Piratas Siderais divulga single Até Quando com punk rock e música alternativa

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Até Quando. Esse é o novo single da banda Piratas Siderais. A faixa tem nuances de rock alternativo e punk rock, remetendo-se principalmente à sonoridade de bandas como Bad Religion e Pennywise. A letra, por sua vez, aborda a importância do caráter e dos princípios na sociedade.  A música é um lançamento do selo Musikorama Music Records. As sessões de gravação ocorreram de forma remota através do próprio estúdio online da gravadora. A produção ficou a cargo de Rodrigo D’Sales Monteiro, também conhecido pelo pseudônimo DIGAØ. O baterista da Piratas Siderais, Igor Casanova frisa que a negatividade pode influenciar diretamente no futuro de uma pessoa. “Retratamos esse sentimento e mostramos a forma como ele pode nos impedir de evoluir, trazendo um ciclo de derrotas e perdas. Isso acontece principalmente quando não há caráter”. Além de Igor, a banda é constituída pelos músicos Bruno Cacique Gomes (voz) e Vince (guitarra) e Marcelo Bodão (baixo). A banda está em atividade desde 2015. E com o single Até Quando, celebra o fim de um ciclo, despedindo-se do vocalista e do baixista, citados respectivamente acima.

Com R&B, rock e música eletrônica: The Self-Escape divulga single Woman

“Nada é pior do que não ter certeza sobre a reciprocidade do próximo. Isso é ainda mais intenso quando posto em um relacionamento”. E este é o tema do novo single do cantor e compositor The Self-Escape: Woman.  A faixa sucede o EP Polarize (Unplugged) e marca o retorno do artista à particular mistura de R & B e rock recheada de guitarras e elementos eletrônicos.   The Self-Escape produziu Woman sozinho, gravando os vocais e as linhas instrumentais no Escapeship Studio, em Recife (PE). Na ocasião, The Self-Escape inspirou-se principalmente em nomes como Polyphia, Two Feet e The Weeknd.  O cantor destaca que Woman aborda a nocividade da ansiedade perante a falta de respostas.  “O eu-lírico coloca todas as cartas na mesa visando entender a profundidade do relacionamento que tem com a sua amada. No entanto, não recebe nenhum retorno e é corroído ao ponto de perder várias noites de sono. E é sobre este sentimento que eu canto”. Em atividade desde meados de 2018, The Self-Escape  entende que Woman trata-se de um marco em sua carreira. “Essa é a primeira vez que obtenho a minha própria obra como referência na guitarra. Isso mostra que encontrei a minha singularidade artística. Portanto, vejo que agora terei inúmeras novas possibilidades de experimentos musicais”. The Self-Escape é conhecido principalmente por misturar elementos de blues, R&B e música eletrônica. Anteriormente, divulgou os singles Go (2020), Malibu (2020), I Know (2020), From Lovers To Dust (2020), Blue Jeans X Tessellate (2019) e Five-Two Girl (2018), além dos EP’s Polarize (Part I) e Polarize (Part II). 

Nossa História: Ronan Romma ressalta coletividade em novo single

Coletividade. Essa é a chave do novo single de Ronan Romma, que é intitulado Nossa História e foi composto com a ajuda dos fãs. Na ocasião, as mensagens viraram versos para a melodia do artista, que mistura nuances de pop, rock e MPB – remetendo-se principalmente à sonoridade de Vitor Kley e Lagum. A música ainda é lançada em prol da caridade, tendo em vista que os lucros obtidos nas plataformas de streaming serão revertidos em doações de produtos de higiene e cestas básicas para as comunidades carentes da Zona Leste de São Paulo.  A faixa foi gravada no Estúdio Betta, em São Paulo. Nossa História tem produção, mixagem e masterização de Bruno Zanardi. Para o cantor, a surpresa dá-se na forma como a letra tornou-se coesa, apesar de ter partido de uma caixa de perguntas no Instagram.  “É uma composição extremamente atípica. Fiquei feliz com a colaboração das pessoas, que trouxeram muita positividade em suas mensagens. Por isso, tentei trazer bastante emoção na linha de voz. Já a melodia tem um certo ar de mistério, mas ainda assim é radiofônica”, frisou. Ronan Romma está em atividade desde meados de 2019. No ano passado, divulgou os singles Reencontro, Recuperação, Pequena e Quarto Quinze. Atualmente, o cantor prepara a produção de novos conteúdos autorais – com o objetivo de lançar ao menos uma música inédita por mês.

Invencível: Stereotrilhos reflete sobre toxicidade masculina em novo single

Desconstruir para evoluir. Essa é a chave do novo single da Stereotrilhos: Invencível. A música aborda a toxicidade masculina e ressalta a importância de superar estigmas para expor a sentimentalidade.  A melodia, por sua vez, tem ingredientes de rock, folk e música pop. Assim, a banda se inspirou em nomes como El Toro Fuerte, Vanguart, Pink Floyd e Cazuza durante as sessões de gravação. O lançamento integra o catálogo do selo Elevarte Music e antecipa o álbum de estreia da Stereotrilhos, intitulado Uma forma de sonhar e previsto para o segundo semestre de 2021. A produção é assinada pelo próprio baixista da Stereotrilhos, Rodrigo Murasawa.  O vocalista e tecladista, Juliano Arruda, frisa que Invencível retrata a fragilidade masculina. “A vive numa sociedade muito machista. Por isso, adotamos padrões de comportamento ultrapassados e preconceituosos. Essa letra é um convite à desconstrução e a libertação desses moldes de gerações ultrapassadas”. Rodrigo, por sua vez, aponta para a sentimentalidade da faixa. “É uma música bem introspectiva, onde o eu-lírico fala sobre as suas inseguranças e expõe o medo de se abrir para outras pessoas. Quem é paulistano, sabe muito bem do que estamos falando. É aquela coisa de  termos poucos amigos e muitos colegas. E isso reflete num buraco enorme na gente”. Além de Rodrigo e Juliano, a Stereotrilhos ainda é formada pelo baterista Gabriel Freitas e pelos guitarristas Lucas Almeida e Raul Faria. Anteriormente neste ano, o quinteto lançou os singles Janelas e A Última Música. 

The Zasters mergulha no indie pop com novo single “Red (as a cherry)”

A The Zasters acaba de lançar o single Red (as a cherry). A faixa dialoga com o indie pop e com a música alternativa, assemelhando-se principalmente à sonoridade do duo The Tings Tings. A letra sintetiza o sentimento de se apaixonar pela primeira vez. O lançamento dá continuidade à evolução sonora proposta no EP What Just Wappened?, divulgado no fim de 2020. Na ocasião, a banda de origem rockeira agregou sintetizadores e timbres eletrônicos à sua sonoridade. Agora, o quarteto abre espaço para novos elementos de percussão.  Vale pontuar que Red (as a cherry) antecipa o próximo mini-álbum da The Zasters, intitulado What Comes Next? e integralmente gravado no home studio da banda. Nesta faixa, o guitarrista Rafa Luna e a vocalista e tecladista Jules Altoé assinam a produção. Jules compôs a letra enquanto a melodia foi concebida com a colaboração de todo grupo – que ainda é constituído pelo baixista André Vitor Celkevicius e pela baterista Nabila Sukrieh Nogueira. A cantora explica a escolha pela língua inglesa na composição.  “Gostamos do jogo de palavras que esse idioma nos proporciona. Desta vez, usamos metáfora de que o eu-lírico sente vergonha ao ponto de ‘ficar vermelho como uma cereja’, o que se remete literalmente à tradução do título Red (as a cherry) para o português. Isso também vai de encontro ao nosso intuito de chegar em uma sonoridade mais pop”. A The Zasters está em atividade desde meados de 2015 e conta com uma discografia recheada de obras autorais, tendo anteriormente lançado o EP This Is A Disaster (2016) e os singles Come See The Band (2019) e Going Down (2019).

Britânico e agora radicado no RJ, Shipzy lança o single “Steve”

“Um britânico explorando o urbanismo brasileiro”. Nenhuma frase resumiria melhor a saga de Shipzy, pseudônimo e projeto de rock alternativo do músico James Timmins. O artista divulga o single Steve nesta sexta-feira (9), sendo que o lançamento é disponibilizado via Caravela Records e Warner Music Brasil.  A faixa conta com a participação especial do austríaco Hopton e do curitibano Augusto Aguieiras. No âmbito melódico e estético, Steve dialoga com o rock alternativo dos anos 80 e 90, obtendo um videoclipe onde o skate e a cultura underground ganham destaque. A direção é de Jorge Stella, que captou todos os frames em Campinas, no interior de São Paulo.  Vale pontuar que todo o clipe é ilustrado com um único personagem, desempenhado pelo ator e artista visual, Lendia LG. A música, por sua vez, foi gravada na cidade de Stoke-on-Trent, na Inglaterra, e foi produzida por Tom J Bath. A linha de bateria foi desenvolvida por Nick “Cozy” Connell. O instrumentista é principalmente conhecido por ter sido membro da The Quireboys, pioneira mundial do glam e do hard rock.  Shipzy frisa a sentimentalidade da obra. “Essa música tem o sabor do fim de um relacionamento amoroso. Aborda o momento em que precisamos cortar os laços antigos em prol do início de novos ciclos.  Ou seja, remete-se à dualidade de uma dissociação experimental”. Ainda de acordo com o artista, tanto o projeto musical, quanto o single Steve são  metáforas para os relacionamentos no mundo corporativo. “O eu-lírico usa a positividade como uma válvula para lidar com a toxicidade do dia a dia no trabalho convencional – já que ninguém é verdadeiramente feliz  durante o todo o tempo nesse tipo de ambiente”. Live no Facebook No dia 24 deste mês, às 19h30, Shipzy celebra o início da sua trajetória com uma performance ao vivo. O show será transmitido no Facebook. Na ocasião, o músico dividirá o palco com a banda Sayal e tocará uma série de faixas inéditas. Assista gratuitamente pelo link: http://bit.ly/shipzyaovivoaudiorebel.

Sinoptik fala sobre determinação e escolhas em Sell God’s Number

No terceiro single antes do lançamento do primeiro disco de estúdio, os ucranianos de occult rock Sinoptik mais uma vez apresentam uma sonoridade explosiva e moderna em Sell God’s Number. Em resumo, a faixa fala de força de vontade e liberdade de escolhas. A música está nas plataformas digitais e também ganhou videoclipe. O clipe de Sell God’s Number foi filmado no Korostyshev BoardingSchool, na Ucrânia, uma unidade municipal de educação especial, onde a banda buscou inspirar as crianças por meio da música. Dmitry falou sobre como surgiu o vídeo e a colaboração entre a Sinoptik e o internato. Ligação com o internato “Em dezembro de 2020, um voluntário do internato Korostyshev entrou em contato comigo. Ele perguntou se nós, como banda, poderíamos visitar as crianças e passar algum tempo com elas. No total, são100 crianças que frequentam a escola e 50 deles vivem lá permanentemente porque não têm pais”. Segundo Dmitry, todas as crianças têm uma variedade de deficiências físicas ou mentais e algumas delas são vítimas de violência doméstica. “Queríamos dar uma janela para suas vidas cotidianas. Eles lutam contra problemas que fogem do controle, então pensamos que seria uma boa ideia aumentar a conscientização. Viemos para essa escola e fizemos uma verdadeira festa com música ao vivo para essas crianças. Trouxemos alguns presentes para eles, almoçamos juntos e conversamos. Tínhamos um plano de filmagem, mas as crianças tornaram ainda melhor com suas ações e energia. Tinha certeza deque todas as crianças se lembrarão desse dia para o resto de suas vidas”. A letra de Sell God’s Number ainda debate sobre liberdades individuais para a própria vida. “Às vezes, fazemos escolhas deforma imprudente e, depois de escolher, vamos em direção aoobjetivo apenas para abandoná-lo assim que surgirem obstáculos. Cada vez que você fizer uma escolha ou sair do seu caminho, lembre-se das pessoas que não tiveram escolha desde o início, mas ainda assim vão até o fim”, contextualiza Dimitry. Sell God’s Number, assim como os singles divulgados anteriormente, Black Soul Man e Apple Tree, estarão no debute do Sinoptik, que se chamará The Calling. O registro será mundialmente lançado no dia11 de julho deste ano. Origem da banda Sobre a banda Sinoptik foi formada em 2014 em Donetsk, mas a guerra civil forçou Dmitriy Afanasiev (guitarra, teclado e voz), Ruslan Babayev (bateria) e Aleksandr Savin (baixo) a mudarem para a capital Kiev. Combinando as influências do rock oculto dos anos 1970 com uma grande produção de rock de estádio, o power rock trio Sinoptik consegue homenagear a era clássica das bandas de rock enquanto injeta um toque contemporâneo que torna suas canções inesquecíveis, mas também inconfundivelmente Sinoptik. É altamente indicado para fãs de Pink Floyd, Black Sabbath e Jimi Hendrix. Na bagagem, carrega o prêmio de “Melhor Banda do Mundo”, em 2016, no Berlin Global Battle of the Bands, além de ser banda de abertura para nomes como Uriah Heep, Marilyn Manson, entre outros.

Com brasilidade e música pop, Uiara Leiggo divulga novo EP “Teu Sentido”

O ser humano é profundo e pode evoluir a partir de suas próprias dores e frustrações. Esse é o conceito do novo EP da cantora Uiara Leiggo: Teu Sentido. A obra é recheada de brasilidade e conta com aspectos do pop/rock dos anos 80 e do indie contemporâneo.  O repertório é composto por seis faixas, incluindo uma releitura do hit Índios, da Legião Urbana. A faixa-título Teu Sentido e as canções Flores no Inverno, O Tanto Que Doeu, Perdendo A Revolução e Sal do Mar também integram o mini-álbum que é lançado pelo selo Musikorama Music Records. A cantora concebeu o EP com o suporte do produtor, guitarrista e baixista, Arnaldo Huff. Na ocasião, Uiara ainda obteve a colaboração de uma série de músicos durante as sessões de gravação. Tais como Geison Vargas (bateria), Xandy Guitar (teclados), Amanda Martins (flauta), Anderson Fofão  (percussão), Danniel Goulart (guitarra), Advar Medeiros (clarinete), entre outros. Para a artista, o EP Teu Sentido visa inspirar o público positivamente. “É sobre olhar para as mágoas e mover-se em prol da sua própria evolução enquanto refletimos sobre a nossa existência. Vejo que as músicas trazem o despertar de uma nova consciência”.  Uiara Leiggo está em atividade há mais de 10 anos. Anteriormente, lançou os álbuns Pedra Bruta (2010) e Meu Canto É Segredo (2016). Carioca e radicada na capital paulista, Uiara inspira-se principalmente em nomes como Angela Ro Ro, Cássia Eller, Zélia Duncan. 

Indie, pós-punk e grunge guiam álbum de estreia da banda Ordem dos Tolos

Pós-punk, indie e grunge. Foi com estes elementos que a banda Ordem dos Tolos construiu o seu álbum homônimo. O disco aborda desde a política ao âmbito sentimental, destacando as paixões enquanto retrata a sociedade contemporânea. O lançamento é uma realização do Governo do Estado de Pernambuco, através da Lei Aldir Blanc.  A obra incluiu o single Falha Inevitável, a faixa-título Ordem dos Tolos e outras 10 canções. São elas: O Que Me Faz Bem, Nada Vai Melhorar, Bebidas Vermelhas, PE-300, Me Espere, Carmim, Você Ainda Teme a Solidão?, Ninguém Repara, Ponto Final e Enganador Profissional, sendo que esta última conta com a participação especial da cantora Paula Fernanda. As sessões de gravação ocorreram no Studio Live Music, em Petrolândia (PE). A mixagem e a masterização ficaram a cargo de Marcio e Kakau Gomes.  Para o baixista Anailton Gomes, a amizade e a contemporaneidade foram essenciais para o desenvolvimento do disco Ordem dos Tolos.  “Somos um grupo de amigos fortalecidos pela música. Isso nos fez criar essa banda. Sinto que o nosso trabalho retrata um pouco disso enquanto sintetiza as nossas vivências e sentimentos, trazendo um pouco dos nossos relacionamentos e somando-os à indignação juvenil frente o atual contexto político do Brasil”, frisou. Em atividade desde meados de 2019, o grupo é formado por Paulo Duque (voz), Hélio Ramos (guitarra) e Arthur Ribeiro (bateria), além de Anailton Gomes.