Jimmy Cliff divulga emocionante vídeo para Human Touch

A lenda da música Jimmy Cliff lançou um emocionante videoclipe acústico para seu último single, Human Touch. O artista oferece o novo vídeo a tempo de celebrar o mês de fevereiro da história negra e o mês da música reggae na Jamaica. Human Touch foi lançada em 6 de agosto de 2021, Dia da Independência da Jamaica. Foi escrita como uma homenagem ao local de nascimento de Cliff, no distrito de Somerton de St. James, e seu local de nascimento musical, em Kingston, Jamaica. Como um dos últimos membros sobreviventes da grande geração de pioneiros do reggae que já se foram (Bob Marley, Peter Tosh, Bunny Wailer, Toots Hibbert), ele ajudou a levar o gênero a todos os cantos do mundo e ganhar popularidade mundial.
Coldplay e Selena Gomez lançam clipe de Let Somebody Go

O Coldplay estreou o clipe de Let Somebody Go, seu novo single arrasador com a cantora Selena Gomez. O incrível vídeo inspirado em Escher foi dirigido por Dave Meyers e co-concebido e coreografado por Yoann Bourgeois. Let Somebody Go faz parte do super bem sucedido e mais recente álbum da banda, Music Of The Spheres, que já ultrapassou mais de um bilhão de streams em todas as plataformas. O single chega na sequência de My Universe, que fez história como o primeiro número 1 do chart Billboard Hot 100 feito em parceria por dois grupos principais. O Coldplay também virou a primeira banda britânica a debutar já no primeiro lugar no chart Hot 100 com a colaboração. No próximo mês, a banda inicia uma mega turnê por arenas em 2022, começando pela Costa Rica. A lista completa da Music Of The Spheres World Tour está disponível no site oficial da banda. A turnê é acompanhada por um série de iniciativas ligadas à sustentabilidade e cuidado com o meio-ambiente.
Dami Doria expande o universo do álbum “Um Som” com novo clipe

Expoente do novo cenário sergipano, Dami Doria mostra novas cores de seu último disco, Um Som, com um clipe. A faixa instrumental Edelson Pantera nas Minas Gerais recebeu o olhar cuidadoso do diretor Felipe Moraes para traduzir em imagens as sensações do tema, aqui em uma versão mais intimista. A composição de Dami Doria homenageia o músico Edelson Pantera, nascido em São Paulo, criado em Sergipe e que na época vivia em Minas Gerais. Desse encontro de culturas, surge uma sonoridade ímpar impressa nas cordas de Dami. No vídeo, o violonista é preenchido por imagens das águas que, curiosamente, não banham o estado mineiro. Ao contrário da melodia acompanhada ao piano apresentada no disco Um Som, lançado em 2021, a versão do clipe dá destaque ao violão. O trabalho mais recente de Dami Doria é, ao mesmo tempo, singular e plural. Uma voz única e uma ampla gama de possibilidades coabitam o álbum do cantor, compositor e violonista, lançado após uma bem sucedida campanha de financiamento coletivo. Natural de Aracaju, Dami toca violão há duas de suas três décadas de vida. Compõe desde a adolescência e vem construindo uma trajetória como músico, arranjador e intérprete. Em 2012, começou a chamar atenção como compositor, quando venceu o II Festival Alumiar de Novas Composições de Forró na categoria Música Inovadora. Em 2015, lançou seu primeiro álbum, Acordando, reunindo sete gravações caseiras que vinha produzindo – duas delas, Gameleira e Ao acaso, foram selecionadas na mostra de música sergipana Sescanção em 2015. E já nessa época foi plantada a primeira semente de Um Som, com faixas como Mandioca e Sambão recebendo seus primeiros arranjos em apresentações ao vivo. O resultado é um álbum plural e coeso e uma espécie de reestreia de um criador que se encontra novamente com as canções que construiu até aqui. Um Som é uma ponte do Dami do passado para o Dami do futuro. O álbum já está disponível nas principais plataformas, agora acompanhado de um vídeo para Edelson Pantera nas Minas Gerais. O novo clipe foi realizado pelo edital de premiação para produção e exibição cultural proposto pelo governo do estado de Sergipe, através da fundação de cultura e arte Aperipê de Sergipe Funcap/SE com recursos da lei 14.017/2020 Lei Aldir Blanc.
Gui Silveiras faz ponte ancestral no EP “Bate Tambô”

O músico paulista Gui Silveiras convida a um mergulho na ancestralidade como um caminho para o futuro em seu novo EP Bate Tambô. Cantor, compositor e instrumentista conhecido também por grupos como Vintena Brasileira e Firma o Ponto e por acompanhar artistas que vão de Hamilton de Holanda a Kiko Dinucci, Gui Silveiras expande sua já potente musicalidade para fazer uma viagem às nossas raízes africanas, com seus toques e poética ritmada. O lançamento é do selo A Música Vive nas principais plataformas, acompanhado do clipe para a faixa-título no canal de YouTube do artista. O trabalho tem sua inspiração no toque dos atabaques para reconstruir um colorido ancestral, porém com olhar moderno em seus timbres e arranjos. A temática das canções é uma reflexão intensa sobre nossa existência e a relação do ser humano com o todo e consigo mesmo. “Me inspiro nos sons da vida, da chegada, da partida. No canto das aves, no balançar das folhas e no pulsar dos motores, na rua, nos olhares, nas pessoas. Me inspiro na inspiração da vida, no bater de asas de um beija flor, no som da água quando corre, feito alegria, feito pranto, feito vida!”, resume Gui Silveiras. Violonista, guitarrista, educador musical e multi-instrumentista especializado na MPB, ele tem uma carreira de renome internacional. Em 2012, Silveiras foi premiado pelo Proac-SP e lançou seu primeiro álbum autoral, Caburé. E desde então foi acumulando prêmios como instrumentista e compositor. Além de seu trabalho solo, Gui Silveiras atua em diversos projetos artísticos, entre eles o grupo Vintena Brasileira com o qual gravou dois CDs, Bituca (2014) e (r)existir (2018); e o grupo Firma o Ponto. Ele já dividiu palcos pelo mundo com nomes como Hamilton de Holanda, Nelson Sargento, Arismar do Espírito Santo, Kiko Dinucci, Itiberê Zwarg e como compositor, teve músicas gravadas e interpretadas por diversas cantoras, entre elas Mônica Salmaso. Agora, Gui Silveiras embarca em um novo capítulo da sua trajetória solo. “Bate Tambô” é um passaporte para um Brasil profundo, existencial e em sintonia com suas raízes. O EP está nas principais plataformas de música e o novo clipe, já disponível no YouTube.
Di Ferrero convida Vitor Kley para Intensamente, seu novo single; ouça!

Intensamente, single em parceria de Di Ferrero e Vitor Kley, chegou às plataformas de música nesta sexta-feira (4), via selo slap, da Som Livre. Di explicou como surgiu a canção e como ela se encaixa nesse novo momento que vive, enquanto prepara o lançamento do primeiro álbum solo. “Foi uma das primeiras músicas que eu compus nessa minha nova fase e uma das primeiras músicas que me fez querer compor um álbum. Essa música é boa, é forte e ela veio primeiro da ideia de contar uma história com um álbum inteiro e também muito da saudade de show, de festival, de tocar e de sair”. “Musicalmente falando, essa energia da música, que sempre tem uma batida e tal, surgiu exatamente assim, essa melodia está na minha cabeça há sei lá quantos anos. E ela fala sobre deixar eu mostrar meu mundo, daquelas coisas da gente se entregar mesmo, da gente tá intenso ali na hora que a gente tem que ser, se jogar, se tirar as amarras, se soltar. Eu sempre chamei ela de música de festival, porque sempre me imagino tocando ela no Lollapalooza, no Rock in Rio e até no Coachella”, completa Di. Intensamente chega em um momento em que pop punk, emo, indie, entre tantas outras vertentes do universo do rock estão novamente presentes. “Da pra sentir um movimento acontecendo no mundo e no Brasil. Na banda que toca comigo, por exemplo, tem dois integrantes que eram do Cine, o Dan e Bruno. O Hodari, que é um artista que cresceu nessa cena Emo e hoje faz um som que é pop, mas carrega esse sentimento. Também o Peracetta que tem 20 anos de idade, já tocou em algumas bandas como o Black Days e hoje no Bad Love. O próprio Vitor Kley lançou também O amor machuca demais, que participei do clipe que tem essa pegada Emo Rock. Muitos artistas novos surgindo como o Kamaitachi, Marô, Konai, Clarissa, além da Day, Fresno e até a Anitta, que no último trabalho veio com referências dessa fase. Sinto que 22 vai ser um ano em que vários outros novos artistas de rock vão aparecer. Já imagino um festival”, comemora Di. A canção ganhou reforço de Vitor Kley, que havia sido convidado por Di para participar de outra canção, mas quando a ouviu pediu a troca. O cantor explicou como foi o encontro com Vitor Kley. “Vitor veio aqui em casa em Floripa, onde eu compus as músicas, e passou o dia aqui comigo e eu queria que ele cantasse uma outra música que era uma balada, quando ouviu Intensamente ele mudou. E perguntei o que tinha acontecido e ele disse que tinha se apaixonado pela música. Pra mim essa é uma das músicas que mais representa o álbum, é uma música muito importante e eu e o Vitor temos uma conexão, uma amizade, como se ele fosse o irmão mais novo meu mesmo, então ele somou na música demais”. Vitor Kley também falou da parceria com o amigo. “Primeiro de tudo é muito com muita alegria, com muita coisa boa no coração que que a gente vem anunciar essa parceria nossa, né? Intensamente. Eu e o Di, porra ele é um cara que é muito especial. Quando eu e o Diego nos conhecemos, tivemos aquele sentimento que a gente parecia irmão um do outro. A música é consagração da nossa amizade, da nossa sintonia, de talvez outras vidas”. Com direção de Hideki e filmado em um dia de muito sol, Intensamente também vem com um clipe divertido, ou como denominou Di, “nonsense”. “Estou muito feliz e o clipe nada mais é que dois amigos/irmãos, completamente sem planos sendo completamente desprendidos e intensos. E foi gravado num lugar muito interessante, que é um depósito de areia em São Paulo no meio da cidade e a pira do clipe foi que as pessoas continuavam trabalhando. O diretor que teve essa ideia. Então tem coisas acontecendo. No fundo era uma fábrica da Antártica, e o lugar foge do clichê de ser uma coisa solar e ter que ser praia”.
Miri Brock transforma um amor intenso que se esvanece no clipe Corre Amor

Nome em ascensão do pop nacional direto de Porto Alegre, Miri Brock revela mais uma canção que mantém em alta as temperaturas da sua sonoridade. Corre Amor é uma mistura de beats dançantes e letras que celebram os amores fugazes, temperada com a sensualidade do pop brasileiro. A canção chega às principais plataformas e ganha um clipe. A pluralidade sonora e de amores habita a musicalidade de Miri Brock desde seu primeiro single, o bem recebido Me Diz O Que É. A estreia solo da artista vem na esteira de uma carreira de mais de dez anos dedicados à música. De Santa Maria (RS), atuou e se destacou como vocalista na banda Louis & Anas (posteriormente rebatizada apenas como Louis), mesclando referências do soul, da disco music e do R&B. Agora, Miri está pronta para uma nova fase, oferecendo um olhar moderno e sob a perspectiva feminina e feminista sobre os amores fluidos. “Escrevi a letra, melodia e harmonia de Corre Amor num momento em que sofri uma desilusão amorosa. Eu conheci uma pessoa em um festival, no carnaval, e vivi 48 horas muito intensas com ela. Depois do carnaval seguimos em contato, eu achando que algo maior ia acontecer, até que no reencontro as coisas foram bem mais frias do que eu esperava. Aí passei por aquele momento de tirar a pessoa do seu pedestal, me recolher e entender que tudo bem, que isso passa, e eu sigo bem (melhor) sozinha”, revela a artista. Miri vem esquentando os motores dessa nova fase com uma série de singles. Durante o isolamento social imposto pela pandemia, idealizou em parceria com Victor Fão e Martina Fröhlich o projeto Gliti, experimento musical e audiovisual que aborda temáticas de liberação feminina e sexualidades plurais numa roupagem eletropop. Atualmente, é uma das mentes criativas à frente do projeto Circuito Orelhas, com foco na circulação de nomes consagrados e revelações da música brasileira. Radicada em Porto Alegre, Miri reuniu a fina flor da música pop gaúcha para dar corpo ao seu projeto solo, sob produção da dupla Marcelo Fruet e Daniel Roitman. O primeiro single, Me diz o que que é, lançado em novembro de 2021, ganhou um videoclipe dirigido pelo conceituado jornalista paulistano Allex Colontonio (Casa Vogue, Kaza, Decornautas). Para esse novo single, o vídeo assinado pela Insonia Multimídia dá forma a uma letra onde as altas temperaturas de um amor intenso ecoam no calor desse verão. Corre Amor já está disponível para streaming e o clipe, no canal de YouTube da artista. Miri Brock prepara outras novidades para lançar ainda em 2022.
Val Santos lança videoclipe intenso para Fire

O guitarrista e produtor Val Santos lançou um clipe intenso e energético para a música Fire. A agressividade da canção tomou vida, traduzida visualmente com direção de Pietro Sargentelli, que já dirigiu mais de 40 clipes, incluindo de artistas como Jota Quest. De acordo com Val, esse clipe é especial por ser seu primeiro clipe gravado presencialmente. “Queria que fosse com muita pegada, já que a música é pesada e rápida – era como se tivesse me libertando dessa pandemia maldita”. O clipe também reuniu as participações especiais da faixa: Alexandre Grunheidt, vocalista e guitarrista da banda Ancesttral, no vocal; e deYohan Kisser, integrante da banda Sioux 66 e filho de Andreas Kisser, do Sepultura. “Espero que todos gostem, pois foi feito com muito amor, principalmente amor à música pesada”. A faixa faz parte do álbum 1986, primeiro álbum solo de Val, que foi lançado ano passado pelo selo Wikimetal Music. Em resumo, o álbum é uma homenagem ao metal da década de 80: mais especificamente, ao ano que batiza o projeto, em que foram lançados clássicos como Reign in Blood (Slayer), Peace Sells… But Who’s Buying?(Megadeth) e Master of Puppets (Metallica). Esse último influenciou diretamente Fire. Val buscou inspiração na velocidade mortal de Battery para criar a canção – e, para ficar ainda mais pesada, usou também uma técnica de afinação mais grave que o normal, em dó. Por fim, Val ficou responsável pelo primeiro solo, pelos arranjos e pela produção da faixa, enquanto Rob Gutierrez (Hollowmind) foi o compositor da letra.
Autoramas lança álbum “Autointitulado” e disponibiliza clipe de “No Dope”

O novo álbum da banda de rock Autoramas chegou em todas as plataformas digitais nesta quinta-feira (27) e tem produção musical dividida por Gabriel Thomaz com Alê Zastrás e Jairo Fajersztajn. “Autointitulado é o melhor título que um disco do Autoramas poderia ter: ‘Auto+intitulado‘. Como não pensamos nisso antes?”, dispara Gabriel. “Esse é um disco de sobrevivência: no tempo, no lugar e nas condições que estamos vivendo. Passamos dramaticamente pela crise, pelo covid, nos adaptamos a tudo sem nunca parar de produzir, sempre pensando no trabalho, na música e no que o Autoramas sempre significou”, diz o vocalista. Seu lançamento estava previsto para 2020, mas não pôde nem ser gravado por conta da pandemia do covid-19. O baixista Jairo, diante dos protocolos de saúde e de funcionamento do mundo da música tomou uma grande atitude e montou na sua casa em Itatiba, interior de São Paulo, um estúdio para a gravação do álbum, batizado agora de Estúdio Vegetal. “Lá pudemos tirar o atraso e registrar as ideias. Reunimos todos os nossos equipamentos vintage ou modernos pela primeira vez. E dá-lhe Eko, Farfisa, Mosrite, Ludwig, Giannini, Theremin Óptico EFX, Tremolo MG, Vibratoramas e muito mais”, completa Gabriel. “Depois de tudo ensaiado, chamamos o talentoso Ale Zastras – que já tinha, antes da pandemia, gravado duas músicas que estão no disco e recomeçamos. Érika estava na Chapada Diamantina se recuperando do covid e gravou suas vozes por lá no Virgun’s Studio,” explica o guitarrista. Em 2021 a banda lançou seu primeiro single A Cara do Brasil. A faixa que traz parceria com Rodrigo Lima, do Dead Fish, também ganhou videoclipe e já causou impacto com sua letra direta e verdadeira. Aliás, nas letras temos o que o Autoramas sempre foi, mas tudo a ver com os tempos atuais. “A vida fica dura sem amaciante” (Estupefaciante), “O que te conforta também vicia” (No Dope), “Querer que o mundo desapareça” (Nóias Normais), “Às vezes parece que eu vivo o mesmo dia todos os dias” (Dia da Marmota), “O tempo apressado pediu ao tempo estressado um pouco mais de tempo pra conseguir pensar” (Sem Tempo). Na sequência foram lançados a balada Eu Tive uma Visão, uma parceria entre Gabriel e Érika Martins, Sem Tempo também com participação do Rodrigo Lima (Dead Fish), Dia da Marmota e Nóias Normais”. Autointitulado é o nono álbum do Autoramas. Totalmente em forma, mantendo sua assinatura. Prontos para cair na estrada, nosso habitat natural. E loucos pra finalmente encontrar os amigos que frequentaram intensamente nossas lives, festinhas, redes sociais e plataformas digitais durante toda essa pandemia. O projeto gráfico do álbum é de Gustavo Cruzeiro, que já havia trabalhado com a banda em capas de singles. Autointitulado sai no Brasil pelo selo Maxilar, com distribuição da Ditto Music Brasil, na Europa e Japão pela Soundflat Records. A pré-venda da versão em vinil do álbum começa no início de fevereiro, fazendo parte do Clube da Vinil Brasil. A banda de rock criada em 1998, atualmente tem na formação, Gabriel Thomaz (voz e guitarra), Érika Martins (voz, miniguitarra, órgão, percussão e theremin óptico), Fábio Lima (bateria) e Jairo Fajersztain (baixo).
Folk e solos de guitarra em novo clipe de Lucas Brenelli

A única canção em inglês do novo álbum do Lucas Brenelli, The Train, foi a escolhida para tornar-se um dos singles que antecipa o clima multigênero do disco. Com uma pegada folk, esta é a segunda música de trabalho do disco, sucedendo a faixa Quem Tem Que Saber Sou Eu. Com aspectos niilistas, a letra fala de uma salvação que vem por meio da morte, representada pelo trem. “A inspiração da composição foi a nostalgia com aspectos suicidas, de se aliviar para que o trem (representando a morte) não te convide para ser um passageiro. Essa música é de gênero folk/rock e ao comparar com o single anterior possui uma sonoridade um pouco destoante, porém, que fala com todas as outras canções do álbum. O clipe foi gravado em Salto (SP) e na cena que o trem passa nas minhas costas, a centímetros de distância, eu realmente estou ali tocando violão. Quase embarquei no trem (risos)”, relembra Lucas Brenelli. Músico desde os 15 anos, Lucas Brenelli teve sua estreia em 2016 com o single Flores Brancas, e desde então produziu os EPs Espírito Sólido (2017) e Interno – #1 sessão (2019). Atualmente se prepara para o lançamento do seu álbum de estreia, Avenida Lírica, que será lançado no próximo mês. As influências musicais do cantor e compositor passam por nomes como Caetano Veloso, Lenine, Chico César, Cássia Eller, Cazuza, e até mesmo, o poeta Leminski. Além de artistas como John Mayer, Nina Simone, Jeff Buckley, The Beatles, The Doors, entre outros. O single The Train conta com letra, música de Lucas Brenelli que também cantou e tocou violão na faixa. Acompanharam os músicos Gustavo Paschoalin (guitarra), Bruno Carlini (baixo) e Victor Rodrigues (bateria). A música tem arranjo de Lucas Brenelli e Bruxos do Asfalto, já a produção e mixagem é de Bruno Carlini e Lucas Brenelli. A masterização é de Fepa (Rockambole). O clipe de The Train contou com direção de Gabriel Napolitano, que colaborou no roteiro junto a Lucas Brenelli. O vídeo trouxe a atuação de Ana Claúdia (@bombacerejinha) e a fotografia é de Vitor Buchberger. Já a edição e finalização ficou por conta de Nicole Bello. Os stills são de Gabriel Napolitano.