Iron Maiden confirma show em São Paulo; confira tudo sobre a turnê de 50 anos

A “Run For Your Lives World Tour” do Iron Maiden chega a São Paulo no dia 25 de outubro de 2026, no Allianz Parque. O show, que promete ser um dos mais grandiosos da carreira da banda, irá celebrar suas seis décadas de história com um setlist repleto de clássicos das primeiras fases de sua carreira. O público poderá reviver as maiores canções do grupo, acompanhadas de uma produção espetacular, que já é marca registrada da banda. Com a abertura da banda Alter Bridge, o evento promete ser uma noite inesquecível para os fãs de heavy metal e rock em geral. Além dos maiores sucessos de sua carreira, o show contará com algumas faixas que não eram tocadas há mais de 20 anos, como “Rime of the Ancient Mariner” e “Seventh Son of a Seventh Son”. A tour, que passará por diversos países da América Latina, inclui uma série de apresentações em locais icônicos, com a produção mais ambiciosa que a banda já levou aos palcos. A expectativa é de que o evento em São Paulo seja uma celebração única para os fãs brasileiros, em especial, os que acompanham o Iron Maiden desde os anos 80. O Iron Maiden define a Run For Your Lives World Tour como uma celebração direta de seus 50 anos de estrada, com foco nas fases iniciais da carreira e em um repertório pensado especialmente para os fãs mais antigos. Steve Harris destaca a ligação histórica da banda com a América Latina e lembra que o Brasil ocupa um papel central nessa trajetória, enquanto Bruce Dickinson ressalta o entusiasmo em revisitar clássicos que ficaram décadas fora dos palcos. Já o empresário Rod Smallwood reforça a importância de ampliar a presença do grupo pela região e faz um apelo para que o público viva o show de forma mais intensa, com uso reduzido de celulares, contribuindo para uma experiência mais imersiva. Fundado em 1975, o Iron Maiden é uma das bandas mais influentes e respeitadas do cenário mundial do rock e do heavy metal. Com 16 álbuns de estúdio e uma legião de fãs fiéis, a banda britânica conquistou o mundo com seu som pesado, letras intensas e shows cheios de energia. Lançando novos álbuns e mantendo-se sempre relevante, o Iron Maiden continua a ser uma referência na música pesada, com uma carreira que atravessa gerações de fãs. Alter Bridge será a banda de abertura O Alter Bridge, banda que abrirá o show, também tem uma vasta carreira de sucesso. Formada em 2004, em Orlando, Flórida, a banda mistura hard rock e metal alternativo com influências do rock clássico, contando com os vocais poderosos de Myles Kennedy. Com diversos álbuns aclamados pela crítica e uma base de fãs crescente, o Alter Bridge se tornou um nome forte na cena de hard rock internacional. Setlist Ingressos Os ingressos para o show estarão disponíveis pela Livepass a partir de 18 de dezembro de 2025. Haverá pré-venda exclusiva para clientes Santander Private e Select a partir de 16 de dezembro, e para os demais clientes Santander a partir de 17 de dezembro. Os ingressos variam de R$ 292,50 (meia-entrada na Pista) a R$ 1.200,00 (inteira na Pista Premium), com opções de cadeiras numeradas a partir de R$ 425,00.

Nile no Brasil: turnê de 2026 traz nova formação e celebra fase renovada do death metal técnico

O Nile volta ao Brasil em março de 2026 para uma sequência de três shows que consolida a nova fase da banda e reforça sua relevância no death metal mundial. Agora com Adam Roethlisberger no baixo e nos vocais, o grupo desembarca com a turnê de The Underworld Awaits Us All, lançado em 2024, e confirma apresentações em Brasília no dia 20 de março, Fortaleza no dia 21 como headliner de um festival ainda não anunciado, e São Paulo no dia 22 no Burning House. A passagem faz parte da rota latino-americana da LBN Agency, que inclui México, Panamá, Honduras, Colômbia, Chile e Argentina. Formado em 1993 nos Estados Unidos, o Nile construiu um dos catálogos mais respeitados do death metal técnico ao fundir brutalidade extrema, velocidade absurda e referências histórico-culturais inspiradas no Antigo Egito e no Oriente Médio. A entrada de Roethlisberger trouxe um novo impulso à performance ao vivo, segundo Karl Sanders, fundador e guitarrista, e a recepção às primeiras apresentações confirma o momento ascendente, incluindo o registro completo da banda no Rock Hard Festival 2025. O setlist visto na Alemanha, que deve guiar os shows no Brasil, reuniu clássicos como Stelae Of Vultures, To Strike With Secret Fang, Sacrifice Unto Sebek e Defiling The Gates Of Ishtar. Entre discos essenciais como Black Seeds of Vengeance, In Their Darkened Shrines, Annihilation of the Wicked e Those Whom the Gods Detest, o grupo chega ao país embalado pela excelente recepção ao novo álbum, elogiado por veículos como Loudersound, que afirmou que “ninguém soa como o Nile”, e Kerrang!, que destacou que o trabalho “captura o Nile no seu melhor”.

Entrevista | Dirty Sound Magnet- “Não tentamos recriar nenhum som, mas as nossas raízes estão nas décadas de 60 e 70”

O Dirty Sound Magnet incendiou o pub Mucha Breja na última terça, 2 de dezembro, em uma apresentação que levou o público santista por uma viagem completa pela carreira da banda suíça. A abertura da noite ficou por conta da dupla do Guarujá Addictwo que faz um rock alternativo e chama atenção pelo fato de fazer shows sem utilizar uma guitarra. Russo, vocalista, faz uso de pedais e dois amplificadores para fazer os sons de guitarra e baixo simultaneamente. Com um set que mesclou fases distintas, do psicodélico mais viajado aos riffs pesados e modernos, o Dirty Sound Magnet conquistou a plateia desde os primeiros acordes. A resposta do público foi imediata: energia alta, olhos atentos e um entusiasmo que cresceu a cada mudança de clima, criando uma noite em que a conexão entre banda e fãs se manteve intensa do início ao fim. Formado na Suíça, o Dirty Sound Magnet construiu sua identidade ao unir o espírito livre dos anos 60 e 70 com influências contemporâneas, resultando em um som que transita entre o rock psicodélico, o hard rock e a experimentação moderna. A banda passou por turnês extensas pela Europa, chamou atenção em festivais internacionais e expandiu sua base de fãs mundo afora com performances marcantes. Em entrevista ao Blog N’ Roll, Stavros Dzodzos e Marco Mottolini falaram sobre conexão com o Brasil e o histórico e influências da banda. Para aqueles que não conhecem o som de vocês, como definiriam o Dirty Sound Magnet e quais são as influências da banda? Stavros Dzodzos – Eu diria que temos nossas raízes nos anos 60 e 70, porque naquele período existiam muitas possibilidades na música, especialmente no rock, com muita liberdade. Não copiamos as bandas daquela época, mas mantemos esse espírito. Misturamos influências modernas e não tentamos recriar nenhum som, mas as raízes estão nessa era. As bandas que nos influenciaram muito são Led Zeppelin, Black Sabbath, Pink Floyd e The Doors. Mais modernos, eu diria Red Hot Chili Peppers, Queens of the Stone Age e King Gizzard and the Lizard Wizard. E como tem sido a recepção brasileira até agora na turnê? Vocês têm planos de voltar? Marco Mottolini – A recepção foi ótima. Cada dia descobrimos um pouco mais do país e fomos surpreendidos. Não sabíamos o que esperar, ouvimos muitas coisas diferentes sobre o Brasil. Na Europa às vezes temos a impressão de que é um país de terceiro mundo, um pouco pobre, mas quando chegamos aqui vimos que as pessoas se cuidam, são muito amáveis e se ajudam muito. É um país muito bonito, com muita natureza, e cada dia acontece algo inesperado. Ontem, por exemplo, chegando perto de Santos, vimos um rapaz fazendo truque de fogo no semáforo, algo incomum para nós. Mas o grande diferencial é a comunicação e a forma como as pessoas sorriem o tempo todo. Gostamos muito e esperamos voltar. Estamos conversando sobre isso. Para fechar, um pequeno jogo. Falando sobre Futebol, do qual vocês são fãs: Chapuisat ou Ronaldo? Marco Mottolini – Que Ronaldo? O verdadeiro? O brasileiro? Eu fico com o Ronaldo pela memória da Copa de 98 na França, ele foi impressionante. Stavros Dzodzos – Para mim, nenhum dos dois. Pessoalmente, foi Zidane em 98. Todos os meus amigos torceram para o Brasil, mas eu torci para a França naquele dia. Gosto muito do Zidane pela elegância. Foi uma oposição de estilos incrível, a técnica brasileira e o time francês emergente. Foi um ótimo período para o futebol. E depois veio Ronaldinho alguns anos depois, talvez o meu favorito. Neymar que não é lá essas coisas, eu sei que ele é do Santos, mas é o que penso. Lagos suíços ou nossas praias? Marco Mottolini – Não vimos muitas praias, apenas a do Guarujá, que foi muito legal. Mas os lagos suíços também são incríveis. Não é a mesma categoria, não dá para comparar. Stavros Dzodzos – Eu sou um grande fã de nadar, então sempre escolho a praia. Sou meio grego e lá na Grécia as praias são lindas. Aqui ainda não sei se posso nadar, porque me disseram para não ir muito longe. Nos lagos da Suíça eu posso nadar, aqui não sei. Fique tranquilo, Santos é bem seguro, pouca correnteza. Stavros Dzodzos – Ah, então eu posso nadar. Disseram que o Rio é mais perigoso, o Guarujá também. Vamos tomar cuidado. Absinto, whisky ou cachaça? Marco Mottolini – Nós bebemos cachaça há dois dias. O baterista bebeu muito ontem, então respondo por ele: acho que ele diria cachaça por enquanto. Eu até gosto de absinto, mas me deixa um pouco louco, então não bebo muito. Stavros Dzodzos – Água. Não sei nem o que é cachaça. E para fechar: Chocolate suíço ou chocolate brasileiro? Stavros Dzodzos -Você está brincando? Você está brincando? A entrevista acabou! Isso não é uma pergunta. Isso não é pergunta que se faça (risos).

Frank Turner confirma três shows no Brasil; veja locais e datas

Responsável por cinco álbuns consecutivos no Top 10 das paradas oficiais do Reino Unido, Frank Turner anunciou a tão esperada turnê latino-americana para janeiro e fevereiro de 2026, com três shows no Brasil: São Paulo (30/1), Brasília (31/1) e Curitiba (1/2). A realização é da Powerline Music & Books junto à Sellout Tours. Em São Paulo, a apresentação inédita de Frank Turner será no Fabrique Club. Em Brasília, acontece no Infinu. Já em Curitiba, será no Belvedere. A tour conta com participações especiais de Dave Hause (com trajetória solo e passagem pelo The Loved Ones) e da banda Katacombs. Turner é um artista ativo na estrada, com uma grande quantidade de shows em diferentes tipos de casa de show, de clubes íntimos a arenas, incluindo apresentações em locais icônicos no Reino Unido. O cantor e compositor britânico iniciou sua carreira solo em 2005, após passagem pela banda de post-hardcore Million Dead, e desde então consolidou um repertório autoral que transita entre folk, punk e escrita autobiográfica. Com dez álbuns lançados, Turner mantém agenda constante em turnê e já esteve presente em festivais como Glastonbury e Reading & Leeds, além de ter integrado a programação artística do encerramento dos Jogos Olímpicos de Londres 2012. Seu catálogo abrange temas biográficos, registros ao vivo e composições que abordam aspectos da rotina e questões sociais. Como curiosidade, o álbum FTHC (2022), nono da carreira solo, alcançou o primeiro lugar na Official Albums Chart do Reino Unido. Já Undefeated, o 10º disco, de 2024, estreou no número 3 da parada oficial e ficou em primeiro lugar na Independent Albums Chart. Este registro vendeu mais de 1 milhão de álbuns globalmente e tem álbuns certificados: três de ouro e um de prata. Durante a pandemia, Frank arrecadou quase 300 mil libras para locais de música independentes com uma série semanal de transmissões ao vivo, resultando no reconhecimento do Music Venue Trust, que lhe concedeu o Prêmio de Conquista Extraordinária por Locais de Música Independentes. Com isso, Frank quebrou um recorde mundial do Music Venue Trust ao realizar 15 shows em 24 horas, todos em locais de música independentes e em parceria com lojas de discos independentes. A Latin America Tour 2026 ainda passa por Costa Rica (25/1), Chile (27/1) e Argentina (29/1). Frank Turner em São Paulo/SP Data: 30 de janeiro de 2026 Local: Fabrique Club (rua Barra Funda, 1071 – Barra Funda/São Paulo) Ingresso Valores: R$ 150,00 (Meia estudante – 1º lote); R$ 160,00 (Meia solidária – 1º lote); R$ 300,00 (Inteira – 1º lote) Classificação etária: 16 anos +++++ Frank Turner em Brasília/DF Data: 31 de janeiro de 2026 Ingresso +++++ Frank Turner em Curitiba/PR Data: 1º de fevereiro de 2026 Ingresso

Siena Root, pioneira do rock vintage da Suécia, faz três shows e duas sessões de autógrafos no Brasil

O Siena Root, quarteto sueco pioneiro do rock vintage, enfim desembarca no Brasil neste fim de ano para três apresentações como parte da turnê mundial do álbum duplo ao vivo Made in KuBa, um registro lançado para consagrar o ótimo momento da atual formação. Com realização da Abraxas, a inédita vinda do Siena Root contempla dois shows em São Paulo. O primeiro é domingo (30) no Fabrique Club, junto à banda japonesa Boris em evento já sold out (produção conjunta entre Powerline Music & Books, Abraxas e Maraty). O outro é dia 2 de dezembro, em apresentação solo no La Iglesia, com o Hammerhead Blues na abertura. Neste show extra, os suecos farão uma apresentação maior e exclusiva. Os suecos, antes, se apresentam no sábado (29) no Rio de Janeiro, no La Esquina (Lapa), a partir das 20h. A banda de abertura é a Muladhara, do selo da Abraxas Records. Tarde de autógrafos Os suecos ainda participam de duas tardes de autógrafos, ambas com entrada gratuita. No Rio de Janeiro, os fãs poderão encontrar com a banda para tirar fotos e autografar itens no dia 28 de novembro, a partir das 15h, na rua Conde do Bonfim, 346 (loja 107, no subsolo). Em São Paulo, será dia 1º de dezembro, a partir das 13h, no loja London Calling, na Galeria do Rock.

Com vocalista nova, Roxette anuncia dois shows no Brasil; veja datas e locais

O Roxette anunciou dois shows no Brasil em 2026. As apresentações acontecem nos dias 12 de abril, no Rio de Janeiro, no Vivo Rio e no dia 14 de abril, em São Paulo, no Espaço Unimed. No setlist, todos os sucessos da carreira como It must have been love, Spending my time, Listen to your heart, How do you do, entre tantos outros.  A venda de ingressos para os shows do Roxette no Brasil estará disponível a partir de quarta-feira (12), começando às 10h online e às 11h nas bilheterias oficiais. Os ingressos, que podem ser adquiridos em até 3x sem juros, estarão disponíveis online e nas bilheterias oficiais (sem taxa de serviço). Após um início sensacional na África do Sul e na Austrália no começo de 2025, seguido por uma série de shows de verão esgotados, o Roxette — em sua nova e celebrada formação — voltou a conquistar o mundo, com o fundador Per Gessle reunindo sua icônica banda, agora com Lena Philipsson nos vocais. A turnê vem sendo elogiada como uma vibrante celebração dos sucessos atemporais do Roxette, escritos por Gessle, repletos de energia, nostalgia e momentos emocionantes compartilhados com enormes plateias entusiasmadas.  Em 2025, a banda segue com a etapa europeia antes de entrar em um novo e empolgante capítulo em 2026. Quando o Roxette realizou o que se acreditava serem seus últimos shows, em 2016, poucos imaginavam que a música algum dia retornaria aos palcos dessa forma. Quase cinco anos após a dolorosa perda de Marie Fredriksson — uma perda profundamente sentida por fãs ao redor do mundo — Per Gessle reacendeu a chama. Ao lado de Lena Philipsson, uma das artistas mais queridas e dinâmicas da Suécia, ele traz o legado do Roxette de volta à estrada para uma nova era. O que presenciamos é uma jornada alegre e emocionante por um dos catálogos mais icônicos da história do pop. De The Look e Listen To Your Heart a Joyride e It Must Have Been Love, que recentemente ultrapassou 900 milhões de streams no Spotify, as músicas do Roxette continuam a unir gerações de fãs. SERVIÇO – ROXETTE NO BRASIL RIO DE JANEIRO Data: 12 de abril de 2026 Local: Vivo Rio  Abertura dos portões: 19h Horário do show: 21h Endereço: Av. Infante Dom Henrique, 85 – Parque do Flamengo, Rio de Janeiro – RJ  Ingressos: a partir de R$ 260,00 (ver tabela completa) Classificação: 16 anos. Menores de 05 a 15 anos, apenas acompanhados dos pais ou responsáveis legais.* *Sujeito a alteração por Decisão Judicial.  PREÇOS BALCÃO: R$ 260,00 meia-entrada e R$ 520,00 inteira PISTA: R$ 260,00 meia-entrada e R$ 520,00 inteira FRISA: R$ 290,00 meia-entrada e R$ 580,00 inteira PISTA PREMIUM: R$ 360,00 meia-entrada e R$ 720,00 inteira CAMAROTE B: R$ 380,00 meia-entrada e R$ 760,00 inteira CAMAROTE A: R$ 410,00 meia-entrada e R$ 820,00 inteira  BILHETERIA OFICIAL – SEM COBRANÇA DE TAXA DE CONVENIÊNCIA Estádio Olímpico Nilton Santos (Engenhão) – Bilheteria SUL Rua Arquias Cordeiro, s/n – Engenho de Dentro, Rio de Janeiro – RJ, 25965-825 Horário de funcionamento: Terça a sábado, das 10h às 17h * SÃO PAULO Data: 14 de abril de 2026 Local: Espaço Unimed Abertura dos portões: 18h30 Horário do show: 20h30 Endereço: Rua Tagipuru, 795 Barra Funda São Paulo – SP  Ingressos: a partir de R$ 245,00 (ver tabela completa) Classificação: 16 anos. Menores de 05 a 15 anos, apenas acompanhados dos pais ou responsáveis legais.* *Sujeito a alteração por Decisão Judicial.  PREÇOS PISTA: R$ 245,00 meia-entrada e R$ 490,00 inteira PISTA PREMIUM: R$ 390,00 meia-entrada e R$ 780,00 inteira MEZANINO: R$ 395,00 meia-entrada e R$ 790,00 inteira  CAMAROTE A e B: R$ 410,00 meia-entrada e R$ 820,00 inteira  BILHETERIA OFICIAL – SEM COBRANÇA DE TAXA DE CONVENIÊNCIA Shopping Ibirapuera Endereço: Av. Ibirapuera, 3103 – Indianópolis, São Paulo/SP Piso Jurupis (subsolo) Horário de funcionamento: Terça a sábado: das 10h às 22h. Domingos e feriados: das 14h às 20h. Fechado às segundas-feiras

Entrevista | The Dead South “Estamos muito animados para ir ao Brasil e conhecer sua cultura”

O The Dead South finalmente chega ao Brasil. O quarteto canadense, conhecido pela mistura de bluegrass, folk e rock alternativo, estreia nos palcos brasileiros em outubro com shows em Belo Horizonte (15), São Paulo (17), Curitiba (18) e Porto Alegre (19). A turnê inédita é realizada pela Powerline Music & Books, Sellout Tours e Áldeia Produções e promete apresentar ao público toda a estética peculiar da banda, marcada por suspensórios, chapéus, camisas brancas e um repertório que passeia entre histórias sombrias e bem-humoradas. Formado em 2012, o The Dead South ganhou projeção mundial com “In Hell I’ll Be In Good Company”, faixa que alcançou certificação de platina nos Estados Unidos. Desde então, o grupo consolidou uma identidade sonora única, sem se preocupar em se reinventar a cada disco, mas sim em lapidar seu estilo próprio. O mais recente capítulo dessa trajetória é Chains & Stakes (2024), gravado no Panoram Studios, na Cidade do México, e co-produzido pelo vencedor do Grammy Jimmy Nutt. O trabalho reúne 13 músicas que abordam vinganças, intrigas familiares e narrativas sobrenaturais. Diferente das formações tradicionais de bluegrass, o The Dead South dispensa bateria e violino para apostar em banjo, violoncelo, violão e bandolim. Esse formato acústico, aliado às harmonias vocais de três vozes, cria uma sonoridade distinta, capaz de ir de baladas sombrias a temas acelerados. Nate Hilts, vocalista e responsável pelos violões e bandolim conversou com o Blog N’ Roll sobre a expectativa de conhecer o Brasil, um novo álbum que está a caminho e até mesmo em qual filme ele sonha em emplacar uma trilha sonora. Você tem ouvido muito “Come to Brazil” nas suas redes sociais? Quais as expectativas para conhecer o público daqui? Sim, há muito “Come to Brazil” nas nossas redes e é ótimo. Nunca estivemos no Brasil, então estamos muito animados. Sempre quisemos vir e saber que as pessoas realmente querem que toquemos aqui é incrível. A expectativa é que o público goste e que possamos voltar mais vezes. E o que você sabe sobre os fãs brasileiros e a música brasileira? Ouvi dizer que os fãs são intensos, apaixonados e realmente dedicados quando gostam de algo. É exatamente isso que procuramos. Conheço um pouco do folk brasileiro. Quando eu estava na escola, uma banda do Brasil foi tocar em uma das minhas aulas e foi incrível. Além disso, só algumas coisas que ouvi no rádio ou através de amigos. Não conheço muito, mas admiro as músicas que já chegaram até mim. Vocês lançaram um álbum no ano passado e uma nova música já este ano. Quais são os planos para um novo disco? Assim que terminarmos essa turnê no Brasil, vamos voltar para o Canadá e fazer algumas pré-produções para nos prepararmos para janeiro, quando vamos gravar o novo álbum. Estamos muito animados. Falando ainda sobre o último álbum, qual foi o processo criativo e a experiência de gravar Changes and Stakes no México? Foi incrível. Estando na Cidade do México, no bairro Condesa, sentimos uma atmosfera muito relaxante. Acordávamos no nosso AirBnB, fazíamos uma caminhada, tomávamos um café e íamos para o estúdio. O Panoram Studios tinha um balcão externo onde podíamos sentar, trocar ideias e depois entrar naquele espaço lindo para simplesmente colocar em prática o que estávamos sentindo. Foi muito libertador. E por que vocês escolheram o México para gravar o álbum? Estávamos procurando um lugar diferente. O álbum anterior foi gravado em Muscle Shoals, Alabama. Quando falamos sobre um novo estúdio, nosso selo sugeriu o México, e ficamos muito empolgados. Muitas bandas incríveis já gravaram lá antes também. Que músicas de Chains & Stakes você acha que funcionaram bem ao vivo? Provavelmente Completely, Sweetly, 4Yours to Keep, Tiny Wooden Box e, ultimamente, Father John também tem sido bem recebida pelo público. O álbum explora temas como vingança e intrigas familiares. Como essas histórias surgiram? Acho que é algo que vem naturalmente quando escrevo. Às vezes me inspiro em experiências pessoais ou de pessoas que conheço e elaboro em torno disso, embelezando um pouco para que pareça quase fictício. Como você equilibra humor e temas sombrios nas músicas? Acho que é natural. Sempre vi a tragédia como algo pesado, mas colocar um pouco de humor ajuda a tornar mais leve. Infelizmente essas coisas acontecem, mas uma abordagem menos densa ajuda as pessoas a lidar melhor com isso. A música In Hell I’ll Be in Good Company ganhou destaque anos depois do lançamento. Você já imaginava que essa música se tornaria um marco na carreira da banda? Como foi testemunhar esse sucesso tardio? Nem de longe, mas estamos felizes que sim. O reconhecimento veio depois que lançamos o clipe, mesmo que de forma tardia. Essa música acabou ofuscando até o álbum seguinte, mas foi ótimo, porque a canção continuou crescendo com o tempo. Nós éramos apenas garotos quando a escrevemos. Vocês têm planos de lançar outro álbum ao vivo depois de Served Live? Sim, falamos sobre isso. Não há uma data definida, mas estamos gravando todos os nossos shows e depois vamos revisá-los. Certamente vamos lançar outro disco ao vivo. O álbum de covers Easily Listening for Jerks 2 traz uma homenagem ao “…and out come the wolves”. Como a cena punk te inspira? E vejo também um casaco do Pennywise atrás de você. Sim, cresci ouvindo rock clássico, mas depois mergulhei no punk. Isso foi muito importante para me motivar a ir a shows e querer tocar música. Ainda é uma grande parte da minha vida e influencia minhas composições. Você gravou The Doors, System of a Down, CKY… Já pensou em gravar algum cover punk? Sim. A ideia do Easy Listening For Jerks é justamente ser um projeto paralelo em que podemos fazer o que quisermos. Com certeza pensamos em mais covers, incluindo Pennywise. Na hora que vi a capa já imaginei vocês gravando Ruby Soho… Sim. Seria incrível. Você são chamados dos gêmeos do mal do Mumford & Sons. Como vê essa comparação? Entendo, já que temos banjo, guitarra acústica e elementos semelhantes.

Entrevista | Epica – “Não queremos que as pessoas sintam que esquecemos nossa história”

A banda holandesa Epica retorna ao Brasil em setembro com uma turnê que promete momentos inéditos para os fãs. Ao todo, serão seis shows no país, passando por cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Porto Alegre, Belo Horizonte e Brasília. Esta nova visita integra a turnê mundial de divulgação do álbum Aspiral, lançado em abril. Com mais de 20 anos de carreira, o Epica mantém uma relação especial com o público brasileiro, conhecido pela energia e paixão em frente ao palco. Para esta série de apresentações, o grupo traz como convidado especial o Fleshgod Apocalypse, reforçando a promessa de noites intensas e inesquecíveis para os fãs de metal sinfônico. Conversamos com Mark Jansen, guitarrista e fundador da banda, sobre a expectativa para a turnê, os bastidores da escolha das músicas e curiosidades sobre a conexão com o Brasil. O Brasil está no radar da banda desde os primeiros dias, e agora vocês voltam para seis shows. O que os fãs podem esperar desta nova visita? Mark Jansen: Para cada turnê que fazemos com um novo álbum, mudamos a lista de músicas. Então, haverá surpresas. Se alguns fãs conferirem setlists de outras turnês, verão que esta será diferente. Inclusive, vamos tocar uma música que nunca apresentamos ao vivo antes. É assim que gostamos: manter interessante para os fãs e também para nós mesmos. O Fleshgod Apocalypse será o ato de abertura. Como surgiu o convite? Mark Jansen: Nós já os conhecemos bem, são grandes amigos e ótimos músicos. Já tocamos juntos no passado e até gravamos uma música no Alchemy Project. Quando surgiu a opção, fomos direto com eles. Vi um spoiler do Setlist FM e percebi que o setlist está bem diversificado entre os álbuns. E agora, vocês estarão em Brasília pela primeira vez, como é tocar em cidades novas, mesmo após tantos anos de estrada? Mark Jansen: É sempre emocionante, especialmente quando nunca tocamos em uma cidade. Há fãs que não conseguem viajar para outros lugares, então você acaba alcançando pessoas que nunca te viram. Além disso, é a chance de conhecer um lugar totalmente novo. Gosto de aproveitar para andar pela cidade e ver coisas diferentes. É uma combinação de emoção pelo show e pela descoberta. No setlist atual há músicas de quase todos os álbuns. Como vocês equilibram clássicos e novidades? Mark Jansen: É difícil agradar a todos. Procuramos equilibrar a promoção do novo álbum com músicas clássicas, inclusive dos primeiros discos, que muitos fãs amam. Não queremos que as pessoas sintam que esquecemos nossa história. Vocês levam em conta dados de plataformas como Spotify e YouTube para montar o repertório? Mark Jansen: Sim, às vezes. Nosso empresário envia relatórios, e também fazemos enquetes no Epica Universe com os fãs mais dedicados. No fim, buscamos um setlist que agrade tanto os mais antigos quanto quem está nos vendo pela primeira vez. Depois de mais de 20 anos de banda, ainda se surpreende com a reação dos fãs? Mark Jansen: Sim. Continuo curioso para saber o que as pessoas pensam, mas hoje não me deixo afetar emocionalmente por críticas. Aprendi a ler, processar e seguir em frente. O novo álbum Aspiral foi pensado para ser ouvido do início ao fim. Qual a ideia por trás disso? Mark Jansen: Queríamos criar uma jornada musical, com as faixas na ordem certa para manter o fluxo. É a experiência ideal, embora cada um possa ouvir como preferir. Para encerrar, tem alguma história curiosa sobre o Brasil? Mark Jansen: Lembro de um show em São Paulo em que havia muito mais público do que o esperado. O promotor ficou tão feliz que fez uma festa particular no escritório e saiu sorrindo de orelha a orelha. Foi inesquecível. Datas da turnê do Epica no Brasil06/09 – Porto Alegre (Bar Opinião)07/09 – Curitiba (Ópera de Arame)09/09 – Belo Horizonte (Grande Teatro BeFly Minas Centro)11/09 – Brasília (Toinha)13/09 – Rio de Janeiro (Sacadura 154)14/09 – São Paulo (Terra SP) Ingressos em: http://www.fastix.com.br/