Jão é anunciado no The Town; ingressos serão vendidos a partir do dia 14 de março

O cantor Jão literalmente não para! Após um ano cheio de grandes conquistas e feitos na carreira, turnê esgotada e sucesso de crítica e público, o cantor foi confirmado na primeira edição do festival The Town, em São Paulo. O artista será headliner do palco The One no dia 10 de setembro e irá trazer diversas novidades. “É uma honra ser headliner do palco The One na primeira edição do The Town. É uma grande responsabilidade, mas vamos entregar um show incrível, digno da estreia que ele merece!”, afirma Jão. Vale ressaltar que o cantor marcou presença em diversos festivais com apresentações elogiadas, como a do Rock in Rio Brasil 2022 — dos mesmos organizadores do The Town –, onde empolgou o público presente no Palco Sunset ao cantar suspenso em uma enorme plataforma e emocionou ao homenagear Cazuza, 37 anos depois do show do Barão Vermelho na primeira edição do festival carioca. Na ocasião, Jão recebeu no palco a mãe do lendário cantor brasileiro, dona Lucinha Araújo, e interpretou canções como Codinome Beija-Flor, O Tempo Não Para e Pro Dia Nascer Feliz. Vendas do The Town Card se iniciam 14 de março No dia 14 de março, a partir das 19 horas, começa a venda do The Town Card, que equivale a um ingresso de gramado, sem data, válido para um dia do evento. Com o The Town Card, o fã já garante a sua presença no festival antes mesmo da confirmação de todas as bandas e atrações. A escolha do dia de festival a que o fã pretende ir deverá ser feita até 24 horas antes da venda oficial de ingressos. Após essa data, que ainda será divulgada, a escolha ficará condicionada à disponibilidade de ingressos. O festival também vem com novidades na venda dos ingressos. Numa parceria inédita, os ingressos serão vendidos exclusivamente online através da Ticketmaster Brasil, e a organização convida os fãs a já se cadastrarem na nova plataforma para facilitar a compra do The Town Card no dia 14 de março. O The Town Card custa R$ 770,00 a inteira e R$ 385,00 a meia-entrada e não há cobrança de taxa de conveniência. Por ter um estoque limitado, o limite de compra é de até 4 (quatro) ingressos por CPF, sendo no máximo uma meia-entrada.  Os clientes que adquirirem meia-entrada terão que inserir no próprio site todas as informações referentes ao documento que comprove tal condição, para posterior validação, assim como será necessário apresentá-lo no acesso à Cidade da Música, no dia do evento. O pagamento poderá ser feito por cartão de crédito ou PIX. Para pagamento com cartão de crédito, o valor poderá ser parcelado em até 6 (seis) vezes sem juros. Já os clientes que efetuarem o pagamento com cartões de crédito Itaú, Credicard ou Iti poderão parcelar a compra em até 8 (oito) vezes sem juros. Para pagamento com PIX, basta utilizar o QR Code apresentado na tela final do processo de compra e realizar o pagamento. O prazo para efetuar a compra será de 10 minutos após a geração do código QR. É importante lembrar que, por determinação do Banco Central, há um limite de valor para pagamentos realizados por PIX entre os horários de 20h e 6h.

Dance of Days anuncia dois shows gratuitos em São Paulo

O Dance of Days anunciou dois shows gratuitos em São Paulo na última semana de janeiro, nos dias 28 e 29, participando das atividades do Mês da Visibilidade Trans e para divulgar o recém-lançado single Clareia Noite, faixa dois do novo álbum da banda, que chegará ao streaming ainda em 2023. No dia 28, a apresentação será na Casa de Cultura São Rafael, na rua Quaresma Delgado, 354, no Jardim Vera Cruz (Zona Leste), e dia 29 na Casa de Cultura Butantã, na avenida Junta Mizumoto, 13, no Jardim Peri Peri. Os horários de ambos os eventos serão anunciados em breve pelas redes das Casas de Cultura. Com distribuição pela STRM Music, que tem direção de Caco Grandino do NX Zero, o Dance of Days apresenta ao público, faixa a faixa, seu aguardado novo trabalho. O último lançamento da banda foi o álbum Amor Fati, de 2016, distribuído pela Deck. De lá pra cá, a banda atravessou uma verdadeira travessia de renascimento, culminando com seu glorioso retorno aos palcos com casa lotada no Fabrique Club, em julho do ano passado. “Todos os álbuns do Dance of Days são importantes demais para mim e registram, com profunda sinceridade, marcos de minha jornada, narrados em primeira pessoa. Mas este, meus amores, frente a todas as transformações que atravessei nos últimos anos, tem um valor mais que especial para mim”, disse a vocalista Nenê Altro, em suas redes sociais.

Vivendo do Ócio celebra 11 anos de ‘O Pensamento é um Ímã’, em São Paulo

O Pensamento é um Ímã, o segundo disco do Vivendo do Ócio, foi um importante passo para consolidar a carreira deste quarteto baiano, hoje com quatro discos de estúdio e turnês por todo o Brasil. A celebração dos 11 anos do seu lançamento será no palco do Fabrique Club, em São Paulo, no show especial que realiza dia 12 de fevereiro. A produção é da Powerline Music & Books e duas bandas em ascensão da cena alternativa nacional fazem a abertura deste evento: Bratislava e The Zasters. Lançado em fevereiro de 2012 pela DeckDisc, O Pensamento é um Ímã é composto por consagradas referências, vide a mistura contagiante do rock nacional a la Los Hermanos e Skank com a energia do Strokes, e nomes de peso nos bastidores: teve produção de Rafael Ramos (Cachorro Grande) e Chuck Hipolitho (Forgotten Boys), além da mixagem feita em Los Angeles por Brian ‘Big Bass’ Gardner (Foo Fighters). Vivendo do Ócio é uma banda brasileira de rock formada em Salvador, Bahia, em 2006 pelo guitarrista e vocalista Jajá Cardoso com o baixista Luca Bori, em seguida houve a inclusão do guitarrista Davide Bori (irmão de Luca) e o atual baterista Dieguito Reis. O grupo vem sendo uma das principais bandas do cenário do rock brasileiro contemporâneo, já ganharam vários prêmios e possuem quatro álbuns de estúdio, o mais recente auto-intitulado, que já soma mais de 2 milhões de reproduções no streaming. Serviço Vivendo do Ócio em São Paulo: 11 anos d’O Pensamento é um Ímã Data: 12 de fevereiro de 2023 (domingo) Horário: 17h Local: Fabrique Club Endereço: Rua Barra Funda, 1701 – Barra Funda, São Paulo/SP Ingresso 1º lote – R$ 40 (Meia Entrada Estudante/Promocional 1 KG de alimento) 2º lote – R$ 50 (Meia Entrada Estudante/Promocional 1 KG de alimento) 3º lote – R$ 60 (Meia Entrada Estudante/Promocional 1 KG de alimento) Venda online

Inocentes, Statues on Fire e Reverendo Frankenstein tocam em São Paulo

A Ohio Entertainment reúne, no Red Star Studios (antigo Espaço Som), bandas de três gerações do rock paulista. Com mais de 40 anos de carreira, Inocentes se juntam a duas bandas do ABC paulista, Statues On Fire e Reverendo Frankenstein. Os shows acontecem no dia 20 de janeiro, a partir das 19h30. Os ingressos antecipados estão à venda pelo Sympla a R$ 30 (R$ 50 no dia do evento). Uma das bandas pioneiras do punk brasileiro, Inocentes mantém a mesma formação desde 1995, com Anselmo Monstro no baixo, Nonô (Luis Singnoreti) na bateria, Ronaldo Passos na guitarra e Clemente, voz e guitarra. A banda apresenta a turnê de lançamento do novo EP Queima! Com duas faixas inéditas, Eu Vou Ouvir Ramones e Queima!, o trabalho resgata o punk dos primórdios do quarteto paulista, que completou 41 anos. O show apresenta além das novas músicas, as canções do EP Cidade Solidão, de 2019, e os clássicos que marcaram a carreira dos Inocentes. Com apenas nove anos de vida, Statues on Fire acumula cinco turnês pela Europa e se consolida como uma das melhores bandas do punk e hardcore nacional. A quinta passagem pela Europa ocorreu em maio de 2019 em festivais de renome como Wilvarin Festival e Au Fest Frankfurt (ambos na Alemanha), entre outros. As tours de 2020-2021 agendadas com a participação da banda em grandes festivais Europeus teve que ser adiada para 2023 devido as complicações da pandemia de covid-19 no mundo. Comemorando dez anos de estrada, Reverendo Frankenstein é formada por M.Krempel (voz), Alex from Hell (guitarra), Villa von Zorch (baixo) e Renan Pigmew (bateria) combinando influências de psychobilly, surf music e punk rock entre outros para criar um novo som, assim como o personagem do clássico livro de Mary Shelley deu vida a uma nova criatura a partir de pedaços. Com o disco Está Vivo… Está Vivo! (2016), vários singles e participação em diversas coletâneas, inclusive fora do Brasil, a banda prepara seu segundo álbum para 2023. SERVIÇO Inocentes, Statues on Fire e Reverendo Frankenstein Data: 20 de janeiro (sexta) Local: Red Star Studios (antigo Espaço Som) – Rua Teodoro Sampaio 512, Pinheiros Horário: 19h30 Entrada: R$ 30 (antecipado) e R$ 50 (no dia) Ingressos

Dono da festa, Slipknot entrega hits e pirotecnia no Knotfestival

Headliner da noite e dono do Knotfestival, o Slipknot não poupou esforços para entregar o melhor do evento. Pirotecnia, iluminação diferenciada e performances de tirar o fôlego são alguns dos pontos a se destacar. Além disso, o Slipknot focou mais nos hits no Knotfestival, preterindo os elogiados álbuns We Are Not Your Kind (2019) e The End, So Far (2022), ambos com apenas uma canção cada no repertório. Com 15 músicas no set, o Slipknot não desperdiça o tempo. Começa com a animada Disasterpiece, antes de emendar o sucesso Wait and Bleed. Sulfur e Before I Forget, ainda no início, mostraram que o objetivo era entreter do começo ao fim. E o Slipknot conseguiu com maestria. Enquanto Corey Taylor exerce bem a função de frontman e porta-voz da banda com o público, o baterista Jay Weinberg, que teve passagens por Madball e Against Me! antes de se consolidar no Slipknot, é o responsável por deixar os fãs boquiabertos com sua performance explosiva. The Dying Song (Time to Sing), do The End, So Far, foi muito bem recebida pelo público. Apesar de mais recente, a faixa já estava na ponta da língua de todos. Knotfestival tem tudo para retornar em 2023. E pode ter certeza que ninguém vai se incomodar em receber o Slipknot todo ano em São Paulo. O público estará lá sempre. Não é só música, é entretenimento, tal como o Kiss proporciona há décadas. Setlist Disasterpiece Wait and Bleed All Out Life Sulfur Before I Forget The Dying Song (Time to Sing) Dead Memories Unsainted The Heretic Anthem Psychosocial Duality Custer Spit It Out Bis People = Shit Surfacing

Bring Me The Horizon transforma Anhembi em lata de sardinha

Após surpreender os fãs com uma jam com Pabllo Vittar na sexta-feira (16), no Vibra SP, a banda inglesa Bring Me The Horizon entregou mais um show divertido e empolgante no Sambódromo do Anhembi, em São Paulo. A apresentação do Bring Me The Horizon foi a primeira a realmente transformar a pista do Anhembi em uma lata de sardinha. A cada pedido do vocalista, Oli Sykes, por circle pits, o desespero tomava conta de quem estava na grade. E Oli, que é casado com a modelo brasileira Alissa Salls e tem casa em Taubaté, no interior de São Paulo, diverte o público o tempo todo. Conversa em português em todos os momentos, pede para os fãs avaliarem a pronúncia das palavras e comanda os movimentos dos apaixonados pela banda. O setlist foi feito para entreter do início ao fim. Can You Feel My Heart, Happy Song, Teardrops e MANTRA em sequência, logo no início, incendiou o público, que até então estava bem tranquilo. Antes de tocar Dear Diary, faixa do EP Post Human: Survival Horror, que domina toda a temática do telão do show, a banda fez uma pequena cena, correndo para o backstage, como se tivesse dado uma pane elétrica. Tudo encenação, mas enganou uma parte do público. Sempre atento no que os fãs estão gritando, Oli promoveu uma pequena mudança no repertório. Tirou Follow You, incluiu Sleepwalking. A reta final guardou outra trinca especial para o público: Drown, com Oli indo cantar no meio da galera, Obey, principal som do EP Post Human: Survival Horror, que tem a participação de Yungblud no telão, além do hit Throne. A lamentar apenas a falta de destaque para o álbum amo, que foi sucesso comercial. Mas é compreensível. Quando veio ao Brasil pela última vez, em 2019, amo teve cinco faixas tocadas. Agora, com Post Human ainda fresquinho, foram cinco do novo EP e apenas uma do último disco. Setlist Can You Feel My Heart Happy Song Teardrops MANTRA Dear Diary, Parasite Eve sTraNgeRs Shadow Moses Itch for the Cure (When Will We Be Free?) Kingslayer DiE4u Sleepwalking Drown Obey Throne

Pantera homenageia integrantes falecidos e relembra clássicos

Certamente o nome mais polêmico do lineup, o Pantera dividiu o público. À frente do Carnival Stage, onde se apresentou, comoção e circle pit o tempo todo. Já no Knotstage, que teve um telão disponível para exibir a apresentação, vaias, xingamentos e reclamações. Motivo? Phil Anselmo. Em janeiro de 2016, o vocalista do Pantera fez saudação nazista e gritou white power durante uma apresentação no Dimebash, na Califórnia. Cancelado por mídia, fãs e outras bandas, o músico ainda tentou voltar no que disse, mas foi em vão. Hoje, muitos músicos consagrados tentam integrar Phil Anselmo no cenário. Integrantes do Slipknot, Judas Priest e Sepultura comentaram ou convidaram o artista para uma jam. Em entrevista à Veja, por exemplo, Rob Halford falou porque aceitou dividir o palco com Anselmo. “Espelho-me no Papa João Paulo II, que foi até a prisão onde estava o homem que tentou assassiná-lo e o perdoou. Se você carrega negatividade e ódio, isso só lhe fará mal. Rejeito o nazismo, rejeito o antissemitismo e sei como é ser discriminado. Phil é um bom amigo, amoroso e apaixonado pela música”. E o show? Phil Anselmo veio acompanhado de um grande time. Além de Derek Engemann, que substituiu o baixista original, Rex Brown, que está com covid, contou com o incrível Zakk Wylde (Black Label Society e Ozzy Osbourne) e Charlie Benante (Anthrax) nos lugares dos falecidos Dimebag Darrell e Vinnie Paul. Os álbuns Vulgar Display of Power (1992) e Far Beyond Driven (1994), dois dos principais da discografia da banda, dominaram o setlist, com cinco e quatro faixas, respectivamente. O repertório do Pantera ainda incluiu Planet Caravan, do Black Sabbath, Cowboys From Hell e uma linda homenagem aos ex-integrantes da banda. Emocionado com o carinho dos fãs, Phil Anselmo agradeceu sempre ao término de cada canção. A imagem contrastava bastante com a reação do público do Knotstage. Por lá, só vaias e xingamentos. Setlist A New Level Mouth for War Strength Beyond Strength Becoming (com ‘Throes of Rejection’) I’m Broken (com ‘By Demons Be Driven’) 5 Minutes Alone This Love Yesterday Don’t Mean Shit Fucking Hostile Cemetery Gates Planet Caravan (Black Sabbath cover) Walk Domination / Hollow Cowboys From Hell