Helado Negro festeja Lula, dança e comando coro no Primavera Sound

Americano de origem equatoriana, Helado Negro subiu ao Palco Beck’s, logo após o término do show da Liniker, que rolou no Palco Primavera, no primeiro dia da edição inaugural do Primavera Sound, em São Paulo, no sábado (5). Helado e seus dois músicos de apoio, um baixista/guitarrista e um baterista, surgiram todos com calça cinza e camiseta vermelha, parecendo até uma homenagem aos bombeiros. Helado é muito comunicativo. Conversou com os fãs o tempo todo, fez dancinhas desengonçadas e pediu o apoio deles o tempo todo, sendo atendido em todas. Far In, álbum lançado em 2021, foi o que deu o tom do show de Helado Negro. Quando cantou Gemini and Leo, o músico puxou coreografias divertidas para acompanhar o som. Até o intérprete de libras, presente no telão de todos os shows, entrou na mesma vibe que o cantor, acompanhando os passinhos. There Must Be a Song Like You, também de Far In, veio logo na sequência. E, mesmo que o público desconhecesse boa parte do repertório, isso não foi problema. O show de carisma de Helado contagiou o público, que na reta final já gritava “Helado gostoso” e “Helado, te amo”. Antes de cantar Pais Nublado, o músico conquistou de vez os fãs, quando dedicou a canção ao presidente eleito, Luis Inácio Lula da Silva (PT), e foi ovacionado pelo público. Na reta final, ele ainda apresentou Running, quando foi para os braços do público e comandou um coro orquestrado durante o refrão. Mesmo que ainda não tenha um hit tão poderoso, Helado Negro saiu com gostinho de vitória do palco. Certamente conquistou uma nova fatia de fãs.
Sensação espanhola, Amaia passa mal no palco, retorna e entrega bom show no Primavera

Cantora e pianista natural de Pamplona, Amaia foi mais um nome trazido pelo Primavera Sound para divulgar a música espanhola. No Palco Beck’s, ela teve um início tímido, no piano, mas bastou se apresentar para os fãs que o jogo virou. O forte calor foi o grande rival de Amaia, diante de uma plateia que a apoiou e soltou gritos de incentivo do início ao fim. Na reta final, em função do forte sol, a espanhola de 23 anos chegou a passar mal e precisou sair do palco. Socorrida pelos músicos da banda, logo retornou e cantou mais duas canções. O ponto de virada da apresentação foi quando anunciou que cantaria algumas músicas no piano. Iniciou o set mais intimista com Perdona, canção de Marcelo Criminal que Amaia gravou uma versão com a banda Carolina Durante, que havia se apresentado há pouco em outro palco. Na sequência, foi para a frente do palco e acompanhada da guitarrista, que trocou o instrumento por um violão, cantou uma faixa autoral, Yamaguchi. O retorno da banda veio em Santos que Yo te Pinte, na qual mostrou muito entusiasmo com o apoio do público. Aliás, seguiu dançando e interpretando cada estrofe. Bastante performática, Amaia cantou Quiero Pero No. Ao término da canção foi recebida com gestos de L dos fãs. Repetiu o gestual e perguntou o significado do L. A resposta foi “olé, olé, olé, Lula, Lula”. Sim, as eleições acabaram, mas a alegria do público não. Mas vale destacar como Amaia voltou cheia de disposição depois de passar mal. Em La Canción que no Quiero Cantarte, nem parecia que minutos atrás estava desacordada no backstage. Show de superação e muita dedicação no palco.
Cockney Rejects traz turnê de despedida para o Brasil em 2023

A icônica banda inglesa de street punk Cockney Rejects retorna ao Brasil com a turnê de despedida dos palcos. O primeiro show confirmado será no dia 29 de abril de 2023, no Hangar 110. O evento terá ainda show do Inocentes. A realização é da Agência Sobcontrole com a Ataque Frontal. A Cockney Rejects foi criada em 1978 pelos irmãos Jeff e Mick Geggus e já esteve algumas vezes no Brasil – a última passagem foi em 2017. E lá se foram cerca de 45 anos de devoção ao punk. Com o passar dos anos, a banda revolucionou o gênero e há décadas é considerada – – ao lado de outras lendas, como Sham 69 e Cock Sparrer – uma das formações responsáveis pelo surgimento da música Oi! Oi! é o nome popular do gênero musical street punk e prega amizade, união e também trata sobre questões sociais – afinal, se trata de um tipo de música que nasceu nos subúrbios de Londres. A relação do Cockney Rejects ficou mais próxima quando a banda, em 2017, escreveu uma letra sobre o clube de futebol Chapecoense. A música é uma adaptação de Goodbye Upton Park, que os britânicos haviam recém-lançado. A letra original é sobre o fechamento do estádio Upton Park, em Londres, casa do West Ham entre 1904 e 2016. Ao vivo, o Cockney Rejects é famoso pela altíssima energia e, nesta turnê de despedida com viagem confirmada a São Paulo, o repertório será somente de clássicos, como Fighting in the Streets, We Are the Firm, Power and the Glory, Police Car, o hino do West Ham I’m Forever Blowing Bubbles, Oi! Oi! Oi!, entre outras. Cockney Rejects em São PauloData: 29 de abril de 2023Local: Hangar 110Endereço: rua Rodolfo Miranda, 110 – Bom Retiro, São Paulo/SPHorário: 20hIngresso on-line: Compre aqui Pista1º lote – R$1202º lote – R$150 Mezanino1º lote – R$1802º lote – R$200 Valores de meia entrada e meia entrada promocional, mediante doação de um quilo de alimento não perecível) Ponto de venda (sem taxa de serviço em dinheiro): Galeria do Rock, na Loja 255
Primavera Sound: saiba como funcionará o transporte no fim de semana
Shame confirma show extra e intimista no Bar Alto, em São Paulo

A primeira grande atração confirmada para o intimista palco do Bar Alto é o Shame, da Inglaterra, no próximo dia 14. A banda se apresenta no Brasil dois dias antes, como atração principal das comemorações dos dez anos do selo musical e produtora cultural Balaclava Records, três anos após sua primeira visita ao país. Considerados um dos principais representantes da volta da sonoridade punk do Reino Unido, ao lado de bandas como IDLES e Fontaines D.C., e presentes nos principais festivais ao redor do mundo, como o Primavera Sound, em Barcelona, e Coachella, na Califórnia, o Shame gravou seu mais recente trabalho no estúdio La Frette, na França, com James Ford, produtor do Arctic Monkeys. O evento acontece como um “hard” opening (pelo estado da reforma e pelo som da banda), com o lugar ainda em final de obras e se preparando para, depois, começar a operar em “soft” opening, até o começo de dezembro. Serviço – Bar Alto Endereço: Rua Aspicuelta, 194 – Alto de Pinheiros, São Paulo Data: 14/10 Horário: 19h Valores: A partir de R$ 130 Link aqui
Tom Odell cancela apresentação na Audio, em São Paulo

O show do cantor britânico Tom Odell, marcado para o próximo dia 23, na Audio, em São Paulo, foi cancelado. De acordo com a Move Concerts, responsável pela apresentação na Capital, o motivo do cancelamento foi questões logísticas e técnicas. De acordo com a produtora, “aqueles que adquiriram ingressos através do site oficial (Livepass) o reembolso do valor pago será feito automaticamente, por meio de estorno no cartão de crédito utilizado para pagamento do(s) ingresso(s), não havendo necessidade de dirigir-se à bilheteria ou qualquer ponto de venda”. Aliás, “o prazo para visualizar o estorno é de até duas faturas, conforme data de fechamento da fatura do seu cartão de crédito, de acordo com prazos e regras das instituições bancárias”. Por fim, a Move Concerts informa que “os clientes que adquiriram ingressos na bilheteria oficial deverão encaminhar um e-mail para sac@livepass.com.br, por meio do qual receberão as instruções sobre o reembolso”.
Black Crowes confirma retorno ao Brasil após 27 anos; confira local

Em turnê para celebrar os 30 anos do seu álbum de estreia, Shake Your Money Maker, a banda norte-americana The Black Crowes, dos irmãos Chris e Rich Robinson, vem ao Brasil com uma única apresentação em São Paulo, no dia 14 de março de 2023, no Espaço Unimed. A última vez que os norte-americanos estiveram no Brasil foi no festival Hollywood Rock, em 1996. Os ingressos podem ser adquiridos a partir do meio-dia desta terça-feira (1), no site Tickets For Fun e no ponto de venda localizado no Teatro Renault (Avenida Brigadeiro Luís Antônio, 411, Bela Vista). A celebração pelo trigésimo aniversário do álbum de estreia do The Black Crowes, na verdade, deveria ter acontecido em 2020, mas os planos foram adiados por conta da pandemia. Em julho de 2021 a banda começou a turnê com um show em Nashville, nos Estados Unidos. Hits como Remedy, Jealous Again, Sister Luck, Hard To Handle e She Talks To Angels levaram o púbico ao delírio e devem fazer o mesmo com o público brasileiro. Na formação atual do The Black Crowes estão os irmãos Chris Robinson (vocal) e Rich Robinson (guitarra), além de Sven Pipien (baixo), Brian Griffin (bateria), Joel Robinow (teclado) e Isaiah Mitchell (guitarra). The Black Crowes lançou oito álbuns de estúdio e quatro ao vivo e já vendeu milhões de discos em sua trajetória e esgotaram shows em todo o planeta. A banda teve o lendário guitarrista Jimmy Page como membro, que foi expulso de uma turnê com o ZZ Top por insultar o patrocinador. THE BLACK CROWES NO BRASIL Realização: Time For Fun Data: Terça-feira, 14 de março de 2023. Local: Espaço Unimed — Rua Tagipuru, 795, Barra Funda, São Paulo – SP Abertura dos Portões: 19h30 Horário do show: 21h30 Capacidade: 8.504 pessoas Ingressos: A partir de R$ 170 (ver tabela completa) Classificação etária: De 10 a 14 anos acompanhado dos responsáveis legais e a partir de 15 desacompanhado. Vedada a entrada de menores de 10 anos. SETORES / MEIA ENTRADA / INTEIRA Pista / R$ 170 / R$ 340 Pista premium / R$ 300 / R$ 600 Mezanino / R$ 320 / R$ 640 Camarote B / R$ 330 / R$ 660 Camarote A / R$ 340 / R$ 680
Jack Johnson confirma shows no Brasil; pré-venda começa amanhã

Jack Johnson está de volta com o verão! Cinco anos após sua última passagem pelo país, o cantor e compositor havaiano retorna ao Brasil para apresentar sua nova turnê mundial, que marca sua volta aos palcos após a pandemia. Depois de passar por várias cidades dos Estados Unidos e de ser vista também na Austrália e Nova Zelândia, a Meet The Moonlight Tour chegará a São Paulo, no dia 18 de janeiro, no Espaço Unimed, e ao Rio de Janeiro, dia 20 de janeiro, no Qualistage. A nova turnê é fruto de Meet The Moonlight, oitavo álbum de carreira do artista e seu primeiro trabalho desde 2017. Lançado em junho deste ano, o álbum é um grande marco artístico para Johnson. E vir ao Brasil sempre faz parte da intenção do artista quando desenha uma nova turnê. “Não digo isso em todo país que vou, mas o Brasil é um dos lugares mais divertidos para se apresentar, porque a plateia se envolve muito. Sem dúvida, é um dos melhores lugares para fazer música ao vivo. As pessoas estão sempre se envolvendo. Elas entram na percussão, batem palmas, sempre no ritmo certo” afirmou Johnson, em entrevista recente à CNN Brasil. Os ingressos terão pré-venda para clientes cartão de crédito Porto Seguro Bank a partir de terça-feira (1), às 10h, e venda geral a partir de quinta-feira (3), às 10h, pela Livepass. Johnson também irá participar do Festival de Verão de BH, em Belo Horizonte, no domingo, dia 22 de janeiro, uma realização da Sleepwalkers, com ingressos à venda no site Uhuu. SERVIÇO: Jack Johnson Cidade: São Paulo Data: Quarta-feira, 18 de janeiro de 2023 Local: Espaço Unimed Pré-venda clientes cartão de crédito Porto Seguro Bank: terça-feira, 1 de novembro de 2022, às 10h a quinta-feira, 3 de novembro de 2022, às 9:59h Venda geral: quinta-feira, 3 de novembro de 2022, às 10h Link de vendas: Livepass Preços Pista Premium – R$585,50 – meia-entrada – R$292,75 Pista – R$395,50 – meia-entrada – R$197,75 Mezanino – R$625,50 – meia-entrada – R$312,75 Camarote – R$665,50 – meia-entrada – R$332,75 Cidade: Rio de Janeiro Data: Sexta-feira, 20 de Janeiro de 2023 Local: Qualistage Pré-venda clientes cartão de crédito Porto Seguro Bank: terça-feira, 1 de novembro de 2022, às 10h a quinta-feira, 3 de novembro de 2022, às 9:59h Venda geral: quinta-feira, 3 de novembro de 2022, às 10h Link de vendas: Livepass Preços Pista – R$435,50 – meia-entrada – R$217,75 Camarote A – R$525,50 – meia-entrada – R$262,75 Camarote B – R$485,50 – meia-entrada – R$242,75 Camarote C – R$345,50 – meia-entrada – R$172,75 Frisa A – R$365,50 – meia-entrada – R$182,75 Frisa B – R$285,50 – meia-entrada – R$142,75 Poltronas – R$265,50 – meia-entrada – R$132,75
Entrevista | Kokoroko – “Nosso crescimento vem das pessoas”

A banda britânica Kokoroko, atração do Sesc Jazz, que rola neste sábado (22) e domingo (23), no Sesc Pompéia, em São Paulo, conversou com o Blog n’ Roll sobre a origem do grupo, as influências do afrobeat e jazz, além da ligação com a música brasileira. Os interessados em curtir essas apresentações devem correr para garantir os últimos ingressos no site do Sesc. Os ingressos variam entre R$ 15 e R$ 50. Confira abaixo nossa conversa com Sheila Maurice-Grey, responsável pelo trompete, flugelhorn e vocais e Ayo Salawu (bateria). A música que o Kokoroko faz é uma bela homenagem à terra natal de vocês. O que vocês querem que aqueles que não são da África Ocidental ou do Caribe saibam sobre a cultura de vocês? Sheila – É uma ótima pergunta, acredito que nunca tinham me perguntado isso. Eu acho que é importante para as pessoas se sentirem conectadas com nossas músicas, então independente do cenário que essa pessoa vem é importante que se conectem e entendam. Mesmo que não seja uma conexão cultural, seja uma conexão espiritual, as pessoas têm histórias muito lindas para nos contar sobre nossas músicas. Então além da cultura, da raça, acho que isso é muito bonito, muito grande, que conquistamos em nossa música. Ayo – Eu também penso, que além disso, muito da música negra rodou o mundo e inspirou muitas pessoas, e o fato de nossa músicas ter muita influência africana, a música que criamos tem muitos elementos de soul, jazz, funk, gospel, então sinto que alguém que ouça a música do Kokoroko, caso não tenha contato a música do oeste da áfrica, sentirá os elementos do jazz e se conectarem, ou outros desses elementos. Nossa música é uma fusão dessas influências, então sinto que há algo nisso para as pessoas se conectarem. Em tempos de TikTok, como manter a proposta de som original sem se render ao viral forçado? Ayo – Eu acho engraçado, pois eu pessoalmente não tenho TikTok, e como banda, mesmo o Instagram, só fomos mais ativos com o intuito de impulsionar o álbum e coisas assim. Mas fomos abençoados também que nosso crescimento vem das pessoas se conectando com a música, majoritariamente. Ainda não empenhamos muita energia em impulsionar nosso trabalho a ser mais mainstream no Instagram, queremos que as coisas aconteçam mais organicamente. Sheila – Acho que nunca foi parte de quem somos, nós nunca nos apoiamos neste lado da mídia social como ferramenta. E acredito que tudo que fizemos foi para ser uma verdadeira representação de nós, e não necessariamente fizemos algo para fazer parte do que está acontecendo, não que sejamos contra, mas só queremos ser nós mesmos e autênticos. Could We Be More, álbum de estreia de vocês, teve grande aceitação. Queria que você me falasse um pouco sobre o processo de produção. Como foi, onde gravaram? Ayo – O processo gravando o álbum foi uma longa, porém divertida, jornada, aprendemos muito. Eu acho que uma das coisas que foi crucial, claro que teve a pandemia e para muitas pessoas foi um infortúnio, mas para nós criadores foi uma oportunidade de desacelerar, e ser presente, e capaz de viver no mesmo espaço que você escreve e grava, sendo caseiro. Coisas assim nos deixam presentes e muito focados no lado criativo das coisas. Uma das coisas boas que veio da pandemia para nós foi o tempo, que nos permitiu ficar mais focados. Nosso produtor também foi um cara que conseguimos nos conectar bem, e ele foi uma grande influência no nosso som, e também nosso engenheiro. Sheila – Nós gravamos no estúdio que compramos, ficamos lá basicamente por um mês, dois meses. O que pesou na montagem do tracklist? Sheila – Nós queríamos contar uma história. Nós decidimos o título do álbum até terminar, uma coisa que ficou clara era que nós queríamos que fosse uma jornada, e queríamos que as pessoas seguissem nessa jornada através da história. Eu acho que isso foi muito importante na escolha da ordem das músicas, tivemos muitas ordens até chegar na última. E até assim eu não lembro, quando eu escuto penso “nossa, é desse jeito”. O que significa Kokoroko? E o que representa para vocês? Ayo – Kokoroko significa “seja forte”, e é uma palavra iorubá da Nigéria. Sheila – E também, dependendo da tradução, pode dizer “difícil de se quebrar”, e eu adoro isso. Eu acho que é muito relevante. Como o Kokoroko se posiciona na cena londrina, tendo em vista a fusão enorme de culturas que existe na cidade? Sheila – Eu acho que é tão relevante, quando você olha para Londres, você enxerga tantas culturas que se uniram. Algumas pessoas se prendem muito a suas culturas, mas quando se frequenta a escola, o mercado, você muitas culturas. E eu acho tão único, há poucos lugares assim no mundo, e Londres é um deles. Como está a expectativa para os shows no Brasil? Vocês se apresentam neste sábado e domingo em São Paulo. Ayo – Será incrível, esperamos muita energia e muita dança. Tivemos um pequeno gosto disso em 2018 quando viemos tocar aqui, e agora é bom estar de volta. As pessoas são livres para se expressarem, nós sempre nos doamos no palco e permitimos que juntem a nós, mesmo quando ficam apenas parados lá sem dançar, então estar em um lugar que entenda a cultura da dança será muito bom. Sinto que não será um show do Kokoro, todos farão parte dele. Vocês conhecem algo da música brasileira? Já ouviram nossos artistas? Sheila – Lembro de música ótima. Conhecemos a Liniker, vamos encontrar ela, a Luedji Luna, que também conheci na última vez, o Jonathan Ferr. Ayo – Eu conheci um pouco também na última, não recordo o nome, mas era um grande produtor, com um guitarrista e um baixista, e fui até conhecer no Instagram, a música era muito boa, eles foram para o show também. A cultura musical aqui é muito boa. Muito se fala sobre a ligação de vocês com