Alesana traz a São Paulo a turnê de 15 anos do álbum The Emptiness

Os norte-americanos do Alesana, uma das bandas mais relevantes da cena post-hardcore/screamo mundial, retorna ao Brasil em fevereiro de 2026, com show único em São Paulo, dia 28/02, no Carioca Club. Na ocasião, o grupo celebra 15 anos do álbum The Emptiness, o terceiro trabalho de estúdio e considerado por fãs e imprensa como o mais inspirado do quarteto, que será tocado na íntegra ao lado de outros hits. Os ingressos estão à venda no site Fastix. A produção local é da Áldeia Produções Artísticas junto à Sycamore Records. The Emptiness foi concebido como um álbum conceitual, cuja narrativa se inspira em elementos da obra Annabel Lee, de Edgar Allan Poe, e apresenta uma história contínua ao longo das faixas. Logo que foi lançado, o álbum alcançou a posição nº 68 na Billboard 200, se tornando o lançamento mais alto da banda até aquele momento, um indicador de que o grupo vinha conquistando atenção do público mesmo fora de da grande mídia. Com este registro, o Alesana cravou de vez seu nome na cena post-hardcore/screamo, por meio de músicas com partes melódicas alternadas às mais agressivas, além dos vocais rasgados e performáticos. A faixa The Thespian, por exemplo, é considerada um dos momentos mais fortes do álbum: ganhou destaque por sua combinação de vocais limpos e gritos, refrão marcante e energia narrativa intensa. É um dos singles oficiais que ajudaram a divulgar o álbum e é vista como uma peça-chave do conceito da história que The Emptiness conta. Já Hymn for the Shameless experimenta os contrastes entre vocais limpos e gritos mais profundos, além de ter um refrão épico e melódico que ajuda a reforçar a dramaticidade do álbum. Annabel é o encerramento épico do álbum, com mais de sete minutos de duração, um dos momentos mais impressionantes da obra, tanto pelo impacto emocional quanto pela construção musical climática. Alesana foi formada em 2004 em Raleigh, Carolina do Norte (EUA), com um som que mistura post-hardcore, screamo e metalcore Com um trabalho cirúrgico de combos de vocais limpos/gritados, instrumental pesado e melódicos e breakdowns cativantes, é uma banda de muitos fãs devotos, que seguem os norte-americanos no virtual, pelas redes sociais, e principalmente no real, nas apresentações ao vivo. SERVIÇOAlesana em São PauloData: sábado, 28 de fevereiro de 2026 Horário: 19h (abertura da casa) Local: Carioca club (rua Cardeal Arcoverde, 2899, Pinheiros, São Paulo/SP) Ingressos Classificação etária: 16 anos (menores acompanhados dos responsáveis, conforme regras da casa)
Kadavar retorna ao Brasil após sete anos para show único em São Paulo

Março de 2026 acontece o tão esperado retorno ao Brasil da banda alemã de space/stoner rock Kadavar, o maior expoente mundial do estilo. Será show único no país, dia 21 de março, um sábado, em São Paulo, no Carioca Club. A realização é da Agência Sobcontrole. Os ingressos estão à venda no Clube do Ingresso. O Kadavar retorna após sete anos e muitas mudanças, em um momento de reafirmação da identidade da banda: após experimentações, eles retornam ao que lhes deu reconhecimento: riffs pesados, psicodelia e groove pulsante. O agora quarteto traz a turnê do novo álbum K.A.D.A.V.A.R. (Kids Abandoning Destiny Among Vanity and Ruin), que combina a força sonora clássica com a experiência adquirida nas transformações recentes. K.A.D.A.V.A.R. foi lançado em 7 de novembro de 2025 pelo selo Clouds Hill, poucos meses após o anterior, I Just Want To Be A Sound (maio de 2025), numa espécie de “volta às raízes” da banda, isto é, com mais presença do stoner rock, o estilo que perpetuou os alemães na década de 2010 e com uma fiel base de fãs no Brasil. ‘Lies’, a faixa de abertura do novo álbum, é a síntese desta ‘nova-velha’ fase do Kadavar: começa com um riff metálico-doom e então explode deliciosamente em rock psicodélico. E são muitos bons riffs ao longo de disco inteiro! O humor despojado dos primórdios do Kadavar também está de volta em faixas como ‘Stick It’ e seu groove relaxado e em ‘Total Annihilation’, uma das mais pesadas da carreira dos alemães. A própria escolha de gravação analógica e produção ‘de volta ao básico’ foi pensada como uma reconexão com as raízes, com a energia crua do rock dos anos 70 e com os fãs ‘das antigas’.
Fresno anuncia o lançamento de seu novo disco Carta de Adeus

A Fresno está de volta. Após a turnê de seu último disco Eu Nunca Fui Embora, que consolidou a banda como uma das maiores de seu tempo com shows que percorreram todo Brasil, o trio anuncia o próximo passo na carreira: o lançamento de seu décimo primeiro álbum de inéditas intitulado Carta de Adeus. O novo trabalho será lançado de uma maneira exclusiva dia 18 de abril de 2026, em um show especial no Espaço Unimed, com ingressos à venda. Os fãs que adquirirem o ingresso para o show do dia 18 de abril de 2026 no Espaço Unimed poderão ouvir Carta de Adeus executado ao vivo, na íntegra, e em primeira mão, além das canções clássicas que marcaram os 26 anos de estrada da banda. Alguns dias após o show de lançamento, o disco de estúdio ficará disponível em todas as plataformas digitais. É a primeira vez que a Fresno lança um álbum desta maneira. Sendo assim, a banda brindará a base de fãs com a oportunidade de ouvir de maneira inédita o disco novo ao vivo, selando um pacto de união e simbiose que tem sido substancial para o trio ao longo destes anos. Apostando também no formato físico de seu trabalho, a banda vai abrir uma pré-venda de Carta de Adeus em formato de CD e vinil no início de 2026. A ação é uma forma da banda reafirmar os laços de experiências reais com os fãs, frutos de uma trajetória de canções que viraram verdadeiros hinos que atravessaram gerações. Desta forma, a concepção de Carta de Adeus torna-se uma extensão primordial de um trabalho de conexão entre a banda e as pessoas, que já vem se desenvolvendo e se consolidando de maneira intensa ao longo dos anos de carreira do grupo. O disco traz o trio em sua maturidade artística e solidifica a experiência da banda como uma das mais importantes de sua geração, expandindo seus laços, conexões musicais e pavimentando sua relevância a cada novo lançamento. As canções de Carta de Adeus são memória viva de amor, dor, sinestesia e sensibilidade— elementos imersivos que se fundem à vida e obra de Lucas Silveira, Vavo e Guerra.
Mr. Bungle confirma show solo no Cine Joia, em São Paulo

O Mr. Bungle chega ao Brasil, depois de quatro anos, como atração de abertura da turnê Life is But a Dream…, do Avenged Sevenfold, com apresentações em Curitiba e em São Paulo. E, agora, o Mr. Bungle tem agendado um show solo em São Paulo, no dia 26 de janeiro de 2026, no Cine Joia, em uma realização da 30e. A venda dos ingressos começa nesta terça-feira (9), às 14h, no site da Eventim. Os preços variam entre R$ 212,50 e R$ 475,00. Conhecido por ser pioneiro ao combinar gêneros de maneira extrema e incrivelmente coesa, o Mr. Bungle une elementos de death metal, hardcore punk, rock progressivo, ska e até trilhas sonoras de desenho animado com técnica refinada e uma criatividade fora do comum. Essa abordagem subversiva derrubou barreiras e mostrou que a música não precisa seguir regras fixas. O próprio vocalista do Avenged Sevenfold, M. Shadows, não economiza elogios ao falar da banda. “Somos grandes fãs do Mr. Bungle. Retrovertigo é uma das músicas mais suaves deles e uma das nossas favoritas. Achamos que seria uma variação divertida fazer uma versão mais pesada”, revelou em uma entrevista de 2019 para a Revolver Magazine, revista mensal de hard rock e heavy metal publicada nos EUA. Os músicos decidiram revisitar a sua primeira demo em 2020, The Raging Wrath of The Easter Bunny, que foi gravada em 1986 de forma independente. Para isso, convidaram Scott Ian (guitarrista do Anthrax) e Dave Lombardo (ex-baterista do Slayer), dois nomes fundamentais da cena thrash metal norte-americana. O resultado é um trabalho que dá “uma segunda chance de vida [para as músicas] nas mãos de um supergrupo formado por lendas competentes do metal”, de acordo com a crítica do Exclaim!, mídia especializada do Canadá. Em 2022 aconteceu a estreia de Mr. Bungle no Brasil, durante a primeira edição do Knotfest no país, ao lado de nomes como Slipknot, Bring Me The Horizon e Black Pantera. Celebrando uma fase mais “pesada” musicalmente, a banda segue em turnê internacional por festivais e casas de shows na América do Norte, Europa e Austrália. Faixas como Anarchy Up Your Anus, Raping Your Mind e Sudden Death, todas do disco de 2020, formam o repertório, incluindo composições inéditas da mesma época da demo original que ganharam arranjos completos apenas agora. Confira como será a passagem do Mr. Bungle pelo Brasil
Helloween anuncia única apresentação em São Paulo da turnê de 40 anos

O Helloween, um dos maiores nomes do heavy metal mundial, está de volta a São Paulo. A banda confirmou única apresentação no dia 19 de setembro, na Suhai Music Hall. A venda de ingressos começa no dia 10 de dezembro, às 10h, exclusivamente pelo site Eventim. Com produção da Mercury Concerts, o show faz parte da turnê mundial que celebra 40 anos de carreira e marca o lançamento de Giants & Monsters, segundo álbum da formação clássica e sucessor do disco autointitulado de 2021, que alcançou o topo das paradas. No repertório, a banda apresenta um setlist definitivo, combinando clássicos absolutos, faixas dos trabalhos mais recentes e surpresas preparadas especialmente para esta turnê histórica. Celebrando quatro décadas de trajetória, o Helloween volta aos palcos com sua turnê mais ambiciosa. As primeiras datas na Europa esgotaram imediatamente. Reunindo seus três vocalistas icônicos — Michael Kiske, Andi Deris e Kai Hansen — o grupo apresenta performances explosivas em um espetáculo que revisita seu legado e aponta para o futuro. A turnê chega ao Brasil embalada também pelo recém-lançado CD e Blu-ray Live at Budokan, registro do show realizado em Tóquio, considerado um novo marco na história ao vivo da banda. Com 15 discos de ouro, seis de platina e mais de dez milhões de cópias vendidas, o Helloween inaugura um novo capítulo com Giants & Monsters, o álbum mais versátil de sua carreira. Das explosões power metal de Giants on the Run aos longtracks grandiosos Universe (Gravity for Hearts) e Majestic, o disco reforça a força criativa de sete músicos em plena potência. A variedade sonora e emocional se estende por hits diretos como A Little Is a Little Too Much, pelo tributo de Andi Deris ao Japão em This Is Tokyo e pelas baladas arrebatadoras como Into the Sun. Elementos clássicos do universo do Helloween surgem com vigor em faixas como Savior of the World e Under the Moonlight, além das composições de Kai Hansen que resgatam a essência que definiu o power metal mundial. Produzido por Charlie Bauerfeind e Dennis Ward e mixado no lendário Wisseloord Studios — que já recebeu Def Leppard, Judas Priest e Rammstein — o álbum eleva o nível técnico e artístico da banda, reforçando o espírito renovado que marca essa fase.
Mark Farner’s American Band retorna ao Brasil em maio de 2026

O vocalista e guitarrista Mark Farner, ex-integrante do Grand Funk Railroad, retorna ao Brasil em maio de 2026 com sua banda para uma série de seis apresentações que prometem reviver grandes clássicos do rock setentista. A turnê da Mark Farner’s American Band começa no dia 20 em Porto Alegre e segue por Curitiba, São Paulo, Belo Horizonte, Brasília e Rio de Janeiro. O repertório deve incluir os grandes sucessos da carreira do Grand Funk Railroad, além de faixas menos óbvias do riquíssimo catálogo da banda. A banda de apoio conta com músicos experientes que acompanham Farner há anos, garantindo uma performance fiel e energética. Os ingressos, que podem ser adquiridos pelo Clube do Ingresso, estão disponíveis com valores entre R$200 e R$1.700 (meet & greet), incluindo opções de meia-entrada solidária mediante doação de alimento.
We Are One 2026, com Millencolin e Pennywise, confirma show extra em São Paulo

Com a primeira data em São Paulo esgotada em apenas três dias, o We Are One Tour 2026 ganhou uma segunda data na capital, resposta direta à grande procura pelo evento. A data extra será dia 31 de março, na Audio, com Pennywise (EUA), Millencolin (Suécia), Mute (Canadá) e The Mönic. A realização é da Solid Music Entertainment. Os ingressos para a data extra estarão à venda a partir das 13h deste sábado (6) no site da 101 Tickets. Outra novidade nesta já histórica edição é o Combo WA1 2026, que contém adesivo, chaveiro e camiseta, também à venda na 101 Tickets. We Are One 2026 A maior edição da história do já tradicional We Are One Tour acontece em março de 2026 em cinco cidades do Brasil, com três grandes atrações internacionais e mais bandas brasileiras. Como headliners, duas lendas do punk/hardcore melódico em uma celebração de duas trajetórias fundamentais do estilo: Pennywise (EUA) e Millencolin (Suécia), junto à canadense Mute. A paulistana The Mönic fará na abertura de todos os shows. A We Are One Tour 2026 começa dia 20/03, em Santiago do Chile, passa por Buenos Aires (Argentina) dia 22/03 e chega ao Brasil no dia 24/03. A primeira parada é Porto Alegre, no URB Stage. Em seguida, é a vez de Florianópolis, dia 25/03, no Life Stage. Curitiba é a próxima cidade que recebe o super We Are One Tour 2026, no dia 27/03, no Piazza Notte. Em São Paulo, na sequência, é dia 28/03, no Terra SP, já sold out com mais duas bandas no lineup: Zander e Contra o Céu. Depois, dia 29/03, no Rio de Janeiro, no Sacadura 154. O último é o recém anunciado show extra em São Paulo, dia 31/03, na Audio.
TBT – Dez anos sem Scott Weiland: relembre o show do Velvet Revolver em São Paulo

Scott Weiland, de 48 anos, ex-vocalista do Stone Temple Pilots e do Velvet Revolver, foi encontrado morto em 3 de dezembro de 2015, dentro do ônibus de sua banda, a Scott Weiland & the Wildabouts, no estado de Minnesota, nos Estados Unidos. A causa da morte foi overdose. Hoje, dez anos após a morte do vocalista, relembramos o histórico show do Velvet Revolver no estádio do Morumbi, em São Paulo, quando abriu para o Aerosmith. A apresentação rolou em 12 de outubro de 2007. Velvet Revolver prova que supergrupos podem ter alma Quando as luzes do Morumbi se apagaram para a abertura, a sensação não era de um “show de aquecimento”, mas de um evento principal paralelo. O Velvet Revolver subiu ao palco trazendo a mística de ser a “banda mais perigosa do mundo” naquele momento. Scott Weiland, magro e com movimentos serpentinos que lembravam um lagarto elétrico, comandava a frente, enquanto a silhueta inconfundível de cartola e Gibson Les Paul à esquerda arrancava gritos de “Slash” da plateia. A chuva que caía não esfriou a recepção. A abertura com Let It Roll e a pesada Do It for the Kids mostrou que, apesar da acústica do Morumbi engolir um pouco a guitarra base de Dave Kushner, o entrosamento entre baixo (Duff) e bateria (Matt Sorum) continuava sendo uma parede de concreto. A banda sabia o que o público queria. Embora as músicas autorais como Sucker Train Blues fossem bem recebidas, o estádio veio abaixo quando o passado foi invocado. Os covers do Stone Temple Pilots, Vasoline e Interstate Love Song, serviram para lembrar a todos que Weiland era uma das maiores vozes dos anos 90. Sua performance era errática e hipnótica, contrastando com a solidez da banda instrumental. Mas foi o legado do Guns N’ Roses que gerou a catarse. It’s So Easy (com Duff nos vocais rasgados) e Mr. Brownstone transformaram o Morumbi em uma máquina do tempo. Ver Slash tocando esses riffs ao lado de Duff novamente foi, para muitos, o fechamento de um ciclo aberto desde 1993. Além da nostalgia O mérito do show, no entanto, foi provar que o Velvet Revolver tinha vida própria. Fall to Pieces foi o momento “isqueiros para o alto” (ou celulares, na época começando a dominar). O solo melódico de Slash sob a garoa fina foi uma daquelas cenas cinematográficas que só estádios proporcionam. A banda também testou material novo com She Builds Quick Machines (do disco Libertad, que sairia meses depois), mostrando que ainda havia gasolina no tanque criativo. O encerramento com Slither foi a prova definitiva de força. Com seu riff arrastado e refrão explosivo, a música já soava como um clássico instantâneo, equiparando-se aos covers tocados anteriormente. Scott Weiland, regendo a massa com seu megafone, saiu de cena deixando a impressão de que tínhamos visto uma das últimas grandes encarnações do rock and roll perigoso e visceral. O Aerosmith, que veio na sequência, teve trabalho para superar aquela energia. Edit this setlist | More Velvet Revolver setlists
Madball retorna a São Paulo em março de 2026

O Madball retorna a São Paulo em 6 de março de 2026 em show no Fabrique Club. A banda liderada pelo explosivo frontman Freddy Cricien volta ao Brasil para um evento exclusivo que antecede o 2º NDP Fest, o festival da produtora ND, responsável pelos dois eventos, agendado para 15 de março no Espaço Usine. Os ingressos já estão à venda. Para celebrar a volta do Madball à capital paulista justamente no mês em que completa dois anos de atividades, a ND Productions lança lotes de ingressos promocionais para o show. Quem já comprou a venda cega do NDP Fest, que esgotou em poucas horas, basta usar o cupom ‘NDPFEST’ no site da Fastix para adquirir a entrada para ver o Madball no dia 6 de março. A produtora ainda lança o combo Madball + NDP Fest a um valor acessível que garante entrada para os dois eventos. Madball é a expressão máxima da sonoridade que a banda definiu como gênero e um estilo de vida: música acelerada, direta e intensa, marcada por guitarras secas, groove cadenciado, batidas urgentes e vocais que soam como um grito coletivo em meio ao caos urbano. Nascido nos subúrbios de Nova York, o estilo que a banda ajudou a consolidar dispensa adornos e foca na mensagem com faixas curtas, objetivas, construídas para impactar de imediato e extravasar a tensão. Set It Off, Demonstrating My Style, Look My Way, Hold It Down, Legacy e Infiltrate the System são discos clássicos do Madball, que pavimentaram a alcunha de ‘reis do hardcore’. * Madball em São Paulo (pré-NDP Fest 2ª edição) Data: 6 de março de 2026 (sexta-feira) Horário: 19h30 (abertura da casa) Local: Fabrique Club Endereço: Rua Barra Funda, 1071, na Barra Funda – São Paulo/SP Ingresso Valores: R$ 180,00 (Meia Entrada: solidária e Estudante – 1º lote); R$ 360,00 (Inteira – 1º lote) Combo Madball + 2º ND Fest (15/03): esse ingresso dá acesso ao show do Madball e também ao NDP Fest que acontece no dia 15 de Março no Espaço Usine: R$ 300,00