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TV e Cinema

Diretor fala sobre o desafio de gravar o documentário Chorão: Marginal Alado

Mais 600 horas de arquivos e 20 anos de história. Um desafio gigante para o diretor Felipe Novaes na produção de Chorão: Marginal Alado, um documentário que conta a história do vocalista do Charlie Brown Jr. O longa estreou na última quinta-feira (8) nos cinemas e nas plataformas digitais.

No filme, homenageando um dos maiores ídolos do rock brasileiro, não faltam músicas, histórias e, claro, muitas lembranças em Santos. E essa história tem tudo a ver com a nossa cidade, afinal, Alexandre Magno Abrão pode até ter nascido em São Paulo… mas foi em Santos que o Chorão surgiu para começar a fazer história.

Tarefa árdua

Em entrevista ao Blog n’ Roll, Felipe Novaes conta que o processo de direção não foi tarefa fácil. Em resumo, juntando acervo pessoal e vídeos de emissoras, o trabalho bruto chegava a 1.200 horas de imagens.

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“As imagens são soberanas. Quando você pesquisa e entende o caminho a ser seguido, um olhar certo a respeito de toda a história, elas vão te guiando na direção”, analisa o diretor.

Aliás, o documentário vai além dos palcos, ele mostra todas as facetas de Chorão. O lado amigo, o pai, o marido, o brigão e também o compositor dedicado. “Ele era um cara do ‘business’, extremamente trabalhador, esforçado e engajado no seu negócio”.

Para Felipe, mesmo com o lançamento adiado em um ano, contar a história desse ídolo da música foi gratificante. O documentário seria lançado em 8 de abril do ano passado, mas a pandemia adiou a estreia nas telonas dos cinemas.

Agora, o longa está disponível nas salas de cinema, de acordo com funcionamento dos locais permitidos nos decretos de cada cidade, e ao mesmo tempo nas plataformas digitais de aluguel como NOW, Google Play, Apple TV, Vivo Play, Looke e YouTube.

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Chorão morreu em março de 2013, vítima de uma overdose. Vocalista da Charlie Brown Jr, dividiu palco com os músicos Renato Pelado, Marcão, Champignon, Thiago Castanho, Heitor Gomes, André Pinguim e Bruno Graveto em diferentes formações.

Todavia, na última sexta-feira (9), Chorão completaria 51 anos. Em síntese, com letras fortes que marcaram uma geração, o músico deixa saudade até hoje.

“Chorão deixou um legado incrível, que pudemos ter a honra de contar nesse filme, como uma homenagem a ele”, finaliza Felipe. Vale a pena conferir!

Longa espera

Marginal Alado foi tema de um painel na CCXP, em São Paulo, em 2019. Na ocasião, convidados como João Gordo e Sarah (ex-VJ da MTV) relembraram histórias do artista. No entanto, a pandemia dificultou um pouco o lançamento.

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Enquanto as restrições seguirem por conta da pandemia, o público pode aproveitar para curtir em casa, alugando em uma das plataformas de streaming.

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