Perfect Way to Die: Alicia Keys aborda violência policial em novo single

Alicia Keys

A artista Alicia Keys detalha a história de uma mãe em luto após ter o filho assassinado em sua nova canção. Perfect Way to Die, produzida por ela e Sebastian Kole. Em resumo, a canção narra os assassinatos injustos de vidas inocentes e discute sobre a brutalidade policial e o racismo sistêmico apresentando durante décadas. “Claro que não há uma maneira perfeita de morrer. Essa frase nem faz sentido, mas é isso que torna o título tão poderoso e comovente, porque muitos morreram injustamente”, disse Keys em comunicado. Ademais, Perfect Way to Die faz parte do sétimo álbum em estúdio da cantora. Alicia chegará ainda este ano.

Entrevista | Gustavito – “Estaremos cada vez mais fortes e conscientes”

Autoconhecimento, reflexão e acolhimento são os principais elementos do novo single de Gustavito. Composto em parceria com Luiz Gabriel Lopes e Chicó do Céu, Lembrete é uma carta entre amigos que promove esperança. Ao mesmo tempo a música faz uma imersão no passado e no futuro, tornando-se potente no momento em que atravessamos. Em resumo, o single foi gravado por Chico Neves no Estúdio 304 e conta com a participação dos músicos Rafael Martini (teclados), Paulim Sartori (baixo elétrico) e Yuri Vellasco (bateria). Ademais, Lembrete é composta por mixagem e a masterização de Rafael Dutra, do Estúdio Motor, que está localizado na região de Belo Horizonte (MG). Já o videoclipe foi gravado em São Paulo, com produção da Boralá e fotografia de Nadja Kouchi. Com uma pegada minimalista, o trabalho transmite leveza, tranquilidade e afeto. Completando dez anos de carreira, Gustavo Amaral, conhecido como Gustavito, estava em São Paulo para produzir o seu quinto álbum. No entanto, com a pandemia do novo coronavírus, o músico retornou a sua terra natal, Minas Gerais. Em entrevista ao Blog n’ Roll, Gustavito fala sobre Lembrete, futuros projetos e mundo pós pandemia. Como foi o processo de composição de Lembrete? Ao todo, quanto tempo durou? Foi um processo bem interessante. A composição foi feita por três cabeças: eu, Luiz Gabriel Lopes e Chicó do Céu. Ela foi sendo criada por partes, durante alguns dias que passamos juntos. A cada vez íamos tendo novas ideias de letra e harmonia e a mensagem da letra foi se formando a medida em que ia sendo escrita, não foi algo pré-determinado. Sabíamos desde o início que era uma espécie de carta, mensagem direcionada a um amigo imaginário que poderia ser nós mesmos no futuro. Quanto ao clipe, da onde surgiu a inspiração? Como foi o processo criativo? Inicialmente nasceu da vontade de inaugurar um novo momento em minha carreira onde eu esteja me expressando mais através da linguagem audiovisual. Apesar de já ter quatro álbuns solo lançados, antes de Lembrete apenas duas faixas minhas tinham ganhado videoclipe. Quando conheci a fotógrafa Nadja Kouchi em São Paulo no início desse ano, conversamos sobre possibilidades de fazer um material onde eu expressasse a mensagem da letra através de gestos, expressões e alguns poucos objetos significativos. Em seguida, ela me apresentou pros meninos da Boralá Produtora e montamos o roteiro juntos. Como será o despertar para uma nova travessia? Acredito que o despertar virá da auto observação e da reflexão. Também do debate construtivo, da troca saudável de ideias onde se esteja aberto pra entender o lado do outro. O respeito a todas as formas de vida é a tônica para despertar uma relação mais harmônica com a natureza e entre as pessoas. A calma, a consciência de que estamos no mesmo barco, mas que cada um tem seu caminho, despertará uma vida sem tanta comparação e vaidade, sem tanto ódio e preconceito, onde cada um possa ser livre pra ser o que é. O despertar é aberto para o novo e tem a leveza da alegria inocente de uma criança, e ao mesmo tempo a sabedoria de uma anciã que não deixa esquecer o propósito e sabe que tudo o que ficou no passado tem seu valor e seu aprendizado. O despertar deve ser sobretudo para a valorização crescente da sensibilidade, da arte, do afeto e da comunhão. Estaremos cada vez mais fortes e conscientes. Em tempos de pandemia, como você tem se reinventado, enquanto artista? Tenho realizado apresentações virtuais no formato de lives, e também dado aulas de música online. Nesse momento estou em imersão criativa com a cantora e compositora Laura Catarina, junto a quem estou lançando o projeto SEIVA, que traz músicas que conectam com a natureza e a espiritualidade. Estamos gravando um material audiovisual e vamos lançar com um concerto ao vivo na internet no próximo mês. Acompanhem pelo Instagram @seivadaluz! Ao longo desses dez anos de carreira, quais foram as mudanças pelas quais você atravessou musicalmente? O que sempre me fascinou na MPB é a multiplicidade de estilos e ritmos e gêneros musicais que podem ser enquadrados dentro deste mesmo rótulo. Sou muito simpático a essa característica pela liberdade criativa que ela possibilita, e que eu trago desde o início em minhas composições e gravações. Certamente ocorre um amadurecimento durante todo esse tempo, tanto em relação à firmeza da performance ao vivo, mas também da consistência conceitual das canções. A forma de música que mais tem feito sentido para mim atualmente é aquela que conecta com o divino que há em tudo. Com isso me refiro a que em uma sociedade onde as pessoas estão desconectadas umas das outras, desconectadas do meio ambiente e desconectadas até de si mesmas, conectar com o Divino é reconectar com tudo isso. Nesse sentido, as letras de minhas canções tem se encaminhado para temáticas do sagrado e do autoconhecimento, com uma mensagem mais focada do que no início de minha carreira quando falava de assuntos mais dispersos. Quais são as suas inspirações musicais? Gilberto Gil, Milton Nascimento, Caetano, Elis Regina, Chico, Tom Jobim, Tom Zé e toda MPB clássica; Sergio Santos, Luisa Brina, Sergio Perere, Luiz Gabriel Lopes, Raphael Sales, Alexandre Andrés e tantos contemporâneos da minha geração e adjacências da música mineira; Bob Marley; Raul Seixas, Beatles, Punk Rock, Stravinsky, Bach, Debussy, Xangai, cantigas e ritmos da cultura popular brasileira, do carnaval da Bahia, da Umbanda, dos povos originários da Amazônia, dos xamãs andinos, capoeira, samba, forró; mantras orientais; sons da natureza etc, etc, etc. O que você pode adiantar sobre o seu quinto álbum, interrompido por conta da quarentena? Nesse momento não posso dizer muito, pois a efervescência artística de um aquariano está sempre em transformação (risos). O que posso dizer é que estou produzindo em situação bem diversa da que estaria sem a quarentena, mas que está sendo uma feliz experiência retomar a produção mais caseira e autônoma. Tenho feito experimentos e algum resultado ainda será lançado este ano, mas não posso dizer ainda se

Weezer traz nova versão de Hero durante apresentação no The Tonight Show

A faixa Hero, divulgada em maio pelo Weezer se tornou uma homenagem tocante aos profissionais de saúde quando foi lançada. Vale lembrar que grande parte destes trabalhadores ainda atuam na linha de frente no combate ao coronavírus. Contudo, Rivers Cuomo trouxe um novo lado para a canção. Durante o programa The Tonight Show, estrelado por Jimmy Fallon, o vocalista do Weezer trouxe uma versão alternativa para a música. Na apresentação, Cuomo toca piano e é acompanhado por outros membros do conjunto. Para muitos que estão acostumados a vê-lo com um violão nas mãos, pode ser estranho no início. Mas é inegável que a canção ganhou uma nova cara.

Os Ratos: Armada apresenta single gravado com celulares

É inegável que o isolamento social decorrente da pandemia do novo coronavírus vem mudando o jeito que bandas e artistas produzem música. Em resumo, o grupo Armada também mostra isso no seu novo single, intitulado Os Ratos. Ademais, o conjunto que sempre focou na qualidade de suas produções, trocou os estúdios pelo celular. A ideia é de que atualmente, a mensagem é mais importante do que o meio. Contudo, este som mais cru e explosivo é bem conhecido no cenário do punk rock mundial. Mesmo que a banda não fique presa exclusivamente ao gênero na faixa, é notável a inspiração. “Estamos vivendo um momento delicado e perigoso politicamente no Brasil, a necessidade de colocar para fora o que sentimos em relação a isso é muito grande. Não dá para entrar em estúdio? Então vamos gravar com nossos celulares!”, disse Henrike Baliú, vocalista do Armada.

Rapper Igor B lança single Sem Máscara, carregado de mensagens políticas

Nesta terça-feira (16), o rapper Igor B divulgou seu mais novo single, Sem Máscara, que apresenta uma pegada de bossa nova e dub. Assinada por Mom Martins e lançada pelo MondoGroove, a canção sucede o EP Na Batida do Flow, apresentado pelo artista em maio deste ano. O cantor explica que a música tem duplo sentido, onde faz um alerta sobre a importância do uso de máscaras e ao mesmo tempo a indignação com quem se recusa a usa-las. Além disso, aborda temas como julgamentos, violência, trafico, milícia, consumo de álcool, críticas a religião, a falta de empatia e escolha na eleição de seus representantes. Em contrapartida, Sem Máscara faz analogia à apatia da sociedade perante os acontecimentos atuais e afirma que o combate ideológico é necessário. Em nota, ele foi enfático: “fazem isso sem o mínimo pudor, desprezando todas as mortes causadas pelo vírus. Toda essa obscuridade é fruto do posicionamento do atual governo brasileiro, que incentiva movimentos racistas, homofóbicos, fascistas e armamentistas”. Em suma, é uma forte critica ao estado perante à pandemia de covid-19 que tem matado um grande número de pessoas em todo o país. Igor está na ativa desde 2003, é de Salvador, mas se consolidou em Brasília, sendo dono de singles como A Revolução, Devaneios Coloridos, É Domingo e Ser Livre. Seus novos trabalhos estão previstos para serem lançados no segundo semestre de 2020 e o novo single está disponível nas plataformas de streaming.

Kiko Loureiro lança o single EDM (e-Dependent Mind)

O guitarrista Kiko Loureiro lançou o single EDM (e-Dependent Mind), que fará parte de seu novo álbum, OPEN SOURCE, previsto para julho. EDM vem como uma previa do álbum, que foi produzido em Los Angeles e mixado na Inglaterra. E os fãs já podem ouvi-la em todas as plataformas digitais. A data de lançamento de OPEN SOURCE é 10 de julho. O álbum conta com a participação de Felipe Andreoli (baixo) e Bruno Valverde (bateria), que tocarão em todas as faixas. Também terá algumas participações especiais como dos guitarristas Marty Friedman (ex-Megadeth) e Mateus Asato. Kiko Loureiro é um multi-instrumentista, compositor e guitarrista brasileiro. Ele possui uma longa história no grupo Angra, mas atualmente faz parte do Megadeth. Também é conhecido por explorar a linguagem instrumental, mesclando o rock à música brasileira em seus mais de 25 anos de carreira.

Banda santista Sephion apresenta mais um pesado single

A banda santista Sephion apresentou mais um single para seus fãs. Intitulado Devil May Cry, a faixa foi compartilhada nas redes sociais do grupo. Em resumo, ela já pode ser escutada em todas as plataformas digitais. Aliás, a faixa é uma amostra do álbum Fear Of Fear, que segue em processo de produção e deve ser lançado na segunda metade de 2020. A obra terá a Voice Music como distribuidora, além de contar com o selo da MS Metal Records.