Com álbum novo no forno, The Mönic lança single Atear

Quarto single do novo álbum da The Mönic, Atear bebe na veia do punk rock e sua letra veio de uma vez, como um desabafo, para o baterista e vocalista Coiote. “A inspiração veio do sentimento de esperança no meio do caos, é tipo uma seta apontada pra positividade no meio de uma situação tenebrosa. Bozo era o presidente, as pessoas destilando ódio para todos os lados, muita morte, injustiça e descaso. Em meio a tudo isso é fácil a gente entrar numa vibe negativa, e ficar doente tanto fisicamente quanto mentalmente. Então quis escrever um som que apontasse as coisas ruins que vivemos mas com uma perspectiva de quem, apesar das maldades do dia a dia, vê motivos pra ser uma pessoa boa, para continuar e fazer do mundo um lugar melhor”, explica Coiote. De acordo com o músico, a letra descreve uma cidade hostil ‘pelos becos da cidade azul, os bonzinhos se estranham no bar’, mas em seguida vem a estrofe do pré refrão que diz ‘Mesmo assim vou tocar meu disco preferido aonde eu for‘. “E o refrão é um hino pra atear fogo em tudo que há de ruim na nossa sociedade e dentro da gente, ‘fogo no seu ódio’, sentimentos negativos, preconceitos, descriminação etc”, finaliza. “No clipe resolvemos queimar algumas coisas que geram ódio em cada um, como os padrões impostos sobre a mulher e o homem, os vícios, o lado tóxico da pressão do romantismo e das relações tradicionais criadas pela sociedade. Foi uma espécie de exorcismo desses males representados por objetos. E a estética anos 50 veio como uma sátira desse universo conservador onde não nos encaixamos”, conta a guitarrista e vocalista Ale Labelle. O clipe, como todos os outros, continua contando a história do clipe anterior, Sabotagem, e se encaixa dentro do conceito do álbum. O álbum será lançado pela gravadora Deck dia 1 de setembro.
Alice Cooper revela segundo single de Road; Ouça White Line Frankenstein

O lendário Alice Cooper revelou o segundo single de seu novo álbum, Road, que será lançado em 25 de agosto. A bola da vez é a faixa White Line Frankenstein, que conta com a participação de Tom Morello (Rage Against the Machine). A canção sucede I’m Alice, revelada semanas atrás. “White Line Frankenstein é um monstro que criamos. É um motorista de caminhão que está por aí há muito tempo. Ele é o rei da estrada. Não mora em uma casa. Ele mora naquele caminhão. Na música, esse cara durão surreal está dirigindo em linhas brancas por toda a sua vida. Então, White Line Frankenstein seria seu identificador CB. É monstruoso e definitivamente uma música de palco”, comentou Alice Cooper em comunicado divulgado à imprensa. Ryan Roxie, Chuck Garric, Tommy Henriksen, Glen Sobel e Nita Strauss são os músicos que acompanham Alice Cooper na nova empreitada.
CARU resgata clipe perdido e debate efemeridade atual “Eu Gostaria”

“Eu gostaria que minha barba fosse feita, pelos fios dos teus cabelos, pra que meu rosto fosse totalmente exposto ao perfume dos teus seios.” Com esse trecho cheio de figuras maliciosas e deliciosas, a cantora e compositora baiana CARU inicia Eu Gostaria, single que agora ganha um clipe. Produzida e gravada por Diogo Strausz e Tó Brandileone em 2019, na cidade de São Paulo, a música foi inspirada pelos violões de Lenine. Sua natureza lírica respinga na história da própria canção, cujo vídeo foi perdido não uma, mas duas vezes e que finalmente é lançado. Após quatro anos, “Eu Gostaria” ganha uma leitura visual que abarca a potência rítmica da canção. A história por trás do clipe, gravado em São Paulo em 2018 é cheia de reviravoltas. O HD que armazenava o material da primeira versão do vídeo oficial, dirigido e finalizado pela diretora venezuelana Val Hidalgo, foi corrompido. No entanto, graças ao iCloud, que automaticamente salvou o material bruto enquanto Val o editava, o clipe pôde ser resgatado um ano e meio depois. Como um plot twist na narrativa, CARU teve o material visual salvo pelo armazenamento online – o mesmo que ela desconfiava, como canta em Nuvem (Ai Claud): “Quero ver quando esse céu abrir e sua rede balançar….” A diretora então finalizou o trabalho e enviou para CARU. Porém, o inesperado aconteceu novamente quando a artista perdeu o videoclipe em 2020. E agora, três anos depois, ele ressurgiu de um HD recuperado, trazendo à tona o trecho da música Pelas ruas perdidas da Bahia, que nunca pareceu tão adequado a uma situação real. Não por acaso, o vídeo usa recursos como stories do Instagram para trazer nossa relação com as redes sociais para uma narrativa profundamente envolvida com o virtual. O vídeo marca uma nova etapa na carreira de CARU. A cantora, natural de Feira de Santana, traz uma vivência que a levou a morar em Salvador, Madrid, São Paulo, Belo Horizonte e Rio de Janeiro. A artista tem colaborações com Capinan, Kassin, Paulo Mutti, Alberto Continentino, Felipe Guedes, Juliana Linhares, Jadsa e Canto Cego. Em 2020, CARU participou do programa ASA – Oi Futuro + British Council, além de fazer parte da Aceleração Labsônica Oi Futuro + Toca do Bandido. Nos anos seguintes, ela se apresentou em diversos festivais e palcos, incluindo Porto Musical, Coquetel Molotov, Festival FARO e Pitch da WME. Em 2022, CARU lançou o EP Paris, Bahia, que aborda histórias de uma migrante. O álbum explora o sentimento que transcende o contexto histórico dos nordestinos, ao se reconhecerem como eternos forasteiros em busca do preenchimento de um vazio interno.
Duda Raupp volta aos anos 70 e 80 em Meu Guia, feat com Cristal

Segundo lugar na categoria “Produtor Revelação” no 1º Prêmio Rap Brasil, Duda Raupp apresentou mais um motivo por ter merecido o título: o seu mais novo projeto inspirado no soul dos anos 1970 e 1980. E para guiar esse trajeto o primeiro lançamento é o single Meu Guia, com participação de Cristal em uma dedicatória para o RAP. Através de seus pais, Duda cresceu escutando os sons da época setentista e oitentista. De cantores como Tim Maia, The Jackson 5, Cassiano, entre outros, o gênero sempre foi acompanhando a vida do produtor e ganhando ainda mais espaço junto com os representantes dessa nova década, como Anderson Paak, Free Nationals e Kali Uchis. Sendo assim, carregado de influências, Duda gravou um vídeo produzindo um beat em que explorava esse seu lado e o que não esperava era a repercussão que teve, entre os artistas que chegaram interessados no trabalho, Victor Xamã foi quem arrematou a produção, que veio a se tornar, com participação de Luedji Luna, Vigésimo Andar, uma das mais escutadas do novo disco do artista. Com isso, o produtor percebeu que a onda de misturar o antigo com o novo era uma vibe bem aceita para vários ouvidos. Esse foi o primeiro passo para o início do seu projeto, o segundo foi a ideia de músicas que brincaria com a ambiguidade, a letra que aparenta falar sobre uma relação amorosa com uma pessoa, na verdade fala sobre uma relação com alguma outra coisa. O desafio logo foi aceito por Cristal, parceira de Duda nas faixas O Plano É Não Voltar Pra Casa e Posse, e a rapper resolveu se declarar para o seu mais leal amor: o rap. “Acredito que foi consequência do que tô vivendo agora e minha relação com o meu trabalho mesmo. Lancei minha primeira música em 2019, apesar de ser muito recente, desde então eu mergulhei na cultura e o rap foi ferramenta de transformação na minha vida. Então por que não dedicar uma música pra ‘ele’?” comenta Cristal. Ouça Meu Guia
FBC lança “Madrugada Maldita”, faixa que antecede próximo álbum

A ideia de que o amor e a empatia podem salvar a humanidade tem sido pensada pelo rapper mineiro FBC como uma filosofia de vida. Essa reflexão foi o pontapé inicial para a narrativa de seu próximo álbum, intitulado O amor, o perdão e a tecnologia irão nos levar para outro planeta – previsto para julho deste ano. Mas, antes de convidar o público para conhecer “o melhor trabalho da sua vida”, como ele costuma afirmar, o cantor e compositor quis apresentar a faixa que ocupa a primeira posição da tracklist do disco. Madrugada Maldita é o segundo single revelado do trabalho de estúdio, sucedendo Químico Amor, e já está disponível nas plataformas de streaming de áudio, acompanhada de um videoclipe. Com Químico Amor, primeira faixa apresentada do álbum, o artista fez uma analogia ao abuso de substâncias e ao amor. O novo single Madrugada Maldita, por sua vez, dá uma nova camada aos estudos de FBC pela house music. “Este é o single que está mais inserido no contexto desse ritmo musical, seja na forma de cantar ou no jeito que os metais chegam na música. Acredito que ela seja a porta de entrada para o disco de uma forma mais elegante”, resume o rapper. A música também é produzida pelo próprio FBC ao lado da dupla Pedro Senna e Ugo Ludovico. Entregando uma letra simples e melódica que se mistura com os metais distribuídos ao longo das rimas se e encontra com o timbre das backing vocals fazendo referência a era disco dos anos 70. “A forma que eu canto e o jeito de escrever essa música é muito inspirada nas obras de Cazuza e do mestre Jorge Ben Jor, aquela coisa simples e bonita em que se aproveita os melhores momentos da batida, o house é a resposta imediata ao fim da era disco”, resume o artista. O videoclipe que embala toda a trilha sonora é mais um elemento que prepara os fãs para o disco. “Madrugada Maldita é um reflexo de toda a proposta e o conceito do que é o álbum. Quero todos os meus fãs correndo na minha DM pedindo pro álbum sair logo”, brinca FBC.
Luiza Lian lança segundo single do novo álbum; ouça Desabriga

O segundo passo da volta de Luiza Lian depois dos cinco anos de seu disco mais recente, Azul Moderno, é a faixa Desabriga, uma música romântica e suingada, em que a melodia da canção faz a cantora paulistana e seu produtor, Charles Tixier, desaguar entre o afoxé, a chillhouse e o pagode baiano onde o flow da canção e o suíngue da base abrem espaço para falar sobre estar junto. Luiza entende que o segundo single de seu próximo disco, 7 Estrelas | quem arrancou o céu?, apresenta um lado mais solar do álbum. “É uma canção romântica sobre o cuidado e parceria durante as adversidades da vida”. A cantora usa a metáfora do barco em alto mar que atravessa uma tempestade como uma forma de traduzir as dificuldades de uma relação a dois e como elas só podem ser superadas a partir desta união. “É uma música sobre acolhimento e sobre reconhecer que o amor não se faz sozinho e sim a partir do encontro”, continua a artista, que está prestes a lançar seu quarto álbum, feito inteiramente ao lado de Tixier, com apenas uma participação externa. Mesmo que 7 Estrelas | quem arrancou o céu tenha sido composto antes do período de trevas que atravessamos nos últimos anos, o disco traz à baila discussões estéticas e políticas sobre sensações e sentimentos que nos confrontam nesta nova realidade falsa que vivemos a partir do mundo de ilusões que é o teatro da vida neste início de século 21. O novo single é um passo além – e crucial – do manifesto Eu Estou Aqui, que inaugurou este novo capítulo da biografia da artista. Depois de uma faixa conceitual e apolínea, ela mostra outra faceta, mais líquida e dionisíaca, como se estendesse a proposta do primeiro momento para o outro e dissesse Nós Estamos Aqui. A faixa é um lançamento do selo RISCO no Brasil e da ZZK Records no âmbito internacional. Ouça Desabriga, do Luiza Lian
McFly anuncia feat com Fresno em Broken By You

Após o sucesso do lançamento de seu sétimo álbum, Power to Play, junto com as live sessions de God of Rock n’ Roll e Land of The Bees, a banda inglesa McFly anunciou Broken By You, colaboração entre os britânicos e a banda brasileira Fresno. A faixa chega às plataformas na próxima sexta-feira (21) e confirma a expectativa do público, que se iniciou quando membros do McFly se juntaram à Fresno para uma performance ao vivo de All About You no Rio de Janeiro, em 2022. Broken By You foi composta pelo guitarrista e vocalista Danny Jones enquanto o McFly estava em hiato. Inspirada por ícones do rock britânico, como Noel Gallagher e Joe Strummer, a faixa combina a energia do punk rock com sentimentos de vulnerabilidade. “Compus essa música enquanto a banda estava em hiato, e percebi o quanto sou obcecado pelo McFly. Essa é a história de um homem aceitando que está tudo bem se sentir vulnerável e mais pessoas deveriam se permitir esse sentimento”, completa ele. Um dos principais nomes de sua geração, o McFly é formado por Tom Fletcher (vocal/guitarra), Danny Jones (vocal/guitarra), Harry Judd (bateria) e Dougie Poynter (baixo). Já a Fresno é considerada uma das bandas mais relevantes do cenário musical brasileiro nos últimos 20 anos.
Thirty Seconds To Mars revela Get Up Kid, terceiro single do novo disco

A banda Thirty Seconds To Mars, formada pelos irmãos Jared e Shannon Leto, lançou a música Get Up Kid via Concord Records. Essa é a terceira faixa a ser lançada do sexto álbum da banda, It’s The End Of The World But It’s A Beautiful Day. It’s The End Of The World But It’s A Beautiful Day estabelece um novo território sônico para a banda, com músicas concisas e bem arranjadas que se concentram em vocais emocionados e duetos, além de instrumentação e produção intencionais. As onze músicas do álbum exploram novos sentimentos e cores, ao mesmo tempo em que buscam consolo no que é essencial: amor, aproveitar o momento e transcendência. O single principal, Stuck, chegou rapidamente ao alto da parada Alternative Radio nos EUA. Está atualmente no Top 10, se aproximando do Top 5, marcando a ascensão mais rápida de uma canção da banda em toda sua carreira. No próximo mês, o Thirty Seconds To Mars fará seu tão aguardado retorno ao Lollapalooza, evento em que não se apresenta desde 2006. Além de tocar no palco principal do festival, eles serão a atração principal de dois after shows oficiais do Lollapalooza na House of Blues de Chicago, sendo o segundo show uma data extra acrescentada por alta demanda do público. Neste outono (do hemisfério norte), a banda se apresentará no Music Midtown Festival, em Atlanta, no When We Were Young Festival (com ingressos já esgotados), em Las Vegas, e no Corona Capital Festival, na Cidade do México. Confira a lista de faixas de It’s The End of the World But It’s a Beautiful Day StuckLife Is BeautifulSeasonsGet Up KidLove These DaysWorld On Fire7 to 1Never Not Love YouMidnight PrayerLost These DaysAvalanche
Mars Addict lança canção inspirada no filme Vastidão da Noite; ouça!

A banda de punk rock Mars Addict lançou o single The Vast of Night. A canção foi inspirada no filme de mesmo nome, lançado em 2019 e dirigido por Andrew Patterson (no Brasil, Vastidão da Noite, disponível no Prime Video). Na canção, o Mars Addict reproduz a tensão e o suspense de um acontecimento inesperado em uma cidade pacata afastada dos grandes centros sem abrir mão da marca registrada, o refrão grudento. A música fará parte do segundo disco, a ser divulgado ao longo de 2023. The Vast of Night é a primeira música inédita lançada pelo Mars Addict desde Lamecoaster (2020). O álbum de estreia teve uma recepção positiva em vários países além do Brasil, como Argentina, Chile, Itália, Espanha, Inglaterra, Sérvia e Austrália.