Após sofrer censura, duo santista Umbralina solta primeiro trabalho autoral
Entrevista | Tosco
Umbralina: gothic metal kardecista de Santos; Ouça Gratidão a Deus
Lagwagon em Santos: um dia inusitado com Davi x Golias
Rapper santista Augusto Pakko lança Marcha na Amarok

O rapper Augusto Pakko soltou o som Marcha na Amarok na sexta-feira (17). A música retrata a vivência de boa parte da população brasileira, que mora em áreas marginalizadas. Pois, a sociedade e principalmente a polícia não aceitam ver a ascensão desse povo. Pakko é da Zona Noroeste de Santos e afirma que “mesmo com toda desigualdade continuaremos persistindo e metendo marcha na Amarok e indo do lixo ao luxo!”. “Então Vem que é o toque, vem que é o toqueNa contensão do walkie-talkieNa blitz passamo a mil meu bonde é marcha na Amarok” Trecho da música Marcha na Amarok A música por enquanto está disponível no Youtube. Na terça-feira (21), estará disponível nas demais plataformas digitais. Ficha técnica da música: Marcha na Amarok Designer da Capa: @luiis.khalifa Produção Instrumental: @beatsbybrak Mixagem e Masterização: @beatsbybrak Acompanhe o trabalho do artista pelas redes sociais: @augustopakkoContato: augusto.pakko@gmail.com
Cronistas aborda depressão e ansiedade no single O Revoar
O dia que o Backyard Babies fez milagre e comeu feijão com arroz no Bar Goiás

*FABRÍCIO DE SOUZAO show do Backyard Babies, banda sueca de hard rock, stoner e punk, que tem como fundador o guitarrista Dregen (Hellacopters) aconteceu numa terça feira, em 2002, no Bar do 3, em Santos. Era o local onde eu costumava fazer a maioria dos eventos com bandas internacionais e nacionais conhecidas da cena punk rock/hardcore/indie na época da famosa Califórnia Brasileira. Por ser numa terça e também pelo fato do Backyard Babies não ser uma banda tão conhecida do publico santista, que estava mais na onda do hardcore melódico e punk rock naquela época, o show não tinha vendido muitos ingressos antecipados. Diante dessa situação, tive que diminuir os custos do evento. Conversei com o dono do Bar do 3, e levantei a possibilidade de usar o sistema de som da casa. Dessa forma, evitaria o aluguel de uma empresa de sonorização. Me lembro que ele falou: “Fabricio, esse equipamento é pra rolar MPB e pagode, acho que não vai aguentar e ficar legal pro seu show”. Mas era o que dava pra fazer e manter as finanças do evento saudáveis. No dia do show, cheguei a tarde, logo cedo, pra verificar o som com os técnicos da casa. Ligamos tudo e tava dando vários problemas. Devido a potência que precisávamos, mexe aqui, mexe ali, troca de caixa, mas a coisa estava bem estranha pra rock. Eu e os técnicos da casa de cabelo em pé! Magia no som do Backyard Babies Daí chega o pessoal da banda com sua “equipe”. O primeiro a entrar na casa foi o roadie, também sueco, carregando um monte de equipamentos. Ele fez umas três viagens até a van pra pegar todo o equipamento. E eu ali, bem receoso sobre o som, perguntei para o responsável brasileiro da banda: “gostaria de falar com o produtor da banda, quem é ele?” Daí ele me apontou o roadie. Falei: “legal! Quem é o técnico?”. Ele novamente me apontou o roadie. Naquele momento, ele já tinha feito umas cinco viagens até a van para buscar equipamentos. Cheguei nele e expliquei a situação do som. Ele olhou, não falou nada e mandou a banda para o palco. Eles ligaram tudo e começaram a tocar. O roadie regulou tudo da mesa de som e quase cai pra trás. O som estava impressionante. Me lembro do dono da casa descendo do escritório e falando “Fabricio, tu não falou que não ia alugar equipamento?”. Respondi que não tinha alugado. Estávamos todos de cara com a qualidade, um milagre! Hora do feijão com arroz Passado o susto com louvor, uma coisa interessante é que o pessoal da banda queria comer comida brasileira: arroz, feijão, salada. Me perguntei onde iria arrumar uma janta dessa por ali naquele horário. Lembrei do Bar Goiás, o popular “Manivela”, que ficava bem na esquina do Canal 3. Eles foram super animados e adoraram a comida brasileira. A cena de ver os hard rockers suecos colando no “Manivela”, incluindo o fundador do Hellacopters, é inesquecível. O show foi um dos melhores que organizei naquele período. Foi realmente muito bom! Me mostrou que com humildade, capacidade, talento, “sangue no zóio”, entendimento e empatia com o local que se está, mesmo com limitações, o resultado pode ser excelente. Que noite pra quem curte rock. Eu estava lá!! *Fabrício é baixista do Garage Fuzz e por muitos anos foi responsável pela vinda de shows internacionais para Santos.
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