Resenha de show | Rick Wakeman no O2 Shepherd’s Bush Empire, Londres

O icônico musicista britânico Rick Wakeman tocou no O2 Shepherd’s Bush Empire, em Londres, na última quarta-feira (30), com a sua banda. Em resumo, uma apresentação memorável com um compilado de grandes momentos da sua carreira. Quase vinte anos desde a última turnê pelo Reino Unido, o mago dos teclados Rick Wakeman restaurou o English Rock Ensemble para shows em março e abril. Após a apresentação que rolou na última quarta-feira (30), no O2 Shepherd’s Bush Empire, Wakeman ainda passou por Birmingham, Glasgow e Newcastle, além de ter sido a atração principal do HRH Prog XI em Sheffield. O English Rock Ensemble, que acompanha Wakeman, foi originalmente fundado em 1975 como um projeto solo do músico depois de deixar o YES e continuou a tocar juntos de forma intermitente ao longo dos anos com uma formação fluida. Antes do show, Rick Wakeman falou sobre essa conexão e as apresentações. “Nas raras ocasiões em que consigo reunir o English Rock Ensemble, é sempre muito emocionante para mim, pois o setlist determina o line-up. Este show em particular incluirá algumas músicas que várias cantoras cantaram comigo ao longo dos anos e porque estaremos tocando algumas faixas do The Red Planet, também haverá músicos adicionais para fazer justiça à música”. Para o início do show, Rick Wakeman reservou uma belíssima passagem por diversos momentos do icônico álbum Journey to The Centre of The World. Por fim, explicou o quanto era prazeroso revistar essa obra com membros novos na formação da banda que nunca tinha tocado essa música. Com um show de tom intimista, um setlist definitivamente escolhido a dedo, os ingleses apresentaram mais cinco números, todos com uma duração média de 12 minutos: 1984 com um mix dos melhores momentos, Catherine Parr, Merlin the Magician e The Rest of Arthur. Em resumo, essas canções formaram o set nostálgico de Rick, que ainda guardou para o fim uma revisitada no clássico do rock progressivo Starship Trooper, do YES. Definitivamente, uma experiência única no universo do rock, executada com excelência por um dos maiores músicos da história.

Céu faz show de lançamento do seu primeiro disco como intérprete

Após cinco trabalhos autorais, Um Gosto de Sol, lançado no fim de 2021, é o primeiro álbum em que Céu se coloca apenas como intérprete, dando voz a uma dúzia de canções escritas por outros autores. Produzido por Pupillo, o álbum é resultado do impacto da pandemia na vida da artista. Neste disco, Céu regravou clássicos de ícones da música nacional como João Gilberto (Bim Bom), Ismael Silva (Ao Romper da Aurora), Antonio Carlos & Jocafi (Teimosa), Deixa Acontecer (Revelação). Aliás, o trabalho também traz Céu como intérprete de clássicos da música internacional, como Francis Albert (Feelings), Sade (Paradise), Jimi Hendrix (May This Be Love), Beastie Boys (I Don’t Know) e Fiona Apple (Criminal). Os shows de lançamento do disco em São Paulo acontecem na Casa Natura Musical dias 14 e 15 de abril, às 22h. Neste novo show, Céu está acompanhada por sua banda formada por Pupillo na bateria, Lucas Martins no baixo, Leonardo Mendes no violão e Sthe Araujo na percussão e backing vocal. ServiçoCéu | Um Gosto de SolDias 14 e 15 de abril, quinta e sexta-feira, 22h. Abertura da Casa: 20h30 Ingressos à venda pelo Sympla ValoresPista – Lote 1: R$80,00 / R$40 (meia-entrada)Lote 2: R$110,00 / R$55,00 (meia-entrada)3: R$150,00 / R$75,00 (meia-entrada)4: R$170,00 / R$85,00 (meia-entrada)Bistrô Superior – R$180,00 / R$90 (meia-entrada)Camarote – R$190 / R$95 (meia-entrada)

The Drums faz show único no Brasil nesta quinta-feira

Nesta quinta-feira (31) o selo e produtora Balaclava Records traz ao país a banda norte-americana The Drums para show único no Brasil. A apresentação acontecerá na Audio, em São Paulo, na Barra Funda. A banda formada no Brooklyn, Nova Iorque, rapidamente se tornou ícone indie da década passada com seus dois primeiros e aclamados álbuns, The Drums (2010) e Portamento (2011). Os ingressos estão à venda no site da Ticket 360. Com uma sonoridade post-punk e o new wave e famosa por remeter a grupos oitentistas como The Smiths, Joy Division e The Wake, a banda liderada pelo vocalista Jonathan Pierce passeia pelo indie pop e bebe na fonte do rock alternativo. O grupo comemora sua ótima fase, em turnê de dez anos de seu segundo disco, com sucessos como I Don’t Know How To Love, Days e o grande hit Money, canção que em 2021 voltou a popularizar graças ao TikTok, onde viralizou com mais de 500 mil vídeos compartilhados. Além disso, o grupo promete incluir músicas que marcaram sua trajetória, como Let’s Go Surfing, Down By The Water e Me And The Moon. O lançamento mais recente do The Drums é o excelente álbum Mommy Don’t Spank Me, de 2021. Essa é a quarta passagem do grupo pelo Brasil, que já se apresentou em casas de shows como Cine Joia e no festival Planeta Terra. Serviço Balaclava apresenta: The Drums (EUA) em São Paulo31 de março – quintaA partir de R$ 130Audio ClubAv. Francisco Matarazzo, 694 – Barra Funda

Emicida e Planet Hemp comandam tributo a Taylor Hawkins no Lolla

O show não pode parar. Após a morte repentina de Taylor Hawkins, baterista do Foo Fighters, o Lollapalooza Brasil anunciou neste sábado (26) uma apresentação para o horário programado para a banda norte-americana. Às 20h30, Planet Hemp e Emicida convidam DJ Nyack, DJ KL Jay, Criolo, Bivolt, Drik Barbosa e Rael para uma homenagem a Taylor Hawkins. De acordo com a programação do Lollapalooza, serão duas horas de concerto do Planet Hemp, Emicida e companhia. Vale lembrar que o lineup de domingo conta com vários nomes interessantes, como The Libertines, IDLES, Black Pumas, Fresno, Rashid, Planta & Raiz, Djonga, Marina Sena. Aliados, Lagum, Menores Atos, Martin Garrix, Kehlani, Gloria Groove, Cat Dealers e Malifoo completam a festa. O Foo Fighters anunciou a morte do baterista da banda, Taylor Hawkins, ao 50 anos, no perfil oficial do Instagram do grupo, na madrugada deste sábado (26). A causa da morte não foi divulgada. De acordo com a W Radio Colombia, o músico morreu em Bogotá, na Colômbia, onde a banda faria um show. Segundo comunicado do festival colombiano Estéreo Picnic, onde o show não chegou a acontecer, todas as apresentações do Foo Fighters na turnê sul-americana, foram canceladas. O Foo Fighters estava previsto para se apresentar no Lollapalooza, em São Paulo, na noite de domingo (26), como headliner, encerrando o festival.

Alexisonfire e A Day To Remember promovem noite histórica na Audio

As vertentes do punk e hardcore estão em alta no Lollapalooza Brasil. Se no primeiro dia, Turnstile, Jxdn e Machine Gun Kelly deram as caras, o segundo será dominado por Alexisonfire e A Day To Remember. Aliás, essa dobradinha já passou pelo Rio de Janeiro e por São Paulo durante a semana. Na noite de quinta-feira (24), com a Audio, na Barra Funda, completamente lotada, as bandas mostraram muita disposição e peso no palco. A noite teve início com os canadenses do Alexisonfire. A banda de post hardcore, aliás, não se apresentava no Brasil há dez anos, fato lembrado pelo vocalista, George Pettit, durante o show na Audio. O Alexisonfire veio ao Brasil em 2012, numa turnê de despedida. Felizmente, a situação foi revertida e, em 2015, eles já estavam juntos novamente. Desde aquela apresentação de estreia no Brasil, o grupo não lançou nenhum álbum. Mas a situação mudará em junho, quando vão estrear Otherness, primeiro disco de estúdio em 13 anos. No show na Audio, a banda testou uma das canções do novo álbum com o público. A escolhida foi Sweet Dreams of Otherness, que veio após um início avassalador, que teve três canções de Crisis, álbum de 2006. Sweet Dreams of Otherness não teve um retorno tão empolgante quanto as faixas de abertura do show, mas também não chegou a ser um ponto fraco. Aliás, ponto fraco é algo que não existe em um show do Alexisonfire. Com uma presença muito empolgante de todos os integrantes, ficou difícil os fãs não acompanharem e cantarem juntos, além de atender os pedidos do vocalista por circle pit. Com foco maior em Crisis, o Alexisonfire tentou não deixar nenhum fã insatisfeito com o setlist. Para isso fez passagens por todos os álbuns. O repertório apresentado em 1h20 agradou em cheio. Após o show no Lolla neste sábado (26), o Alexisonfire retorna aos shows no hemisfério norte, com destaque para a participação no Slam Dunk, em junho, na Inglaterra, quando será o headliner do festival junto com Sum 41, Neck Deep, Dropkick Murphys e The Interrupters. Confira abaixo um pouco do show do Alexisonfire A Day To Remember Contemporâneo do Alexisonfire, o A Day To Remember surgiu em Miami, nos Estados Unidos. A sonoridade é um pouco diferente, mas puxada para o metalcore com umas pitadas de pop punk. E se o Alexisonfire será headliner do Slam Dunk, o A Day To Remember será co-headliner do Download Festival, na Inglaterra, em junho, tocando antes do Kiss apenas. Na Audio, a banda mostrou o motivo de estar tão badalada. Conseguiu empolgar ainda mais que o Alexisonfire. A trinca inicial veio carregada de peso e nostalgia, com The Downfall of Us All, All I Want e Paranoia. Fiquei impressionado como o ADTR, tal como Alexisonfire, teve o cuidado de equilibrar bem o setlist. Afinal, foram oito anos sem se apresentar para o público brasileiro. Então nada de blocão com canções do último álbum, You’re Welcome (2021). Foi tudo muito bem espalhado e misturado com o restante da discografia. Tal ação faz com que canções mais recentes tenham desempenho tão forte como os clássicos da banda. Last Chance to Dance (Bad Friend), por exemplo, esquentou ainda mais a pista da Audio. Ótimo feedback dos fãs. You’re Welcome, lançado durante a pandemia, foi o segundo álbum mais lembrado pelos integrantes. Foram quatro canções no show da Audio, sendo superado apenas por Homesick (2009), terceiro trabalho de estúdio do ADTR, que teve cinco faixas executadas. Bad Vibrations (2016), lançado após o último show no Brasil e maior sucesso da banda nas paradas internacionais, foi lembrado com duas músicas: Paranoia, no início da apresentação, além de Reassemble, também muito bem recebida pelo público. Por fim, quem ainda tinha voz e disposição, gastou o que sobrou na trinca final: If It Means a Lot to You, Sometimes You’re the Hammer, Sometimes You’re the Nail e The Plot to Bomb the Panhandle. Impecável! A Day To Remember, Alexisonfire e Turnstile no lineup do Lollapalooza e Lolla Parties foi uma das decisões mais acertadas do festival. Confira abaixo um pouco do show do A Day To Remember

Balaclava Records celebra seus dez anos com festival em abril

Em comemoração aos seus 10 anos em atividade no mercado fonográfico e cultural, a Balaclava Records apresenta a próxima edição de seu festival de música, o Balaclava Fest, que acontecerá nos dias 23 e 24 de abril, em São Paulo. O evento retorna em formato inédito, reunindo, pela primeira vez, praticamente todas as atrações pertencentes ao casting do selo paulistano. Serão mais de 10 shows por dia com artistas de todo o país, entre eles nomes como Bebé, Moons, Saskia, Holger, E A Terra Nunca Me Pareceu Tão Distante, gorduratrans, Jennifer Souza, Raça, Lupe de Lupe, Gabriel Ventura, Gab Ferreira, além de uma série de DJs e live sets, encontros inéditos e participações de Tuyo, YMA, Pluma e BRVNKS. Ainda há atrações a serem reveladas e anunciadas em breve nos dois dias de programação. Os ingressos já se encontram à venda no site da Ingresse, incluindo um passaporte com desconto para os dois dias de evento ou, separadamente, para sábado (23) e domingo (24). “Sempre quisemos ver nossos artistas se apresentando em um mesmo lugar, imaginando qual seria a ocasião ideal para realizarmos isso. Essa vontade vinha também dos próprios artistas do selo, reforçando essa noção de participarem de um coletivo de pessoas que se identificam musicalmente, nessa soma de gêneros e sonoridades. Nada melhor que comemorar essa década de selo/produtora com esse belo encontro”, afirma Rafael Farah, sócio-fundador da Balaclava Records. Seu sócio-fundador, Fernando Dotta, complementa: “Estamos num momento muito feliz da nossa história, não só pela celebração dos 10 anos, mas principalmente porque hoje conseguimos olhar para o nosso casting e encontrar a relevância e pluralidade que sempre buscamos. Para quem nos acompanha desde o início é nítida essa evolução. São artistas com propostas muito diferentes entre si, mas que se conectam nesse guarda-chuva de referências em que apostamos e que acreditamos ser nosso maior diferencial na Balaclava, o selo sendo um filtro musical para o público. Não há situação melhor para apresentarmos esse momento especial ao público do que essa grande festa.” O espaço escolhido para a realização dessa edição também vem em caráter especial. Trata-se do icônico prédio ocupado pela Red Bull Station nos últimos anos, agora com o nome de Central. Com mais de 3 andares e um terraço com vista 360, o prédio fica localizado na região central da cidade de São Paulo, próximo à estação de metrô Anhangabaú e ao Terminal Bandeira. O Balaclava Fest, que já contou com dez edições desde 2015, é conhecido por reunir nomes relevantes da música pop e alternativa nacional e internacional, com duas edições ao ano. Está sendo programada uma edição do festival para o final do ano, contemplando também atrações internacionais. Confira abaixo a programação completa de shows, por dia: 23 de abril – sábado Jennifer Souza gorduratrans MOONS Lupe de Lupe feat. Larissa Conforto ÀIYÉ Odradek Ombu Gab Ferreira feat. Tuyo Atração surpresa 24 de abril – domingo Holger Walfredo em Busca da Simbiose feat PLUMA Apeles feat. YMA Raça feat BRVNKS E a Terra Nunca me Pareceu Tão Distante Saskia Gabriel Ventura Bebé Atração surpresa SERVIÇO Balaclava Fest – Edição 10 Anos Datas: 23 e 24 de abril de 2022 Local: Central Praça da Bandeira, 137 – Bela Vista, São Paulo – SP Estação de Metrô Anhangabaú Horários do festival 23 de abril: Portas 15h 24 de abril: Portas 15h

Jão abrirá show de Maroon 5 em São Paulo

No dia 5 de abril, o cantor Jão abrirá o show do Maroon 5 em São Paulo, no estádio Allianz Parque. A apresentação é a primeira das duas datas que a banda fará no Brasil, sendo a segunda no dia 6 em Porto Alegre no Centro de Eventos FIERGS. Sua atual turnê, PIRATA, que teve início no último dia 12 no Vivo Rio, vem esgotando data atrás de data, e a confirmação dele como o ato de abertura do Maroon 5 é mais uma das provas de sua grandeza, de seu sucesso, e que ele é definitivamente, o maior nome do pop masculino nacional da atualidade. Jão sobe aos palcos do Allianz às 20h, uma hora antes do show do Maroon 5, e tem tudo para ser mais um grande passo para sua carreira. Seu último clipe lançado, para a música Idiota, conta com mais de 11 milhões de visualizações no YouTube e o álbum PIRATA passou das 100 milhões de plays no Spotify.

Resenha de show | Smith/Kotzen no Islington Assembly Hall, em Londres

Logo após finalizar a tour nos Estados Unidos, o duo Smith/Kotzen já atravessou os mares e desembarcou no Reino Unido para mais uma perna da sua excursão. Dessa vez a casa escolhida foi a aconchegante Islington Assembly Hall, escolha mais que perfeita para o público. Como de costume, a venda de ingressos acabou rapidamente. Quem não garantiu o ingresso, teve que entrar em uma lista de espera e acabou criando um enorme buzz para o show no Islington Assembly Hall. O suporte ficou por conta das bandas Bucket Rebel Heart e The Dust Soda, ambas com uma sonoridade bem parecida, todos calcadas no hard rock. Em resumo, apresentaram sets curtos, porém bem eficientes, dando um bom aquecimento para a atração principal. Conhecidos de longa data do público, os guitarristas Smith e Kotzen contam com dois brasileiros na banda, Júlia Lage (Vixen) e o baterista Bruno Valverde (Angra), que adicionam exatamente o que a sonoridade dos guitarristas pede: mesclam com maestria grooves, leveza, pressão e por aí vai. Foi mostrado na íntegra todo o repertório da banda, sendo ele o full album homônimo e o EP Better Days, lançado no verão passado. O show todo é muito bem executado e de alto nível. Tudo se encaixa perfeitamente, seja na abordagem das guitarras, onde ambos têm estilos diferentes, porém soam como se uma fosse o complemento da outra, assim como o trabalho das vozes. >> Confira entrevista com Richie Kotzen E, claro, no setlist é incluído um cover do Iron Maiden e uma do trabalho solo de Richie Kotzen. Ambas as músicas são curtidas como as outras canções do set e não tem diferença por serem faixas amplamente conhecidas dos fãs. Porém, uma cartada tirada da manga nesse show não poderia deixar de ser mencionada. Nas últimas duas músicas do set, um velho conhecido do público fez uma participação especial. Foi a cereja no bolo para coroar a apresentação. Chamado por Adrian, Nicko Mcbrain, baterista do Iron Maiden, subiu ao palco fazendo as típicas brincadeiras que ele faz, sorrindo como sempre e agradecendo aos fãs e amigos presentes. E, como previsto, Wasted Years (Iron Maiden) foi cantada em uníssono pelo público, enquanto Solar Fire, música que o mesmo participou da gravação no álbum Smith/Kotzen, fecha a jam. Sem delongas, um belíssimo show de dois monstros da guitarra. Som bem feito por quem sabe fazer música boa.

Hoodoo Gurus tocará novo álbum em evento online

Em uma prévia exclusiva, os fãs do Hoodoo Gurus em todo o mundo poderão ouvir o décimo álbum de estúdio da banda, Chariot of the Gods. Em resumo, o disco será tocado na íntegra pela primeira vez. Ademais, o eMusic Live transmite um evento especial pré-gravado no Damien Gerard Studios, em Sidney. A transmissão será compartilhada às 6h desta quinta-feira (10), antes do lançamento oficial do álbum na sexta-feira (11). Não é apenas uma prévia especial do álbum, mas também um agradecimento aos fãs leais ao redor do mundo. Aliás, eles estão esperando pelos shows nos últimos dois anos. Os fãs na América do Norte que compraram ingressos para a turnê recentemente cancelada receberam ingressos de cortesia para a transmissão pelos Gurus e eMusic Live. Os ingressos custam US$ 8. Chariot of the Gods é o clássico Gurus – 13 faixas (16 na edição deluxe) apresentando o lirismo relacionável e a composição inigualável colocada em um contexto distintamente australiano pelo qual a banda é conhecida. O vocalista Dave Faulkner falou mais sobre a gravação do álbum Chariot of the Gods, em comunicado enviado à imprensa. “Os últimos dois anos foram frustrantes e estressantes para todos, mas para os Hoodoo Gurus, essa nuvem escura teve um lado bom. Forçados a confiar em nós mesmos ao invés do mundo exterior para validação, houve um renascimento criativo dentro da banda que resultou em um novo álbum. Mais importante de tudo, os laços musicais entre nós quatro nunca foram tão fortes. Quando as discussões são todas sobre quais músicas estamos tristes por ter que deixar de fora do álbum, isso é um bom sinal. Estou dizendo a vocês, pessoal, temos uma verdadeira mola em nossos passos agora”.