Di Ferrero lança Descansa, com participação de Clarissa

Di Ferrero divulgou nesta sexta-feira (4) um single em parceria com a cantora Clarissa. A faixa Descansa já está disponível em todas as plataformas de streaming. A canção é o terceiro single, que sai pelo selo slap, da Som Livre, que o cantor disponibiliza e que fará parte de seu álbum de estreia na carreira solo, a ser lançado ainda nesse semestre.. Di comentou sobre o lançamento e a parceria com Clarissa: “Descansa é um som despretensioso que fiz por acaso no trânsito caótico de SP. A música e a letra saíram ao mesmo tempo e sempre imaginei uma voz feminina nela, pois a música é uma conversa. Quando a Clarissa gravou fez mais sentido ainda, ela colocou a personalidade dela e elevou a música de um jeito natural! Acabou virando uma das minhas preferidas do álbum novo. Ao mesmo tempo que o som tem timbres modernos é a parte orgânica a que mais se destaca”. “Trabalhar com o Di com certeza foi um sonho profissional realizado. Descobri que ele não é só um artista incrível, mas uma pessoa maravilhosa. Descansa me traz uma leveza e divertimento que vejo muito no Di! Foi um prazer enorme participar tanto da gravação da música quanto do clipe. É um dos trabalhos que mais gostei de fazer”, celebra Clarissa. Descansa também ganha um leve e romântico clipe, com direção de Felipe Fonseca. Di e Clarissa, contracenam em uma casa, com diversos objetos, inclusive itens pessoais que os artistas levaram. A dupla extravasa num momento de intimidade, entre elementos e cores que vão surgindo a cada cena. Algumas filmagens foram feitas com uma câmera Super 8mm, trazendo às filmagens textura. O vídeo foi lançado com exclusividade pelo TikTok na noite de ontem, numa ação pioneira da plataforma no Brasil. Além da exibição do clipe, os fãs puderam assistir ao making of e acompanhar um bate-papo com os artistas, que falaram sobre os bastidores do clipe e a parceria. Ao longo da exibição, mais de 60 mil espectadores passaram para conferir a novidade. Descansa, junto com Intensamente e Aonde É O Céu, estarão no primeiro álbum solo do artista, que será disponibilizado este ano.
Victor Boaventura abraça novos ares no single Califórnia Nunca Mais

O cantor, compositor e multi-instrumentista sergipano Victor Boaventura começa a abrir os caminhos para seu terceiro EP, Calma. O single Califórnia Nunca Mais é uma amostra da versatilidade do músico, cantando em português e inglês, sobre as mudanças na vida. A faixa está disponível para streaming pelo selo Caravela, via Warner Music Brasil. Para este novo single, Victor revisita uma canção que havia composto há alguns anos, mas ainda não havia chegado na forma ideal – até agora. “Diferente do meu single anterior Calma, que estava numa gravação de celular que eu tinha guardado e era um experimento de uma música que era pra ser samba rock, Califórnia Nunca Mais já havia sido gravada duas vezes com minha antiga banda. A música inclusive se chamava Randys Flash Randys, a sua primeira versão era toda em inglês e levava uma ideia de um indivíduo que queria vida fácil, foi morar nos EUA achando que era moleza e depois voltou para o Brasil. Nessa versão ela era bem funk/rock, bem a cara do Red Hot Chili Peppers”, recorda Victor. A mudança na letra, agora também em português, e nas inspirações musicais veio da vontade de se comunicar com um público maior. “Quando estava gravando esse novo EP, sabia que podia tentar mais uma vez, é uma música que gosto muito de tocar e sinto na plateia uma energia enorme, então chamei o Lucas Black para fazer uma releitura da música, tentando incorporar novos elementos e preservar alguns riffs. Além disso fiz pequenas mudanças na letra e diminuímos a música que tinha cerca de 6min e hoje tem 4:06. Essa pequena Frankenstein hoje sem dúvidas é uma das músicas que mais gosto desse novo trabalho e atingiu a sua melhor versão”, analisa o músico. Victor Boaventura inaugura um novo capítulo de sua trajetória na música iniciada em 2002. O artista reúne influências de rock, blues, MPB e world music. Depois de uma passagem por bandas e projetos coletivos, como Rota 93 e Blu-Dogs, Victor vem construindo uma sólida atuação solo, prestes a ganhar novas canções com o próximo EP. Em Califórnia Nunca Mais, Victor aborda as diferentes fases da vida, onde mudanças repentinas nos levam para destinos inimagináveis. Agora, o músico está prestes a se reinventar novamente, após os EPs Midnight Train e Homem de Barro, reunindo canções em inglês e português, respectivamente. Agora, Boaventura fará de Calma a terceira parte dessa trilogia.
Delnur lança clipe “Mind-Brain-Body”

O músico carioca Vic Delnur, conhecido por projetos como a banda Water and Man, abriu um novo capítulo em seu trabalho solo com um single inédito. Mind-Brain-Body transforma as experiências do artista com depressão e ansiedade em música para refletir sobre um conceito holístico do eu, em que mente, cérebro e corpo estão integrados. O single chega bem a tempo de Delnur subir ao palco com sua banda no Okeechobee Festival, que acontece no começo de março na Flórida. Agora ele lança clipe que dialoga com a busca por equilíbrio. Musicalmente, Mind-Brain-Body segue a explorar o universo do artista entre a eletrônica, o indie, o pop e a neopsicodelia, com sintetizadores se encontrando com guitarras suingadas. A letra é um convite ao escapismo, a se perder nas sensações quando os estímulos externos são excessivos. De chá verde a caipirinha, mente, corpo e cérebro embarcam em uma jornada ao mesmo tempo dançante e reflexiva. “Eu escrevo sobre experiências pessoais, e essa letra fala do meu relacionamento com depressão e ansiedade. Minha cabeça funciona muito rápido, pensando várias coisas ao mesmo tempo, e estou revendo a quantidade de informação que eu consumo no meu dia a dia e tentando reduzir tudo isso. Essa música tem um astral leve, no primeiro verso eu falo sobre provar chá verde de manga e queijo, que descobri numa loja asiática de smoothie aqui em NY, quero falar de viver o momento, no presente. De algum modo essa música é uma forma de cura pra mim, estava lendo sobre o estudo da ‘mente-cérebro-corpo’ e quis cantar sobre isso numa vibe de celebração”, explica Delnur. Esse conceito foi um ponto de partida para o artista. Ele denota que somos seres integrados e nossas mentes – incluindo a capacidade de pensar, lembrar, raciocinar, planejar e sentir – não estão separadas do resto do corpo, ou mesmo dos ambientes onde vivemos. “Recentemente, através da mídia popular, ouvimos muito sobre o cérebro. Dizem-nos que o cérebro controla nossa moral e ética, nossa felicidade ou tristeza, nossa memória, nossa saúde, nossa…. E a lista continua. A ciência ‘mente-cérebro-corpo’ desafia amplamente esse pensamento, observando que não somos apenas vítimas passivas de nossos cérebros”, completa. Essa abordagem de unir pólos aparentemente diferentes é algo que permeia o trabalho de Delnur. Nascido e criado no Rio de Janeiro, o multi-instrumentista e produtor atualmente baseado em Nova York – onde comanda a Mapa Sound, produtora especializada em music branding e design de som – cresceu cercado de pianos e sintetizadores. Seu pai, maestro e produtor, e a mãe, cantora e arte-terapeuta, contribuíram para essa paixão. Suas raízes brasileiras em contato com as novas fronteiras da música – seja a feita em NYC, seja a que teve contato durante uma temporada em Londres – servem de base para um trabalho de expressão única. Nessa nova etapa solo, Vic explora novas sonoridades em parceria com o co-produtor e baterista Thiago Dom. Em Delnur, Vic irá mergulhar em questões íntimas, como saúde mental, relacionamentos, fé e a vida de imigrante, transformando suas reflexões em canções. A estética musical é toda inspirada no brilho da disco setentista, da música brasileira e da psicodelia. “Meu novo projeto musical é para todos que querem saber mais sobre celebrar os momentos ruins, viver com ansiedade, amar sem esperar nada de volta, vitaminas de manga e açaí”, resume Vic.
Wallows retorna com “At The End Of The Day”

O trio de rock alternativo Wallows revelou seu mais recente single, At the End of the Day. Se unindo a Jason Lester (Animal Collective) pela terceira vez, o vídeo mostra Wallows numa viagem de carro explorando as muitas facetas de Las Vegas com paradas pelo Pinball Hall of Fame, Fremont Street, Peppermill, A Little White Wedding Chapel, e Jean/Roach Dry Lake Beds – que não estaria completa sem uma corrida com Elvis. Sobre o significado e inspiração por detrás do single, Dylan Minnette diz: “At the End of the Day é sobre estar bem investido em uma relação com alguém e ter medo de que no fim de tudo encontre a s mesmo condenado, mas você só quer que a pessoa seja feliz, não importa como”. Em resumo, a música anuncia o aguardado novo álbum da banda, Tell Me That It’s Over, chegando em todas as plataformas no dia 25 de março – pré-vendas estão disponíveis. Tell Me That It’s Over marca um super esperado retorno dos Wallows após seu aclamado primeiro disco, Nothing Happens. Produzido pelo ganhador do Grammy John Congleton (St. Vincent), o projeto se mostrou um dos mais bem executados álbuns de estreia dos últimos anos. Aliás, conquistou a platina duas vezes com o single Are You Bored Yet? (Feat. Clairo). Confira a tracklist completa: Hard to Believe I Don’t Want to Talk Especially You At the End of the Day Marvelous Permanent Price Missing Out Hurts Me That’s What I Get Guitar Romantic Search Adventure
Entrevista | Spoon – “A pandemia me fez confrontar questões sombrias”

Veterana do rock alternativo dos EUA, a banda Spoon lançou recentemente o seu décimo álbum de estúdio, Lucifer On The Sofa. O disco é o primeiro desde Hot Thoughts, de 2017. Com gravações no Texas e Califórnia, Lucifer On The Sofa traz nove faixas autorais e uma releitura de Held, do Smog, que abre o álbum. Um dos membros originais do Spoon, ao lado do vocalista e guitarrista Britt Daniel, o baterista Jim Eno conversou com o Blog n’ Roll sobre o novo álbum, lembranças do Brasil, pandemia e influências na carreira. Como surgiu o título deste álbum? Qual foi a inspiração para este nome curioso? Britt escreveu a música e decidimos dar esse nome ao álbum. Não é como se eu e ele falássemos muito sobre os significados por trás das coisas. Para mim, é como se a pandemia me fez confrontar questões sombrias como mais importantes ou que vieram à tona. Sou um workaholic, consigo sempre me distrair e não ter que lidar com essas coisas, mas não tem para onde correr quando você está nesse lockdown há dois anos. Você meio que tem que olhar o que está escondido. Olho para isso como algo que você vai ter que lidar em algum momento e ele está lá sentado no sofá, te observando. Como foi o processo de gravação do álbum? Teve alguma dificuldade por causa da pandemia? Precisou adaptar algo? Sim, foi bem no meio da nossa gravação. Nós tivemos que fazer várias mudanças no cronograma. Nós tínhamos talvez três quartos do álbum finalizados, estávamos muito perto de terminar e prontos para mixar e então veio a pandemia. O que aconteceu foi que nós não conseguimos mais nos encontrar, obviamente porque era uma sala pequena e essa é uma doença transmitida pelo ar, não era seguro ficarmos juntos. Então o Britt usou seu tempo para escrever mais músicas. Então tem músicas como, obviamente, Lucifer on The Sofa, acho que Wild e Devil and Mr. Jones que não estariam no disco, sabe? Mas acho que tiveram duas vezes em que todos voariam para Austin (Texas) e tivemos que cancelar porque os números (da covid) estavam tão altos. Tivemos que pensar muito rápido, cortando coisas no último momento… Felizmente, Britt estava em Austin e ele aparecia e fazíamos algumas coisas, mas a pandemia nos afetou muito. No entanto, nós conseguimos superar! O Spoon carrega uma forte influência do rock clássico e do art rock em seus trabalhos. É algo que predomina em suas influências? Você consegue pensar em alguma influência de sua terra natal também (Texas)? Sim, eu sinto que esse disco teve muita influência do rock clássico, do começo do ZZ Top, Cheap Trick, John Lennon, Plastic Ono Band… o som de um bando de caras apenas tocando em uma sala. Esses são os discos que amamos, que crescemos ouvindo. Para nós esse é o disco que mais tentamos chegar próximo disso. Como é sua expectativa de viajar e divulgar Lucifer on the Sofa em outros países? O que significa para você fazer uma turnê com o Spoon? Nós adoramos ir para o Brasil… Nós queremos tocar para todos, sabe? E o público brasileiro é incrível, nós não vemos a hora de ir para o Brasil. Você tem alguma previsão do Spoon vir para o Brasil? Um mês ou ano? Nós definitivamente não temos um mês. Vocês terão Lollapalooza no mês que vem. Será que vai ter ou não? Tem muita incerteza ainda e acho que não conseguimos planejar se vocês ainda não sabem se os shows irão acontecer ou não, entende? Talvez no final do ano. Se tivermos o ok e estiver tudo bem, nós podemos ir e fazer funcionar. Você se lembra de alguma história curiosa da passagem de vocês pelo Brasil, em 2018? Eu lembro de uma história, mas não é muito engraçada. Nosso último show foi em São Paulo e nós terminamos muito cedo, então eu e o Gerardo, guitarrista, pensamos, vamos mudar nossos voos e voar essa noite. Então trocamos os voos, entramos na van para o aeroporto e colocamos no Google e apareceu que iríamos demorar quatro horas para fazer 24Km… Isso não pode ser verdade, eu pensei. Nós ficamos sentados na van por 4 horas, perdemos nosso voo e tivemos que ficar em um hotel de merda. E acabamos pegando exatamente o mesmo voo que iríamos pegar no dia seguinte, que havíamos cancelado. O tráfego nos ferrou (risos). Chegou a assistir algum show no momento que as regras ficaram mais brandas? Teve uma janela no ano passado, quando as pessoas começaram a se vacinar e antes da chegada da Ômicron, foram os nossos “Loucos Anos 20”, aquele período entre a Primeira e Segunda Guerra Mundial, quando todos estavam dançando, muito felizes. Em resumo, acho que essa pequena janela foi como yeah, legal… nós fizemos alguns shows, foi muito legal, todos estavam curtindo… até que veio a Ômicron e tudo voltou a fechar. Consegui ver alguns shows nesse período. Você se sente seguro para viajar com seus colegas de banda? Acho que sim… nós vamos fazer tudo que for possível na tour para tentar minimizar e não ficarmos doentes. Porque se um de nós testar positivo, temos que encerrar tudo. Então agora nós estamos comendo todos juntos, nós não permitimos ninguém nos bastidores, estamos fechando tudo para tentar ser mais seguro. É um novo modelo de fazer tour, todos estão fazendo. Não levamos a família, somos só nós mesmos. A primeira música de um álbum costuma ser o cartão de visitas de muitos artistas. O que motivou a escolher um cover do Smog (banda) para abrir? O que procuramos em uma música de abertura é aquela que vai estabelecer um tom para o álbum. Então sentimos que aquela definitivamente conseguiu isso. Tem muita conversa de estúdio antes da música começar, o que é legal e divertido. É como se te desse a sensação que estávamos na mesma sala quando gravamos, o que foi mesmo… mas também é um ritmo mais lento
Jack White lança “Hi-De-Ho”, parceria com Q-Tip (A Tribe Called Quest)

Prestes a realizar seus primeiros shows em quatro anos e embarcar em uma longa turnê com quase 60 datas pela América do Norte e Europa, intitulada Supply Chain Issues Tour, Jack White revelou uma faixa de cada um dos seus dois discos anunciados para 2022: Hi-De-Ho e Queen of the Bees. O single duplo é capitaneado pela potente Hi-De-Ho, uma canção que une rock e hip hop com participação do aclamado artista e produtor Q-Tip, do A Tribe Called Quest, junto da intimista Queen of the Bees. Enquanto a primeira faixa estará em Fear Of The Dawn, a última estará presente no disco Entering Heaven Alive. Um dos artistas mais inquietos dos últimos 25 anos e vencedor de 12 Grammys, Jack White se tornou sinônimo de um novo modelo de rockstar para o século 21 com seu projeto solo, com o The White Stripes, The Dead Weather e The Raconteurs. Guitarrista com sonoridade icônica, White une os tons do rock de garagem com o espírito do começo do blues. Suas melodias são entoadas em coro tanto nos principais festivais de música quanto em estádios esportivos como cantos de torcidas. Agora ele explora diversos tons de seu estilo próprio com dois novos trabalhos. Fear Of The Dawn, que vai ser lançado no dia 8 de abril, traz um clima mais pesado e elétrico, enquanto Entering Heaven Alive, previsto para o dia 22 de julho, trará uma atmosfera mais acústica. Fundada por White em 2001 e baseada em Detroit, a Third Man Records se consolidou como um sinônimo de inovação e bom gosto ao buscar alternativas para experiências exclusivas e analógicas em um meio digital. Os novos lançamentos de Jack White podem ser garantidos em múltiplos formatos físicos e digitais pelo selo.
Pixies divulga primeiro som inédito em dois anos; ouça Human Crime

O Pixies voltou com sua primeira música inédita desde 2020. Human Crime já está disponível nas plataformas de streaming. A faixa sucede o single de Hear Me Out (2020) e seu último álbum de estúdio, Beneath The Eyrie (2019). No novo single, o vocalista Black Francis reflete sobre um relacionamento antigo: “Passou pela sua casa/ Não havia ninguém lá/ No salão de coquetéis/ Alguém estava na sua cadeira”. A canção vem acompanhada por um videoclipe dirigido pela baixista do Pixies, Paz Lenchantin, que foi filmado nos bunkers abandonados de San Pedro e no Gold Diggers Bar de Santa Monica, em Los Angeles. “O enredo é vagamente baseado em uma ‘piada interna’ entre Charles e eu sobre sair em turnê”, explicou Lenchantin em um comunicado. “Como passamos por uma porta do nosso estado de realidade para o estado alterado de se tornar e ser um Pixie.” Em breve, o Pixies deve lançar o box Live In Brixton, uma coleção de oito discos que documenta os quatro shows de reunião esgotados do grupo que ocorreram na O2 Academy Brixton, em Londres, em junho de 2004. Antes do retorno, a banda não tocava ao vivo desde sua separação inicial em 1993. Confira o videoclipe de Human Crime
Atração do Lolla, Terno Rei libera terceira prévia do álbum Gêmeos

A banda paulistana Terno Rei compartilhou Aviões, o terceiro single de seu quarto álbum Gêmeos, previsto para 9 de março pela Balaclava Records. A faixa mostra um lado mais calmo e minimalista do trabalho, em uma canção sutil de poucos elementos. A letra de Aviões, composta pelo vocalista Ale Sater, traz uma melancolia madura e se conecta com o período de isolamento vivido nos últimos dois anos, destacada em versos como “no ano mais triste de nossas vidas” ou “passaram-se os meses e tantas fitas”, numa simplicidade cheia de força na mensagem. O novo álbum do grupo, Gêmeos, sucede o aclamado Violeta de 2019 e foi gravado em Curitiba no Nico’s Studio, com mixagem e masterização por Nico Braganholo, produzido por Amadeus De Marchi, Gustavo Schirmer e Janluska. Anteriormente, a banda revelou outros dois singles: Difícil e Dias de Juventude, lançadas em janeiro e fevereiro, respectivamente. Ambas as canções estarão no novo álbum do Terno Rei, Gêmeos. Terno Rei é formada por Ale Sater, Bruno Paschoal, Greg Maya e Luis Cardoso. O grupo prepara sua turnê de lançamento do novo trabalho e é atração confirmada em 25 de março na programação do festival Lollapalooza Brasil. Ouça abaixo o single Aviões
Papa Roach anuncia álbum novo e divulga single Cut The Line

A banda norte-americana Papa Roach anunciou na última terça-feira (2) seu 11º álbum de estúdio, Ego Trip. Juntamente com a novidade, o grupo revelou o single Cut The Line. O disco Ego Trip está programado para ser lançado em 8 de abril pela New Noize Records. Na sexta-feira (4), o Papa Roach divulgará o videoclipe de Cut The Line. Em resumo, Ego Trip já teve outras quatro canções reveladas pela banda. Anteriormente, o grupo divulgou Stand Up, Dying to Believe, Kill the Noise e Swerve, que conta com participações especiais de Jason Aalon Butler (Fever 333) e Sueco.