Antes de show com Linkin Park no Morumbis, Poppy entrega apresentação marcante no Cine Joia

Atração de abertura dos três shows do Linkin Park no Brasil, a cantora norte-americana Poppy lotou o Cine Joia, em São Paulo, na quinta-feira (6), com uma apresentação focada nos seus dois últimos álbuns, Negative Spaces (2024) e I Disagree (2020). Aliás, o guitarrista do Linkin Park, Alex Feder, acompanhou o show na pista da casa. O set curto, com 1h05 de duração e 15 músicas, teve momentos de destaque, principalmente com I Disagree, Concrete, They’re All Around Us e New Way Out, que fechou a apresentação. Poppy, que iniciou a carreira como youtuber e depois migrou para a área musical lançando dois álbuns com uma pegada mais pop, não foi muito comunicativa no palco. Emendou um som atrás do outro, com breves pausas para se hidratar. A falta de interação, no entanto, não incomoda nem um pouco o público, em sua maioria bem jovem, que respondeu com gritos de “Poppy, eu te amo”. Acompanhada de músicos mascarados, Poppy faz uso de pré-gravados no palco, mas não chega a ser algo tão ostensivo a ponto de transformar a experiência em algo negativo. É nítido o potencial que ela tem, provavelmente se soltará mais nas próximas turnês. Ou não. Pode ser que isso seja apenas parte de sua persona quase robótica. Combinando elementos de dark pop, metal e música eletrônica no seu som, Moriah Rose Pereira, a Poppy, tem um repertório consistente, capaz de colocar muito marmanjo para se acabar em mosh pits, como orientou em vários momentos. Para quem quiser se preparar para o show de sábado, no Morumbis, em São Paulo, quando abrirá para o Linkin Park, recomendo os dois álbuns mais presentes na fase atual: Negative Spaces e I Disagree. Mesmo fora do atual momento, o EP de estreia, Bubblebath (2016), é uma indicação legal para ver o quão diferente está Poppy. Nesse trabalho, a cantora mistura ska, punk e reggae. Enquanto o álbum de estreia, Poppy.Computer (2017), já possui uma pegada mais eletropop. Setlist Have You Had Enough? Bloodmoney V.A.N (Bad Omens) The Cost of Giving Up Anything Like Me Crystallized From Me To U (Babymetal) The Center’s Falling Out Scary Mask I Disagree Bite Your Teeth Concrete Surviving On Defiance They’re All Around Us New Way Out
Geordie Greep faz show antológico e intimista em São Paulo

Alguns shows se fazem antológicos pelo seu escopo. De exemplos a história da música está cheia: os Beatles no Shea Stadium, o Queen no Live Aid, o Nirvana no Reading, ou, se quisermos nos aproximar na linha do tempo e na geografia, o mar de sinalizadores no System of a Down em Interlagos ou os milhões que lotaram Copacabana para ver a Lady Gaga. Outros se fazem antológicos pelo completo oposto. São aqueles que capturam artistas em ascensão tocando em lugares que logo vão se tornar impossíveis para eles devido ao seu tamanho. São momentos fugazes, dos que devem gerar discussões em bares até os dias de hoje: “tudo bem que você viu eles tocarem pra meio mundo em um estádio, eu vi quando eram umas 50 pessoas em um boteco”. Com apenas um disco de estúdio lançado em carreira solo, o britânico Geordie Greep não parece interessado em alcançar o patamar de nenhuma das bandas citadas. Ao mesmo tempo, o álbum The New Sound, do ano passado, já o alçou, no mínimo, ao lugar que a sua antiga banda, o black midi, ocupava no panorama da música alternativa contemporânea. Um lugar que supera, por muito, a capacidade de cerca de 80 pessoas do Bar Alto, onde fez a sua estreia brasileira na última quarta-feira (5). >> Confira entrevista com Geordie Greep Sideshow do Balaclava Fest, que ocupará o Tokio Marine Hall no próximo domingo (9), a apresentação com ingressos esgotados teve clima daqueles shows que, por muito tempo, só se ouvia falar aqui pelo Hemisfério Sul: os dos artistas que resolvem encolher por uma noite para uma ocasião mais intimista voltada aos fãs. Isso se fez notar desde o começo, seja com os músicos, Greep incluso, abrindo caminho pela pista do local para chegar ao palco, seja nos backing vocals da competente banda de apoio, cantados em parte sem o auxílio dos microfones. A banda Foi com Holy, Holy nas caixas de som que Greep subiu ao palco. “É estranho entrar ao som da sua própria música”, comentou, em uma de suas poucas falas da noite. A partir daí, o britânico se comunicou de outras formas. Acompanhado para a turnê brasileira por um time de músicos locais, o show focou totalmente no repertório do disco, deixando de fora apenas duas faixas e abrindo espaço para muito improviso e experimentação. No papel, foram nove músicas tocadas, na prática, a apresentação chegou na marca de uma hora e meia de duração. A escolha da banda não foi por acaso. Parte dos músicos participou das sessões do disco, gravado parcialmente em São Paulo durante a primeira e última (se não houver uma reunião) passagem do black midi por aqui. A influência da música brasileira é notável em The New Sound, o que, ao vivo, fica ainda mais aparente. Além da estreia de sua carreira solo no país, a noite também marcou a primeira vez que a formação tocou junta ao vivo. Pelo palco, era possível ver folhas de partituras e anotações para auxiliar os músicos nas canções que não são lá as coisas mais simples do mundo. Sem querer menosprezar o valor de um bom apoio, o fato é que os olhos da experiente banda raramente se demoraram no escrito, sempre buscando os seus companheiros para executar as passagens. Assim, Greep atua não só como maestro, dando instruções através de gestos e, por vezes, falando, mas também como público, visivelmente empolgado com diversas das construções da banda. A cozinha, formada pelo baterista Vitor Cabral e o baixista Fábio Sá, dá a sustentação necessária com os andamentos tortos típicos do jazz fusion, sendo que nos momentos mais intensos a batida na caixa chega a ensurdecer. O guitarrista Filipe Coimbra alterna entre as paisagens melódicas e fortes distorções, buscando feedbacks grudando a guitarra em seu amplificador. O trabalho do percussionista Daniel Conceição, que chega a bater em uma garrafa de vidro com as baquetas, realça a brasilidade das músicas e, por fim, o tecladista Chicão Montorfano toca como se estivesse possuído, arrancando olhares de alegre euforia de Greep. Quanto ao cantor, ele reveza entre fazer somente o vocal e tocar junto a guitarra. Quando pega o instrumento, ele debulha, dando a impressão de ter passado os seus 26 anos em um conservatório. Quando só canta, no melhor estilo crooner, a voz grave alcança notas impressionantes. Improviso O black midi primava pela desconstrução das suas canções ao vivo. Muitas vezes, era difícil identificar o que eles estavam tocando mesmo para quem conhecia o repertório. Sozinho, o cantor e compositor não é tão hermético. Todas as músicas são reconhecíveis para quem está familiarizado com o disco, porém, a grande maioria delas se estende e se expande. A primeira vez que isso é mais perceptível é durante a terceira música do set, a instrumental The New Sound, que dá nome ao disco e vem após uma sequência matadora formada por Walk Up e pela brasileiríssima Terra. É após a canção alongada que ocorre o único deslize aparente, no começo de Through a War, facilmente contornado após o reinício da música. Fora isso, tudo parece fluir em sintonia, apesar de muito parecer vir do improviso. E o improviso é essencial e por vezes emociona mais do que as próprias canções. É fácil falar que Holy, Holy, por exemplo, foi um dos pontos altos da noite. Realmente foi. Difícil é explicar que a longa jam que veio em seguida e desembocou em Bongo Season – que em estúdio tem meros 2 minutos e 35 – foi tão espetacular quanto. Não existe um segundo desperdiçado no show do Geordie Greep Antológico Provavelmente, o show no Bar Alto não enfeitará as páginas da história da música como os citados no começo deste texto. Ele se destina a um outro tipo de história, a que existe na memória de quem estava presente e de onde não deve sair tão cedo. Com o tempo, pode até integrar o vasto folclore dos shows em solo nacional, naquela categoria dos que mais se ouvem
AC/DC confirma show único no Brasil; confira data e local

O AC/DC está de volta ao Brasil! A turnê Power Up, nomeada em homenagem ao mais recente álbum de estúdio da banda, contará com quatro apresentações no Brasil, Argentina, Chile e México. No Brasil, o show acontece no dia 24 de fevereiro de 2026, em São Paulo, no MorumBIS. Esta etapa da turnê Power Up levará a banda a alguns dos maiores estádios do continente. Os ingressos para o show estarão disponíveis nesta sexta-feira (7). No Brasil, os ingressos, que podem ser adquiridos em até 6x sem juros, estarão disponíveis às 10h online. Mais informações sobre preços e bilheteria oficial serão divulgadas em breve. O AC/DC realizou seu primeiro show em 31 de dezembro de 1973 no Chequers Nightclub, em Sydney, Austrália. Eles se tornaram uma das bandas mais influentes da história do rock, com mais de 200 milhões de álbuns vendidos mundialmente. O álbum Back In Black é o “álbum mais vendido de todos os tempos por uma banda” e o “terceiro álbum mais vendido da história por qualquer artista”, com mais de 50 milhões de cópias comercializadas e contando. O AC/DC foi introduzido no Rock and Roll Hall of Fame em 2003. A banda continua lotando estádios em vários continentes, vendendo milhões de álbuns anualmente e acumulando bilhões de streams. Para celebrar seu longo reinado como a maior banda de rock and roll do mundo, o AC/DC – Angus Young (guitarra solo), Brian Johnson (vocal), Stevie Young (guitarra base), Matt Laug (bateria) e Chris Chaney (baixo) – está de volta aos palcos para se apresentar para sua legião de fãs dedicados, que cresce a cada ano. AC/DC NO BRASIL POWER UP TOUR Datas da turnê Power Up: Terça, 24 de fevereiro, São Paulo, Brasil – Estádio do MorumBIS Qua, 11 de março, Santiago, Chile – Parque Estádio Nacional Segunda, 23 de março, Buenos Aires, Argentina – Estádio River Plate Terça, 7 de abril, Cidade do México, México – Estádio GNP Seguros
Com Dan Reynolds inspirado, Imagine Dragons entrega show grandioso no Morumbis

Onde está o Dan? Essa, provavelmente, foi a pergunta mais feita entre os fãs do Imagine Dragons, na pista premium, na sexta-feira (31), no Morumbis, em São Paulo. No primeiro dos dois shows da banda norte-americana na Capital, o vocalista Dan Reynolds não parou um minuto sequer, soube aproveitar bem a extensa passarela que o levava até o meio do público e muitas vezes desceu para receber mais afagos da plateia. Depois de rodar América do Norte, Ásia e Europa, com uma breve passagem pelo Rock in Rio 2024, a Loom World Tour, enfim, chegou a São Paulo. O repertório robusto de hits dá muita força para a apresentação, que ainda proporciona chuva de papel picado, gelo seco e fogos de artifícios do início ao fim. Dan Reynolds é o grande protagonista. Muitas vezes esquece a banda no palco e passa a maior parte do tempo sozinho reinando na passarela. Aliás, por entrar sem camisa logo na primeira música e permanecer dessa forma até o fim do show, arranca gritos e suspiros a cada segundo. Nas poucas vezes que foi ao palco, Dan Reynolds mostrou suas habilidades. Fez um duelo de bateria com Andrew Tolman em Radioactive, além de ter tocado o tambor na parte inicial, como no videoclipe. Ainda teve espaço para uma performance no piano no hit Demons. Em um dos sumiços de Dan Reynolds, em On Top of The World, o vocalista surgiu no meio da pista premium garantindo o momento de maior proximidade com os fãs. É legal notar a alegria do artista com o público brasileiro. É notório que muitas bandas fazem média com o público, mas Dan Reynolds realmente demonstra uma felicidade descomunal com a plateia daqui. E reforça isso nos discursos. “Obrigado por sempre fazerem com que aqui fosse uma casa para nós. Eu amo o Brasil, estamos fazendo isso há 15 anos e crescemos junto com vocês”. Na reta final, totalmente satisfeito com a sinergia com o público do Morumbis, Dan Reynolds revelou que a Loom World Tour está próxima do fim. “Esses são os últimos shows da turnê Loom, que durou quase dois anos passando ao redor do mundo todo. Meu coração está completo. Nunca pensei em ter a oportunidade de viver isso tudo, mas sou imensamente grato. Obrigado por estarem aqui com a gente e por estarem com o Imagine Dragons durante todos esses anos”, disse. Com quase 1h50 de apresentação, o Imagine Dragons mostrou que continua fazendo show de qualidade e grandioso para fãs e públicos novos, tal como tem feito desde 2014, quando estreou no Brasil em uma edição do Lollapalooza. Hoje (1), a partir das 21h, novamente no Morumbis, tem mais uma oportunidade de ver a banda. Setlist Set 1Fire in These HillsThunderBonesTake Me to the BeachShots (Broiler remix)Whatever It Takes AcousticNext to MeIt’s TimeAmsterdamFollow You (Snippet)I Bet My Life Set 2Bad LiarOn Top of the WorldWake UpRadioactiveDemonsNaturalWalking the WireSharksEnemyEyes ClosedBirdsBeliever
Touché Amoré celebra 10 anos do álbum “Stage Four” com show único em São Paulo

O grupo norte-americano Touché Amoré retorna a São Paulo no dia 12 de setembro de 2026 para uma apresentação exclusiva no Cine Joia. O show será o único da banda na América Latina e terá como foco a celebração de 10 anos do álbum Stage Four, um dos trabalhos mais emblemáticos de sua discografia. Os ingressos para o evento, realizado pela ND Productions, já estão disponíveis na plataforma Fastix. Lançado originalmente pela Epitaph Records e produzido por Brad Wood (conhecido por trabalhos com Smashing Pumpkins), Stage Four é um disco conceitual que aborda o luto do vocalista Jeremy Bolm após a perda de sua mãe para o câncer. Sonoramente, o trabalho marcou uma transição do quinteto para uma sonoridade que equilibra o post-hardcore com elementos mais melódicos e introspectivos. A apresentação na capital paulista terá um caráter beneficente: o show acontece em parceria com a National Breast Cancer Foundation (NBCF), organização voltada à conscientização e educação sobre o câncer de mama. Histórico recente do Touché Amoré no Brasil A banda volta ao Brasil após realizar um show com ingressos esgotados no City Lights, em 2025. Conhecido pela performance enérgica, o quinteto é uma das referências do gênero que mescla screamo e hardcore melódico. SERVIÇO
Guns n’ Roses entrega melhor show em uma década com surpresas e emoção

Atrasado? Gordo? Nervosinho? Cantando mal? Os críticos de plantão tiveram que aguentar Axl Rose em plena forma, pontual, feliz e entregando o melhor show do Guns n’ Roses em São Paulo desde 2016. A apresentação no Allianz Parque, no sábado (25), foi a melhor resposta possível para quem adora malhar um dos maiores vocalistas da história do rock. “Porque o que você quer e o que você obtém são duas coisas completamente diferentes” (Because What You Want & What You Get Are Two Completely Different Things). O nome da atual turnê do Guns não poderia ser melhor, são várias interpretações que podem ser feitas. Seja pela “torcida” dos críticos por falhas do Axl ou pela alteração constante nos sets. Em tempos de repertórios decoradinhos do primeiro ao último show, o Guns quebra essa roda e surpreende com ótimos achados. Mas vamos voltar ao Axl Rose. É impressionante o trabalho de recuperação do artista desde o retorno de Slash e Duff, em 2016. Foram muitos percalços e dramas até chegar no nível atual. Da falta de ritmo à insegurança, que teve seu auge em Londres, em 2022, quando chegou a dormir no estádio do Tottenham após uma crise de ansiedade depois de uma das apresentações. Axl está com 63 anos e por muitos anos gastou sua voz com um alcance vocal poderoso. Óbvio que a conta chega, chega para todos. Steven Tyler (Aerosmith) precisou parar, Bon Jovi pausou a carreira, só para citar alguns exemplos. O líder do Guns n’ Roses se recusou a parar. E mais do que isso, não quer entregar qualquer coisa para os fãs, foram 3h10 de show. Fica a pergunta: qual banda ou cantor(a) faz isso hoje em dia? Mas os cornetinhas sempre vão achar um jeito de querer provocar ou falar besteira. Se o desempenho de Axl melhorou, “vamos caçar novos problemas”… Tentaram criar um desentendimento entre o vocalista e o novo baterista, Isaac Carpenter, após um problema técnico no retorno do som, na Argentina, algo que foi desmentido pela banda nas redes sociais. Sem o menor cabimento, aliás. Isaac tem uma performance impressionante, toca muito e esbanja carisma no banquinho. O que resta? Falar do repertório. Sim, também reclamam das escolhas para o set. Alguns choram pelo “excesso de covers”, outros pela falta de “novidades”. Não podemos esquecer que estamos falando de uma banda com 40 anos de história. É impossível fazer um set predominante com b-sides ou faixas novas. Não é assim com nenhuma grande banda com longa jornada, como o Guns, mas a implicância é sempre maior com eles. Parece um trauma vitalício decorrente da cadeira arremessada por Axl nos jornalistas, no Maksoud Plaza, em São Paulo, em 1992. Por falar em “novidades”, Hard Skool, Absurd, The General e Perhaps são canções relativamente recentes. Mas é impossível esperar um show do Guns sem protagonismo dos álbuns Appetite for Destruction e Use Your Illusion I e II, os maiores sucessos comerciais. Mas mesmo dentro desse universo, o grupo faz suas alterações. Patience saiu do set em São Paulo, Don’t Cry voltou. Yesterday foi resgatada. Duff também modifica sua participação no vocal, no Allianz Parque optou por Thunder and Lightning, do Thin Lizzy. Por falar em covers, que linda homenagem prestada ao gigante Ozzy Osbourne, com Sabbath Bloody Sabbath e Never Say Die, ambas do Black Sabbath, acompanhada de uma linda imagem do finado vocalista no telão. Human Being, do New York Dolls, que também perdeu seu vocalista, David Johansen, em março, foi outro momento memorável e inesperado. Em 3h10 de show, Axl e companhia emocionaram, divertiram e colocaram mais de 45 mil pessoas para cantar do início ao fim. E isso tudo com Slash desfilando solos e riffs marcantes da história do rock, quase todos com a sua assinatura, inclusive com um momento blues sensacional, antes de Sweet Child O’ Mine. O guitarrista Richard Fortus, com mais de 20 anos de banda, já está consolidado na formação. Se Izzy ou Gilby quiserem voltar, certamente terão que pegar uma terceira guitarra. O tecladista Dizzy Reed, desde 1990 no Guns, é um porto seguro para garantir que Axl, Slash e Duff tenham o protagonismo compartilhado na linha de frente. E todos parecem estar bem com suas posições. Axl distribui sorrisos, conversa com o público e até agradece com o bom e velho português “obrigado”. Sobrou algo para os cornetinhas? Que o Guns n’ Roses retorne muitas outras vezes ao Brasil, com ou sem álbum novo. Isso é um mero detalhe. Setlist Welcome to the Jungle Bad Obsession Chinese Democracy Pretty Tied Up Mr. Brownstone It’s So Easy The General Perhaps Slither (Velvet Revolver) Live and Let Die (Wings) Hard Skool Wichita Lineman (Jimmy Webb) Sabbath Bloody Sabbath (Black Sabbath) Never Say Die (Black Sabbath) Estranged Yesterdays Double Talkin’ Jive Don’t Cry Thunder and Lightning (Thin Lizzy) Absurd Rocket Queen Knockin’ on Heaven’s Door (Bob Dylan) You Could Be Mine Slash Guitar Solo Sweet Child o’ Mine Civil War November Rain This I Love Human Being (New York Dolls) Nightrain Paradise City
Atração de abertura dos shows do Linkin Park no Brasil, Poppy anuncia show solo no Cine Joia

Além de ser convidada especial dos shows do Linkin Park no Brasil, a cantora norte-americana Poppy, conhecida pela sua versatilidade e experimentações sonoras, acaba de anunciar um show solo no dia 6 de novembro, em São Paulo, no Cine Joia. A venda de ingressos para o público geral estará disponível a partir desta sexta-feira (17), começando às 10h online e às 11h na bilheteria oficial. Os ingressos, que podem ser adquiridos em até 3x sem juros, estarão disponíveis online e na bilheteria oficial (sem taxa de serviço). Um espírito criativo sem limites impulsionou a carreira de Poppy, que já passou por vários cantos do mundo da arte e da música. Em cada projeto, ela mostra um lado diferente de uma verdadeira visionária — que não se prende a gêneros, não liga para convenções e está sempre surpreendendo. É justamente essa mistura de estilos que fez Poppy conquistar fama como uma artista que quebra barreiras e redefine a cultura a cada passo. De performer provocadora, a diretora de clipes, autora de graphic novels de ficção científica, e cantora que viaja o mundo com um repertório que vai desde breakdowns brutais de metal e bubblegum vibrante dos anos 60, até trap-pop e grunge-punk, absolutamente nada está fora dos limites quando se trata de Poppy executar com maestria sua variada visão artística. Em 2021, Poppy foi indicada ao Grammy de Melhor Performance de Metal com Bloodmoney — a primeira vez que uma mulher solo apareceu nessa categoria. E em 2025, conseguiu a segunda indicação, dessa vez pela parceria com a banda Knocked Loose na faixa Suffocate. Ela é tipo um camaleão musical: muda de fase o tempo todo, deixa os fãs curiosos com o que vem a seguir e, ainda assim, cada mudança soa inconfundivelmente “Poppy”. Negative Spaces continua a vibe experimental do single industrial new way out, lançado na primavera, e traz parcerias com o produtor Jordan Fish (ex-Bring Me the Horizon). O resultado vai de um pop delicado (yesterday), aos gritos intensos de have you had enough, passando pelo clima retrô-futurista dos anos 80 em crystallized e a energia pop-punk dos anos 2000 em Negative Spaces. É o som de uma artista em constante evolução redefinindo seu legado. Os últimos anos de Poppy foram memoráveis, entre turnês com 30 Second to Mars e Avenged Sevenfold, Baby Metal e lançamentos de singles colaborativos de sucesso com nomes como Bad Omens (V.A.N.), Knocked Loose (Suffocate) e Baby Metal (from me to u). A situação só melhora, com a artista solo agora mergulhando fundo em sua próxima era ousada com o lançamento de seu quinto álbum multiversal, Negative Spaces. SERVIÇO – POPPY EM SÃO PAULO Data: 6 de novembro de 2025 (quinta-feira) Local: Cine Joia Abertura dos portões: 18h Horário do show: 20h Endereço: Praça Carlos Gomes, 82 – Liberdade, São Paulo – SP Ingressos: a partir de R$ 175,00
Planet Hemp anuncia Emicida, Pitty e Seu Jorge como convidados em show no Allianz Parque

O show da turnê de despedida do Planet Hemp em São Paulo ganhou o reforço de Emicida, Pitty e Seu Jorge como convidados especiais. A apresentação será no dia 15 de novembro, no Allianz Parque. A apresentação única da tour em São Paulo também terá BaianaSystem nesta noite de celebração. Restam poucos ingressos para a data pelo site da Eventim. “Nosso som ainda ecoa para muitas pessoas e vai seguir fazendo barulho por muito tempo. Tocar essas músicas vai ser ainda mais emocionante com nossos amigos. Construímos uma relação fraternal com essa galera que vai além da música. Somos uma turma que faz questão de trazer pra perto quem cresceu com a gente e apoiou nosso trabalho ao longo desses anos todos”, conta Marcelo D2. O Planet Hemp tem sua história marcada por colaborações e reencontros com grandes nomes da música brasileira, reforçando sua relevância ao longo de três décadas. Emicida, um dos principais representantes do rap nacional, também soma sua voz ao legado da banda, participando do espetáculo de 30 anos e dividindo festivais emblemáticos com o grupo. Já Pitty, ícone do rock brasileiro, foi convidada tanto para a gravação do DVD comemorativo quanto para apresentações em grandes palcos, como o Rock in Rio, celebrando a união de estilos e a força coletiva que sempre pautaram o Planet Hemp. Para completar a noite, o sexteto convida ainda Seu Jorge, que além de participar do projeto audiovisual Baseado em Fatos Reais: 30 anos de Fumaça (ao vivo), de 2024, e de shows emblemáticos da banda no último ano, também atuou como percussionista do grupo na turnê A Invasão do Sagaz Homem Fumaça, no início dos anos 2000.
KoЯn retorna ao Brasil após nove anos com Spiritbox em São Paulo

Nove anos após a sua última apresentação na América do Sul (em 2017), a banda norte-americana KoЯn retorna à América Latina para a sua maior turnê na região. O Brasil recebe um único show, que ocorre em São Paulo, no Allianz Parque, no dia 16 de maio de 2026, com ingressos disponíveis a partir de quinta-feira (16), às 13h, no site da Eventim. A banda canadense Spiritbox e o Seven Hours After Violet, grupo de metal dos Estados Unidos, farão os shows de abertura. Em uma realização da 30e, a tour também passa por Bogotá, na Colômbia, no dia 2 de maio; Lima, no Peru, no dia 5 de maio; Santiago, no Chile, no dia 8 de maio; Buenos Aires, na Argentina, no dia 10 de maio; Assunção, no Paraguai, no dia 13 de maio; e no México, na Cidade do México, no dia 19 de maio. O KoЯn chega ao país embalado por um dos melhores momentos da carreira. Ao ocupar o posto de headliner de importantes festivais globais e esgotando os ingressos em estádios, o grupo demonstrou a atemporalidade de sua obra e ainda angariou novos fãs. A apresentação no Download Festival, em Donington (Inglaterra), por exemplo, foi transformada em uma experiência definitiva de celebração do legado da banda. O KoЯn é formado atualmente por Jonathan Davis (vocais), James “Munky” Shaffer (guitarra), Brian “Head” Welch (guitarra), e Ray Luzier (bateria). O grupo contabiliza mais de 30 anos de carreira, vendeu mais de 42 milhões de discos em todo o mundo e recebeu dois prêmios Grammy Awards. * SERVIÇORealização: 30eKoЯn @São PauloData: 16 de maio de 2026 (sábado)Local: Allianz Parque – Av. Francisco Matarazzo, 1705 – Água Branca – São Paulo/SP Horário de Abertura da casa: 16h Classificação Etária: Entrada e permanência de crianças/adolescentes de 5 a 15 anos de idade, acompanhados dos pais ou responsáveis, e de 16 a 17 anos, desacompanhados dos pais ou responsáveis legais. Setores e preços*Cadeira superior – R$ 182,50 (meia-entrada) | R$ 365,00 (inteira) *Pista – R$ 247,50 (meia-entrada) | R$ 495,00 (inteira) *Cadeira inferior -R$ 322,50 (meia-entrada) | R$ 645,00 (inteira) * Pista Premium – R$ 497,50 (meia-entrada) | R$ 995,00 (inteira) *Hotseat – R$ 822,50 (meia-entrada) | R$ 1.145,00 (inteira) *Pacote VIP – R$ 1.287,50 (meia-entrada) | R$ 1.785,00 (inteira) Início das vendasVenda geral: 16 de outubro, às 13hVendas online em: eventim.com.br/Korn Bilheteria oficialBilheteria A – Allianz Parque – Endereço: Rua Palestra Itália, 200.Funcionamento: Terça a sábado das 10h às 17h* Não há funcionamento em feriados, emendas de feriados, dias de jogos ou em dias de eventos de outras empresas.