Yo La Tengo transporta energia intimista para o Balaclava Fest

Antes do Stereolab, o mesmo palco Balaclava recebeu o trio norte americano Yo La Tengo — outro grupo que, mesmo com uma longa carreira e uma extensa discografia, ainda chama atenção com seus recentes lançamentos. Em 2023, depois de quase 40 anos de história, o Yo La Tengo lançou This Stupid World, álbum cultuado por muitos entusiastas da música independente, recebido como um disco à altura do auge de qualquer grande banda. Livres de qualquer necessidade de provar algo ou conquistar novos fãs, o trio se mostrou confortável em apresentar seu som intimista e expansivo, que transita entre a delicadeza das melodias e o caos do noise, mantendo viva a essência de quem faz música por pura convicção do seu som. Georgia Hubley, Ira Kaplan e James McNew não escondem a tranquilidade ao abrir um show de festival com Big Day Coming — longa e introspectiva, conduzida pelo canto suave da vocalista e pelos sons ásperos dos instrumentos, quase como se o Velvet Underground encontrasse os acentos do shoegaze dos anos 80. A plateia — já formada, naquele ponto do festival, por fãs mais maduros de música — ouvia o som com atenção, absorvendo cada timbre que atravessava a cantoria de Hubley sem jamais apagar sua delicadeza. É como se o Yo La Tengo tivesse encontrado a brecha perfeita para fazer coexistirem a dicotomia entre os ruídos distorcidos — por vezes encorpados pelo feedback vindo das caixas de som — e a suavidade de seus cantos serenos. >> LEIA ENTREVISTA COM O YO LA TENGO A primeira metade do show foi calcada em sons mais intimistas, com o instrumental que valorizou ritmos repetitivos e hipnóticos, agradando mesmo aqueles que gostam de prestar atenção nas texturas sonoras de músicas como Green Arrow e Autumn Sweater, em que a banda mostra seu lado mais atmosférico e meditativo antes de partir para momentos mais densos. Já na segunda metade, sem extrapolar muito no agito, mas aumentando a velocidade e microfonia, Fallout e Double Dare deram as caras. Mas a essa altura, os fãs da banda já estavam felizes de presenciar uma emblemática (e atual) banda da cena alternativa do rock. Edit this setlist | More Yo La Tengo setlists
Maratona do Balaclava Fest tem início nesta quarta; veja programação

A décima quinta edição do Balaclava Fest, promovido pela Balaclava Records, começa nesta quarta-feira (5) com vários sideshows imperdíveis. O responsável por abrir a programação é o músico inglês Geordie Greep, que ganhou fama com o grupo black midi. Ele se apresenta hoje (5) no Bar Alto, em São Paulo. Os ingressos estão esgotados para essa apresentação. Antes do festival, que acontece no domingo (9), no Tokio Marine Hall, em São Paulo, com as participações de Stereolab, Yo La Tengo, Geordie Greep, Horse Jumper of Love, Jovens Ateus, Gab Ferreira e Walfredo em Busca da Simbiose, a Balaclava ainda promove outros três eventos. O “after party” será na próxima segunda-feira (10), no Cine Joia, com um show acústico do Yo La Tengo. Confira a programação completa abaixo. Os ingressos seguem à venda no site Ingresse.com. Considerado um dos principais eventos da música indie e alternativa da América do Sul, o Balaclava Fest conta quatro atrações internacionais de forte relevância na música alternativa mundial. Dois nomes icônicos dos anos 90 encabeçam a edição, trazendo performances completas com 1h30 de duração cada: o avant-pop inventivo da banda anglo-francesa Stereolab, influenciada pelo krautrock, jazz, música brasileira e pop francesa dos anos 1960; e o trio indie norte-americano Yo La Tengo, com sua sonoridade única e emblemática, que une o rock alternativo e avant garde com a música experimental, noise pop, art rock e folk. Por fim, a fusão inusitada do jazz, música latina, rock progressivo e pop barroco do músico e compositor inglês Geordie Greep – que ganhou reconhecimento mundial à frente da banda black midi -, apresentando seu aclamado álbum The New Sound de 2024, acompanhado no palco por um talentoso time de músicos brasileiros. O trio norte-americano Horse Jumper of Love, formado em Boston, Massachusetts, no início dos anos 2010 entrou recentemente na escalação. O grupo é conhecido por seu som introspectivo, atmosférico e frequentemente associado ao gênero slowcore, com influências de shoegaze, indie rock e folk. Três nomes nacionais pertencentes ao casting da Balaclava Records, com lançamentos de álbuns inéditos programados para este ano, também estão escalados no line up do evento: o pós punk melancólico e oitentista com beats eletrônicos da banda Jovens Ateus; o pop leve e moderno da cantora e compositora Gab Ferreira; e a mistura da MPB, dream pop e psicodelia do multi instrumentista Lou Alves com seu projeto Walfredo em Busca da Simbiose. Em seu quarto ano consecutivo, o evento será realizado no Tokio Marine Hall, renomada casa de shows localizada na zona sul da capital paulista. O espaço tem capacidade para quatro mil pessoas e contará com 2 palcos e 7 shows, em horários não conflitantes. Sideshows Numa ação inédita, a Balaclava Records anunciou uma série de sideshows no aquecimento para o festival, além de uma apresentação especial acústica do Yo La Tengo pós festival. Quem abre a maratona musical nesta quarta-feira (5) é o músico Geordie Greep, que faz apresentação com banda completa em clima total intimista no Bar Alto. Cantor, guitarrista e compositor inglês, Greep é conhecido por sua trajetória na aclamada banda inglesa Black Midi. O disco foi gravado entre Londres e São Paulo, de setembro de 2023 a abril de 2024, refletindo o esforço do músico em romper com qualquer zona de conforto. As composições partem de onde Greep deixou sua marca com a ex-banda, mas seguem por caminhos ainda mais diversos, estruturalmente imprevisíveis e complexos, transitando do jazz à música brasileira. É um encontro sonoro que dialoga com referências como Hermeto Pascoal, Egberto Gismonti e Naná Vasconcelos, evocando a riqueza criativa das décadas de 1970 e 1980. Na quinta (6) é a vez do trio norte-americano Horse Jumper of Love fazer uma apresentação especial, com repertório mais extenso de sua carreira, dividindo a noite com o quarteto curitibano terraplana no Bar Alto. A banda brasileira vem numa crescente desde o lançamento de seu álbum de estreia olhar pra trás (Balaclava Records), que rendeu mais de 40 shows ao redor do Brasil. O grupo ganhou destaque nos festivais Primavera Sound e Balaclava Fest, além de se apresentarem como atração de abertura a nomes internacionais como Slowdive, Deafheaven e Turnover. terraplana é composto por Stephani Heuczuk (voz e baixo), Vinícius Lourenço (voz e guitarra), Cassiano Kruchelski (voz e guitarra) e Wendeu Silverio (bateria). Com abertura do músico carioca Pedro Sá, na sexta (7) é a vez de Helado Negro fazer uma apresentação única na Casa Rockambole . Nascido no sul da Flórida em 1980, filho de pais imigrantes equatorianos, o multi-instrumentista Roberto Carlos Lange une memórias, impressões e atmosferas para criar paisagens de sonho detalhadas. Helado grava e mixa suas próprias músicas, criando seu próprio mundo sônico. Suas canções são repletas de melodias vibrantes, vinhetas líricas afiadas e ganchos sutis, até mesmo sussurrados. No sábado (8) mais uma apresentação única: uma das bandas mais importantes da cena punk e underground norte-americana desde o início dos anos 1990. Trata-se do Cap’n Jazz, formada pelos irmãos Tim e Mike Kinsella, figuras emblemáticas do emo e indie rock de Chicago. O show, que tem patrocínio da Vans Brasil, acontece no Cine Joia. Para finalizar a maratona, uma apresentação especial acústica e intimista do trio Yo La Tengo, no Cine Joia, na próxima segunda-feira (10). O repertório do show no Cine Joia trará músicas do grupo em versões acústicas e extremamente únicas em seus formatos, reforçando ainda mais a ligação especial da banda com o público brasileiro. serviços: Aquecimento Balaclava Fest 2025: Geordie Greep Data: 5 de novembro de 2025, quarta-feira Local: Bar Alto R. rua Aspicuelta, 194 Horários: Portas 19h / Show 20h30 Classificação etária: para menores de 16 anos entrada permitida apenas com responsável legal e assinatura de termo. Se o acompanhante for familiar (irmão maior, tio, tia etc.), é *obrigatória a autorização registrada em cartório com assinatura dos pais.* Ingressos online: https://www.ingresse.com/geordiegreep-baralto/ Aquecimento Balaclava Fest 2025: Horse Jumper of Love e terraplana Data: 6 de novembro de 2025, quinta-feira Local: Bar Alto R. rua Aspicuelta, 194 Horários: Portas 19h / show
Entrevista | Yo La Tengo – “Eu amo a cultura brasileira e quero conhecer coisas novas”

Após mais de uma década longe dos palcos brasileiros, o Yo La Tengo retorna ao país em novembro de 2025 para dois shows em São Paulo. O trio norte-americano se apresenta no Balaclava Fest no dia 9 de novembro, no Tokio Marine Hall, em sua formação elétrica, e faz no dia seguinte, 10 de novembro, um show acústico especial no Cine Joia. A passagem faz parte da nova fase da banda, que segue divulgando o elogiado álbum This Stupid World (2023). Com mais de 40 anos de carreira, o grupo formado por Ira Kaplan, Georgia Hubley e James McNew é uma das formações mais queridas e respeitadas do indie rock mundial. Sempre transitando entre o barulho experimental e a delicadeza melódica, o Yo La Tengo construiu uma discografia marcada pela liberdade criativa e pela constante reinvenção, mantendo sua essência mesmo após quase quatro décadas de estrada. Em entrevista ao Blog n’ Roll, o baixista James McNew falou sobre o reencontro com o público brasileiro, o processo artesanal do último álbum, a parceria com Jad Fair e a química de tocar ao lado de um casal que forma a base da banda desde 1984. Faz quase uma década desde a última vinda de vocês ao Brasil. O que os fãs podem esperar dos dois shows de novembro? Um deles será em um festival, então será um show elétrico, mais reduzido, com cerca de uma hora ou um pouco mais. O outro será apenas nós, tocando de forma mais calma, mas por muito mais tempo, com muito mais músicas. Eu nem sei exatamente o que esperar desse show, mas acho que os dois serão muito divertidos, cada um à sua maneira. E como você sente a conexão do público brasileiro com a música do Yo La Tengo? Eu me sinto ótimo em relação a isso. Eu amo a música e a cultura brasileira. Faz muito tempo desde que estivemos aí, e é um lugar muito especial para nós. Não conseguimos visitar com frequência, é difícil fazer isso acontecer. Então, quando finalmente conseguimos, ficamos realmente animados. Mal podemos esperar para voltar e reviver as experiências que tivemos, além de descobrir coisas novas também. O álbum This Stupid World recebeu uma ótima recepção da crítica. Como tem sido tocar essas músicas ao vivo? Tem sido muito divertido. Tocamos bastante esse repertório em turnês por vários lugares, mas ainda não na América do Sul. Então, agora é a hora de vir para cá. Esse é um álbum pós-pandemia. O processo de gravação foi diferente dos anteriores? Totalmente. Todos os nossos discos anteriores foram feitos em estúdios, com engenheiros e produtores brilhantes. Desta vez, fizemos tudo em um cômodo onde ensaiamos, só nós três. Cometemos muitos erros, aprendemos a resolver problemas e fomos muito criativos. Trabalhar em casa foi libertador e podíamos testar ideias o tempo que quiséssemos, sem pressão. Foi um processo muito divertido. O disco foi descrito como um dos mais intensos da carreira recente da banda. Vocês buscaram essa energia mais crua de propósito? Acho que foi apenas o que estávamos sentindo. Fizemos o disco sozinhos, sem produtores ou engenheiros externos, apenas nós três. Não tínhamos ninguém para nos dizer se algo era uma boa ideia, então seguimos nossos instintos. Como vocês equilibram faixas longas e atmosféricas com músicas mais curtas e agitadas dentro do mesmo álbum? Isso acontece naturalmente. É como expressar sentimentos. O ritmo de um álbum inteiro tem que fazer sentido emocionalmente. Gostamos muito de fazer as duas coisas. Como surgiu a parceria recente com Jad Fair que entrou recentemente no streaming? Essa não é uma música nova. Gravamos esse disco há uns 30 anos, foi uma das primeiras coisas que fizemos com o Jad. O selo com o qual o Jad trabalha perguntou se gostaríamos de relançar o disco que fizemos juntos em 1996, que estava fora de catálogo há muito tempo. Nós dissemos sim. Éramos grandes fãs dele e da banda dele. Quando ele nos convidou para gravar juntos, tudo foi improvisado. Não sabíamos nem o que ele estava cantando, só seguíamos quando ele dava o sinal. Essa experiência teve uma grande influência sobre nós, especialmente em relação à espontaneidade. Até hoje, quando escrevemos músicas novas, eu penso naquele processo e em como foi divertido. E recentemente foi lançado também o registro Live in New York nas plataformas. Como foi revisitar esse show acústico de 1992? Olha, na verdade, isso foi lançado sem que soubéssemos (risos). Falando em setlists, vocês costumam incluir covers de artistas como Neil Young e The Beach Boys. Como escolhem essas músicas? Nosso setlist muda a cada show. É sempre uma questão de espontaneidade, do que parece certo naquele momento. Tocar covers é divertido. Acho interessante o contexto de incluir uma música de outro artista em meio às nossas. Dá para aprender muito sobre a personalidade de uma banda pela escolha de um cover, tanto quanto pelas músicas próprias. Existe alguma música antiga que os fãs pedem muito, mas que vocês raramente tocam? Sim, há uma música de I Can Hear the Heart Beating as One, chamada The Lie. Nós a gravamos em 1997 e só a tocamos ao vivo pela primeira vez em 2024. E como é fazer parte de um trio em que os outros dois integrantes são casados? É ótimo, eu recomendo totalmente (risos). Você sempre sabe onde os outros dois estão. Isso torna as viagens bem práticas. E o melhor é que eu não preciso dividir o quarto com eles nas turnês. Não tenho do que reclamar. Deixe uma mensagem para os fãs brasileiros que estão ansiosos para o show. Brasil, ficamos muito tempo longe de vocês, e estamos realmente animados para voltar. Não vejo a hora.
Yo La Tengo fará show especial e acústico em São Paulo como sideshow do Balaclava Fest

O selo e produtora Balaclava Records realizará um sideshow especial e desplugado de seu festival com apresentação do emblemático trio norte-americano Yo La Tengo no dia 10 de novembro no Cine Joia. O repertório do show trará músicas do grupo em versões acústicas e extremamente únicas em seus formatos, reforçando ainda mais a ligação especial da banda com o público brasileiro. Os ingressos já podem ser adquiridos online no site da Ingresse e, para quem reside em SP e deseja comprar sem taxa de conveniência, o Takkø Café é o ponto de venda físico oficial, localizado no bairro Vila Buarque. A banda se apresentará em sua versão plugada no Balaclava Fest. O festival acontece no dia 9 de novembro, no Tokio Marine Hall, em São Paulo. O lineup de peso conta ainda com as atrações Stereolab, Geordie Greep, Fcukers, Jovens Ateus, Gab Ferreira e Walfredo em Busca da Simbiose. Por mais de quatro décadas em atividade, o Yo La Tengo continua sendo uma das mais adoradas e influentes bandas do rock alternativo. O grupo foi formado em Hoboken, Nova Jersey, pelo guitarrista Ira Kaplan e pela baterista Georgia Hubley em 1984, acompanhados pelo baixista James McNew em 1991. Seus gostos são tão variados quanto se poderia esperar de uma banda que evoluiu de um trio de rock amante de The Kinks para uma instituição eclética de troca de instrumentos, que salta alegremente entre folk suave, jams atmosféricas, experimentos com bateria eletrônica, surtos de guitarra, R&B e baladas de coração aberto. A carreira de Yo La Tengo é um exemplo perfeito do que pode acontecer quando uma banda segue seus instintos. Sua música deriva de uma variedade eclética de influências, como Velvet Underground, Soft Boys, Mission of Burma e The Clean. Eles podem desencadear nove minutos de frenesi de feedback gritante e passar para canções de ninar atmosféricas e silenciosas no intervalo de um álbum, devido à sua extraordinária versatilidade e habilidade musical segura. Tendo permanecido desafiadoramente independentes por quinze anos, eles possuem uma ambição criativa sem fim, misturando ingredientes de toda a tradição musical americana, da New Wave ao Punk Rock e ao Garage Rock dos anos 60, de bandas como Television, The Feelies e DB’s. Os vocais introvertidos e meio falados de Kaplan e as guitarras lembram Lou Reed, enquanto a bateria firme de Hubley e as voltas de apoio ofegantes evocam simultaneamente memórias da Maureen Tucker. A discografia do grupo conta com 17 álbuns de estúdio, sempre aclamados pela crítica, combinando espontaneidade lírica com música experimental de uma forma totalmente única. Trabalhos como Painful (1993), Electr-o-pura (1995), I Can Hear The Heart Beating As One (1997), And Then Nothing Turned Itselt Inside-Out (2000) projetaram a carreira da banda mundialmente e os colocaram em um novo patamar na música indie norte-americana. O registro de inéditas mais recente do grupo é o elogiado This Stupid World de 2023. Balaclava Fest sideshow com Yo La Tengo (EUA) em São Paulo Data: 10 de novembro de 2025 Local: Cine Joia – Praça Carlos Gomes, 82 – Liberdade Próximo à estação Liberdade (Linha Azul) Horários: Portas 19h / Show 21h Classificação etária: 16+ / menores de 16 anos acompanhados dos pais ou responsável legal Ingressos
Balaclava Fest anuncia ícones do indie Stereolab e Yo La Tengo; confira lineup completo

A Balaclava Records, marca que atua desde 2012 no país como selo musical e produtora cultural, apresenta hoje os nomes que irão compor a 15ª edição de seu festival, o Balaclava Fest. Considerado um dos principais eventos da música indie e alternativa da América do Sul, o festival acontece no dia 9 de novembro , domingo, em São Paulo. Os ingressos já estão disponíveis no site Ingresse.com nos setores de pista, camarote, frisas e cadeiras altas. Em seu quarto ano consecutivo, o evento será realizado no Tokio Marine Hall , renomada casa de shows localizada na zona sul da capital paulista. O espaço tem capacidade para quatro mil pessoas e contará com 2 palcos e 7 shows, em horários não conflitantes. Quatro atrações internacionais de forte relevância na música alternativa mundial se apresentarão no Balaclava Fest em 2025. Dois nomes icônicos dos anos 90 encabeçam a edição, trazendo performances completas com 1h30 de duração cada: o avant-pop inventivo da banda anglo-francesa Stereolab , influenciada pelo krautrock, jazz, música brasileira e pop francesa dos anos 1960; e o trio indie norte-americano Yo La Tengo , com sua sonoridade única e emblemática, que une o rock alternativo e de vanguarda com a música experimental, noise pop, art rock e folk. Entre os destaques internacionais do festival, estão ainda: a fusão inusitada do jazz, música latina, rock progressivo e pop barroco do músico e compositor inglês Geordie Greep – que ganhou reconhecimento mundial à frente da banda black midi -, apresentando seu aclamado álbum The New Sound de 2024, acompanhado no palco por um talentoso time de músicos brasileiros que participaram das apresentações de seu disco; e a grande sensação nova-iorquina do ano Fcukers , com um show dançante e altamente contagiante, reunindo a house music dos anos 90/00, trip hop e indie rock, em um clima de festa sem fim. Três nomes nacionais pertencentes ao casting da Balaclava Records, com lançamentos de álbuns inéditos programados para este ano, também estão escalados no line up do evento: o pós punk melancólico e oitentista com beats eletrônicos da banda Jovens Ateus ; o pop leve e moderno da cantora e compositora Gab Ferreira ; e a mistura de MPB, dream pop e psicodelia do multi instrumentista Lou Alves com seu projeto Walfredo em Busca da Simbiose . Conheça mais sobre todas as atrações do festival abaixo. serviço: Balaclava Fest 2025: com Stereolab, Yo La Tengo, Geordie Greep, Fcukers e mais Data: 9 de novembro de 2023, domingo Local: Tokio Marine Hall – R. Bragança Paulista, 1281 – Várzea de Baixo Próximo à estação João Dias (Linha 9-Esmeralda CPTM) Horários do festival: Portas 15h / Encerramento 23h Classificação etária: 16+ Entradas Ponto de venda física (sem taxa de conveniência): Café Takkø R. Maj. Sertório, 553 – Vila Buarque – São Paulo/SP Horários: Terça à Sexta, das 8h às 17h / Sáb, dom e feriados, das 9h às 18h.
Para ouvir durante o banho
Ouvi No Filme #10 – Férias Frustradas de Verão e as mixtapes dos anos 80