Junto com anúncio de oito shows extras no Brasil, Guns n’ Roses promete dois singles novos

O Guns n’ Roses lançará duas novas músicas: Nothin’ e Atlas pela Geffen Records no dia 2 de dezembro. Marcando seus primeiros lançamentos desde 2023, essas novas canções se juntam a The General e Perhaps como adições essenciais aos repertórios da nova etapa da turnê mundial. O anúncio chega dias depois do lançamento do box de luxo Live Era ’87-’93 do Guns n’ Roses, uma edição limitada com áudio remasterizado e arte repaginada. Com apresentações já anunciadas em festivais no México, Brasil e Reino Unido, a turnê de 31 datas contará com uma etapa europeia com shows na Polônia, Irlanda, Holanda, Alemanha, Bélgica e França, antes do Guns N’ Roses retornar à América do Norte para uma série de apresentações pelos Estados Unidos e Canadá.

Wet Leg libera mais uma amostra de Ur Mum; confira!

Nesta sexta-feira (8), Wet Leg lançará seu aguardado álbum de estreia. Desde o lançamento de seu primeiro single em junho do ano passado, as coisas mudaram para Rhian Teasdale e Hester Chambers – esgotaram todos os seus shows ao vivo em minutos, se apresentaram na TV norte-americana três vezes e acumularam 40 milhões de streams. Ur Mum, single revelado no último fim de semana, abre com um insulto espetacular dirigido a um ex-namorado: “When I think about what you’ve become, I feel sorry for your mum”, mas a música também acena para superar o ritmo lento da vida e energia de cidade pequena da ilha: “When the lights go down on this fucking town, I know it’s time to go” e resulta em Rhian soltando seu grito mais longo e alto por aproximadamente 11 segundos. Teasdale diz sobre a música: “Estava muito brava com a forma como as coisas aconteceram nessa dinâmica em particular. É apenas uma música diss que escrevi para me sentir melhor. Funcionou”. O vídeo foi dirigido por Lava La Rue, que comenta: “O vídeo de Ur Mum foi sobre trazer o espectador para o mundo Wet Leg – polvilhando detalhes em todo o visual que não apenas fazem referência a pelo menos quatro músicas do álbum, mas também muitas piadas internas dentro a banda também. Artisticamente, mostra onde a estética dos filmes indie americanos como Napoleon Dynamite se encaixa perfeitamente no cenário rural britânico – esse conceito me veio pela primeira vez quando a banda me levou ao IOW pela primeira vez – eu vi a conexão e tudo se encaixou”.

Lançamentos nacionais: Oceania, Sargaço Nightclub, Pappa Jack, Rubah e Cigana

Dez singles novos, dez artistas que você precisa ficar de olho. A sexta-feira, sempre congestionada de bons lançamentos, sempre acaba ocultando o brilho de nomes emergentes. Mas hoje vamos destacar as novidades de Oceania, Sargaço Nightclub, Pappa Jack, Rubah e Cigana. Oceania Prestes a lançar seu segundo disco, Dark Matter, a banda mineira de rock alternativo Oceania revelou mais uma prévia, Mouth of God. Ousando questionar o inquestionável, o trio entrega uma narrativa de totalitarismo, fazendo uma conexão de um cenário distópico com uma realidade nem tão distante da atual. “Do ponto de vista lírico, é uma canção que ironiza a pretensão de algumas pessoas, líderes e grupos de deter o monopólio da virtude. Em âmbito musical, a canção traz a assinatura do Oceania, mesclando peso, melodia e visceralidade, com um refrão distintivo e destacado”, analisa o vocalista e guitarrista Gustavo Drummond. Além dele, a banda é formada por Daniel Debarry (baixo) e Tulio Braga (bateria). Sargaço Nightclub O duo pernambucano de indie rock Sargaço Nightclub divulgou Hibakusha, single do primeiro álbum, Istmo, que será lançado em setembro. O título da faixa é a palavra que em japonês é utilizada para se referir às “vítimas da bomba”, os sobreviventes das bombas atômicas lançadas pelos EUA sobre Hiroshima e Nagasaki no final da Segunda Guerra Mundial. A razão da escolha do tema é um claro posicionamento contra as políticas beligerantes e armamentistas ainda preconizadas nos dias de hoje por diversos países. O instrumental agrega novos ingredientes ao mix de post-punk, folk e dreampop com tempero nordestino, que define o som da dupla formada por Sofia França e Marcelo Rêgo. Pappa Jack Quarteto carioca formado em 2014, o Pappa Jack liberou a audição de Jovem Drama. O single marca uma nova fase na carreira da banda, “Jovem Drama fala da vontade de abraçar o mundo e de se encontrar nele. Ela fala bastante da fase que nós, a banda, vivemos. De ter vinte e poucos anos e sentir aquela ansiedade para conquistar os sonhos e ter que aprender muita coisa dessa vida na marra”, reflete o vocal Lucas Sabrini. Além dele, a banda é formada atualmente por Jimmy Jr (guitarra), Tiago Magori (bateria) e Thiago Abdallah (guitarra). A Pappa Jack traz um som cheio de personalidade inspirado pelo rock, mas sem se restringir a amarras, indo do hard rock a metalcore, blues a pop rock, stoner a country, alternativo e rap. Rubah Captando referências de superação e revolta pelo mundo, o escritor, compositor e guitarrista Rubah traz tons latinos para seu som que soma rock, punk, indie e alternativo em Hablando de la Libertad. A faixa da banda argentina La Renga faz parte do EP Libertad e ganha um vídeo que une uma visceral porém intimista performance com momentos históricos do país vizinho. “A La Renga me influenciou muito musicalmente e me fez estudar espanhol. Tenho um carinho muito grande pela música e arte argentina, principalmente o rock. Meu primeiro EP foi gravado lá, e gosto bastante do rock argentino. Entendo o vídeo como uma interpretação visual da música, com meus sentimentos ao escutar”, explica ele. Cigana Após chamar atenção com o álbum Todos Os Nós (Sagitta Records), a banda paulista Cigana anunciou o EP Tudo Que Há De Novo (Eu Te Amo Records) com o lançamento do single e lyric video Impaciência. A faixa é uma reflexão sobre a passagem do tempo e as rotinas que nos aprisionam. “Esse EP é um trabalho diferente de tudo que já lançamos. Exploramos a criação de beats junto com os instrumentos acústicos que normalmente tocamos. Essa foi a maneira que encontramos para continuar trabalhando durante a quarentena. E já que vivemos esse momento peculiar e inesperado, decidimos aproveitar e lançar algo fora da caixa do que fazíamos normalmente com a banda”, reflete Victoria. Além dela, a Cigana é formada por Matheus Pinheiro, Pedro Baptistella, Caique Redondano e Felipe Santos.