival. Com mais de duas décadas de história, o Porão do Rock segue como um dos festivais mais importantes do país quando o assunto é música pesada e alternativa. A edição de 2026 mantém o formato de dois dias e promete repetir o impacto cultural que consolidou o evento no calendário nacional. ServiçoPorão do Rock 2026Datas: 22 e 23 de maio de 2026Local: BrasíliaPré-venda em três etapas: clientes BB Seguros, cadastrados do Porão do Rock 2025 e público geralDesconto: até 65% para clientes BB Seguros na pré-venda
We Are LA!: Ícones do punk se unem em single beneficente após incêndios

Um ano após os devastadores incêndios florestais que atingiram Los Angeles, diversos artistas locais se uniram por uma causa nobre. Eles lançaram o single We Are LA!, um verdadeiro hino de solidariedade e resistência. Entre os artistas participantes estão integrantes do Social Distortion, Foo Fighters, Pennywise, Alkaline Trio, entre outros. O projeto, batizado de “Punk Rock to the Rescue”, tem um objetivo claro. A iniciativa apoia o Sweet Relief Musicians Fund. Essa organização oferece serviços vitais e assistência financeira para músicos profissionais e trabalhadores da indústria que enfrentam dificuldades. Para onde vai a ajuda? O fundo desempenha um papel crucial na vida desses artistas. A organização destina as verbas para cobrir despesas médicas, incluindo cirurgias, tratamentos e prêmios de seguro. Além disso, o Sweet Relief ajuda com necessidades básicas de subsistência. Isso inclui custos de moradia, alimentação e contas de serviços públicos. Portanto, ouvir a música e apoiar a causa impacta diretamente a sobrevivência de muitas famílias da cena musical. Um time de peso do punk rock em We Are LA! A faixa We Are LA! reúne uma lista impressionante de colaboradores. O som conta com a participação de lendas como Jonny Two Bags (Social Distortion), Rami Jaffee (Foo Fighters), Jim Lindberg (Pennywise) e Mike Watt (Minutemen). A nova geração também marca presença com Eloise Wong (The Linda Lindas). A maioria desses artistas aparece no videoclipe oficial, celebrando a união de diferentes eras do rock californiano. A lista de convidados não para por aí. O single traz ainda nomes como Ron Emory (TSOL), Atom Willard (Alkaline Trio), Jane Weidlin (The Go-Go’s) e muitos outros veteranos de bandas como The Adolescents, The Bangles e Flogging Molly. Até mesmo Gary Tovar, fundador da Goldenvoice e considerado o “padrinho do punk”, participa da homenagem. Leilão exclusivo para fãs Para ampliar a arrecadação, a organização preparou uma ação especial. Um violão e uma camiseta, autografados por quase todos os artistas que participaram da gravação, estão disponíveis para leilão. Todo o valor arrecadado será revertido para o Sweet Relief Musicians Fund. Os interessados devem correr, pois o leilão termina no dia 18 de janeiro, às 22h (horário do leste dos EUA). É a chance de ter um item histórico e ainda ajudar quem faz a música acontecer.
We Are One 2026, com Millencolin e Pennywise, confirma show extra em São Paulo

Com a primeira data em São Paulo esgotada em apenas três dias, o We Are One Tour 2026 ganhou uma segunda data na capital, resposta direta à grande procura pelo evento. A data extra será dia 31 de março, na Audio, com Pennywise (EUA), Millencolin (Suécia), Mute (Canadá) e The Mönic. A realização é da Solid Music Entertainment. Os ingressos para a data extra estarão à venda a partir das 13h deste sábado (6) no site da 101 Tickets. Outra novidade nesta já histórica edição é o Combo WA1 2026, que contém adesivo, chaveiro e camiseta, também à venda na 101 Tickets. We Are One 2026 A maior edição da história do já tradicional We Are One Tour acontece em março de 2026 em cinco cidades do Brasil, com três grandes atrações internacionais e mais bandas brasileiras. Como headliners, duas lendas do punk/hardcore melódico em uma celebração de duas trajetórias fundamentais do estilo: Pennywise (EUA) e Millencolin (Suécia), junto à canadense Mute. A paulistana The Mönic fará na abertura de todos os shows. A We Are One Tour 2026 começa dia 20/03, em Santiago do Chile, passa por Buenos Aires (Argentina) dia 22/03 e chega ao Brasil no dia 24/03. A primeira parada é Porto Alegre, no URB Stage. Em seguida, é a vez de Florianópolis, dia 25/03, no Life Stage. Curitiba é a próxima cidade que recebe o super We Are One Tour 2026, no dia 27/03, no Piazza Notte. Em São Paulo, na sequência, é dia 28/03, no Terra SP, já sold out com mais duas bandas no lineup: Zander e Contra o Céu. Depois, dia 29/03, no Rio de Janeiro, no Sacadura 154. O último é o recém anunciado show extra em São Paulo, dia 31/03, na Audio.
Millencolin e Pennywise lideram We Are One Tour 2026; veja datas e locais

A maior edição da história do já tradicional We Are One Tour acontece em março de 2026 em cinco cidades do Brasil, com três grandes atrações internacionais e mais bandas brasileiras. A nova edição do festival terá como headliners duas lendas do punk/hardcore melódico: Pennywise (EUA) e Millencolin (Suécia), junto à canadense Mute e à paulistana The Mönic na abertura de todos os shows. A realização é da Solid Music Entertainment. Os ingressos para todas as apresentações estarão à venda no site da 101 Tickets a partir das 15h desta quinta (6). A We Are One Tour 2026 começa dia 20/03, em Santiago (Chile), passa por Buenos Aires (Argentina) dia 22/03 e chega ao Brasil no dia 24/03. A primeira parada é Porto Alegre/RS, no URB Stage. Em seguida, é a vez de Florianópolis/SC, dia 25/03, no Life Stage. Curitiba/PR é a próxima cidade que recebe o super We Are One Tour 2026, no dia 27/03, no Piazza Notte. Em São Paulo/SP, na sequência, é dia 28/03, no Terra SP, com mais duas bandas no lineup: Zander e Contra o Céu. Termina dia 29/03, no Rio de Janeiro/RJ, no Sacadura 154. Formada em 1988 em Hermosa Beach, Califórnia, Pennywise lançou-se como força dominante do skate punk/rock melódico no início da década de 90 com forte influência da geração anterior do hardcore californiano. Com letras que enfatizam atitude positiva, resistência pessoal e crítica social, a banda conquistou relevância ao lado de nomes como Bad Religion, Nofx e The Offspring. Pennywise hoje é Byron McMackin, Jim Lindberg, Fletcher Dragge e Randy Bradbury. O som da banda combina riffs rápidos, bateria pulsante e bastante energia típica do hardcore, mas incorpora linhas melódicas, refrões que puxam a plateia para cantar junto. Originária de Örebro, Suécia, Millencolin foi formada em outubro de 1992 e continua até hoje como uma das forças máximas do punk/hardcore melódico, ao lado do Pennywise. A banda construiu uma sólida reputação com álbuns como Life on a Plate (1995), For Monkeys (1997) e principalmente Pennybridge Pioneers (2000), que ampliou seu alcance global dentro do cenário punk/skate. Millencolin hoje é Fredrik Larzon (amarelo), Nikola Sarcevic, Mathias Färm e Erik Ohlsson (azul). A outra atração internacional é a Mute, punk rock/skate-punk de Québec (Canadá) e desde 1998 na ativa, sempre prestigiada pelo público brasileiro. Musicalmente, mescla velocidade, técnica instrumental (guitarras rápidas, bateria ágil) e, claro, refrões melódicos. SERVIÇO We Are One Tour 2026 em Porto Alegre/RSData: 24 de março de 2026 Local: URB Stage Ingresso We Are One Tour 2026 em Florianópolis/SCData: 25 de março de 2026 Local: Life Club Ingresso We Are One Tour 2026 em CuritibaData: 27 de março de 2026 Local: Piazza Notte Ingresso We Are One Tour 2026 em São PauloData: 28 de março de 2026 Local: Terra SP Ingresso We Are One Tour 2026 no Rio de Janeiro/RJData: 29 de março de 2026 Local: Sacadura 154 Ingresso
Blog n’ Roll UK: Slam Dunk anuncia divisão dos cinco palcos do festival

No início de junho, 55 artistas de punk rock, hardcore, rap, ska, post hardcore e metal vão se reunir para dois dias de maratona musical em mais uma edição do Slam Dunk. No dia 3, o evento será em Leeds, enquanto no dia seguinte será a vez de Hatfield Park, ambos na Inglaterra. Alexisonfire, The Used, Neck Deep, Sum 41, Dropkick Murphys, The Interrupters, The Vandals, Pennywise, KennyHoopla, Suicide Machines, Streetlight Manifesto e Hot Water Music são algumas das principais atrações. Recentemente, o Slam Dunk revelou a divisão dos palcos. E agora fica na mão do público escolher onde ficar no evento. Divisão está justa? Confira!