Bright Lights abre ano de inéditas do The Killers; ouça!

The Killers lançou o single Bright Lights, sua primeira música inédita deste ano. A épica faixa traz um refrão marcante e uma melodia poderosa, feita para ser cantada em coro em arenas. A canção celebra o início da primeira residência do grupo em Las Vegas, para comemorar os 20 anos de carreira, iniciado com o álbum Hot Fuss, lançado em 2004. Todos os quatro membros originais da banda – Brandon Flowers (vocal), Dave Keuning (guitarra), Mark Stoermer (baixo) e Ronnie Vannucci Jr. (bateria) – participam da canção. O videoclipe, dirigido por Micah Bickham, apresenta o palco das futuras apresentações. Bright Lights é a primeira música inédita do The Killers desde o álbum Rebel Diamonds, lançado em 2023.

Fontaines D.C. lançam o single Here’s The Thing, mais uma prévia de Romance

O Fontaines D.C. lançou Here’s The Thing, o terceiro single do aguardado quarto álbum de estúdio, Romance, que será lançado em 23 de agosto pela XL Recordings. Here’s The Thing foi escrita dias antes da banda entrar em estúdio para gravar o álbum. Ela se destaca com os sons mecânicos e mutantes da guitarra que lembram Placebo e a expressividade eletrônica de Shygirl e Eartheater. “É uma música ansiosa que se retorce e se move entre dor e dormência”, descreve Chatten. É uma canção que busca autonomia em extremos emocionais. O videoclipe cinematográfico que acompanha, dirigido pelo aclamado cineasta Luna Carmoon (Hoard, Shagbands, Nosebleed), encapsula perfeitamente os intensos sentimentos e paranoia da música. >> ENTREVISTA COM FONTAINES D.C. Canalizando a essência de filmes de terror adolescente como The Lost Boys e Phenomena, o vídeo de Here’s The Thing nos imerge em uma competição tradicional de dança irlandesa, onde o caos triunfa, desenrolando-se através da lente singularmente assombrada de Carmoon. Fontaines D.C. e Luna discutem o vídeo em uma entrevista com a DAZED. Em abril, Fontaines D.C. lançou a primeira faixa do novo álbum, Starburster. Foi lançada junto com o muito comentado videoclipe de Aube-Perrie. Starburster e a brilhante Favourite se tornaram favoritas dos fãs após sua estreia no show esgotado da banda no Brooklyn Warsaw em abril e durante o eletrizante show principal no Glastonbury’s Park Stage. Juntamente com o novo single Here’s The Thing, os fãs têm um vislumbre do álbum expansivo e experimental que está por vir. Romance é o álbum mais ambicioso do Fontaines D.C., com suas 11 faixas constelando ideias que têm fermentado entre Grian Chatten (vocais), Carlos O’Connell (guitarra), Conor Curley (guitarra), Conor Deegan (baixo) e Tom Coll (bateria) desde o lançamento de Skinty Fia em 2022. A evolução sonora da banda, que mostrou suas garras nos primeiros registros com sensibilidades punk antagonísticas, é uma ascensão para quebras mais grunges, eletrônica distópica, percussão hip-hop e texturas oníricas à la Slowdive, que podem surpreender os fãs. Os pontos de toque shoegaze primeiro pressionados em Skinty Fia se desdobram em Romance como um hematoma roxo. Trabalhando com James Ford do Simian Mobile Disco (Arctic Monkeys, Blur), a banda deixou para trás qualquer “estética retrô”, como diz Chatten: “dizemos coisas neste álbum que queríamos dizer há muito tempo. Nunca sinto que acabou, mas é bom sentir-se mais leve.”

Ale Sater anuncia disco com o single Ontem

Ale Sater, vocalista e baixista da banda Terno Rei, lançou o single Ontem, como introdução ao seu álbum de estreia. Produzida por Gustavo Schirmer, a faixa apresenta tons urbanos e explora em sua letra temas de memória e autodescoberta. “Acho que Ontem é um bom resumo do que vai ser o disco como um todo. É também a música mais cheia, no sentido de produção, e por essas coisas achei ela uma boa opção pra começar”, comenta Ale. O single foi lançado pela Balaclava Records, acompanhada por videoclipe assinado por José Tm e Lucas Justiniano.

Playmoboys e Oh! I kill cantam sobre poder da música em melhorar a vida

O poder da música para levar para lugares bons e a memória afetiva pela arte movem Canções, novo single da veterana do underground Playmoboys que retoma parceria com Oh! I kill. Após três álbuns juntos, eles se reaproximam em single que chega em um momento que a própria Playmoboys testa novos caminhos e sonoridades. “Canções fala sobre a importância da música nas nossas vidas. Sobre como o que ouvimos durante a vida se tornam trilha sonora de todas as fases que vivemos. E assim, percebemos como os grandes artistas ‘cuidam’ da gente, através de suas composições , vozes, melodias, nos oferecendo remédio para cada emoção que passamos”, conta o vocalista e guitarrista Conrado Muylaert. Formada em 2005, a Playmoboys rapidamente conquistou seu espaço na cena indie rock brasileira. Desde então, a banda tem sido uma presença constante no cenário musical, colaborando com artistas renomados e explorando uma variedade de estilos. Nomes como The Libertines e Malhação fazem parte da biografia da banda, que já está pronta para ir além. Recentemente, eles também lançaram o single Além do Infinito. Apesar das considerações iniciais sobre uma possível pausa na carreira após o álbum anterior, a banda está mais ativa e criativa do que nunca. Com planos para um novo disco no final de 2024, o Playmoboys continua a desafiar expectativas e a explorar novas fronteiras musicais. O novo single está disponível em todas as plataformas de música.

Bratislava lança visualizer “Casa em Chamas” inspirado em meme

Após refletir a nostalgia sensorial no single Sabor Fantasma, a Bratislava, banda que une rock, pop e música brasileira, reflete a paralisia que sentimos muitas vezes em meio ao terror em Casa em Chamas. Parte do álbum homônimo da banda, quinto da carreira, que será lançado em agosto, o single chega com um visualizer inspirado no famoso meme do cachorrinho no meio de um incêndio tentando se convencer de que tudo está bem. “Essa é uma canção que fala sobre a incapacidade de se mover ou de agir, mesmo quando a gente percebe que a casa está pegando fogo. A sensação é similar à da paralisia do sono, em que os nossos sentidos estão acordados, mas o corpo não responde”, conta Victor Meira, responsável pelas letras, vozes e teclas da banda, que conta também com José Roberto Orlando (baixo), Felipe Gonçalves (guitarra), Gustavo Franco (bateria) e Jonas Andrade (guitarra). Fundada há quase 15 anos pelos irmãos baianos Victor Meira e Alexandre Meira, a banda lançou quatro discos, fez turnês pelo Brasil e tocou em grandes festivais como Lollapalooza, COMA, Bananada, Conexão e Festival DoSol. Se reinventando em lutos, lutas, poesia e dureza, a banda encara o momento como um fechamento de ciclo e espaço para um marco de recomeço: por isso o disco homônimo. “Estamos trazendo vibes de toda a carreira da banda para esse disco. Canções mais carinhosas, outras mais brabas. Letras mais acessíveis e fáceis de se compreender, assim como letras mais enigmáticas e imagéticas também. Enfim, reúne tudo o que a Bratislava já foi e que pode ser. O disco que finalmente leva o nome da banda é o disco com o qual a banda tá confortável em dizer: isso aqui é a gente”, celebra Victor. O álbum é uma produção da Abstrato Coletivo e da Inova Com Cultura, com apoio da Inova Com Valor e realização do Governo do Estado de São Paulo por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa – ProAC.

Ney Matogrosso e banda Hecto anunciam álbum pela Som Livre

Em meio às comemorações de seu aniversário, Ney Matogrosso continua surpreendendo, e apresenta novidade em sua discografia. Após um período de três anos do seu último álbum – Nu com Minha Música – 2021, o cantor se une à banda Hecto e anuncia o lançamento do single Teu Sangue, que chega às plataformas dia 9 de agosto. A música fará parte do disco Canções Para Um Novo Mundo, que será lançado pela Som Livre em novembro. Ney Matogrosso e Guilherme Gê se conheceram em 2017, durante a montagem do musical Puro Ney, no Rio de Janeiro, do qual Guilherme fazia parte. Desde então, Gê fez um mergulho na obra de Ney, e ambos nunca perderam o contato. Em 2023 eles lançaram uma releitura de Nada Será Como Antes, uma versão bilíngue do clássico de Milton Nascimento e Ronaldo Bastos, surpreendendo a todos. Teu Sangue, canção com letra de Guilherme Gê, tem uma melodia que mistura o universo do Rock e da MPB, e carrega o DNA da Hecto pela poética da letra, a ideia de igualdade social e uma crítica muito presente também em outras canções da banda. “Essa música impulsionou todo o projeto do álbum com o Ney”, pontua Gê. E traz um verso que define o pensamento do álbum: “Somos do mesmo céu, mesmo som, mesmo ar/ Somos do mesmo sangue”.

The Offspring libera segundo single do novo álbum; ouça Light It Up

A banda The Offspring presenteou seus fãs com Light It Up, a segunda faixa de seu novo álbum, Supercharged, que será lançado em 11 de outubro. A música também vem acompanhada de vídeo. Supercharged é o 11º trabalho de estúdio da banda e uma celebração aos seus 40 anos de carreira. O álbum, uma coleção de dez faixas, já está disponível para pré-venda na UMusic Store.

Maria Beraldo anuncia disco com single I Can’t Stand My Father Anymore

Maria Beraldo está prestes a lançar seu novo álbum chamado Colinho, que sairá pelo selo Risco em outubro. Depois de seis anos do lançamento de Cavala (selo Risco, 2018), a cantora e compositora retorna com Colinho que consegue ser, ao mesmo tempo, mais pop e mais experimental que seu álbum de estreia. Se Cavala foi um grito de saída do armário sapatão, que ecoou em tantas ouvintes e transformou Maria – até então clarinetista de Arrigo Barnabé e outros importantes nomes da música de São Paulo – em uma cantora e compositora ativista da comunidade lésbica, colinho traz a elaboração de Beraldo acerca de sua identidade de gênero não binária e acaba por se tornar um objeto artístico-psicanalítico. Os processos de composição e produção do disco revelaram elaborações inconscientes da artista, que lança o olhar para sua infância e puxa o fio até os dias dias de hoje, trazendo consigo o piano, o violão, o jazz, o samba, que tocavam em sua casa, o choro – gênero musical e lágrimas – para dentro das sonoridades eletrônicas e pops que Beraldo frequenta e desenvolve. Nesse fluxo de retorno à infância, além do caráter autobiográfico, o disco ganhou muitas letras em inglês, como é o caso do primeiro single I Can’t Stand My Father Anymore (em português: eu não suporto mais o meu pai). A este fato – também decorrente de um processo inconsciente – Beraldo associa o período de sua infância em que morou nos Estados Unidos, dos 4 aos 6 anos, tendo sido alfabetizada primeiro em inglês e depois em português. Bem humorado, o primeiro single de colinho chega recusando o colo do pai, numa canção sem melodia, sem altura de notas ou acordes definidos, com muito balanço, sarcasmo e o característico minimalismo de Beraldo, da composição à produção. Uma boa parte da vida de uma lésbica é, em nossa sociedade heteronormativa patriarcal, tentar entender porque é que ela é, ou “virou”, lésbica. Inúmeras são as vezes em que alguém associa este fato a uma possível frustração ou má relação com seu pai. Rindo (alto) disso, Beraldo lança seu primeiro single, uma canção punk provocativa que garante identificação com a letra a qualquer um: I Can’t Stand My Father Anymore – quem nunca?