Santista limmbo estreia na Casalago Records com o single “glitter eyes”

Destaque da nova geração da cena musical santista, o artista limmbo lançou nas plataformas de streaming o single glitter eyes. Marcando sua estreia pelo selo Casalago Records, a faixa é a primeira gravação lançada sob o novo nome artístico adotado neste ano e abre caminho para a divulgação de um álbum completo em desenvolvimento. A gênese da composição surgiu do resgate de um comentário que o músico ouve desde a infância, sobre enxergar o mundo com o fascínio e o brilho nos olhos de uma criança descobrindo algo novo, conectado ao título de uma entrevista do australiano Luke Hemmings e a um ensaio fotográfico em preto e branco assinado por Giovanna Barbosa. A síntese desse contraste se traduz no verso: “I don’t see the world in black and white” (“eu não enxergo o mundo em preto e branco”). O dilema da inocência e as influências sonoras A letra aborda o conflito de tentar preservar a sensibilidade e o encanto diante do peso das responsabilidades adultas, frustrações e interferências externas. Longe de dualismos simplistas, a canção reflete sobre a coexistência entre o brilho e a cicatrização: na ponte, limmbo dispara que “só porque brilham, não significa que não se machucaram”. Musicalmente, a faixa transita pelo rock alternativo com a pulsação tensa do post-punk, dialogando com referências que passam pela energia de The Cure e Paramore. A faixa parte de uma base rítmica de violão combinada a uma bateria acelerada, guitarras atmosféricas e teclados melódicos que preparam a dinâmica para um refrão marcado pela repetição de “my, my, my, my, my”. Enzo Santana Borges assina de ponta a ponta a composição, produção musical, vozes, instrumentos (guitarra, baixo, violão), mixagem e masterização, executadas em seu próprio home studio. Formado em Cinema e Audiovisual, o músico prepara a direção do videoclipe da faixa, além de novos singles que anteciparão o disco cheio. Do quarto à Casalago Records Antes de assumir a alcunha de limmbo, Enzo construiu uma discografia autoral focada em vulnerabilidade, ansiedade, autoimagem e amadurecimento, passando pelo EP de voz e ukulele A Few Thoughts in a New Year’s Eve (2019) e pelos álbuns nineteen (2021) e i care about what you think of me (2025). Deste último, o clipe da faixa “dancing with wolves”, dirigido por Caroline Famula e Giovanna Barbosa, integrou a Mostra Videoclipe Caiçara do 23º Curta Santos. A mudança de identidade reflete a atração do compositor pelo conceito de “não-lugares”, como aeroportos e estradas, onde a obrigatoriedade de definições rígidas se dissolve, refletindo sua vivência como artista bissexual e birracial.

Paulo Miklos estreia show do álbum Coisas da Vida no Tokio Marine Hall, em São Paulo

Dedicando-se pela primeira vez integralmente ao papel de intérprete, o cantor e compositor Paulo Miklos leva ao palco o repertório de seu mais recente disco, Coisas da Vida. O show inédito acontece no dia 30 de outubro de 2026 (sexta-feira), no Tokio Marine Hall, em São Paulo. A produção é da 30e com apresentação de Itaú Live. Diferente de seus trabalhos anteriores, o projeto inverte a lógica autoral para revisitar canções que moldaram a formação musical e afetiva do artista. O setlist reúne 11 faixas de diferentes estilos e épocas, cruzando nomes como Rita Lee, Adoniran Barbosa, Cazuza, Beto Guedes, Sérgio Sampaio, Paulo Diniz e Criolo, além de versões singulares para clássicos populares como Evidências e Xibom Bombom. “Levar o repertório desse disco para o palco é uma grande alegria! Diante do público tudo passa a fazer mais sentido. E essas Coisas da Vida são as músicas da minha vida”, celebra Miklos. Narrativa visual e banda completa no palco O álbum foi concebido com uma proposta estética que acompanha o músico em um filme contínuo por cenários marcantes da capital paulista. No palco do Tokio Marine Hall, essa relação entre música e imagem ganha uma adaptação ao vivo com projeções e cenografia especial. Para o show, Paulo Miklos estará acompanhado por uma banda formada por Camila Teixeira (bateria), Natalia Ferlin (guitarra), Thais Andrade (teclados) e Otavio Carvalho (baixo). Além da íntegra de Coisas da Vida, o roteiro integrará canções de várias fases de sua carreira, incluindo sucessos construídos ao longo de sua história no rock nacional. A pré-venda para clientes do Itaú Unibanco (com 30% de desconto) já está disponível e vai até às 14h do dia 10 de setembro. A venda geral tem início na sexta-feira, 11 de setembro, a partir das 15h no site da Eventim. Serviço: Paulo Miklos apresenta Coisas da Vida em São Paulo Setores e Preços: > Benefício Itaú: Clientes Itaú Unibanco têm 30% de desconto na compra de até 4 ingressos (modalidade inteira) com cartão de crédito durante a pré-venda, além de parcelamento em até 3x sem juros.

Entrevista | Angus & Julia Stone celebram fase solar com novo álbum e relembram laços afetivos com o Brasil

Com harmonias vocais etéreas e composições que flutuam entre o sonho e a realidade, os irmãos australianos Angus e Julia Stone abrem um capítulo visivelmente mais festivo e solar em sua carreira. O ponto de partida dessa nova jornada é o álbum Karaoke Bar, lançado na última sexta-feira (4). Gravado em estúdios espalhados pela França, Austrália e pela mística ilha grega de Hydra, conhecida pelo refúgio histórico de Leonard Cohen, o álbum deixa de lado a introspecção melancólica do antecessor Cape Forester para abraçar um clima dançante, espontâneo e coletivo. Para falar sobre o novo momento, o processo de composição e as lembranças marcantes de suas passagens pelo país, o duo australiano conversou com o Blog n’ Roll. Durante o bate-papo, Julia revelou uma emocionante história de amizade construída no Rio de Janeiro antes mesmo do sucesso internacional da banda, enquanto Angus arriscou versos de Chris Isaak. O single Karaoke Bar fala sobre como a música quebra barreiras entre estranhos. Na era digital e das redes sociais, vocês sentem que a música ao vivo e esses momentos espontâneos se tornaram ainda mais urgentes e necessários? Julia Stone: Sim, acho que a música sempre serviu como uma espécie de tecido conectivo para o espírito humano. Em uma era de desconexão, onde passamos tanto tempo no mundo online, a música tem a capacidade de aproximar pessoas de diferentes origens, mesmo virtualmente. O lado bonito da interconectividade digital é que cada um consegue achar o som exato para si, encontrando sua comunidade. Quando éramos crianças, eu sentia com frequência uma sensação de não pertencimento. Aí ouvia Leonard Cohen e pensava: “Tem alguém lá fora dizendo algo que me conecta. Não estou mais sozinha”. A música faz você se sentir parte de uma família de pessoas que compartilham dos mesmos sentimentos. Em um ambiente de karaokê, todo mundo tem a oportunidade de cantar e ser ouvido. Como foi traduzir essa energia democrática e festiva para a assinatura dreamy folk de vocês? Julia Stone: Como o Angus e eu trabalhamos juntos há quase duas décadas, o próprio processo de gravação no estúdio é profundamente democrático. Criamos um espaço livre e justo onde ambos somos ouvidos. O respeito mútuo pela criatividade do outro se reflete diretamente na sonoridade das faixas. Quanto mais amadurecemos essa convivência ao longo dos anos, mais essa dinâmica transparece no resultado final do nosso som. Se vocês dois entrassem em um karaokê hoje à noite, longe dos palcos profissionais, qual seria a escolha de cada um no microfone? Julia Stone: Eu provavelmente cantaria qualquer faixa do Jagged Little Pill, da Alanis Morissette. (risos) Angus Stone: Para mim, seria Wicked Game, do Chris Isaak. “I never dreamed that I’d meet somebody like you…” A ilha de Hydra, na Grécia, tem uma mística musical enorme associada ao Leonard Cohen. Como a energia do local influenciou a composição do disco? Angus Stone: Havíamos acabado de encerrar uma turnê exaustiva e estávamos em Paris. Queríamos unir o melhor de dois mundos: curtir férias no Mediterrâneo, bebendo bom vinho e comendo bem, enquanto gravávamos no estúdio em Hydra. Foi uma atmosfera mágica que nos entregou exatamente o equilíbrio que estávamos buscando. O álbum foi registrado na Grécia, na França e na Austrália. Como conectar texturas de lugares tão distintos e ainda assim manter uma unidade estética? Angus Stone: Nossa vida profissional sempre aconteceu em trânsito e em diferentes estúdios pelo mundo. Para nós, a coesão de um disco não vem do espaço físico, mas das nossas vozes, dos instrumentos que escolhemos e das composições. Usamos métodos muito específicos de gravação. O que mantém a unidade de ponta a ponta é o sentimento que compartilhamos durante esses meses: estarmos profundamente felizes, gratos e celebrando a chance de fazer música juntos. O que mudou na engenharia de som e na dinâmica de produção em comparação ao intimismo de Cape Forester? Julia Stone: Cape Forester era mais introvertido e melancólico. Queríamos recriar a atmosfera dos nossos primeiros passos, quando tocávamos na sala de estar da casa do nosso pai ao voltar da escola. Todo o álbum e a turnê refletiram essa estética minimalista. Já este novo disco nasceu na estrada, tocando em teatros antigos e sentindo a energia da multidão. Nós nos sentimos muito mais solares. O disco convida o público a ficar de pé, dançar e compartilhar a experiência. Vocês começaram essa parceria oficial em 2007 com o EP Chocolates and Cigarettes. Qual é o maior superpoder e o principal desafio de manter uma carreira profissional com um irmão? Julia Stone: O maior desafio é exatamente a nossa maior recompensa. Quando você cresce na mesma casa e divide a mesma infância, é fácil cair na armadilha de achar que o outro ainda é aquela pessoa de 10 ou 15 anos atrás. O grande aprendizado foi dar permissão para o outro evoluir e mudar constantemente. Permitir que o outro se transforme em um novo artista a cada dia nos ajudou a transformar uma relação que poderia ser complexa em algo raro e afetuoso. É preciso aceitar quem a pessoa é hoje, não quem ela foi ontem. Para os fãs que se apaixonaram pela levada de Karaoke Bar, o que esperar do restante do álbum? Angus Stone: Encaramos cada disco como uma expedição pelas nossas próprias possibilidades. Neste projeto, mergulhamos de cabeça em nos divertir com a música. Pegamos o espírito despretensioso de “Karaoke Bar” e exploramos vários caminhos dentro dessa proposta. Estamos empolgados para ver como as pessoas vão receber essa energia. O público brasileiro é muito conectado com o folk e a obra de vocês. A turnê do novo disco deve passar pelo Brasil em breve? Julia Stone: Esse é o nosso grande sonho! Nós temos um amor verdadeiro pelo Brasil. Viajamos para o país quando éramos mais jovens. Houve uma época em que o Angus precisou voltar para a Austrália para terminar os estudos e eu passei uma temporada no Rio de Janeiro, morando com uma família brasileira. Eu ainda estava dando os primeiros passos na composição

Slipknot quebra hiato de três anos e lança o single “Arsenal”, que marca estreia de Eloy Casagrande

O Slipknot disponibilizou, na quarta-feira (9), o single Arsenal. A faixa marca o primeiro lançamento de inéditas da banda de Iowa em mais de três anos e chega acompanhada de um videoclipe dirigido pelo percussionista M. Shawn Crahan (Clown) e estrelado pelo ator Jackson White. A nova composição condensa a força bruta construída ao longo de quase três décadas de estrada, transitando por intersecções familiares e agressivas entre o metal pesado, a rapidez rítmica do hardcore/punk e cadências percussivas inspiradas no hip-hop. A faixa também marca a estreia do baterista brasileiro Eloy Casagrande. Ironia, confronto e peso sem concessões Em Arsenal, os teclados pontuais e a percussão frenética abrem caminho para as rimas e os berros viscerais de Corey Taylor. As letras combinam agressividade e ironia contra as modas passageiras da indústria, refletindo a resistência de um grupo veterano que recusa suavizar sua linguagem:

Airbourne lança sexto álbum de estúdio com colaborações de Mutt Lange e Bryan Adams

A banda australiana Airbourne disponibilizou seu sexto álbum de estúdio, homônimo. O trabalho reúne 100% de energia direta: sem baladas, sem concessões e com foco absoluto na tradição das guitarras plugadas no volume máximo. Composto pelos irmãos Joel O’Keeffe (vocal e guitarra) e Ryan O’Keeffe (bateria), ao lado de Justin Street (baixo) e Brett Tyrrell (guitarra), o quarteto buscou erguer o que definem como o ápice de sua discografia. O projeto conta com colaborações de peso histórico nas composições: o lendário produtor Mutt Lange (AC/DC, Def Leppard) e o astro Bryan Adams assinam juntos como coautores das faixas Here She Comes e Who Put The Rhythm In You?. “O nosso objetivo desde o início era criar algo icônico, gigantesco. Coisa real de sucesso de bilheteria. É um foguete que estivemos construindo; nós o enchemos de combustível e agora estamos prontos para deixá-lo ir”, celebra o vocalista Joel O’Keeffe. Gravação em mesa histórica do AC/DC e time de peso técnico Para captar a eletricidade do registro, a banda se isolou no Music Farm Studio, próximo a Byron Bay, na Austrália. O local abriga o console de som analógico Neve original do Albert Studios, a mesmíssima mesa de som onde nomes seminais como AC/DC e Rose Tattoo gravaram seus primeiros clássicos no século passado. A produção ficou sob os cuidados de Brian Howes (que já havia pilotado o álbum Black Dog Barking, de 2013), com engenharia de áudio do veterano Mike Fraser, mixagem assinada por Zakk Cervini e masterização do renomado Ted Jensen. Entre os pontos altos do tracklist estão a visceral faixa de abertura Gutsy, Alive After Death (Last Plane Out), a faixa-foco Bogotá e o single Kid In A Candy Store, que ganhou clipe assinado pelo diretor P.R. Brown registrando as sessões e a convivência com a fauna selvagem australiana, culminando no tributo aos pioneiros do gênero em Send Me To Rock ‘N’ Roll Heaven.

Kasabian lança o nono álbum de estúdio, Act III, unindo psicodelia e guitarras marcantes

O Kasabian lançou seu nono álbum de estúdio, Act III. O projeto reúne dez faixas conduzidas pela voz esfumaçada e inconfundível do vocalista e líder criativo Serge Pizzorno, equilibrando guitarras enérgicas, melodias pop e texturas psicodélicas repletas de atitude. O trabalho chega com a proposta de sintetizar as mais de duas décadas de trajetória da formação inglesa, revisitando os altos, baixos, o caos e os momentos de euforia de seus discos anteriores sob um prisma abertamente cinematográfico. Narrativa visual e fragmentos do cotidiano De acordo com o próprio grupo, o processo de composição de Act III foi orientado pela paixão pelo cinema e pela construção de pequenas narrativas visuais: “Act III bebe de cada álbum do Kasabian que já fizemos. Os altos, os baixos, o caos e a beleza”, destaca a banda. “Sempre fomos inspirados pelo cinema e pela arte de contar histórias, e este disco vive dentro desse universo. Essas canções foram moldadas por acontecimentos reais, pequenas cenas, fragmentos da vida e momentos de puro êxtase”. Com refrões marcantes, ganchos rítmicos imediatos e o clássico swagger britânico, Act III consolida a liderança de Pizzorno à frente da sonoridade do Kasabian, expandindo a transição entre o rock alternativo de arena e as experimentações sonoras que se tornaram a marca registrada do conjunto.

Coletivo misterioso President lança álbum de estreia Blood Of Your Empire

Mascarado, enigmático e impiedoso em sua proposta sonora, o coletivo britânico President lançou seu álbum de estreia, Blood Of Your Empire, distribuído pela Atlantic Records. O trabalho reúne dez faixas que combinam riffs esmagadores de metalcore, texturas espaciais de synthwave e batidas industriais, consolidando a rápida ascensão de um grupo que já acumula milhões de reproduções no streaming sem se prender a rótulos de gênero. O lançamento coincide com o início da primeira turnê norte-americana da banda como atração principal, com ingressos totalmente esgotados. Após abrir shows para o fenômeno Bad Omens nos Estados Unidos no início do ano, o grupo leva sua performance teatral a palcos emblemáticos de Chicago, Nova York, Toronto e Los Angeles, iniciando a rota no Brooklyn Bowl de Nashville e encerrando no House of Blues de Dallas em 14 de outubro. Arte clássica e reflexões existenciais na estreia do President Visualmente ancorado pela clássica pintura A Batalha de Poitiers, de Eugène Delacroix (exposta no Museu do Louvre), Blood Of Your Empire mergulha em questões existenciais, mortalidade e nas contradições da fé humana ao longo dos séculos. Por trás das máscaras e da recusa em focar em identidades individuais, o líder do grupo utiliza o projeto como purgação emocional. “Blood Of Your Empire nasceu da minha própria batalha com crises existenciais e da tentativa de entender a crença, a mortalidade e a relação da humanidade com a fé”, explica o vocalista do coletivo. “A religião inspirou compaixão e beleza no mundo, mas também foi responsável por derramamentos de sangue inimagináveis na história. Este álbum vive na tensão entre essas duas verdades. Escrevê-lo foi o caminho para confrontar medos e perguntas que carreguei por anos”.

Ziggy Alberts anuncia álbum Twin Flames e lança o single confessional “I Blame Myself”

O cantor australiano Ziggy Alberts anunciou a chegada de seu sétimo álbum de estúdio, Twin Flames, com lançamento mundial marcado para 16 de outubro de 2026. Para acompanhar a notícia, o artista lançou a inédita I Blame Myself, canção que aprofunda reflexões sobre relações desgastadas, autoexigência e identidade. O sucessor de uma fase marcada por turnês globais e marcos expressivos na cena folk foi gravado na região costeira de Northern Rivers, na Austrália, ao lado do colaborador e produtor Garrett Kato. O trabalho marca um processo de renovação técnica e interpretativa, desafiando o músico a alcançar novas nuances de alcance vocal e atmosferas instrumentais. Olhar para dentro e conexão comunitária na prévia de Twin Flames Em I Blame Myself, Ziggy equilibra o violão acústico e texturas melódicas com uma lírica direta, questionando os limites entre a autorresponsabilidade e o desgaste em relacionamentos tóxicos. “É intenso, é realmente apontar o dedo […] Mas há momentos na vida em que, por mais que você queira assumir a maior parte da culpa, alguns relacionamentos são simplesmente tóxicos, e você se culpou por coisas que não precisava. Aquele momento da minha vida foi importante porque fui desafiado a saber quem eu era. O que te diferencia? Qualquer um pode ter um violão e um chapéu de feltro. Foi ali que realmente me aprofundei no ambientalismo, em fazer shows para todas as idades e na minha trajetória independente”, relata Alberts. O processo de escolha dos singles de Twin Flames contou com a participação direta de sua base de fãs. Em uma ação global, mais de 35 cafeterias independentes pelo mundo disponibilizaram trechos de músicas inéditas através de telefones antigos de disco para que os ouvintes votassem nas próximas faixas de trabalho, dinâmica que também definiu a divulgação prévia de I Need My Woman.