Entrevista | Biffy Clyro – “Nós éramos uma banda esquisita”
Styx e Scorpions trabalham em novas músicas durante quarentena

Os tempos de quarentena e isolamento social têm feito muitas bandas aproveitarem o momento sem shows para compor e criar novas músicas. Styx e Scorpions entraram nesta lista. Em entrevista ao Ultimate Classic Rock, o baixista do Styx, Ricky Phillips, afirmou que o grupo segue trabalhando à distância. Eles pretendem gravar um novo álbum assim que tudo isso passar. “Estou aqui trabalhando muito, escrevendo partes de baixo para coisas que Tommy Shaw me envia. Ele está escrevendo e trabalhando em Nashville, onde mora, e depois me envia coisas para cá. Eu trabalho nisso. Eventualmente, quando sairmos de nossas cavernas, entraremos em uma sala e gravaremos um novo álbum”, disse Phillips. A situação é igual para os alemães do Scorpions, que também intensificaram o processo de criação, unidos apenas pelas redes sociais. Ao site Scorpions News, o vocalista Klaus Maine falou sobre as reuniões virtuais do grupo e o trabalho realizado na quarentena. “Estamos em contato na internet, no Skype, Facetime e tudo mais. Nós tentamos tirar o melhor proveito disso, tentamos seguir em frente com as músicas. Mas é claro, nós mal podemos esperar pelo dia em que todos possamos estar juntos no estúdio”, explicou. Será que ouviremos novos sons de Styx e Scorpions em breve? Vamos aguardar!
Rival Sons lança single acústico de Shooting Stars
Crítica | Sea Fever – terror em alto mar, envolve e surpreende

O fundo do mar é um local completamente desconhecido pelo ser humano até hoje e é difícil imaginar o tipo de criatura que pode viver debaixo da imensidão. Agora, imagina se você está em um barco, no meio do nada, cercado por um organismo que não pode ser visto a olho nu. Pioraria? É disso que se trata Sea Fever, uma das apostas do Terror em 2020. Sobre o filme A bióloga Freya (Connie Nielsen) resolve fazer uma pesquisa de campo, a fim de defender sua tese de mestrado. Para isso, embarca com uma equipe pesqueira para o alto mar. Entretanto, logo quando chega já é mal vista pelos tripulantes, em razão de uma superstição sobre a presença de pessoas ruivas em alto mar darem azar. Ao sofrer um grande impacto de um baleal, a embarcação perde o rádio e sua comunicação com terra firme. Se o dano a estrutura já abalou a esperança da pesca, pior ainda quando estranhas criaturas passam a ficar grudadas no casco. O problema, até então dos tripulantes, passa a ser exclusivamente da bióloga, que mergulha para verificar a situação. Aos poucos, o caso agrava e as pessoas começam a morrer de maneira bem estranha. Febre no mar Lançado até então somente em VOD (Vídeo on Demond), Sea Fever é uma mistura de Tubarão com O Enigma de Outro Mundo. O medo reside em ter um bicho estranho “à espreita”, ainda mais quando se trata de uma criatura gigante com filhotes tão pequenos que podem crescer dentro de hospedeiros. Para sorte de todos, havia uma bióloga para resolver essa situação. Mas o clichê de “aqui é vida real e não um laboratório” aconteceu e ela não resolveu muita coisa. Estreando em longas, a diretora irlandesa Neasa Hardiman conseguiu conduzir muito bem a narrativa do início ao fim. Também responsável pelo roteiro, ela fez excelentes escolhas para deixar o filme mais agonizante. As imagens são constantemente apertadas e escuras, para dar a sensação de desconforto em estar dentro de um barco pequeno. As criaturas são lindas, o fundo do oceano é exuberante e as mortes são explícitas, o que deixa tudo mais íntimo para o público. Hardiman conseguiu fugir da cenografia de filmes do gênero, trazendo uma história não tão diferente, mas eficaz. Momento certo O prato cheio de Sea Fever é ter vindo exatamente na época do coronavírus. Apesar das conexões com o COVID-19 serem totalmente não intencionais, já que o filme é mais antigo que a doença, elas permeiam o longa. A oceanógrafa tenta convencer a tripulação a se colocar em quarentena, mas ninguém a escuta, igual à situação no mundo real. Outra semelhança com o momento que vivemos é a forma brilhante de mostrar o narcisismo dos indivíduos quando testados em situações extremas. Afinal, pensar no próximo nunca convém. Conclusão Sea Fever é um filme de suspense de infecção excelente, até mesmo sem sua comparação com o COVID-19. Te deixa intrigado do começo ao fim em saber o que vai acontecer. Irrita por decisões óbvias de certos personagens, mas surpreende pelo final inesperado.
Ivete Sangalo incentiva fãs a manterem quarentena

Ivete Sangalo protagonizou uma das lives mais divertidas da quarentena neste sábado (25). Transmitida pela Globo, Multishow e pelas redes sociais da cantora, a live foi assertiva em conscientizar sobre a importância de ficar em casa. Na contramão das lives cheias de ostentação, Ivete apostou em um look comum entre todos nós. Se apresentou de pijama, na cozinha de casa, junto ao marido, Daniel Cady, e o filho mais velho, Marcelo. Totalmente gente como a gente. Além da interação com a família a todo instante, Ivete manteve a vibe “tudo no improviso”. Chamou os comerciais para ir ao banheiro, parou para beber água e dançou coladinha no marido durante as românticas. Aliás, o próprio casal atuou como DJ, produtor e todo o staff. Enquanto Ivete se apresenta, observamos o marido cozinhando, o filho brincando e uma plateia de bichos de pelúcia garantindo o “público” de mainha. Mesmo apostando em ser divertida e passar mensagens de otimismo, o essencial na live da artista é a mensagem. Como influenciadores, os artistas possuem uma enorme responsabilidade no acesso à informação. Ciente disso, Ivete anima todos seus maiores sucessos de carreira, esbanjando simpatia e simplicidade. Com isso, apostar num ambiente caseiro, acolhedor e em total isolamento foi uma sacada inteligente. A mensagem é clara, pois a artista deixa claro que queria curtir “como todos os brasileiros”: respeitar a quarentena, segundo Ivete, é a única solução para lidarmos com essa crise. A apresentação é a primeira do projeto Em Casa, proposto pela Rede Globo. Com duas horas e meia de apresentação, a live na quarentena de Ivete Sangalo arrecadou R$ 400 mil. Enfim, as doações serão distribuídas por instituições como Ação da Cidadania, Fundo Emergencial para a Saúde e Unicef.
Rap de mensagem: Dialeto Vital lança clipe de Quarentena para reflexão

O duo santista Dialeto Vital deixou um recado para o período de isolamento social com a música Quarentena. O clipe lançado na quinta-feira (23) foi gravado em casa, pois sustenta a #fiqueemcasa. “Aprenda a valorizar as coisas mais simples nesse momento. Vai passar…”, diz a mensagem no final do clipe. Valorizando o rap de mensagem, além do videoclipe de Quarentena, os irmãos Lucas e Felipe Vital lançaram o EP Expiação e Prova em fevereiro.
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