Hollow Coves inicia turnê inédita no Brasil hoje em Curitiba

O duo australiano Hollow Coves desembarcou no Brasil pela primeira vez e dá o pontapé inicial em sua turnê hoje (19). A estreia acontece em Curitiba, no palco do Tork n’ Roll. Matt Carins e Ryan Henderson trazem na bagagem uma sonoridade que mistura harmonias vocais etéreas e violões acústicos. O som deles evoca paisagens abertas e momentos de calmaria, algo que conquistou o mundo com o hit viral Coastline. Mensagem de esperança e gratidão do Hollow Coves Além dos sucessos antigos, o duo apresenta as canções do álbum Nothing To Lose (2024). O disco funciona como um chamado para valorizar o presente em meio à pressão da era digital. As letras exploram a gratidão, a simplicidade e a beleza natural. A imprensa mundial costuma destacar a capacidade da dupla de transformar temas complexos, como ansiedade e desafios pessoais, em simplicidade poética e esperança. >> LEIA ENTREVISTA COM O HOLLOW COVES Abertura nacional Para aquecer o público nas quatro datas, a produção escalou o talento brasileiro Rafael Witt. O cantor e multi-instrumentista gaúcho, natural de Caxias do Sul, tem se destacado no cenário do pop alternativo e fará a abertura de todos os shows. Depois de Curitiba, a banda segue para Belo Horizonte, Rio de Janeiro e encerra a passagem por aqui em São Paulo, no próximo sábado. Confira o roteiro completo abaixo e garanta os últimos ingressos. Serviço Ingressos: Disponíveis no site da Fastix. Curitiba/PR (HOJE – 19/01) Belo Horizonte/MG (21/01 – Quarta) Rio de Janeiro/RJ (23/01 – Sexta) São Paulo/SP (24/01 – Sábado)

Atração do Bangers Open Air, Lucifer anuncia mais sete shows no Brasil

A banda sueca de occult rock Lucifer retorna ao Brasil em abril para uma série de oito apresentações como parte de um novo giro pela América do Sul, que também passa por Argentina e Chile. A turnê segue divulgando o quinto álbum de estúdio do grupo, Lucifer V, lançado em janeiro de 2024 pela Nuclear Blast Records. A realização é da Xaninho Discos. O ponto alto da passagem pelo país será a participação do Lucifer no Festival Bangers Open Air, em São Paulo, no dia 25 de abril, um dos principais eventos dedicados ao rock e ao heavy metal no Brasil. Além do festival, o grupo também confirmou um show solo na capital paulista, no dia 29 de abril, no Hangar 110, oferecendo ao público uma apresentação mais extensa fora do formato de festival. A agenda brasileira inclui ainda shows em Brasília, no dia 16 de abril, no Infinu; Curitiba, em 18 de abril, no Basement Cultural; Florianópolis, em 19 de abril, no Célula Showcase; Porto Alegre, em 20 de abril, no Espaço Marin; Rio de Janeiro, em 26 de abril, no Experience Music; e Belo Horizonte, em 28 de abril, no Mister Rock. A formação que acompanhará a vocalista Johanna Sadonis nesta turnê pela América do Sul será anunciada em breve. Formado em 2014, o Lucifer se consolidou como um dos principais nomes do hard rock e do occult rock contemporâneo ao resgatar referências diretas do rock pesado dos anos 1970, com influência evidente de bandas como Black Sabbath, Pentagram e Coven. Desde o início, a identidade do projeto é conduzida por Johanna Sadonis, responsável pela direção estética, lírica e conceitual do grupo. Lucifer V marca um momento de síntese na trajetória da banda, aprofundando a linguagem desenvolvida nos discos anteriores e apostando em canções mais concisas, com equilíbrio entre peso, melodia e dinâmica. As letras seguem explorando temas como mortalidade, perda, desejo e espiritualidade, sempre por meio de narrativas simbólicas e pessoais. Faixas como Fallen Angel, At the Mortuary e Maculate Heart passaram a ocupar papel central nos shows recentes. Nos últimos anos, o Lucifer tem se destacado também pela força de suas apresentações ao vivo, com passagens por festivais como Hellfest, Wacken Open Air e Psycho Las Vegas. Ao longo da última década, o grupo acumulou reconhecimento da crítica especializada, incluindo indicações ao Swedish Grammy, ao Swedish Radio Award P3 e ao GAFFA Awards, além de ter estampado a capa da revista norte-americana Decibel ainda no início da carreira. Com cinco álbuns lançados e presença constante em turnês internacionais, o Lucifer retorna à América do Sul em um momento de plena maturidade artística, reforçando sua identidade e ampliando seu alcance entre públicos de diferentes vertentes do rock e do heavy metal. Agenda Lucifer no Brasil16/04 Brasília Infinu18/04 Curitiba Basement Cultural19/04 Florianópolis Célula Showcase20/04 Porto Alegre Espaço Marin25/04 São Paulo Bangers Open Air26/04 Rio de Janeiro Experience Music28/04 Belo Horizonte Mister Rock29/04 São Paulo Hangar 110

Graveyard no Brasil 2026: datas, locais e abertura da banda Bike

A aclamada banda sueca Graveyard confirmou seu retorno à América Latina. O grupo traz seu hard rock clássico para o Brasil em maio de 2026, realizando uma série de quatro apresentações imperdíveis. A produtora Xaninho Discos organiza a turnê, repetindo a parceria de excursões passadas. Desta vez, o quarteto vem divulgar o álbum 6, além de tocar os grandes sucessos que consolidaram sua reputação mundial. Datas e cidades do Graveyard A agenda brasileira concentra-se na primeira quinzena de maio. O giro começa no Sul e sobe para o Sudeste: Abertura de peso com a banda Bike Para tornar as noites ainda mais especiais, o Graveyard terá uma companhia de luxo. A banda brasileira Bike fará a abertura de seis das oito datas da turnê latina, incluindo todos os shows no Brasil. O grupo de rock psicodélico e experimental, formado em São José dos Campos, vive um excelente momento. Diego Xavier, vocalista e guitarrista da Bike, celebra a oportunidade inédita de viajar pela América do Sul com uma atração internacional. “Estamos preparando um repertório focado nos últimos discos, mas em especial no Noise Meditations, lançado em setembro de 2025″, revela Diego. A fase do álbum “6” Lançado originalmente em 2023, o álbum 6 mostra uma evolução clara na sonoridade dos suecos. O disco soa mais lento, introspectivo e carregado de soul do que seus antecessores. Segundo o vocalista Joakim Nilsson, a banda buscou intencionalmente essa mudança. Eles queriam um trabalho mais centrado nas guitarras, diferenciando-se dos grooves rítmicos do disco Peace (2018). Portanto, o público pode esperar um show dinâmico, misturando a “pancadaria” antiga com a nova atmosfera sombria e elegante do grupo. * 🎟️ Serviço e ingressos Porto Alegre (07/05): Compre aqui Curitiba (08/05): Compre aqui São Paulo (09/05): Compre aqui Belo Horizonte (10/05): Compre aqui

Macy Gray anuncia turnê de verão 2026 no Brasil com shows em oito capitais

Macy Gray está de volta ao Brasil. Vinte e cinco anos depois de marcar uma geração com uma das vozes mais singulares do R&B e do soul, a cantora norte-americana anunciou sua turnê de verão 2026 no país. Serão oito apresentações confirmadas em São Paulo, Fortaleza, Recife, Brasília, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Curitiba. A série de shows celebra a trajetória da artista e coloca no centro do repertório o álbum On How Life Is, lançado em 1999. Nos palcos brasileiros, Macy Gray apresentará o disco na íntegra, incluindo faixas que se tornaram definitivas em sua carreira, como “I Try” e “Still”, além de outros momentos marcantes de um catálogo que atravessa mais de duas décadas. O retorno reforça a conexão da cantora com o público brasileiro e aposta no encontro entre nostalgia e intensidade emocional, marcas constantes de suas performances ao vivo. Natural de Canton, Ohio, Macy Gray iniciou sua trajetória artística em Los Angeles, onde chegou a estudar roteiro na USC antes de encontrar a própria voz quase por acaso, ao assumir o microfone em uma gravação. O impacto foi imediato. On How Life Is tornou-se um fenômeno mundial, alcançou platina tripla e transformou a cantora em um dos nomes centrais do R&B e do soul no fim dos anos 1990. Desde então, ela já vendeu mais de 25 milhões de álbuns, recebeu cinco indicações ao Grammy, venceu a categoria de Melhor Performance Vocal Pop em 2000 com “I Try” e conquistou dois BRIT Awards. Ao longo da carreira, Macy Gray colaborou com artistas de diferentes gerações e estilos, como Bobby Brown, Ariana Grande e Galactic, além de expandir sua presença para o cinema e a televisão. Atuou em produções como For Colored Girls, de Tyler Perry, participou de séries como Fuller House e deixou sua marca em Dia de Treinamento, ao lado de Denzel Washington. Em paralelo, manteve uma produção musical constante, explorando novas sonoridades sem se afastar de suas raízes. Nos trabalhos mais recentes, a artista segue atualizando seu discurso. Em 2024, lançou o single “I AM” em parceria com Big Freedia, um hino inclusivo de mensagem positiva inspirado na tradição da bounce music. Já em 2023, apresentou o álbum The Reset, gravado com a banda The California Jet Club, no qual propõe reflexões sobre o mundo contemporâneo e sobre os caminhos possíveis da música pop, com faixas como “Thinking of You” e “America”. A turnê de verão 2026 chega como mais um capítulo de uma carreira marcada pela autenticidade. Com sua voz áspera, presença intensa e um repertório que atravessa gerações, Macy Gray reafirma no Brasil o lugar que ocupa como uma das artistas mais singulares da música negra norte-americana, capaz de revisitar o passado sem perder a força do presente. Agenda 24.02 – São Paulo27.02 – Fortaleza28.02 – Recife03.03 – Brasília04.03 – Porto Alegre05.03 – Rio de Janeiro07.03 – Belo Horizonte08.03 – Curitiba

Barão Vermelho anuncia turnê Encontro com formação original e participação de Ney Matogrosso

O Barão Vermelho volta a se reunir com sua formação original em uma nova turnê que promete marcar a história do rock brasileiro. Batizada de Barão Vermelho Encontro – Pro Mundo Inteiro Acordar, a série de shows reúne Roberto Frejat, Guto Goffi, Mauricio Barros e Dé Palmeira, além da participação especial do guitarrista Fernando Magalhães. As apresentações já têm datas confirmadas no Rio de Janeiro e em São Paulo e contarão ainda com a presença de Ney Matogrosso como convidado especial nas duas cidades. O reencontro celebra a trajetória de uma das bandas fundamentais do BRock, responsável por traduzir em português a atitude e a urgência do rock nacional nos anos 1980. Surgido da combinação de influências distintas entre seus integrantes, o Barão Vermelho consolidou uma identidade própria ao unir blues, rock e referências da música brasileira, tendo em Cazuza uma voz que ajudou a definir a linguagem do gênero no país. Ao longo das décadas, o repertório do grupo atravessou gerações e se manteve atual pela força de suas letras e melodias. A turnê integra a label Encontro, criada pela 30e, promotora responsável também pelo projeto Titãs Encontro. A proposta é oferecer uma experiência de grande porte, com investimento em cenografia, iluminação e recursos visuais que ampliam a imersão do público no espetáculo. A expectativa é repetir o impacto da reunião dos Titãs, que levou milhares de fãs aos shows e reposicionou a banda no centro do debate cultural. Mesmo em atividade com a turnê Do Tamanho da Vida, Mauricio Barros e Guto Goffi farão uma pausa para se dedicar exclusivamente ao reencontro com Frejat e Dé Palmeira. Após o encerramento do Barão Vermelho Encontro, a banda retoma a agenda com a formação atual e planeja lançar material inédito. Para os músicos, a turnê tem um caráter simbólico ao resgatar a essência do grupo em seus primeiros anos, agora apresentada a novas gerações. O repertório passa por todas as fases da carreira do Barão Vermelho, reunindo clássicos que ajudaram a moldar o rock nacional. Músicas como Todo Amor Que Houver Nessa Vida, Por Você, Bete Balanço, Pro Dia Nascer Feliz, Maior Abandonado, Puro Êxtase e Codinome Beija-Flor estão entre as esperadas. A participação de Ney Matogrosso adiciona um elemento especial ao espetáculo, ampliando o diálogo entre diferentes momentos da música brasileira. Barão Vermelho Encontro se apresenta, assim, como uma celebração do legado de uma banda que ajudou a redefinir o rock feito no Brasil. Mais do que um revival, a turnê propõe revisitar uma história que segue viva no imaginário do público e reafirma a relevância do grupo no cenário cultural do país. ServiçoTurnê Barão Vermelho Encontro – Pro Mundo Inteiro Acordar Rio de JaneiroData: 30 de abril de 2026Local: Farmasi Arena São PauloData: 23 de maio de 2026Local: Allianz Parque Pré-venda clientes Itaú: a partir de 12 de dezembro, às 15hVenda geral: 15 de dezembro, ao meio-diaIngressos à venda pela Eventim e nas bilheterias oficiais.

Iron Maiden confirma show em São Paulo; confira tudo sobre a turnê de 50 anos

A “Run For Your Lives World Tour” do Iron Maiden chega a São Paulo no dia 25 de outubro de 2026, no Allianz Parque. O show, que promete ser um dos mais grandiosos da carreira da banda, irá celebrar suas seis décadas de história com um setlist repleto de clássicos das primeiras fases de sua carreira. O público poderá reviver as maiores canções do grupo, acompanhadas de uma produção espetacular, que já é marca registrada da banda. Com a abertura da banda Alter Bridge, o evento promete ser uma noite inesquecível para os fãs de heavy metal e rock em geral. Além dos maiores sucessos de sua carreira, o show contará com algumas faixas que não eram tocadas há mais de 20 anos, como “Rime of the Ancient Mariner” e “Seventh Son of a Seventh Son”. A tour, que passará por diversos países da América Latina, inclui uma série de apresentações em locais icônicos, com a produção mais ambiciosa que a banda já levou aos palcos. A expectativa é de que o evento em São Paulo seja uma celebração única para os fãs brasileiros, em especial, os que acompanham o Iron Maiden desde os anos 80. O Iron Maiden define a Run For Your Lives World Tour como uma celebração direta de seus 50 anos de estrada, com foco nas fases iniciais da carreira e em um repertório pensado especialmente para os fãs mais antigos. Steve Harris destaca a ligação histórica da banda com a América Latina e lembra que o Brasil ocupa um papel central nessa trajetória, enquanto Bruce Dickinson ressalta o entusiasmo em revisitar clássicos que ficaram décadas fora dos palcos. Já o empresário Rod Smallwood reforça a importância de ampliar a presença do grupo pela região e faz um apelo para que o público viva o show de forma mais intensa, com uso reduzido de celulares, contribuindo para uma experiência mais imersiva. Fundado em 1975, o Iron Maiden é uma das bandas mais influentes e respeitadas do cenário mundial do rock e do heavy metal. Com 16 álbuns de estúdio e uma legião de fãs fiéis, a banda britânica conquistou o mundo com seu som pesado, letras intensas e shows cheios de energia. Lançando novos álbuns e mantendo-se sempre relevante, o Iron Maiden continua a ser uma referência na música pesada, com uma carreira que atravessa gerações de fãs. Alter Bridge será a banda de abertura O Alter Bridge, banda que abrirá o show, também tem uma vasta carreira de sucesso. Formada em 2004, em Orlando, Flórida, a banda mistura hard rock e metal alternativo com influências do rock clássico, contando com os vocais poderosos de Myles Kennedy. Com diversos álbuns aclamados pela crítica e uma base de fãs crescente, o Alter Bridge se tornou um nome forte na cena de hard rock internacional. Setlist Ingressos Os ingressos para o show estarão disponíveis pela Livepass a partir de 18 de dezembro de 2025. Haverá pré-venda exclusiva para clientes Santander Private e Select a partir de 16 de dezembro, e para os demais clientes Santander a partir de 17 de dezembro. Os ingressos variam de R$ 292,50 (meia-entrada na Pista) a R$ 1.200,00 (inteira na Pista Premium), com opções de cadeiras numeradas a partir de R$ 425,00.

Nile no Brasil: turnê de 2026 traz nova formação e celebra fase renovada do death metal técnico

O Nile volta ao Brasil em março de 2026 para uma sequência de três shows que consolida a nova fase da banda e reforça sua relevância no death metal mundial. Agora com Adam Roethlisberger no baixo e nos vocais, o grupo desembarca com a turnê de The Underworld Awaits Us All, lançado em 2024, e confirma apresentações em Brasília no dia 20 de março, Fortaleza no dia 21 como headliner de um festival ainda não anunciado, e São Paulo no dia 22 no Burning House. A passagem faz parte da rota latino-americana da LBN Agency, que inclui México, Panamá, Honduras, Colômbia, Chile e Argentina. Formado em 1993 nos Estados Unidos, o Nile construiu um dos catálogos mais respeitados do death metal técnico ao fundir brutalidade extrema, velocidade absurda e referências histórico-culturais inspiradas no Antigo Egito e no Oriente Médio. A entrada de Roethlisberger trouxe um novo impulso à performance ao vivo, segundo Karl Sanders, fundador e guitarrista, e a recepção às primeiras apresentações confirma o momento ascendente, incluindo o registro completo da banda no Rock Hard Festival 2025. O setlist visto na Alemanha, que deve guiar os shows no Brasil, reuniu clássicos como Stelae Of Vultures, To Strike With Secret Fang, Sacrifice Unto Sebek e Defiling The Gates Of Ishtar. Entre discos essenciais como Black Seeds of Vengeance, In Their Darkened Shrines, Annihilation of the Wicked e Those Whom the Gods Detest, o grupo chega ao país embalado pela excelente recepção ao novo álbum, elogiado por veículos como Loudersound, que afirmou que “ninguém soa como o Nile”, e Kerrang!, que destacou que o trabalho “captura o Nile no seu melhor”.

Entrevista | Dirty Sound Magnet- “Não tentamos recriar nenhum som, mas as nossas raízes estão nas décadas de 60 e 70”

O Dirty Sound Magnet incendiou o pub Mucha Breja na última terça, 2 de dezembro, em uma apresentação que levou o público santista por uma viagem completa pela carreira da banda suíça. A abertura da noite ficou por conta da dupla do Guarujá Addictwo que faz um rock alternativo e chama atenção pelo fato de fazer shows sem utilizar uma guitarra. Russo, vocalista, faz uso de pedais e dois amplificadores para fazer os sons de guitarra e baixo simultaneamente. Com um set que mesclou fases distintas, do psicodélico mais viajado aos riffs pesados e modernos, o Dirty Sound Magnet conquistou a plateia desde os primeiros acordes. A resposta do público foi imediata: energia alta, olhos atentos e um entusiasmo que cresceu a cada mudança de clima, criando uma noite em que a conexão entre banda e fãs se manteve intensa do início ao fim. Formado na Suíça, o Dirty Sound Magnet construiu sua identidade ao unir o espírito livre dos anos 60 e 70 com influências contemporâneas, resultando em um som que transita entre o rock psicodélico, o hard rock e a experimentação moderna. A banda passou por turnês extensas pela Europa, chamou atenção em festivais internacionais e expandiu sua base de fãs mundo afora com performances marcantes. Em entrevista ao Blog N’ Roll, Stavros Dzodzos e Marco Mottolini falaram sobre conexão com o Brasil e o histórico e influências da banda. Para aqueles que não conhecem o som de vocês, como definiriam o Dirty Sound Magnet e quais são as influências da banda? Stavros Dzodzos – Eu diria que temos nossas raízes nos anos 60 e 70, porque naquele período existiam muitas possibilidades na música, especialmente no rock, com muita liberdade. Não copiamos as bandas daquela época, mas mantemos esse espírito. Misturamos influências modernas e não tentamos recriar nenhum som, mas as raízes estão nessa era. As bandas que nos influenciaram muito são Led Zeppelin, Black Sabbath, Pink Floyd e The Doors. Mais modernos, eu diria Red Hot Chili Peppers, Queens of the Stone Age e King Gizzard and the Lizard Wizard. E como tem sido a recepção brasileira até agora na turnê? Vocês têm planos de voltar? Marco Mottolini – A recepção foi ótima. Cada dia descobrimos um pouco mais do país e fomos surpreendidos. Não sabíamos o que esperar, ouvimos muitas coisas diferentes sobre o Brasil. Na Europa às vezes temos a impressão de que é um país de terceiro mundo, um pouco pobre, mas quando chegamos aqui vimos que as pessoas se cuidam, são muito amáveis e se ajudam muito. É um país muito bonito, com muita natureza, e cada dia acontece algo inesperado. Ontem, por exemplo, chegando perto de Santos, vimos um rapaz fazendo truque de fogo no semáforo, algo incomum para nós. Mas o grande diferencial é a comunicação e a forma como as pessoas sorriem o tempo todo. Gostamos muito e esperamos voltar. Estamos conversando sobre isso. Para fechar, um pequeno jogo. Falando sobre Futebol, do qual vocês são fãs: Chapuisat ou Ronaldo? Marco Mottolini – Que Ronaldo? O verdadeiro? O brasileiro? Eu fico com o Ronaldo pela memória da Copa de 98 na França, ele foi impressionante. Stavros Dzodzos – Para mim, nenhum dos dois. Pessoalmente, foi Zidane em 98. Todos os meus amigos torceram para o Brasil, mas eu torci para a França naquele dia. Gosto muito do Zidane pela elegância. Foi uma oposição de estilos incrível, a técnica brasileira e o time francês emergente. Foi um ótimo período para o futebol. E depois veio Ronaldinho alguns anos depois, talvez o meu favorito. Neymar que não é lá essas coisas, eu sei que ele é do Santos, mas é o que penso. Lagos suíços ou nossas praias? Marco Mottolini – Não vimos muitas praias, apenas a do Guarujá, que foi muito legal. Mas os lagos suíços também são incríveis. Não é a mesma categoria, não dá para comparar. Stavros Dzodzos – Eu sou um grande fã de nadar, então sempre escolho a praia. Sou meio grego e lá na Grécia as praias são lindas. Aqui ainda não sei se posso nadar, porque me disseram para não ir muito longe. Nos lagos da Suíça eu posso nadar, aqui não sei. Fique tranquilo, Santos é bem seguro, pouca correnteza. Stavros Dzodzos – Ah, então eu posso nadar. Disseram que o Rio é mais perigoso, o Guarujá também. Vamos tomar cuidado. Absinto, whisky ou cachaça? Marco Mottolini – Nós bebemos cachaça há dois dias. O baterista bebeu muito ontem, então respondo por ele: acho que ele diria cachaça por enquanto. Eu até gosto de absinto, mas me deixa um pouco louco, então não bebo muito. Stavros Dzodzos – Água. Não sei nem o que é cachaça. E para fechar: Chocolate suíço ou chocolate brasileiro? Stavros Dzodzos -Você está brincando? Você está brincando? A entrevista acabou! Isso não é uma pergunta. Isso não é pergunta que se faça (risos).

Frank Turner confirma três shows no Brasil; veja locais e datas

Responsável por cinco álbuns consecutivos no Top 10 das paradas oficiais do Reino Unido, Frank Turner anunciou a tão esperada turnê latino-americana para janeiro e fevereiro de 2026, com três shows no Brasil: São Paulo (30/1), Brasília (31/1) e Curitiba (1/2). A realização é da Powerline Music & Books junto à Sellout Tours. Em São Paulo, a apresentação inédita de Frank Turner será no Fabrique Club. Em Brasília, acontece no Infinu. Já em Curitiba, será no Belvedere. A tour conta com participações especiais de Dave Hause (com trajetória solo e passagem pelo The Loved Ones) e da banda Katacombs. Turner é um artista ativo na estrada, com uma grande quantidade de shows em diferentes tipos de casa de show, de clubes íntimos a arenas, incluindo apresentações em locais icônicos no Reino Unido. O cantor e compositor britânico iniciou sua carreira solo em 2005, após passagem pela banda de post-hardcore Million Dead, e desde então consolidou um repertório autoral que transita entre folk, punk e escrita autobiográfica. Com dez álbuns lançados, Turner mantém agenda constante em turnê e já esteve presente em festivais como Glastonbury e Reading & Leeds, além de ter integrado a programação artística do encerramento dos Jogos Olímpicos de Londres 2012. Seu catálogo abrange temas biográficos, registros ao vivo e composições que abordam aspectos da rotina e questões sociais. Como curiosidade, o álbum FTHC (2022), nono da carreira solo, alcançou o primeiro lugar na Official Albums Chart do Reino Unido. Já Undefeated, o 10º disco, de 2024, estreou no número 3 da parada oficial e ficou em primeiro lugar na Independent Albums Chart. Este registro vendeu mais de 1 milhão de álbuns globalmente e tem álbuns certificados: três de ouro e um de prata. Durante a pandemia, Frank arrecadou quase 300 mil libras para locais de música independentes com uma série semanal de transmissões ao vivo, resultando no reconhecimento do Music Venue Trust, que lhe concedeu o Prêmio de Conquista Extraordinária por Locais de Música Independentes. Com isso, Frank quebrou um recorde mundial do Music Venue Trust ao realizar 15 shows em 24 horas, todos em locais de música independentes e em parceria com lojas de discos independentes. A Latin America Tour 2026 ainda passa por Costa Rica (25/1), Chile (27/1) e Argentina (29/1). Frank Turner em São Paulo/SP Data: 30 de janeiro de 2026 Local: Fabrique Club (rua Barra Funda, 1071 – Barra Funda/São Paulo) Ingresso Valores: R$ 150,00 (Meia estudante – 1º lote); R$ 160,00 (Meia solidária – 1º lote); R$ 300,00 (Inteira – 1º lote) Classificação etária: 16 anos +++++ Frank Turner em Brasília/DF Data: 31 de janeiro de 2026 Ingresso +++++ Frank Turner em Curitiba/PR Data: 1º de fevereiro de 2026 Ingresso