Bad Luv, Bullet Bane e Menores Atos celebram 15 anos do Cine Joia

Se existe uma trindade do rock alternativo nacional contemporâneo, ela provavelmente estará reunida no mesmo palco no dia 22 de fevereiro (domingo). A banda Bad Luv retorna a São Paulo para liderar uma noite de celebração aos 15 anos de uma das casas mais emblemáticas da cidade, o Cine Joia. Para tornar a festa completa, o line-up conta ainda com duas potências da cena: Bullet Bane e Menores Atos. Turnê “Nós” A apresentação dá continuidade à turnê de divulgação do álbum Nós, lançado em agosto de 2025. O disco marca a consolidação da Bad Luv como um “supergrupo” de respeito. A formação atual une a experiência de Gee Rocha (NX Zero) nas guitarras com a intensidade vocal de Caio Weber (ex-Cefa), somados a João Bonafé, Murilo Amancio e Vitor Peracetta. Sobre o conceito do álbum e da turnê, Caio explica o jogo de palavras: “Nós pode ter um significado irônico à primeira vista… já que pode significar o plural de ‘nó’. Essas músicas são os ‘nós’ que nos unem, esse álbum é sobre a nossa conexão”. Uma noite, três gigantes Além de conferir as faixas do novo disco da Bad Luv (que conta com feats como Luccas Carlos), o público terá a chance de ver shows completos de Bullet Bane e Menores Atos, transformando o aniversário do Cine Joia em um verdadeiro festival indoor para os amantes de guitarras e letras confessionais. Serviço: Bad Luv + convidados no Cine Joia Ingressos: Disponíveis no site oficial do Cine Joia: garanta aqui.
O Boto inverte nomes e sentidos no single “Assiar”, prévia do disco de estreia

O amor adolescente costuma ser simples na memória, mas complexo na vivência. É nessa dualidade entre o frescor e a vulnerabilidade que a banda paulistana O Boto constrói seu mais recente trabalho. Nesta sexta-feira (30), o quarteto disponibilizou nas plataformas de streaming a faixa Assiar. A canção sucede Sushi no Violão e serve como o segundo passo em direção ao álbum de estreia do grupo, Diferente de Ninguém, previsto para o segundo semestre de 2026. Jogo de palavras no som da O Boto Liricamente, a música aposta em um trocadilho engenhoso para falar de desejo e incompletude. O título e o refrão nascem de uma inversão do nome Raíssa, transformando-o no verso “Ah, se ar (assiar) fosse tudo que eu precisasse”. O baixista Felipe Troccoli explica que a metáfora sugere algo essencial e viciante (como o ar), mas que ainda assim se mostra insuficiente para sustentar a relação. “Existe algo muito bonito no fato de todo mundo conseguir se relacionar com essa sensação de alguma maneira… Te amar sempre vai ser como andar de bicicleta”, comenta o músico, citando um dos versos que sintetizam a inocência de um sentimento complexo. Produção e influências A faixa acompanha a história da própria banda, formada também por João Pedro Rydlewski (voz), Lucas Benez (guitarra) e Gabriel Portela (bateria), existindo no repertório desde 2019. A versão final reflete o amadurecimento do grupo e suas influências de rock alternativo brasileiro (Charlie Brown Jr., Lagum, Nando Reis). A produção é assinada por Hugo Silva, nome conhecido por trabalhos com O Grilo e Ego Kill Talent, o que insere O Boto no diálogo direto com a cena contemporânea de São Paulo. Assista ao lyric video de Assiar
Papa Roach confronta o abismo no emotivo single “Wake Up Calling”

O Papa Roach revelou o single Wake Up Calling, nesta quarta-feira (28), mantendo a intensidade que tem marcado esta nova fase da banda. Este é o terceiro single que conhecemos daquele que será o sucessor de Ego Trip (2022). A faixa junta-se aos lançamentos do ano passado, Even If It Kills Me e BRAINDEAD (que contou com a participação de Toby Morse), solidificando o caminho para o novo álbum de estúdio, planeado para sair ainda em 2026. Amor em vez da autodestruição é tema de Wake Up Calling, do Papa Roach Como é habitual na discografia do Papa Roach, a lírica mergulha em temas de saúde mental e redenção. Desta vez, o vocalista Jacoby Shaddix descreve a canção como um momento de viragem crucial. “Wake Up Calling é uma música sobre estar à beira do desastre, ser impedido de cair no abismo e, no fim, escolher o amor em vez da autodestruição. É uma das músicas mais cruas e emocionantes que já escrevemos”, revela Shaddix. Confira o lyric video abaixo
Thirty Seconds To Mars lança a inédita “God’s Eye”, gravada na era “A Beautiful Lie”

O Thirty Seconds To Mars revirou o baú e lançou God’s Eye, uma faixa inédita gravada originalmente durante as sessões do icônico álbum A Beautiful Lie. A música vê a luz do dia quase duas décadas depois de ser registrada. Ela chega como um presente para celebrar os 20 anos do disco que não só definiu a identidade da banda de Jared Leto, mas também marcou a estética e o som de toda uma geração nos anos 2000. Comemoração de 20 anos começa com God’s Eye O lançamento do single é apenas o começo da festa. O álbum A Beautiful Lie ganhará uma edição comemorativa de luxo, com arte reimaginada, prevista para chegar às lojas no dia 27 de março. O formato escolhido é um LP duplo que promete ser item de colecionador. Além de God’s Eye e outras faixas inéditas das sessões originais, o vinil trará uma nova versão acústica do mega hit The Kill. A pré-venda já está rolando na UMusic Store. Legado de “A Beautiful Lie” As celebrações desse marco começaram ainda em 2025. Em agosto do ano passado, a banda realizou um show especial onde tocou o disco na íntegra, com convidados especiais, reafirmando a força de faixas como The Kill, From Yesterday e Attack.
‘Concha Rock Santos’ chega à 10ª edição e presenteia fãs do punk, emo e indie

O Concha Rock Santos apresenta, neste domingo (24), os shows acústicos das bandas santistas Suburbia e SubPop, que vão agitar o palco da Concha Acústica Vicente de Carvalho (ao lado do canal 3), a partir das 18 horas, com dois tributos especiais para os fãs de punk, emo e indie. A programação, que aconteceria em 19 de outubro, foi remanejada devido ao mau tempo. Em homenagem ao grupo norte-americano Green Day, considerado entre os maiores ícones do punk rock de todos os tempos, a Suburbia traz toda energia e atitude do power trio californiano num espetáculo inédito com repertório totalmente unplugged de grandes sucessos como Basket Case, She, Good Riddance (Time Of Your Life), Wake Me Up When September Ends, entre outros. Já a SubPop tem um set mais diversificado com o melhor do pop/rock alternativo nacional e internacional dos anos 2000. As bandas Suburbia e SubPop surgiram em 2021 e 2024, respectivamente, e contam com a mesma formação, incluindo Rodrigo Ferreira (voz/violão), Fernando Galvão (guitarra/violão), Glauber Silva (baixo) e Gabriel Colaço (bateria/cajon). Com apresentações lotadas e gratuitas reunindo mais de 300 pessoas na orla da praia do Gonzaga, o Concha Rock Santos chega a sua 10ª edição. Idealizado pelo jornalista e produtor cultural santista Guilherme Zeinum, o projeto foi criado em 2017 e tem como principal objetivo levar o rock’n’roll de volta à Concha Acústica de Santos, em formato desplugado e intimista, para roqueiros de todas as gerações curtirem juntos. O local é pet friendly e também possui acessibilidade total. Publicado no Diário Oficial entre os “principais eventos da área cultural realizados no município de Santos”, o Concha Rock Santos é uma realização da Z1Press em parceria com a Secretaria de Cultura (Secult). Esta iniciativa contempla os itens 3 e 4 dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU: Saúde e Educação de Qualidade. Em caso de chuva, a programação é cancelada e remarcada posteriormente. Mais informações pelas redes sociais: @concharocksantos SERVIÇO 10º Concha Rock Santos Data: 24 de outubro de 2024 (domingo)Atrações: Suburbia (Green Day Cover) e SubPop (Tributo Pop/Punk/Emo/Indie)Local: Concha Acústica (Av. Vicente de Carvalho, s/nº – Gonzaga – Santos/SP)Horário: 18h às 20hClassificação: livreEntrada: gratuita
Missão Lunar: Banda santista alerta sobre crise ambiental em novo álbum “Terra Terror!”

Em meio a uma preocupante crise ambiental, marcada por mudanças climáticas aceleradas, perda de biodiversidade e crescentes impactos das atividades humanas no planeta, a banda santista Missão Lunar apresenta seu novo álbum, “Terra Terror!”. Este trabalho ressoa como um alerta urgente, criando uma atmosfera apocalíptica que combina elementos de rock alternativo e horror punk O álbum “Terra Terror!” apresenta os singles “O Mar Invade a Cidade de Santos” e “Corpo no Mar”, além de outras 10 faixas que exploram temas como revolta e conformismo, angústia e hedonismo, drama e irreverência. Essa diversidade reflete os complexos sentimentos e dilemas da sociedade contemporânea. Lucas Reis, vocalista, guitarrista e líder da Missão Lunar, aponta a inspiração em influências de David Bowie na obra. “A inspiração veio da preocupação com as transformações ambientais e a crescente tensão geopolítica. Bowie, com seu ‘The Rise and Fall of Ziggy Stardust and the Spiders from Mars’, serviu como uma referência conceitual para nós. Queremos propor uma reflexão e agir diante dos desafios que enfrentamos”, frisou. Com produção de Cláudio Zero, “Terra Terror!” foi gravado, mixado e masterizado entre dezembro de 2022 e novembro de 2023. Este é o terceiro álbum da banda, sucedendo os discos “Missão Lunar” e “Missão Lunar II”, lançados em 2020 e 2022, respectivamente. O novo lançamento já está disponível em todas as plataformas de streaming. Veja o setlist completo de “Terra Terror!”: 1. Fim da festa 2. O mar invade a cidade de Santos 3. Terra Terror 4. Cabeça de zumbi 5. Minha exceção 6. Insônia 7. Corpo no mar 8. O pódio é seu 9. Cidade submersa 10. Não existe adeus 11. Sexta-feira 12. Créditos finais
Vivo Arte: Sinfonia Criativa de Jardim Soma ganha forma em novo videoclipe

Com poesia, ritmo e emoção, Jardim Soma revela o videoclipe de “Vivo Arte”, destacando a poderosa conexão entre música e artes visuais, uma constante em toda a discografia de Luca Bori, multi-instrumentista que lidera o projeto e é popularmente conhecido pelo seu trabalho como baixista e vocalista da banda Vivendo do Ócio. Sob a visão poética dos diretores Thaís DeMelo e Pedro Carballal, o videoclipe de “Vivo Arte” desdobrou-se em dois cenários marcantes. Em Barcelona, Espanha, a equipe imortalizou momentos em um casarão centenário no Bairro El Gótic e nas serenas águas da Praia de La Barceloneta. Enquanto isso, no Brasil, nas encantadoras areias da praia da Gamboa, em Salvador, a residência de Luca Bori se transformou em um santuário inspirador para as filmagens. O videoclipe “Vivo Arte” retrata a história de um casal cujo amor é sustentado pela arte. Através da dança e de expressões artísticas, eles exploram a saudade e a conexão entre os trópicos de Câncer e Capricórnio, simbolizados pelo mar. Essa jornada emocional destaca como a arte pode ser um poderoso meio de expressão, capaz de transcender distâncias geográficas e unir pessoas, mesmo diante das barreiras físicas e emocionais. Para Luca Bori, a música é mais do que uma simples composição de notas; é a síntese de uma vida dedicada à arte. Com mais de 20 anos de trajetória musical, incluindo participações em inúmeras bandas, shows e gravações, cada experiência moldou as texturas, melodias e sonoridades que ele apresenta hoje. Ele reflete: “A arte é um universo de possibilidades infinitas, mas com a Jardim Soma, busco sempre explorar novos territórios mantendo um vínculo com minhas raízes. Olhar para o passado é essencial para compreender esses novos caminhos”. Em suma, tanto a trajetória de Luca quanto o videoclipe “Vivo Arte” convergem para uma mesma ideia: a arte como uma expressão profunda e em constante transformação da alma humana. Essa perspectiva é aliada a um romance onde o amor e a paixão representam a própria essência da arte. Para a diretora Thaís DeMelo, a mensagem contida na garrafa no videoclipe, “Juntos somos arte”, simboliza a união entre os protagonistas, destacando como a colaboração pode criar algo belo e significativo. “Essa união pode transcender as barreiras do tempo e do espaço, tornando-se uma manifestação genuína da expressão artística”, frisou. Neste trabalho, Luca Bori foi especialmente influenciado por bandas como Homeshake, Crumb e Mutantes, que inspiraram tanto a música quanto a estética visual da obra. O músico, que gravou a faixa integralmente de forma solo em seu estúdio, leva “Vivo Arte” para o seu repertório em uma banda sinérgica com os músicos Luiz Henrique (guitarra), Mapa (bateria) e Arthur Max (MPC) em cada show.
Esperanza: Depois da Tempestade enfatiza romance e essência latina em novo videoclipe

É preciso ter muita resiliência para enfrentar a dor da perda. Este é o tema do próximo álbum da Depois da Tempestade, intitulado Luto por Esperanza. E para apresentar o início dessa história, que representa um eu-lírico que precisa lidar com a angústia de perder justamente a sua amada, a banda santista divulga o videoclipe do single Esperanza. O audiovisual retrata o momento em que o eu-lírico se depara com esse amor pela primeira vez, dando continuidade ao roteiro apresentado no videoclipe de Indomável León, lançado no fim de 2022. Na ocasião, a Depois da Tempestade ainda expressa a sonoridade proposta no seu terceiro disco. Isto é, o álbum Luto por Esperanza, previsto para o decorrer deste ano, elucida a veia latina da Depois da Tempestade sem deixar o anseio pelo pop e pelo rock alternativo de lado. O álbum ainda se remete ao post-hardcore, mas de uma forma mais sútil e distinta do peso dos discos Multiverso (2017) e Eleva (2013). O vocalista Victor Birkett explica a pronúncia do termo “Esperanza”, presente no single e no disco em questão. “Esperanza é lido como em português, ‘Esperança’, e é um nome próprio. Sabemos que talvez muitas pessoas pronunciem o nome com som de ‘Z’, mas queremos trazer uma curiosidade linguística para nossos fãs: Em espanhol, não se usa o som de ‘Z’, e sim de ‘S’”, destaca. Além de Victor, o grupo conta com os músicos Gutto de Albuquerque (guitarra), Diego Andrade (baixo), Maru Mowhawk (teclado e sintetizador) e Bruno Andrade (bateria e beats). A faixa Esperanza foi gravada no estúdio ElectroSound Studios com produção de André Freitas. O videoclipe, por sua vez, foi produzido pela Sina Filmes, com direção de Maria Ferreira. As cenas foram captadas no Started Hookah Bar, em Santos (SP).
Ceano revela Bonsenso, terceiro álbum de estúdio; ouça!

Formada em 2014, a banda paulista Ceano mistura rock alternativo com uma pitada de MPB e emocore. Com influência de Maglore, Marina Sena e Céu, o grupo lançou nesta quinta-feira (13) o álbum Bonsenso. O terceiro disco da Ceano entrega sete canções sobre o amadurecimento nos tempos atuais, desejos e a busca pela felicidade. Novos elementos sonoros – de violões e violinos às programações e sintetizadores – foram incorporados na banda, e apontam para uma brasilidade antes adormecida e para onde o grupo pretende caminhar, agora, com mais firmeza. De acordo com o baixista Leonardo Rodrigues, a evolução da banda se dá também na parte lírica. Bonsenso tem o intuito de incentivar o “sentir”. Enquanto a vida contemporânea nos atropela com o imediatismo, a banda nos convida a refletir. “Um término mal conversado, uma briga sem resolução, sentimentos que são ao mesmo tempo confusos, mas claros como água podem ser tão difíceis de lidar que as pessoas passaram a acreditar que o melhor é suprimi-los, fingir não se importar, partir pra outra: próxima festa, próxima pessoa, próxima vida. O trabalho da Ceano sempre foi na contramão dessa ideia. Entendendo que ‘sentir’ é o que nos faz humanos, expressar emoções e falar delas pode ser a melhor terapia para um coração partido ou uma cabeça confusa. As músicas do novo álbum contam histórias sob diferentes perspectivas, abrindo espaço para a interpretação do ouvinte”, conta o baixista. A Pressa é Inimiga é a música de trabalho escolhida pela banda. Rodrigues diz que a letra versa sobre os tropeços e reviravoltas da busca por um relacionamento. “Vem de uma perspectiva de um eu-lírico deslocado, alguém que não está em um relacionamento e busca por um. É sobre sentir falta de ser quisto e de querer alguém. Sobre os atalhos pra encontrar alguém não necessariamente funcionarem. Sabe quando você encontra alguém que parece ser a pessoa certa no lugar mais improvável? Isso não rola há um bom tempo”. Além do baixista Leonardo Rodrigues, a Ceano é composta por André Vinco (voz e guitarra), Rafael Lira (guitarra) e Arthur Balista (bateria).