Coldplay remarca shows no Brasil para março; SP tem novo local

O Coldplay anunciou as datas remarcadas para março de 2023 de seus shows no Rio de Janeiro e São Paulo, que foram adiados na semana passada. Em São Paulo, os shows serão transferidos do Allianz Parque para o Estádio do Morumbi devido à disponibilidade do local, e agora acontecerão nos dias 10, 11, 13, 14, 17 e 18 de março de 2023. Todos os ingressos para São Paulo continuam válidos, sem necessidade de trocá-los. As informações sobre a localização de novos assentos serão enviadas diretamente por e-mail aos portadores de ingressos. Os shows no Rio de Janeiro permanecerão no Estádio Nilton Santos Engenhão, nas novas datas de 25 e 26 de março de 2023. Os ingressos adquiridos anteriormente serão válidos para as novas datas, não sendo necessária nenhuma ação dos portadores de ingressos. Para mais detalhes sobre reembolsos e localização de assentos, os compradores podem visitar o site da Eventim. As alterações de datas são as seguintes Rio de Janeiro, Estádio Nilton Santos Engenhão 11 de outubro de 2022 > 25 de março de 2023 12 de outubro de 2022 > 26 de março de 2023 São Paulo, Estádio do Morumbi (novo local) 15 de outubro de 2022 > 10 de março de 2023 16 de outubro de 2022 > 11 de março de 2023 18 de outubro de 2022 > 13 de março de 2023 19 de outubro de 2022 > 14 de março de 2023 21 de outubro de 2022 > 17 de março de 2023 22 de outubro de 2022 > 18 de março de 2023

Charli XCX confirma show extra na Audio, em São Paulo

Charli XCX, uma das atrações do Primavera Sound São Paulo, anunciou mais um show na Capital. A cantora se apresenta no dia 9 de novembro, na Audio, em São Paulo, mostrando as músicas de seu quinto álbum, CRASH, além de grandes sucessos da carreira. A venda para o público geral começa nesta sexta-feira (7), a partir das 10h online e 11h na bilheteria oficial. Os ingressos, que podem ser adquiridos em até três vezes sem juros, estarão disponíveis online e na bilheteria oficial (sem taxa de serviço | Estádio do Morumbi). Em março deste ano, Charli XCX lançou seu quinto álbum de estúdio, CRASH, o último de seu contrato com a gravadora que ela assinou aos 16 anos de idade, e alcançou seu primeiro número 1 no Reino Unido. Charli está atualmente em uma turnê de 36 datas pela América do Norte, Europa e terminará no Reino Unido. SERVIÇO – CHARLI XCX Data: 9 de novembro de 2022 (quarta-feira) Horário do show: 22h Local: Audio Endereço: Av. Francisco Matarazzo, 694 – Água Branca, São Paulo – SP Ingressos: De R$ 185,00 a R$ 540,00

Paramore fará shows em São Paulo e Rio de Janeiro

Um dos comebacks mais esperados da música, a turnê de reunião do grupo americano Paramore passará pelo Brasil em março de 2023. As apresentações acontecem após nove anos da última visita ao país. Os shows no Brasil acontecem no dia 09 de março de 2023, no Qualistage (Rio de Janeiro) e no dia 11 de março em São Paulo, no Centro Esportivo Tietê. A venda de ingressos para o show em São Paulo começam nesta sexta-feira (7), enquanto para o evento no Rio o início será na segunda-feira (10). Os ingressos poderão ser adquiridos em breve no site Tickets For Fun tanto para São Paulo quanto para Rio de Janeiro. E no ponto de venda localizado no Teatro Renault (Avenida Brigadeiro Luís Antônio, 411, Bela Vista) em São Paulo e no Rio de Janeiro no Qualistage (Shopping Via Parque – Loja 1005 – Avenida Ayrton Senna, 3000, Barra da Tijuca). O anúncio vem na esteira de uma série de lançamentos da banda após um hiato de cinco anos. Hayley Williams, Taylor York e Zac Farro lançaram em setembro o single This is Why, primeira música do sexto álbum do grupo, que leva o mesmo nome e será lançado em 10 de fevereiro de 2023, pouco antes do início da turnê na América do Sul. SÃO PAULO Realização: Time For Fun Data: Sábado, 11 de março de 2023. Abertura dos portões: 16h Horário: 20h Local: Centro Esportivo Tietê — Avenida Santos Dumont, 843, Luz — São Paulo Capacidade: 18.000 pessoas. Ingressos: De R$ 200,00 a R$ 780,00 RIO DE JANEIRO Realização: Time For Fun Data: Quinta-feira, 09 de março de 2023 Abertura dos portões: 19h30 Horário: 21h30 Local: Qualistage – Av. Ayrton Senna, 3000 – Shopping Via Parque – Barra da Tijuca Capacidade: 8.423 pessoas. Ingressos: De R$ 225 a R$ 800,00.

Coldplay adia shows no Brasil para o início de 2023

O Coldplay divulgou nesta terça-feira (4) o adiamento dos shows que faria no Brasil, durante o mês do outubro. De acordo com o comunicado, o vocalista do grupo, Chris Martin, está com uma infecção no pulmão e recebeu ordens médicas para se afastar dos palcos. “Com profundo pesar, fomos forçados a adiar nossos próximos shows no Rio de Janeiro e São Paulo até o início de 2023. Devido a uma infecção pulmonar séria, Chris recebeu ordens médicas rigorosas para descansar pelas próximas três semanas. Estamos trabalhando para ter as novas datas o mais rápido possível e divulgaremos mais informações nos próximos dias”, diz o texto. A banda iria se apresentar em São Paulo e no Rio de Janeiro. Na capital carioca, os shows seriam entre os dias 11 e 12 de outubro. Já na cidade paulista, as apresentações aconteceriam entre 15 e 22. A última apresentação da banda no Brasil foi durante o Rock in Rio 2022, no dia 10 de setembro.

Pitty e Nando Reis se apresentam juntos em São Paulo no dia 23

Depois da estreia oficial em Recife e Natal, a turnê do projeto PittyNando, de Pitty e Nando Reis, vai chegando a outras cidades do Brasil. Dia 23 de setembro eles se apresentam na capital paulista, no Espaço Unimed. Posteriormente, partem para Vitória, Rio de Janeiro, Fortaleza, Porto Alegre, Curitiba, Florianópolis, Belo Horizonte e vários outros pontos do país, numa agenda que vem sendo atualizada diariamente e pode ser conferida no site oficial. Pitty, que também assina a direção do show ao lado de Paulo Kishimoto, conta um pouco sobre a experiência. “Para nós a estreia foi surpreendente, o entrosamento tanto entre nós dois como entre a banda foi incrível. O público cantando todas as músicas do início ao fim foi realmente muito catártico. O show está lindo e estou muito feliz com o resultado da montagem, da luz, dos vídeos. Visualmente a gente chegou no lugar que queria e não vejo a hora de compartilhar isso com o resto do Brasil partindo agora de São Paulo”. “As Suas, As Minhas e As Nossas é uma turnê com começo, meio e fim, então quem estiver a fim de ver esse show é bom aproveitar porque é uma turnê bem pontual”, completa a cantora. Pitty e Nando Reis A ideia do projeto surgiu a partir de conversas de Pitty e Nando Reis depois que ela apresentou uma versão da música Relicário no programa Saia Justa (GNT). Ele mandou uma mensagem dizendo que adorou e daí veio a primeira parceria, a canção Tiro no Coração, em 2021, e depois surgiu a vontade de realizar essa turnê inédita. Eles mergulharam nos repertórios um do outro, encontraram as músicas que mais combinavam e trabalharam em novos arranjos e novas versões. Para acompanhá-los montaram uma banda composta por músicos que já tocam com um ou com outro: Martin Mendonça (guitarra), Felipe Cambraia (baixo), Daniel Weksler (bateria), Alex Valey (teclados) e Paulo Kishimoto (lap steel e percussão). Fazem parte do setlist do show, sucessos como All Star (Nando Reis), Máscara (Pitty), Do Seu Lado (Nando Reis) e Me Adora (Pitty), além de várias outras surpresas. Serviço Show: Pitty e Nando Reis – As Suas, As Minhas e As NossasData: 23 de setembro (sexta-feira)Local: Espaço UnimedAbertura da casa: 20h30Início do show: 22h30Endereço: Rua Tagipuru, 795 – Barra Funda – São Paulo – SP IngressosCamarote B: R$ 480 (inteira) e R$240 (meia)Mezanino: R$ 180 (inteira) e R$90 (meia)Pista: R$ 160 (inteira) e R$80 (meia)Setores B,C e D: R$ 280 (inteira) e R$140 (meia)Setores E F e G: R$ 240 (inteira) e R$120 (meia) Compras de ingressos: Nas bilheterias do Espaço Unimed (de segunda a sábado das 10h às 19h – sem taxa de conveniência) ou pelo site Ticket 360.

Måneskin entrega show apoteótico para os fãs em São Paulo; confira review

A sinergia entre banda e público certamente é o que torna o show da banda italiana Måneskin algo completamente incrível. Se durante boa parte do set, os integrantes se jogam nos braços dos fãs, no fim são eles que sobem no palco para completar a festa. Na última sexta (9), no Espaço Unimed, em São Paulo, foi assim. O vocalista Damiano David, a baixista Victoria De Angelis e o guitarrista Thomas Raggi, todos com menos de 24 anos, comandam uma sinfonia do caos em cima do palco. O repertório é cantado do início ao fim pelo público, em sua maioria teens. Tanto as canções em inglês, quanto as faixas em italiano. O idioma não é barreira para ninguém. Aliás, o início da festa é bem mesclado. Duas faixas em italiano para aquecer os fãs (Zitti e Buoni, In Nome Del Padre), além da mega dançante Mammamia, essa em inglês. Responsável pela abertura do show, Zitti e Buoni, aliás, é a canção que deu o título do Eurovision para o Måneskin em 2021, a mesma competição que consagrou o Abba. E sem pausas, apenas algumas brincadeiras rápidas com os fãs, o Måneskin despeja um som mais popular que o outro. La Paura Del Buio antecede a estourada versão de Beggin’, do The Four Seasons. Aliás, cartão de visita perfeito entre o público infantil e teen. Minha sobrinha de cinco anos canta com toda desenvoltura possível. A balada Coraline levou muitos fãs ao choro, destoando um pouco do ritmo frenético da apresentação. Mas era a pausa necessária para embalar na sequência com Close to the Top, do primeiro álbum cheio, Il Ballo Della Vitta, o hit mais recente, Supermodel, além de For Your Love. Bastante comunicativo, Damiano pediu para os fãs ensinarem palavras em português e reproduziu o grito de Vamos, Caralho, que o público entoou do início ao fim do show. Em outro momento, enquanto os fãs gritavam “hey Bolsonaro, vai tomar no cu”, Damiano perguntou o que o público estava gritando. “Vocês estão falando algo contra o Bolsonaro? Fora Bolsonaro!”, emendou aos risos, arrancando muitos aplausos da plateia. Mas o grande caos estava guardado para a reta final. I Wanna be Your Slave, que foi gravada com Iggy Pop, além de I Wanna be Your Dog, da lendária banda The Stooges, colocaram o Espaço Unimed abaixo. Novamente com os integrantes nos braços do público e uma bagunça generalizada. Em Lividi Sui Gomiti, a última antes do bis, boa parte do público foi selecionada pelos músicos e subiram ao palco. Além de cantarem juntos, os fãs abraçaram os integrantes, tiraram selfie, pegaram setlist, dançaram. Uma festa completa. Após deixar o palco, a banda deu a impressão para alguns fãs que não voltaria mais. No entanto, os músicos retornaram e surpreenderam com a balada Le parole lontane, acalmando os corações de quem estava a milhão após o final apoteótico. I Wanna be Your Slave foi tocada novamente para dar números finais ao concerto. O repeteco acabou sendo o único ponto negativo da apresentação impecável. Senti falta da versão de Womanizer, de Britney Spears, que poderia ter entrado no repertório. Mas nada que tire o brilho dos italianos, que chegaram ao Brasil com a imagem de banda que bombou no Tik Tok, porém sai daqui como um nome fortíssimo pela consistência da apresentação.

Bastille faz show animado em São Paulo com direito a pedido de casamento e “grito” pela Amazônia

De volta ao Brasil após sete anos, a banda britânica Bastille entregou aos fãs um show animado na noite da última sexta-feira (9), no Tokyo Marine Hall, em São Paulo. Embalada na turnê do álbum Give Me The Future, lançado em fevereiro deste ano, a banda se aproveitou da temática futurística do disco para fazer seu show voltado à crítica ao escapismo da realidade que a tecnologia causa atualmente. Com uma história contada no telão após cada sequência de músicas, o público (só os que entendiam inglês, pois não houve tradução na tela) pôde acompanhar uma empresa futurística fictícia, e a forma como ela proporciona a fuga da realidade para o mundo virtual, como se fosse um metaverso. A crítica se estendeu até o final do show, e terminou com o “cancelamento” da empresa. Mas esse foi apenas um dos detalhes que tornou o show do Bastille interessante. Musicalmente, a banda contou com uma boa variação entre seus quatro álbuns de estúdio e alguns de seus principais singles com outros artistas. Para abrir a apresentação e já sentir o clima em São Paulo, o grupo emendou quatro músicas animadas: Stay Awake e Distorted Lights Beam, do último álbum, e as conhecidas Things We Lost In The Fire e Laura Palmer, do disco All This Bad Blood, de 2013. Em seguida, o vocalista Dan Smith deitou em um divã, que permaneceu no palco durante toda a apresentação, e ouviu mais um recado da empresa fictícia antes de iniciar uma sequência um pouco mais lenta. Apesar da quebra de ritmo, os fãs não deixaram de cantar com empolgação até mesmo Those Nights e Quarter Past Midnight, que deram um ar mais intimista ao ambiente. Foi durante essas músicas, inclusive, que uma cantora convidada pelo grupo roubou a cena. Lamentavelmente, o vocalista não a apresentou ao público, assim como não apresentou os demais membros da banda e nem mesmo se apresentou durante a apresentação. Porém, se trata de Bim Amoako, ou só BIM, cantora britânica responsável por coordenar o coral do casamento real de Principe Harry com Meghan Markle, em 2018. Convidada pela banda para a turnê, BIM roubou a cena em alguns momentos, mostrando muita qualidade vocal e agregando bastante ao longo da noite. Após o ritmo ficar um pouco mais lento, a banda passou a variar entre músicas mais dançantes e mais melódicas até chegar no momento do acústico, onde o grupo apresentou Flaws, um trecho de Laughter Lines e em seguida emendou com a triste No Bad Days, que curiosamente fala sobre eutanásia. Um outro detalhe interessante que chamou atenção durante o show foi a constante comunicação por sinais que o vocalista Dan Smith fazia com alguém do backstage. O artista parecia incomodado com o volume, mas não foi claro se era o do microfone ou o de seu retorno. Os gestos duraram até a última música, mas não foi algo que pareceu deixar o cantor irritado ao longo da apresentação. Muito pelo contrário. Simpático e carismático, Dan Smith interagiu com os fãs, pegou bandeiras e cartas, arriscou frases em português e ainda permitiu que um pedido de casamento fosse feito no palco. Além disso, ele ainda fez um serviço de achados e perdidos para sua produção quando alguém perdeu um equipamento de comunicação, oferecendo baquetas e uma champanhe para quem achasse, mas até o fim do show ninguém apareceu com o objeto. Voltando à apresentação, após o momento acústico, foi a hora da música eletrônica ganhar espaço, com a aclamada Happier, em parceria com o DJ Marshmello, e Run Into Trouble, feita com o brasileiro Alok. Assim, com o público novamente aquecido, foi a vez de emendar Of The Night que é um mashup dos hits noventistas europeus The Rhythm of the Night e Rhythm Is a Dancer, e a agitada Shut Off The Lights. Em seguida, o grupo deixou o palco e voltou para o bis com Hope for the Future, música que fala sobre a crise climática e os problemas que o mundo pode sofrer. Foi nesse momento em que Dan Smith passou a falar da importância do meio ambiente e recomendou que os fãs procurassem os representantes do Greenpeace que estavam no show para saberem como ajudar. Durante o discurso, o baterista Chris Wood ergueu uma faixa com a frase “Salve a Amazônia” escrita. Muito aplaudida pelo público após o discurso, foi hora da banda encerrar o show com a mais esperada da noite. Após uma introdução mais lenta, que contou com trechos de Oblivion e Million Pieces, o Bastille fez todo mundo sair do chão com Pompeii, seu maior hit. Com um show de luzes e do público, o grupo finalizou em ótimo astral sua segunda passagem por São Paulo – a primeira havia sido em 2015, no Lollapalooza. O próximo show da banda no Brasil acontece neste sábado (10), no Rock ir Rio. Em seguida, a banda faz uma pausa nas apresentações e retorna aos palcos em novembro, para tocar na Europa.