Summer Breeze Open Air do Brasil anuncia lineup completo

O tradicional festival de heavy metal alemão Summer Breeze anunciou o lineup completo de sua segunda edição. O Summer Breeze Open Air do Brasil acontecerá nos dias 26, 27 e 28 de abril de 2024, no Memorial da América Latina, em São Paulo. Within Temptation, Hammerfall, Anthrax, Killswitch Engage, Sebastian Bach, Mr.Big, Epica e Mercyful Fate são os principais nomes desse lineup extenso, com dezenas de outros nomes. Um dos grandes destaques é a banda Mercyful Fate, liderada por King Diamond. O grupo é uma das bandas mais cultuadas no mundo todo e é também referência para o surgimento de diversos outros subgêneros dentro da cena do heavy metal, como o black metal, por exemplo. O som distintivo praticado pela banda vem com vocais versáteis, incluindo agudos e falsetes, guitarras bem trabalhadas e uma temática voltada ao ocultismo, satanismo e histórias de horror. O título de seu primeiro álbum Melissa era o apelido do crânio que o vocalista usava como parte do cenário e de suas performances. A banda, que voltou aos palcos no dia 2 de junho de 2022, realizou seu primeiro show desde 1999 em Hanôver (Alemanha), como parte de uma turnê europeia, onde estreou uma nova música, The Jackal of Salzburg. Masquerade of Madness, outra das novas, saiu como videoclipe e está disponível nas plataformas de streaming. A formação atual traz King Diamond, Hank Shermann e Mike Wead (guitarras) e Matt Thompson (bateria, substituindo Bjarne T. Holm), além de Pontus Egberg (baixo) no lugar do saudoso Timi Hansen – a baixista Becky Baldwin (Fury) e Joey Vera (baixo, Armored Saint) também chegaram a substituir Hansen. O festival ainda terá uma das bandas mais requisitadas pelo público – a holandesa de metal sinfônico Epica, que recentemente lançou um álbum ao vivo intitulado Live At The AFAS Live gravado em Amsterdam, na Holanda. Além deles e das outras bandas previamente anunciadas também estarão presentes as bandas Dark Tranquility, Cultura Tres e o icônico vocalista Dino Jelusić, membro permanente do Trans-siberian Orchestra desde 2016. Sobre os outros nomes já confirmados no Summer Breeze: Amorphis Angra About2Crash Anthrax Avatar AXTY Alchemia Biohazard Black Stone Cherry Battle Beast Carcass Cultura Tres Clash Bulldog’s Death Angel Dr. Sin Eclipse Exodus Edu Falaschi Eminence Electric Mob Forbidden Gamma Ray Hammerfall Hellish WarIn Extremo Jeff Scott Soto Jelusick John Wayne Killswitch Engage Korzus Kryour Lacuna Coil Mr. Big Massacration Minipony Nestor Nervosa Nite Stinger Overkill Rage In My Eyes Ratos de Porão Sebastian Bach Spektra Sinistra Sioux 66 The 69 Eyes The Night Flight Orchestra The Troops of Doom Torture Squad Tygers of Pan Tang Within Temptation Zumbis do Espaço Os ingressos estão disponíveis de forma online, através do Clube do Ingresso, sem taxa de conveniência até domingo (19). Confira os valores Ingresso por dia (Summer Card): R$525,00 / R$1.050,00 (inteira) Summer Card Social: por dia (mediante doação de 1kg de alimento não perecível): R$600,00 Ingresso para todos os dias (Pass): R$1.400 / R$2.800 (inteira) Mais informações em Clube do Ingresso
The Aggrolites comanda noitada com dream team do ska nacional em SP

Feriado de 15 de novembro, temperaturas altíssimas beirando os 40 graus e o extremamente agradável Fabrique Clube, localizado na Barra Funda (região central de São Paulo), recebeu uma noite memorável de ska. A banda californiana The Aggrolites foi a atração principal. Abrindo a programação, o septeto Maga Rude, banda formada apenas por mulheres, executou um som competentíssimo, baseado na primeira onda jamaicana de ska. O som estava perfeito e o repertório escolhido com muito bom gosto, fez a alegria de quem chegou cedo. A promissora banda paulistana encerrou seu set executando You’re wondering now (composição de Clement Seymour “Coxsone” Dodd, regravada por diversos artistas como The Specials e Amy Winehouse) com muita autoridade. Quinze minutos para pegar fôlego, muita coisa boa rolando na excelente discotecagem do Thiago DJ, mas logo sobe ao palco o Marzela, os rude boys do ABC. Rocksteady e Ska, mesclados com maestria com aquele tempero punk rock, que eles fazem tão bem há quase dez anos. A Marzela convocou todo o público para dançar e não desistiu, até fazer todos os presentes chacoalharem seus esqueletos. Para isso atacaram com canções como Rude Girl, faixas do seu último EP, B-Side of Madness, além de clássicos como Police on my Back (The Equals) e Gangster (The Specials). Posteriormente veio a banda Explêndidos, direto de Belo Horizonte, com bastante brasilidade na sua fusão com ritmos jamaicanos e encontrando uma casa quase cheia. Fizeram bonito e mostraram bastante originalidade e energia. Destaque para as faixas Entre o Céu e o Inferno, Top Top (Os Mutantes) e a linda homenagem ao Clube da Esquina, com uma ótima versão de Paula e Bebeto (Milton Nascimento). Logo depois subiu ao palco a veterana Sapo Banjo. Com formação reformulada, a banda na ativa desde 1996 esbanjou competência, balanço e energia além do esperado. Conhecidos por seus shows cheios de animação, a banda agora conta com a extremamente carismática vocalista Natalia Zanellato. Destaque para a execução de Amor na Cidade, primeira faixa gravada com a nova formação. Já se passavam mais de três horas e meia de baile, mas ninguém parecia cansado, quando subiram ao palco os californianos do The Aggrolites. A banda chegou atacando de Funky Fire, ninguém mais conseguia ficar parado a partir daí. O Fabrique, que estava lotado, virou uma grande pista de dança para ninguém botar defeito. O Aggrolites não economizou nos hits, despejando pedradas como Countryman Fiddle, Free Time, Banana (The Pyramids), Don’t let me Down (The Beatles), aqui com participação de Supla. Essas e tantas outras canções serviram para compensar os fãs por mais de uma década de ausência em terras brasileiras. Destaque para o simpático baixista Jeff Roffredo, que se esforçou para conversar com o público em português durante toda a apresentação. Com um line up irrepreensível, performances de ótima qualidade e uma organização segura e profissional, esse provavelmente foi o melhor evento de ska de 2023.
Primavera Sound 2023 divulga horários dos shows; confira
Brant Bjork retorna a São Paulo em março de 2024 na Casa Aurea

Fundador do influente Kyuss, banda pioneira do stoner rock, o músico californiano Brant Bjork retorna a São Paulo no dia 8 de março de 2024, onde se apresenta na nova casa de show da capital paulista, Aurea. Assim como na estreia do guitarrista no Brasil, em 2019, a produção fica por conta das produtoras Powerline e Abraxas. Brant Bjork passou mais de um quarto de século no epicentro do rock do deserto californiano. Começou como baterista no lendário Kyuss (com Josh Homme, que posteriormente fundou o Queens of the Stone Age) e, já como guitarrista, destilou incríveis riffs repletos de fuzz no seminal Fu Manchu, de 1994 a 2001. Recentemente, Brant voltou a tocar junto a Nick Oliveri (ex-Kyuss e ex-Queens of the Stone Age) com o supergrupo Stöner, que estreou em 2022 com o álbum Stoners Rule. Brant tem também uma extensa discografia, lançada sob as diversas encarnações do seu projeto solo, onde atua como frontman (voz e guitarra) junto a outros músicos da cena de Palm Desert. A carreira solo do músico californiano é repleta de sucessos. Começou em 1999 com o debut Jamalanta, um clássico do stoner rock, com diversas músicas que certamente serão tocadas ao vivo e março de 2024 em São Paulo. Outros petardos são Brant Bjork & the Operators (2002), Gods & Goddesses (2010), Tao of the Devil (2016), Mankind Woman (2018), Jacoozzi (2019), Brant Bjork (2020) e o mais recente, Bougainvillea Suite (2022), entre tantos outros discos e projetos. Nesta segunda passagem por São Paulo, mais uma vez com show único no país, Brant assume a guitarra e vocais, acompanhado de Ryan Güt (Stöner) na bateria e do velho amigo, outro pioneiro do desert rock, Mario Lalli (Yawning Man, Fatso Jetson, Queens of the Stone Age) no baixo. Aurea, nova casa de show em SP Brant Bjork Trio será a primeira atração internacional a tocar na ainda inédita casa de show da capital paulista, a Casa Aurea, que fica localizada na rua Treze de Maio, 112, no bairro Bela Vista. Serviço Brant Bjork em São Paulo Data: 8 de março de 2024 Horário: a partir das 19h Local: Casa Aurea Endereço: rua Treze de Maio, 112 – Bela Vista – São Paulo, SP Ingresso Valores 1º Lote – Pista R$ 150,00 (Meia e meia solidária) R$ 300,00 (Inteira) 1º Lote – Camarote R$ 230,00 (Meia e meia solidária) R$ 460,00 (Inteira) 2º Lote – Pista R$ 170,00 (Meia e meia solidária) R$ 340,00 (Inteira)
Men At Work confirma três shows no Brasil; veja datas e locais

O Men At Work tem data para visitar o Brasil em 2024: a banda chega ao país em fevereiro do próximo ano, para três apresentações – Rio de Janeiro no dia 17, no Qualistage; Curitiba no dia 20, na Live Curitiba; e São Paulo, onde a apresentação acontece no dia 21, na Vibra São Paulo. Os ingressos para as apresentações estarão disponíveis para o público a partir das 11h da próxima terça-feira (21), no Ticketmaster. A turnê brasileira do Men At Work é mais uma realização da MCA Concerts. Com um repertório pop rock com influências de reggae e new wave, a banda é comandada por Colin Hay, remanescente da formação original. Durante sua carreira a banda lançou três álbuns de estúdio, um disco ao vivo – gravado durante a passagem da turnê mundial pelo Brasil em 1996, oito compilações e dois vídeos. No repertório da nova turnê o público irá encontrar todos os grandes hits da banda, canções como Who Can It Be Now?, Down Under, Be Good Johnny, Underground, High Wire, Overkill, It’s a Mistake, Dr. Heckyll and Mr. Jive, Everything I Need, Maria e Man with Two Hearts, entre muitas outras. Data: Quarta-feira, 21/02/2024 Local: Vibra São Paulo – Avenida Nações Unidas, 17.955 – Vila Almeida Abertura das portas: 19h Início do show: 21h Venda de ingressos Abertura de venda: Dia 21/11 a partir das 11h SETORES | INTEIRA | MEIA PISTA | R$ 600,00 | R$ 300,00 POLTRONAS | R$ 700,00 | R$ 350,00 CAMAROTE | R$ 800,00 | R$ 400,00 PLATEIA SUPERIOR | R$ 400,00 | R$ 200,00
Gojira e Mastodon mostram sintonia com o público em espetáculo de tirar o fôlego em SP

Única e imperdível foram dois adjetivos certeiros para descrever a passagem da Mega-Monsters Tour – formada pela banda norte-americana Mastodon e a francesa Gojira – pelo Brasil nesta terça-feira (14), no Espaço Unimed, em São Paulo. Aliás, o público de 8 mil pessoas, quer estivesse presente para ver o Gojira ou Mastodon, aproveitou essa oportunidade e deu um show próprio, seja entoando praticamente o setlist inteiro a plenos pulmões, seja entrando em catarse nos mosh pits. Mastodon abriu o evento às 20h20 ao som da plateia bradando o nome da banda, que foi seguido pela faixa Pain With an Anchor, primeira de seu álbum mais recente Hushed and Grim (2021). Essa foi uma das poucas diferenças do setlist do show da semana passada na Cidade do México, que abriu com The Wolf Is Loose (single de Blood Mountain, 2006). Mas a escolha de Pain With an Anchor foi certeira e empolgou o público logo de cara, que foi à loucura com os solos de guitarra. A plateia voltou a bradar “Mastodon!” a plenos pulmões na introdução da segunda faixa, Crystal Skull. Fãs se espremiam uns entre os outros para a formação de um dos vários mosh pits que se sucederam, música após música, na apresentação do Mastodon, incluindo a canção seguinte, Megalodon, do álbum de sucesso Leviathan (2004). Os gritos de apoio continuaram. A banda pouco precisou fazer para animar o público, que já sentia sua falta após nove anos sem uma apresentação no Brasil. “Isso é inaceitável”, declarou o baterista e um dos vocalistas, Brann Dailor, ao fim do show. Dailor brilha tanto na bateria quanto nos vocais e no carisma, mas toda a banda merece méritos: a qualidade dos vocais e a performance instrumental parecem sair diretamente do álbum do estúdio e, ao mesmo tempo, soam orgânicos – uma combinação perfeita para uma performance impecável. E entre os responsáveis por tal performance está o brasileiro João Nogueira, tecladista da banda, que brincou: “brasileiro só se mete em rolê aleatório!” Seja pelo show envolvente, seja pelo amor mesmo, o público não esmaeceu por um segundo em sua própria performance. Cantaram junto em Divinations, foram embalados por Sultan’s Curse, mais um mosh pit na faixa seguinte, Bladecatcher, além de pulos e gritos em Black Tongue. Entoaram The Czar e iluminaram a pista do Espaço Unimed com a lanterna dos celulares. Praticamente dividiram os já vários vocais da banda em Halloween. A seguir no setlist, o sucesso High Road e a outra faixa do álbum mais recente, More Than I Could Chew. O bis contou com as canções Mother Puncher, Steambreather e, para fechar com chave de ouro, Blood and Thunder, um dos maiores sucessos da banda – a escolha perfeita para dar um último gás no encerramento do primeiro show. Gojira para fechar a noite Talvez tão aguardada quanto – na fila de espera, era difícil dizer se haviam mais fãs trajados com camisetas do Gojira ou do Mastodon -, a banda francesa iniciou o set com uma contagem regressiva de 180 segundos e abriu com Born for One Thing, primeira faixa de seu álbum mais recente, Fortitude (2021). A energia do show anterior não se dissipou no público nesta canção, que entoou, em uníssono, We were born for one thing!. O setlist foi o mesmo do show da Cidade do México e bem parecido com o da última passagem da banda pelo Brasil, no Rock in Rio do ano passado, quando substituíram o Megadeth no lineup, mas agora com mais algumas músicas. Enquanto Mastodon trouxe um setlist mais variado, incluindo apenas duas faixas de seu álbum mais recente, o setlist do Gojira possuiu conhecidas do público desde From Mars To Sirius (2005) até agora, mas investiu mais em Fortitude (2021), com cinco canções no total. Gojira foi bem mais interativo com o público ao longo do show, pedindo para fazer (ainda mais) barulho, o que foi atendido nas faixas Backbone e Stranded – a segunda, um dos maiores sucessos da banda, levou um belo coro da plateia, que mostrou conhecer bem a letra. Flying Whales, do álbum From Mars To Sirius (2005), considerado por vários críticos o melhor da banda, foi um dos pontos altos da apresentação. A cada canção, a iluminação mudava de acordo com a paleta de cores do álbum. Durante esta, as luzes azuis, o canto da plateia e o som das baleias transmitiram a sensação do oceano – calmo a princípio, mas com águas que logo se tornaram cada vez mais agitadas com um dos maiores mosh pits da noite. O show seguiu enérgico com The Cell e The Art of Dying. Na sequência, o solo de Mario Duplantier, considerado um dos melhores bateristas do mundo, exibiu seu estilo intenso (visto em todas as músicas) e hábil. O público seguiu o pedido quando o músico exibiu uma placa escrito para que gritassem “Mais alto, p*rra!”, em portugês, e foi recompensado com outra escrito, “Aí sim, car*lho!” A oitava canção foi Grind, e na sequência, uma breve fala do vocalista Joe Duplantier sobre como é difícil encontrar outro mundo que seja apropriado para a humanidade, e que “é melhor ficar por aqui”, que introduziu a faixa Another World. A letra fala, justamente, sobre a aflição do protagonista de encontrar outro mundo, pois crê que o fim do nosso já está próximo – em referência aos problemas climáticos sem precedentes na história da nossa sociedade, tema recorrente em suas composições e que é uma das maiores bandeiras do Gojira. O público cantou junto em Oroborus, faixa de abertura do álbum The way of all flesh (2008), e Silvera (Magma, 2016). Não houve tanta movimentação física do mesmo durante todo o setlist do Gojira como em Mastodon, ou seja, menos mosh pits – talvez pela menor intensidade de algumas canções -, mas os fãs mostraram que continuavam sim, bastante animados, com gritos de torcida “Olê, olê olê olá, Gojira!”, que renderam um agradecimento do vocalista. The Chant é o tipo de canção que foi feita para shows.
Alanis Morissette promove noite nostálgica com hits no Allianz Parque
McFly anuncia dois shows no Brasil; veja datas e locais

O McFly anunciou dois shows no Brasil no ano que vem. O quarteto britânico de pop rock fará shows em São Paulo e no Rio de Janeiro com a turnê de seu novo álbum, Power to Play, lançado neste ano. As apresentações acontecem em maio, primeiro no Espaço Unimed, em São Paulo, no dia 2, e depois no Qualistage, no Rio, no dia 5. Os ingressos começam a ser vendidos nesta sexta-feira (17), no site da Livepass. Os ingressos custam entre R$ 190 e R$ 920. Os shows marcarão o retorno do McFly ao Brasil após dois anos, já que em 2022 a banda se apresentou em São Paulo, Belo Horizonte, Porto Alegre, Ribeirão Preto e no Rio. Antes disso, eles ficaram dez anos sem tocar no país. Mesmo tendo vivido seu auge há mais de dez anos, o McFly é uma das bandas internacionais que tem maior conexão com o público brasileiro. Uma das provas é que o quarteto lançou, em julho, o single Broken By You, com letras em inglês e português, e participação da banda brasileira Fresno.
Simple Plan e Nx Zero fazem side show do I Wanna Be Tour em SP

No dia 1 de março vai acontecer o side show da I Wanna Be Tour, na Vibra São Paulo, com um show especial do Simple Plan e outro do NX Zero. O anúncio foi feito nesta segunda-feira (13). “Estamos muito animados com a turnê I Wanna Be Tour no Brasil! Ainda não conseguimos acreditar que o primeiro show em São Paulo esgotou em um dia! Para comemorar, decidimos junto com nossos amigos do NX Zero, que tínhamos que dar aos nossos fãs mais uma chance de nos ver tocar. Estamos muito felizes em anunciar que começaremos mais cedo, organizando nossa própria pré-festa e com nossos amigos do NX Zero na noite anterior ao IWBT! Não poderíamos vir ao Brasil e não fazer um show completo para vocês! Vai ser incrível e mal podemos esperar para ver todos vocês lá!”, declarou Chuck Comeau, baterista do Simple Plan. E tem mais! US$ 1 de cada ingresso vendido para a turnê irá para a Simple Plan Foundation. Fundada em 2005, esta instituição tem como objetivo ajudar jovens e mostrar como a música pode ser uma ferramenta para encontrar um propósito na vida. Desde a sua criação, a Simple Plan Foundation doou mais de US$ 2 milhões para diversas causas no Canadá e recebeu vários prêmios por sua filantropia. A venda de ingressos para o warm-up começa no próximo dia 14 de novembro na Eventim. Idealizada pela 30e, a I Wanna Be Tour vai reunir em sua primeira edição nomes nacionais e internacionais que têm o rock, suas nuances e atitudes como ponto de partida. As 12 atrações confirmadas são: Simple Plan, A Day To Remember, The All-American Rejects, All Time Low, The Used, Asking Alexandria, NX Zero, Pitty, Boys Like Girls, Mayday Parade, Plain White T’s e Fresno. São Paulo terá a primeira apresentação da turnê no dia 2 de março, no Allianz Parque. Depois a tour passará por: Curitiba (3 de março, no Estádio do Couto Pereira), Recife (6 de março, na Área Externa do Centro de Convenções Pernambuco), Rio de Janeiro (9 de março, no Engenhão – Estádio Nilton Santos) e Belo Horizonte (10 de março, na Arena da Independência).