George Israel, Henrique Portugal e Charles Gavin estreiam o projeto POP 3

George Israel (Kid Abelha), Henrique Portugal (Skank) e Charles Gavin (Titãs) se uniram para um projeto inédito, o POP 3. A estreia do encontro de três nomes de destaque do pop rock brasileiro será no palco do Blue Note São Paulo. O show será no dia 19 de outubro, sábado, com duas apresentações: às 20h e às 22h30. Os ingressos estão à venda e podem ser comprados no Eventim. Os músicos decidiram se unir para celebrar no palco, a amizade que começou lá nos tempos em que faziam parte do Skank, Kid Abelha e Titãs. O início do projeto foi em maio de 2024 quando George encontra Henrique em seu show solo, no Rio de Janeiro, e lança a seguinte pergunta: “por que não fazemos alguma coisa juntos?”. Na sequência, a ideia ganha mais força com um telefonema de George para Charles, seu colega de geração, convocando-o para a nova empreitada. Mais tarde, em julho de 2024, após várias conversas virtuais, o trio decide fazer uma imersão de três dias no estúdio de George, localizado na Serra Fluminense. O propósito da reunião é o que, em termos musicais, poderia surgir da convergência de personalidades e trajetórias tão distintas, mas ligadas por profundas afinidades artísticas. O resultado desta interessante mistura materializou-se num repertório diversificado, extraído do cancioneiro pop nacional, tendo como critério a seleção de obras que, de alguma forma, fazem parte de seu trabalho e, consequentemente, da história de cada um. Canções como Solidão Que Nada, de Cazuza; Pessoa, de Dalto; estarão no repertório ao lado de sucessos de suas ex-bandas como Alice (Não Escreva Aquela Carta de Amar), Vou Deixar e Go Back, além de muitos outros hits. A primeira apresentação de POP 3 será realizada no Blue Note São Paulo. Juntos, os artistas vão cantar e tocar as canções que marcaram suas vidas.

Samuel Rosa inicia nova fase da carreira com álbum Rosa

Nos últimos 30 anos, Samuel Rosa ficou marcado como a voz do Skank, uma das bandas mais bem sucedidas da música brasileira. Agora, o músico mineiro inicia uma nova fase com a chegada do primeiro álbum solo, Rosa, lançado nesta quinta-feira (27). O título do disco é autorreferencial mesmo, como uma autoafirmação. A ideia é dar justamente continuidade ao legado e não criar uma ruptura, para demarcar esse rito de passagem. “Eu não queria agora buscar compulsivamente fazer algo que eu nunca fiz. Quero exercer o que eu sou”, afirma Samuel Rosa. “Minha marca é meu patrimônio.” Samuel usa como uma espécie de mantra uma imagem que viu de perto: a de Paul McCartney tocando resignadamente Hey Jude ao piano, no show que ele apresentou no ano passado, para uma plateia pequena em Brasília, na qual o guitarrista, compositor e cantor mineiro estava presente. Hey Jude é um sucesso antigo, de 1968, mas que o ex-Beatle segue mantendo em suas apresentações. “Eu brinco que o Paul mandou por telepatia para mim: ‘Samuel, não inventa, faça o que você sabe fazer’”. E o músico fez o que ele sabe fazer. “Eu quis soar eu mesmo, naturalmente, sem querer fazer um disco pretensioso. Deixei que o novo aparecesse de forma espontânea”, explica. Ouvir as dez faixas do álbum Rosa é constatar como a composição de Samuel Rosa moldou o estilo do Skank como o conhecemos nesses anos todos, flertando com vários gêneros musicais, mas tendo o pop como um filtro, uma bússola. Rosa foi feito de forma imersiva, intensa e orgânica, com menos máquina e mais banda tocando, inclusive quando a bateria eletrônica entra em algumas faixas. É também um disco mais brasileiro. Isso se deve muito a uma forte atmosfera musical que remete a Erasmo Carlos e Jorge Ben Jor, influências de Samuel, e a elementos bossanovistas. Tudo embalado no seu universo popular repleto de nuances. Já as letras, que trazem vivências do próprio compositor, enveredam-se pelo universo do amor, para falar sobre relações em suas várias vertentes. É uma obra ensolarada, mesmo tratando de temas mais espinhosos dos relacionamentos. Com exceção da faixa Rio Dentro do Mar, que foi composta por Samuel no final da pandemia, em 2022, essa safra de canções inéditas feitas especialmente para Rosa nasceu de um processo peculiar desenvolvido por ele. Entre janeiro e fevereiro deste ano, o músico se isolava no quarto da sua filha, em Belo Horizonte. Ali ele fazia o que chama de ‘composição induzida’, durante três, quatro horas, sempre no período da manhã. Depois do almoço, ele partia para o estúdio, onde encontrava os integrantes de sua nova banda, formada por Doca Rolim (violão e guitarra), Alexandre Mourão (contrabaixo), Pedro Kremer (teclados) e Marcelo Dai (bateria e percussão). “Era disciplina mesmo, eu me comprometi a chegar todos os dias com uma música nova de tarde e mostrar para banda, ainda que fosse ruim, boa, média, sem julgamentos”, conta ele. Samuel divide a produção de Rosa com outro velho parceiro, o engenheiro de áudio e produtor musical Renato Cipriano. Samuel chegou a mostrar para sua banda 20 canções e, juntos, chegaram aos dez. Segue o Jogo (Samuel Rosa) é o primeiro single do novo trabalho. É sobre o fim de relacionamento, só que tratado com certa leveza. Cada um segue sua vida, sabendo que o que fica é a lembrança de um amor que foi bom enquanto durou. “Você pra um lado/Eu pro outro/Tá tudo certo/Segue o jogo”, canta Samuel no refrão, que transmite aquela sensação de déjà-vu de sucesso infalível. “Eu não fiz a canção especificamente para algum caso. Fiz para coisas que vivi. E vejo nesses rompimentos o quanto de culpa que carregam as pessoas. As pessoas que saem de uma relação sentem culpa e as que ficam, também”, pondera Samuel. Nessa faixa, ele retoma o acorde de sétima maior, muito usado pela Bossa Nova e por Marcos Valle e Sérgio Mendes, que dá à canção um tom de leveza, um recurso usado por ele há tempos. Por isso, Segue o Jogo estabelece uma tênue ligação com outras obras compostas por Samuel anteriormente. Enquanto isso, dentro do repertório do disco Rosa, Segue o Jogo está espelhada com a canção Não Tenha Dó (Samuel Rosa). Ambas as faixas falam sobre o desamor, mas, diferentemente de Segue o Jogo, o eu-lírico de Não Tenha Dó ainda carrega a dor da separação. “Você bem que acostumou/Com o meu implorar/Você disfarça, mas gostou/Do meu sofrer”, traz o refrão. As duas canções têm temas parecidos, como se fossem capítulos do mesmo livro. Não Tenha Dó é outra bossinha também, mas já é mais MPB mesmo”, conceitua Samuel. Essa faixa ganha ainda um clima meio sessentista graças ao arranjo de cordas do canadense Owen Pallett, que trabalhou com bandas como Arcade Fire, Duran Duran e REM. “Eu adoro The Last Shadow Puppets, um projeto do Miles Kane com Alex Turner, do Arctic Monkeys. Eles têm dois discos e o som, principalmente do primeiro álbum, é bem retrô, lembra trilha dos anos 60, misturado com rock. Pedi para que ele fizesse um The Last Shadow of Puppets tropical.” Pallett assina os arranjos de cordas também de Palma da Mão e Rio Dentro do Mar, outras duas canções do álbum. Rio Dentro do Mar é uma metáfora que nasceu de uma percepção que Samuel teve durante a pandemia. Frequentando mais o litoral paulista, ele passou a prestar atenção no mar e viu que as correntes que se formam nele se parecem com rios dentro do mar. Coincidência ou não, Rio Dentro do Mar remete à sonoridade de Dois Rios, sucesso do disco Cosmotron (2003). Além dos arranjos, Rio Dentro do Mar se conecta à Palma da Mão pelo tema que permeia ambas: o início de relacionamento de Samuel com a jornalista Laura Sarkovas, mãe de sua filha recém-nascida, com ela morando em São Paulo e ele, em Belo Horizonte, além da distância imposta pelas viagens do músico em turnê. Ciranda Seca (Samuel/Pedro Kremer/Rodrigo Leão) foi feita para a

Após fim do Skank, Henrique Portugal lança EP Impossível; ouça!

Depois de encerrar as atividades com a banda Skank, o tecladista Henrique Portugal lançou o EP solo Impossível, abordando os afetos de uma camada da sociedade pouco assistida pela música brasileira atual. O projeto conta com a participação de Frejat, Marcos Valle e Marcelo Tofani. A faixa que dá nome ao EP é o fio condutor dessa vida adulta descrita por Henrique. Impossível traduz o sentimento diante das oportunidades que aparecem no dia-a-dia para continuarmos acreditando nos nossos sonhos, apesar das dificuldades. Como ele canta: “E quando o sol aparecer / O que é impossível deixa de ser“. E nessa busca por propósito de uma geração que sente diariamente na pele as mudanças da modernidade, o amor parece ser a coisa mais simples que desejam – como ele descreve nas faixas Maior que o Mar e Paixão (música de Kledir Ramil da dupla Kleiton e Kledir), com versos “não sou galã, não sei dançar, só sei pensar e te querer” e “ser feliz é tudo que se quer. Ah!, esse maldito fecho ecler“. A simplicidade do amor chega em seu átomo indivisível na canção Laiaraiá, em que Henrique interpreta com Marcos Valle e os dois concluem que, para falar de amor, é mais fácil recorrer à melodia do que às palavras: “Algumas palavras são / Feito um monte de pedras na estrada entre nós / Em que a gente tropeça na pressa do amor / Eu só peço que agora nos deixem a sós / Sério, me deixa tentar de novo / Na melodia é que eu me resolvo”. Mas os versos cinematográficos do artista não retratam só o amor. A tristeza também aparece na canção A Chuva (composta por Henrique, Frejat e Mauro Santa Cecília), em que Portugal e Frejat descrevem sobre a sensação de lavar a alma com a chuva. Já em Sonhei Com Você, Portugal e Marcelo Tofani praticamente escreveram sobre a saudade como uma crônica: “hoje senti o sabor da sua língua e mais / deu vontade de voltar atrás / só que não é bem assim“.

Ex-tecladista do Skank, Henrique Portugal divulga versão voz e piano de single

Ex-tecladista do Skank, Henrique Portugal acaba de lançar uma versão voz e piano do seu primeiro single, Impossível. A faixa já está disponível nas plataformas de streaming. Quando uma canção é lançada e o principal instrumento é um piano, com uma mensagem profunda e reflexiva, cresce a necessidade de escutá-la na sua forma mais primitiva e sensorial, na qual o piano se torna apenas o ilustrador da mensagem transmitida por meio da letra. A faixa foi gravada ao vivo, em áudio e vídeo, sem edições ou ajustes, para preservar sua originalidade. Trata-se de uma versão que pode ser colocada em uma playlist acústica de clássicos da música pop, ou em seleções de jazz, em virtude da sua sofisticação harmônica. Ou seja, trilha sonora ideal para um ambiente tranquilo, como um scotch bar, uma galeria de arte, ou um jantar.

Henrique Portugal, do Skank, divulga single Impossível; ouça!

Depois de 30 anos de estrada e com o anúncio do encerramento das atividades do Skank, o músico Henrique Portugal assumiu os vocais e procurou resgatar as amizades que foram criadas durante esta longa história na música, mas que sempre eram interrompidas em função da vida corrida e viagens constantes da sua banda. Impossível, seu novo single solo, traduz o sentimento sobre o que acontece na vida e as oportunidades que aparecem. Sendo que, em alguns momentos, precisamos ter paciência para continuar acreditando no que sonhamos. Em resumo, trata-se de uma parceira do artista com Gustavo Drumond, compositor e cantor que hoje está à frente da banda Oceania. No entanto, Drumond é mais conhecido por ter sido integrante de bandas como Diesel e Udora.

Nie Myer homenageia disco music brasileira com Papagaio

O Nie Myer liberou mais um single para o público. Papagaio é uma homenagem aos clássicos da disco music brasileira que embalou toda uma geração com Tim Maia, Lincoln Olivetti e Lady Zu. Com uma sonoridade anos 1970, teclados Rhodes, Wurlitzer somados ao tempero de um baixo acústico, foi criada um ambientação que pode ser vista no videoclipe dirigido pelo Fabio Mergulhão e gravado no Museu de Mineralogia, em Belo Horizonte, com suas paredes cor de cobre brilhante e suas obras de arte. O Nie Myer é formado pelo DJ Anderson Noise e pelos músicos do Skank Henrique Portugal e Lelo Zanetti. Anteriormente, o grupo já havia revelado as canções Sol Nascente e The Secret Bossa, ambas disponíveis no YouTube.

Os Distraidos: grupo de Lelo Zanetti (Skank) debuta; Ouça Leve Tempo

Com o fim anunciado do Skank, alguns projetos têm surgido com força entre os integrantes. Depois do Nie Myer Project, que reúne o DJ e produtor Anderson Noise, o tecladista Henrique Portugal e o baixista Lelo Zanetti, chegou a vez do grupo Os Distraidos. Na última semana, Lelo Zanetti e companhia apresentaram o primeiro single: Leve Tempo. Em resumo, a canção composta pelo baixista e César Mauricio (Virna Lisi) é prato cheio para os apaixonados por soul music. Ainda é cedo para saber até onde vai o grupo, mas a estreia dos Distraidos é um sinal de que muita coisa boa está por aí. Lelo está completamente envolvido com Os Distraidos. Além de compor a faixa com César Mauricio, ele toca baixo eletrônico, faz backing vocal e produziu a canção. A música conta com apoio de outros parceiros de longa data de Lelo. Tem a produção de Cris Simões e colaboração de Neto Belloto com os arranjos para Quinteto da Philarmônica de Minas Gerais. Na formação, um time bem forte também. Chico Amaral (autor de Vou Deixar, do Skank) é letrista e saxofonista. Cris Simões, além de ter produzido, também toca teclados. Doca Rolim (guitarra), Flávio Simões (baixo), Glauco Mendes (bateria, ex-Tianastácia e atual Pato Fu), Paulinho Santos (percussão), Pedro Aristides (trombone), Wender Pereira (saxofone) e Walney Fernandes (voz) completam o grupo.

Skank faz acústico pela primeira vez em 30 anos

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No próximo sábado (27), às 20h, o Skank fará uma live inédita em seu canal no YouTube. Além disso, o quarteto marca a história da banda, sendo a primeira apresentação acústica em 30 anos.  “Desde a primeira live já queríamos fazer algo especial para os fãs. A apresentação no Mineirão foi histórica e inédita. Ficamos pensando em como poderíamos surpreender na próxima. E como não temos nenhum registro acústico, achamos que seria a hora de lançar mão desse formato inédito para a banda”, diz o vocalista, Samuel Rosa.  Assim como na primeira live, a banda pediu ajuda para os fãs na escolha do repertório, que terá músicas que nunca foram apresentadas ao vivo, como também os grandes sucessos do Skank.  “Vamos privilegiar músicas que caibam no formato, que não são tocadas nos shows e não foram apresentadas na primeira live. Devemos acrescentar, por exemplo, Fotos na Estante, que nunca foi tocada ao vivo, Formato Mínimo e Ali, que é uma música muito pedida”, completa Samuel.  A live será uma forma dos fãs matarem a saudade depois do anúncio da separação do grupo. Eles anunciaram a turnê, porém, tiveram que dá uma pausa após o início da pandemia do covid-19. Considerados como expressão do rock nacional dos anos 1990, e consagrados em seu estilo musical, os músicos Samuel Rosa, Henrique, Lelo e Haroldo estão preparando algo que marcará profundamente seus fãs. Em suma, a transmissão será feita de um estúdio, em Belo Horizonte, onde foram gravadas as suas principais canções, com todos os cuidados recomendados para o momento.  Não perca! 

Quinta tem live do Aliados, Skank, Nx Zero e show do Radiohead

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Se você não aguenta mais ouvir de lives de sertanejo, saiba que ainda temos chances de vermos apresentações ao vivo mais próximas do nosso ambiente sonoro. Nesta quinta-feira (16), Skank, Aliados e Nx Zero são as atrações nacionais. Do lado gringo, teremos The Black Pumas, além de uma webconferência com integrantes do Tool, Megadeth, The Winery Dogs e Korn. O Radiohead é a cereja do bolo, mas não será ao vivo. Confira os horários abaixo. 14h – Webconferência com Justin Chancellor e Danny Carey (Tool), David Ellefson e Dirk Verbeuren (Megadeth), Billy Sheehan (The Winery Dogs) e Ray Luzier (Korn). Aqui, no entanto, é necessário fazer registro na plataforma Zoom. 16h – Instagram do Skank: Samuel Rosa recebe Roberta Campos para o lançamento do single Simplesmente. 18h – YouTube do Radiohead – Apresentação no Lollapalooza Berlim, em 2016. É um show completo por semana até o fim da quarentena. Esse é o segundo. 20h – YouTube da 89 A Rádio Rock – A banda Aliados, representada por Gustavo Fildzz e Dudu Golzi, relembra sucessos. 21h30 – Instagram do Di Ferrero – Di Ferrero e Gee Rocha vão tocar “músicas das antigas” do NX Zero. 22h – YouTube do Black Pumas – live com uma das bandas mais empolgantes da atualidade.